terça-feira, 8 de novembro de 2016

JANTAR BUENO WINES NO VILLA ROBERTI

JANTAR BUENO WINES NO VILLA ROBERTI

JANTAR COM VINHOS BUENO WINES NO VILLA ROBERTI

Na segunda semana de novembro, Galvao Bueno desembarca em BH para dois compromissos. Antes de comentar a partida entre Brasil e Argentina pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo, no Mineirão, no dia 10, ele participa de um jantar harmonizado na capital em torno dos vinhos e espumantes de sua vinícola, a BuenoWines. O encontro está marcado para a terça (8), no restaurante @villaroberti e será aberto ao público. O menu especial e preços, a gente conta lá no site (link na bio)! #bh #vinhos#vinicola #buenowines #wine #galvaobueno

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

“ VINHOS VERDES – ALVARINHOS ” –  A Região do Vinho Verde estende-se por todo o noroeste de Portugal, na zona tradicionalmente conhecida como Entre-Douro e Minho. Nas sub-regiões de Monção e Melgaço é produzido um vinho branco de excepcional qualidade – o ALVARINHO.
A Sub-Região de Monção e Melgaço desfrutam de um microclima muito especial, com exposição atlântica e um clima caracterizado por elevada pluviosidade, umidade atmosférica, temperatura amena e pequenas amplitudes térmicas, o que confere ao vinho Alvarinho características únicas.
Monção e Melgaço são vilas com mais de 700 anos de História, adornadas com magníficos castelos, entre eles o castelo de Monção e o castelo de Melgaço, que defenderam o território desde a conquista da independência portuguesa. A vila de Monção é um território com tradição no cultivo da vinha. Segundo diversos autores, o fato do foral de Afonso III, de 12 de Março de 1261, reconhecer a posse das vinhas aos habitantes de Monção, indica-nos a importância da vila naquela época e da própria produção vinícola.
O Minho viveu em 2014 uma das mais apaixonadas querelas rurais dos últimos anos, a propósito do alargamento da menção da casta Alvarinho a toda a região dos Vinhos Verdes. A Assembléia da República e a Comissão Européia envolveram-se nos combates. Após dura negociação, Monção e Melgaço tiveram de ceder os privilégios aos seus vizinhos. A exclusividade de Monção e Melgaço na produção de vinhos Alvarinhos acabará dentro de seis anos, mas isto é assunto para outro artigo.
v A CASTA ALVARINHO - Famosa pelos Vinhos Verdes portugueses, a Alvarinho é chamada de Albariño, na Espanha, onde dá origem aos vinhos brancos de maior prestígio da Galícia, na denominação de origem Rías Baixas. Originária do noroeste da Península Ibérica, mas cultivada também em outros lugares do mundo, tem produzido bons vinhos na Califórnia, e andou sendo muito confundida, na Austrália, com a francesa Savagnin Blanc.
Na realidade, são muitos os nomes pelos quais essa casta é conhecida: Alvarinho, Albariño, Albarina, Alvarin Blanco, Alvarinha, Azal Blanco, Galego, Galeguinho...
Utilizada originalmente em vinhos de corte, a Alvarinho tem sido usada em vinhos varietais leves e frescos, com teores alcoólicos relativamente elevados, bom corpo, e com uma acidez equilibrada. É medianamente vigorosa mas bastante rústica, com um elevado índice de fertilidade, apresenta com frequência 3 inflorescências por floração, dando origem a cachos muito pequenos, alados e medianamente compactos, o que a torna uma casta pouco produtiva.
A casta exige terrenos secos para potencializar a qualidade do vinho a que dá origem, sendo uma casta precoce no abrolhamento e na maturação. Produz mostos muito ricos em açúcares e, apresenta um razoável teor em ácidos orgânicos.
Os aromas mais associados a Alvarinho são os frutados do marmelo, banana, pêssego, limão, maracujá e lichia, os florais da violeta e flor de laranjeira, os amendoados da avelã e noz, e o aroma caramelizado de mel e erva-cidreira. Tem um enorme potencial de envelhecimento, conseguindo viver em perfeita saúde até completar, pelo menos, dez anos de idade. Como se vê, são aromas distintos e complexos, que conseguem ser intensos e delicados ao mesmo tempo.
A casta Alvarinho dá corpo a vinhos únicos e facilmente identificáveis, de personalidade e temperamento forte. É uma casta vigorosa, que obriga a alguma prudência no controle do ímpeto vegetal, sendo, porém, uma casta pouco produtiva, com cachos pequenos e elevada proporção de sementes.
Persistentes no sabor, os vinhos produzidos com a uva Alvarinho harmonizam muitíssimo bem com pratos de peixes e frutos do mar, saladas, aves, e gastronomia oriental. E são uma escolha muito boa para aperitivos em geral, além de surpreenderem quando harmonizados com pratos à base de creme de leite.
De fato, Alvarinho, ou Albariño, tem sido considerado um vinho universal, que vai bem com comida, ou mesmo sozinho. Um bom varietal de Alvarinho, em Portugal, provavelmente não terá nenhuma agulha, resultando em um vinho tranquilo e elegante. Já os cortes Alvarinho/Trajadura, normalmente terão uma leve sensação frisante, assemelhando ao restante dos Vinhos Verdes.
Vale lembrar que há também adaptações ao gosto do consumidor - o famoso Alvarinho Deu La Deu produz versões diferentes para o mercado português e para o mercado brasileiro. Em Portugal, não espere encontrar nenhuma sensação frisante no vinho. Já a versão brasileira vem com gás adicionado, para atender a expectativa do consumidor local.
No caso de cortes, o mais comum é Alvarinho (60%) e Trajadura (40%), como por exemplo, o Muralhas de Monção (da Adega de Monção), e o Adoraz (da Quinta de Alderiz).

