segunda-feira, 16 de novembro de 2015

REVELADO O NOME DO DO MELHOR VINHO DO ANO 2015 PELA WINE SPECTATOR

● REVELADO O NOME DO DO MELHOR VINHO DO ANO 2015 PELA WINE SPECTATOR - Um pequeno vinhedo com vinhas antigas, plantadas em 1988 num lugar anteriormente pouco conhecido (em Oakville no Distrito de Napa Valley) tem produzido o vinho que acaba de ser escolhido pela revista Wine Spectator, como o melhor vinho do planeta.
            O grande ganhador foio Peter Michael Cabernet Sauvignon Oakville Au Paradis 2012, do qual foram produzidas 1785 caixas, o que no contexto mundial pode ser considerados como uma pequena quantidade.
            O preço, claro, antes de ganhar este premio era de u$ 195, mais agora, depois de ter sido escolhido como o número 1, certamente o valor desse vinho mudo, de fato, vai ser muito difícil poder encontrar uma garrafa.
1° Lugar – Michael Cabernet Sauvignon Oakville Au Paradis 2012 – 96 pontos
2° Lugar – Quilceda Creek Cabernet Sauvignon 2012 – 96 pontos
3° Lugar – Evening Land Pinot Noir Eola-Amity Hills Seven Springs Vineyard La Source 2012 – 90 pontos
4° Lugar – il Poggione Brunello de Montalcino 2010 – 95 pontos
5° Lugar – Mount Eden Vineyards Chardonnay 2012 – 95 pontos
6° Lugar - Aalto Tempranillo 2012 – 94 pontos
7° Lugar – Escarpment Kupe Single Vineyard Pinot Noir Martinborough 2013 – 95 pontos
8° Lugar – Masi Vaio Amaron Amarone dela Valpolicella Classico 2008 – 95 pontos
9° Lugar – Clos Fourtet 1º Gran Cru Classé de St-Emilion 2012 – 94 pontos
10° Lugar – Klein Constantia Vin de Constance 2009 – 95 pontos

 (Fonte – 13/11/2015 - Blog alexordenes).

POR QUE AS GARRAFAS DE VINHO CONTEM 75cl?

● POR QUE AS GARRAFAS DE VINHO CONTEM 75cl? As garrafas de vinho são para 75 cl, e não para 1 litro. De onde vem essa regra? A capacidade da garrafa de vinho foi padronizada no século XIX e das teorias mais loucas nascem dessa medida singular.   
     Isto corresponderia a:
     · A capacidade pulmonar de um soprador de vidro
     · O consumo médio de uma refeição 
     · A melhor maneira de armazenar o vinho
     · Facilidade de transporte.
     A resposta não é em qualquer uma dessas teorias...
  
     É simplesmente uma organização prática e histórica.  Naquela época, os principais clientes de vinho francês eram os britânicos. E os britânicos nunca tiveram o mesmo sistema métrico que os seus vizinhos europesu. Sua unidade para volume é chamada "galão imperial" que contem exartamente 4,54609 litros. Para evitar uma dor de cabeça na conversão, levou-se em conta os barris Bordeaux de 225 litros ou 50 galões (por arredondamento).
     Pois bem, barris de 225 litros correspondem a 300 garrafas de 75cl, que é um número mais fácil de fazer cálculos do que com 225.  Resumindo, temos 1 de barril de 225 litros resultam em  300 garrafas de 75cl, ou 50 galões e 1 galão corresponde a 6 garrafas.

        É por isso que, ainda hoje, caixas de vinho são vendidos principalmente por 6 ou 12 garrafas. 