v DICAS DE CONSUMO DE ALVARINHOS - Os monovarietais de alvarinho de Monção & Melgaço distinguem-se pela sua riqueza aromática, elegância e complexidade no sabor, por ser um vinho de corpo inteiro, com teores alcoólicos relativamente elevados e com uma acidez equilibrada. O Vinho Alvarinho caracteriza-se por apresentar uma cor intensa, palha, com reflexos citrinos, aroma intenso, distinto, delicado e complexo, sendo o sabor complexo, macio, redondo, harmonioso, encorpado e persistente.

v SUGESTÕES DE CONSUMO - O vinho Alvarinho é um vinho de corpo inteiro adequado a diversas ocasiões. É um vinho excelente para diferentes combinações gastronômicas, desde pratos de peixe, mariscos, saladas, carnes de aves, queijos e gastronomia oriental, sem nunca esquecer a nossa gastronomia tradicional.
Mas o consumo de Alvarinho não se resume à associação com a gastronomia. O vinho Alvarinho é perfeito para diversos momentos ao longo do dia, como uma simples descontração e relaxamento ao final de um dia de trabalho, momentos de confraternização com amigos ou mesmo celebrar uma ocasião especial com um espumante de Alvarinho.

v UMA TAÇA ESPECÍFICA? - A escolha adequada da taça onde beber um Alvarinho é fundamental para que o consumo se torne numa experiência sensorial inigualável. Os enólogos da região após uma análise criteriosa definiram o copo ideal para o consumo de Alvarinho.
Caso não tenha a oportunidade de consumir o alvarinho na taça oficial da casta, opte por consumir numa taça com alguma capacidade para permitir bom contato com ar, podendo assim descobrir a riqueza aromática que caracteriza os monovarietais de Alvarinho.
Se pretender desfrutar de um fabuloso espumante de alvarinho opte uma taça tipo Flûte, indicada para o consumo de espumantes.

v A TEMPERATURA IDEAL DE CONSUMO - A temperatura correta também é fundamental para você tirar todo o partido da riqueza aromática da casta alvarinho, sendo a temperatura aconselhada entre 10º e 12º C.

v BEBE-SE ALVARINHO MADURO? – Em abril de 2015 tive a oportunidade de conduzir uma degustação vertical de Alvarinho Soalheiro das safras 1999, 2005, 2009 e 2013. Este vinho está sempre nas listas dos melhores Alvarinhos de Portugal elaboradas pela imprensa especializada. É proveniente da sub-região de Melgaço, que produz excelentes vinhos verdes. Delicioso, cheio de charme e frescor, mais encorpado e complexo do que os outros vinhos verdes, estes alvarinhos foram mostrando como a elegância evolui ao longo da guarda. Dos aromas frescos cítricos e de frutas brancas, fomos evoluindo para aromas de frutas secas, ervas e chás, criando um mosaico surpreendente e que garante que os vinhos Alvarinhos podem muito bem envelhecer.