CINCO MITOS SOBRE VINHO


CINCO MITOS SOBRE VINHO “ – Aproveito a oportunidade para falar sobre alguns mitos que são criado em torno do Vinho e afastam muitos dos iniciantes da bebida de Baco dos belos momentos que terão pela frente.
1- SÓ OS VINHOS CAROS SÃO BONS - Vinhos caros são só caros !. Vinhos bons se encontram para todos os gostos e bolsos. Provavelmente os vinhos bons podem ser caros, mas o preço não é nem será atributo da qualidade. Muitos rótulos são mais “fama” do que qualidade. O importante é encontrar bons vinhos que caibam no seu orçamento. Sempre é possível encontrar vinhos que nos surpreendem e não custam tão caro.
2- VINHOS NACIONAIS SÃO RUINS - Vinhos ruins são ruins ! Os Vinhos Nacionais evoluíram muito na última década e chegam a fazer bonito quando degustados às cegas junto a bons vinhos internacionais. Devemos perder esta mania de depreciar o produto nacional frente ao importado. Costumo dizer que a baixa estima do brasileiro em relação a tudo que nos cerca e é aqui produzido também passou para a avaliação dos nossos vinhos. Abra a cabeça e beba-os com a certeza de que poderá se encantar. Se assim não fosse, os espumantes brasileiros não estariam entre os belos vinhos do mundo das borbulhas.
3- O TEMA É MUITO COMPLICADO - As pessoas é que são muito complicadas ! É como dirigir, só parece complicado para quem nunca fez. O assunto é simples. O problema é que a maioria das informações são tão completas, que muitos livros são verdadeiros testamentos, trazendo informação fora do alcance para a maioria dos mortais, gente comum, pessoas como eu e você. O Vinho é um tema ao alcance de todos. A maior distância que estamos dele é a de uma taça ou de um saca-rolha!
4- EU TENHO QUE ENTENDER DE VINHO PARA APRECIÁ-LO - Você só precisa conhecer um bom vinho para apreciá-lo! Um vinho que não te agradar, por princípio não será um bom vinho !!! O que você precisa saber sobre Vinhos para escolher, comprar, beber e gostar, é muito pouco, é como dirigir um carro, depois que você aprende dirige vai adquirindo experiência. Com o tempo e “litragem” bebida, o gosto irá apurando e tudo ficará mais fácil. Não desista sem dar chance aos próximos vinhos que virão até sua taça.

5- VINHO DÁ DOR DE CABEÇA NO OUTRO DIA – Qualquer produto mal feito faz mal a saúde. Vinhos ruins darão dor de cabeça e no bolso também. O vinho, como qualquer alimento, possui substâncias químicas usadas como conservantes. Nos vinhos de baixa qualidade, os conservantes são usados também, para encobrir defeitos, falta de higiene e torná-lo bebível. Somado ao açúcar adicionado a vinhos de baixa qualidade, feitos com uvas inadequadas, produzem substâncias que criam a “dor de cabeça no dia seguinte”. O ideal é tomar vinho e hidratar-se com água. A falta de hidratação em alguns casos pode dar dor de cabeça. Um detalhe; nada fará um vinho ruim ficar melhor !!!