v COMO FICAM OS ALVARINHOS BARRICADOS ? – Apesar de na sua origem ser um vinho leve e jovem sem passagem por madeira, alguns produtores começaram a criar Alvarinhos barricados. Pode ter sido por iniciativa própria dos produtores para avaliar como o vinho ficaria, pode ser por conta de existirem alguns exemplares pelo mundo afora que adotaram esta condição e são belos vinhos.
            Entre estes exemplares chama atenção o Albariño da Bouza, um varietal elaborado 100% com a casta no Uruguai e que mostra como a casta de internacionalizou. Neste vinho uma parcela de 15% do volume estagiou em barricas de carvalho francês, conforme informa o site da Bodega Bouza. O vinho permanece por três meses em contato com as borras. O vinho tem aromas com boa complexidade, com notas de frutas brancas, cítricas e herbáceas, toque mineral e no fundo algo lembrando mel ou melado. No paladar o vinho é untuoso, e tem bela acidez, com notas cítricas e de frutas brancas. Um vinho agradabilíssimo e gastronômico.
A Alvarinho, sendo uma das melhores castas brancas do mundo, tem excelente potencial para envelhecimento em barrica. No entanto, ele deixam de ser vinhos leves, frescos, para o verão, para se tornarem vinhos complexos, untuosos, não tão refrescantes, ficam próprios para harmonizações mais consistentes. Em Portugal Anselmo Mendes faz um excelente Alvarinho barricado com passagem por 6 meses em barricas francesas. Um vinho com a madeira muito bem integrada. Untuoso em boca, com acidez e mineralidade que lhe conferem garra e grande classe e que mostra que Alvarinhos Barricados podem ser excelentes opções em brancos para pratos mais elaborados

VOLPAIA CHIANTI CLASSICO DOCG 2012

● Vinho da Semana 452016 - ● VOLPAIA CHIANTI CLASSICO DOCG 2012 – TOSCANA - ITÁLIA – Volpaia é um apaixonante burgo medieval entre Castellina e Radda in Chianti, dentro da região vinícola do Chianti Clássico. É o típico vilarejo Toscano com ruas estreitas, construções em pedra, janelas e portas de madeira decoradas com vasos de flores! O caminho para chegar até ali é digno de filme: uma estrada sinuosa em leve subida, costeado por ciprestes e uma vista estonteante!
O Castelo de Volpaia foi construído no século 10 em uma posição privilegiada e estratégica, sobre uma colina alongada, cercada por dois afluentes do Rio Pesa. Ele era protegido por uma muralha de forma elíptica com torres altas de proteção. O seu azar na história foi estar exatamente na fronteira entre as eternas rivais Repúblicas de Siena e Florença. Inicialmente era pertencente ao território fiorentino, mas após a guerra de 1478, foi parcialmente destruído e à partir de então anexado ao território de Siena. Após a conquista definitiva de Siena por parte dos fiorentinos, em 1555, o Castelo perdeu a sua função militar e o período de paz o permitiu prosperar em outros campos, um deles o da vinicultura.
A adega se espalha por diversas casas antigas e igrejas, convertidas em instalações modernas de vinificação. O terroir e os cuidados no cultivo, de agricultura orgânica, resultam em vinhos elegantes e suculentos, que se destacam por seu estilo. Os guardiões desse tesouro são Carlo e Giovannella Stianti Mascheroni, cuja família adquiriu a propriedade no início dos anos 1960. Desde 2007, os filhos do casal, Nicolò e Federica, trabalham trabalham na empresa. Volpaia, cujo enólogo consultor é Riccardo Cotarella, é um dos top ten da região listado no guia de Hugh Johnson.
A propriedade tem cerca de 900 acres (360 hectares) divididos entre vinhas, olivais e bosques. A adega é orgânica cultivada para a produção de azeite extra-virgem, vinagre e vinho, em particular Chianti Classico.
Uma visita ao Castello di Volpaia vale muito além dos vinhos. A vila é isolada e a paisagem no caminho é belíssima, a estrada que dá acesso a ela passa entre os vinhedos que geram as uvas para a produção dos vinhos. Radda in Chianti é uma vila sem muitos atrativos e não tem o mesmo charme da vila de Castellina. Aproveite para visitar o Convento di Santa Maria al Prato, que foi restaurado e onde hoje funciona a “House of Chianti Classico”, uma enoteca ligada ao “conzorcio” do Chianti Classico que organiza diversos tipos de evento relacionados a este vinho. Aproveite para admirar a bela vista bebendo uma taça de Chianti acompanhada de salames e queijos locais.
● Notas de Degustação: O Chianti Classico da Volpaia é reconhecido pela elegância e frescor. Com aromas intensos de frutas vermelhas frescas e toques de cereja, são elegantes, combinando notas de especiarias com boa intensidade e complexidade. Um vinho bem estruturado, com taninos macios e um longo final. Consegue aliar potência de corpo médio com uma delicadeza muito agradável e que convida ao segundo gole. 100% uva Sangiovese. Pode-se beber ou guardar e mostra boa presença de madeira, afinal o vinho passou 24 meses em contato com a madeira, sendo 80% em tonéis eslavônios e franceses e 20% em barricas novas de carvalho francês.
● Estimativa de Guarda: Tem estrutura para evoluir por 10 anos a partir da safra. Este que provamos está ótimo com 4 anos.
Notas de Harmonização: acompanha muito bem hambúrguer de carne, picadinho de filé mignon com farofa, risoto de legumes a primavera. Servir entre 16 a 18°C.