SANCTUARY SAUVIGNON BLANC 2014 – MARLBOROUGH – NOVA ZELÂNDIA

Vinho da Semana 46/2015 ● SANCTUARY SAUVIGNON BLANC 2014 – MARLBOROUGH – NOVA ZELÂNDIA -  A filosofia da Grove Mills é produzir vinhos com o mínimo impacto ambiental. O Pukeko, um belo pássaro que pode ser encontrado na vinícola, reflete o estilo do Sanctuary – vibrante, vivaz e carismático. Com os aromas frutados característicos dos vinhos produzidos em Marlborough, apresenta também no paladar sabores de frutas tropicais e cítricas, que conduzem a um longo e refrescante final.
            As uvas para produção deste vinho são provenientes de vinhedos selecionados nos vales de Wairau, Seventeen e Waihopai. Os solos rochosos e os diferentes microclimas dão uma série de características únicas às uvas, possibilitando a criação de grandes vinhos.
Após a colheita, as uvas são mantidas no frio para reter os aromas frutados. Em seguida, são levemente prensadas e fermentadas a frio, 100% em tanques de aço inoxidável. São usadas leveduras selecionadas para enfatizar o estilo clássico do Sauvignon Blanc de Marlborough.
Os vinhos da Grove Mill têm sempre riqueza de sabores, complexidade, elegância e ótimo equilíbrio. Frutosidade com riqueza e corpo plenos, paladar límpido e fresco, sabores varietais intensos, textura macia, sofisticada e atraente.
 ● Notas de Degustação: Amarelo claro, com notas de frutas cítricas, como abacaxi, limão siciliano e maracujá azedo. No paladar se mostra leve, fresco e equilibrado.
● Guarda: Aguenta fácil até 3 anos, beba-o de pronto aproveitando do seu frescor.
Notas de Harmonização: Bobó de camarão, penne aos quatro queijos, pimentões recheados, casquinha de siri, ostras gratinadas e moqueca com pirão. É o acompanhamento ideal para frutos do mar frescos. Aprecie este vinho com mexilhões e ostras em um dia de verão.
Temperatura de Serviço: 8 a 10ºC

Onde comprar: Em BH: PREMIUM - Rua Estevão Pinto, 351 - Serra - 30220-060 - Belo Horizonte - MG  - 31 3282-1588 I  Em SP: PREMIUM - Rua Apinajés, 1718 - Sumaré - 01258-000 - São Paulo - SP - 11 2574-8303.

domingo, 15 de novembro de 2015

PORCUPINE RIDGE SAUVIGNON BLANC 2014 – AFRICA DO SUL

Vinho da Semana 46/2015 ● PORCUPINE RIDGE SAUVIGNON BLANC 2014 – AFRICA DO SUL - A África do Sul tem se destacado por produzir tintos e brancos de altíssima qualidade, todos muito característicos, de um estilo muito próprio. Os tintos são encorpados e muito típicos, com um destaque para a uva Pinotage, própria deste país. Os melhores brancos também são muito bons, alguns delicados e aromáticos, e outros mais sérios, de bom corpo e grande estrutura.
            Localizado na charmosa região de Franschhoek, onde os vinhos são feito à moda francesa, a Boekenhoutskloof produz alguns dos mais fantásticos e estilosos vinhos da África do Sul. A empresa é o melhor produtor do país para Robert Parker, que concedeu sua maior nota (93 pontos) para o Boekenhoutskloof Syrah, também um dos preferidos de Jancis Robinson. Ele é um “cruzamento entre o foco e precisão dos Côte-Rôtie e o poder e profundidade dos Hermitage. Seu Cabernet Sauvignon também é excelente, “profundo, complexo, extraordinário, lembrando um St. Julien de uma grande safra. Um dos mais finos na África do Sul”, segundo Parker. A marca registrada do talentoso enólogo Marc Kent é a elegância. O fino The Chocolate Block é bastante expressivo, e o nome diz tudo sobre os aromas e sabores a descobrir. Os vinhos da linha Porcupine Ridge são grandes achados e apresentam uma fantástica relação qualidade/preço, com uma finesse raramente encontrada nesta categoria. O Sauvignon Blanc e o Syrah são especialmente recomendados. O tinto The Wolftrap também é bastante saboroso.
 ● Notas de Degustação: um Sauvignon Blanc de excepcional relação qualidade/preço. Amarelo palha, bem jovial, no nariz o vinho é fino e muito aromático. Na boca é saboroso e intenso, vivaz e refrescante, com grande equilíbrio entre a fruta branca (maçã verde e abacaxi) e uma perfeita acidez. Muito recomendado.
● Guarda: Aguenta fácil até 3 anos, mas é melhor nos primeiros anos quando está dominado pelo frescor da fruta.
Notas de Harmonização: Queijos de massa branca, crustáceos, camarões, lagostins, peixes e demais frutos do mar, cozinha japonesa ou para simplesmente bebericar pensando na vida!
Temperatura de Serviço: 8 a 10ºC

Onde comprar: MISTRAL - Rua Cláudio Manoel, 723 - Savassi - BH. Tel.: (31) 3115-2100.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

25.NOV.2015 – 4ª-FEIRA – 20:00HS - ENTENDENDO OS PRIMEIROS E SEGUNDOS VINHOS DOS CHATEAUX DE BORDEAUX


25.NOV.2015 – 4ª-FEIRA – 20:00HS - ENTENDENDO OS PRIMEIROS E SEGUNDOS VINHOS DOS CHATEAUX DE BORDEAUX Os vinhos produzidos nos suntuosos castelos de Bordeaux, muitos com mais de 300 anos, foram classificados em 1855 em cinco categorias. Os primeiros vinhos da classificação, os Premiers Grands Crus Classés, continuam sendo os principais expoentes de Bordeaux, e estão entre os vinhos mais fascinantes, longevos e disputados do planeta. Estamos falando dos Châteaux: Lafite Rothschild, Mouton Rothschild, Latour, Margaux e Haut Brion. Os três primeiros são da pequena comuna de Pauillac, a "Meca" do vinho do Médoc, enquanto o Margaux fica na região de mesmo nome, e o Haut Brion é o único não Médoc dos cinco, pois fica localizado na grande Bordeaux, mais precisamente em Péssac. A grande maioria dos Châteaux de Bordeaux (sejam Premier, Deuxième, Troisième e assim por diante) produz um segundo vinho, ou "Deuxième Vin", abaixo do seu "Gran Vin". Nesse caso, vale ressaltar que não podemos confundi-lo um Deuxième Cru da Classificação de 1855. Por exemplo, o Deuxième Vin do Premier Grand Cru Classé Château Lafite Rothschild é o Carruades de Lafite, enquanto que os espetaculares Château Léoville-Las Cases e Château Cos d'Estournel são Deuxièmes Crus da Classificação de 1855. Ter um segundo vinho não é algo recente nos châteaux de Bordeaux. Em 1904, Léoville-Las Cases fez o seu segundo rótulo (Clos du Marquis) e quatro anos depois foi a vez do Château Margaux desenvolver o Le Pavillon Rouge. No entanto, até a década de 1980, a maioria dos enófilos só conseguiam encontrar no mercado o Les Forts de Latour, o Pavillon Rouge e talvez o Moulin de Carruades (antigo nome do Carruades de Lafite). Atualmente, contudo, quase todos châteaux, mesmo alguns sem classificação, possuem um segundo vinho. Essa tendência ocorreu nos anos 80 especialmente devido às colheitas abundantes daquela década. Alguns, contudo, afirmam que esse fenômeno aconteceu para que os Châteaux mantivessem os preços de seus primeiros vinhos em um patamar elevado. Porém, outros atestam que isso gerou uma melhor qualidade nos rótulos principais. Assim, durante a década de 1990, o número de segundos vinhos cresceu mais de dez vezes. E alguns Châteaux chegaram a produzir até mesmo um terceiro rótulo. 
Se Bordeaux já era complicado de entender antes, agora embaralhou mais? Venha entender de vez esta história provando grandes Segundos Vinhos, Deuxiémes e assim por diante
VINHOS APRESENTADOS: Pavillon Rouge de Château Margaux, Chateau Grand-Puy Lacoste, Chateau Smith-Haut-Lafitte, Le Petit Haut Lafitte, Chateau d´Armailhac, Chateau Potensac, Chapelle de Potensac, e algumas surpresas a mais... SOMENTE 10 VAGAS. 
Reservas pelo Tels.: 8839-3341 (Márcio Oliveira).  Valor Individual: em construção – 
Os interessados poderão enviar mensagem de e-mail para receberem maiores informações
Local: Rua Dominicanos, nº 165- SL.605 - Serra - Belo Horizonte. Horário: 20:00 horas. Datas e programas passíveis de alteração. Os eventos de Vinhos do Márcio Oliveira são para maiores de 18 anos.