Onde comprar: Em BH: PREMIUM - Rua Estevão Pinto, 351 - Serra - 30220-060 - Belo Horizonte - MG  - 31 3282-1588 I  Em SP: PREMIUM - Rua Apinajés, 1718 - Sumaré - 01258-000 - São Paulo - SP - 11 2574-8303.

APOLLONIO SALICE SALENTINO ROSSO DOCG 1998

● Vinho da Semana 452016 - ● APOLLONIO SALICE SALENTINO ROSSO DOCG 1998 – PUGLIA - ITÁLIA – A história da vinícola Apollonio remonta a 1870, na sequência da unificação italiana. Foi no sul da área de Salento - onde a maioria das pessoas fizeram a vida a partir do vinho - que a história da família de Apollonio começou. À frente da empresa desde 1995, Marcello e Massimiliano Apollonio são a quarta geração da família. Impulsionados pela paixão e entusiasmo e pela experiência que adquiriram no campo, eles decidiram perseguir a meta ambiciosa de expandir seus produtos para além das fronteiras nacionais. Sob sua gestão, a empresa tem se especializado no envelhecimento do vinho, que é vendido para 35 países onde são muito apreciados.
O clima da região da Península de Salento é Mediterrâneo, suave graças à influência do mar, que oferece longa exposição ensolarada (média de horas de sol por ano: 2.600), seca (500-600 mm / ano), com verões bem definidos. A estação fria é curta e suave. A costa adriática da cidade de Otranto à de Santa Maria di Leuca é mais chuvosa que a costa jônica em direção a Gallipoli, onde os ventos do Norte da África sopram com mais freqüência. As áreas ao norte de Otranto têm uma temperatura ligeiramente mais baixa devido à influência da península balcânica. Do ponto de vista geológico, a região tem uma estrutura calcária. Com exceção de algumas áreas, seu solo é na maior parte rochosa, com camadas pedregosas.
● Notas de Degustação: Cor rubi brilhante. Bouquet de frutas vermelhas escuras como ameixa, amora negra, e nota de chocolate. Sabor generoso, encorpado, com taninos finos, mostrando fruta madura (amora e frutos vermelhos), terra queimada e alcatrão. Ainda é um vinho “Mastigável”, de certa forma rústico, denso na boca, não filtrado. Composição de Castas: 80% Negroamaro, 10% Malvasia Nera de Lecce, 10% Malvasia Nera de Brindisi. Amadurecimento: 6 meses em barrica de carvalho e 6 meses em garrafa.
● Estimativa de Guarda: Este exemplar era de 1998. Portanto foi bebido com 18 anos. Estava num bom dia para ter sido bebido. Creio que o Apollonio Salice Salentino tem capacidade para evoluir por pelo menos 15 anos em garrafa a partir da safra. Já bebi vinhos mais novos e a degustação é bem diferente – geralmente robusto com um equilíbrio muito bom, harmonioso e um persistente acabamento frutado. Cor vermelho rubi com aromas intensos e elegantes de amoras e ameixas. No paladar é agradável, bem estruturado, com um bom equilíbrio da acidez com taninos presentes, firmes mas que não chegam a incomodar. Mas não se engane, não é vinho para bebericar. O perfil é totalmente gastronômico.
Notas de Harmonização: excelente com pratos de carne vermelha, carnes cozidas, salames e presuntos, queijos duros. Servir a 17 a 18°C.

Onde comprar: Em BH - CASA DO VINHO - End.: Loja Barro Preto - Av. Bias Fortes, 1543 – Barro Preto – Belo Horizonte (MG) - Tel: (31) 3337-7177. Loja Mangabeiras – Av. Bandeirantes, 504 – Mangabeiras – Tel: (31) 3286-7891. Blog: http://blogdacasadovinho.blogspot.com / Facebook: www.facebook.com/casadovinhobh Site: www.casadovinho.com.br  

domingo, 6 de novembro de 2016

FEIRA DE VINHOS AU BON VIVANT / CHEZ FRANCE

Feira de Vinhos Au Bon Vivant / Chez France

Nesta quinta dia 10 de novembro, a partir das 19h00, a nossa feira de vinhos convida a CHEZ FRANCE, parceira importadora de São Paulo, promovendo a degustação de 7 vinhos incluindo Champagnes, Rosés de Provence e tintos, provindo de vinícolas de pequenos produtores, acompanhados de um buffet de comidinhas bem no estilo da Silvana Watel! Tudo a vontade até as 22h00.
Com a presencia dos produtores para comentar os vinhos! Estamos esperando vocês!...
O evento começará as 19h00.  A casa será organizada em torno de 4 stands de exposição, para comentar os vinhos e assessorar a degustação. Neste dia o restaurante não servira jantar nem oferecera mesas para sentar (pois o design do local será inteiramente usado para a feira). Teremos, contudo, 8 bancos altos ao redor do bar disponíveis para sentar, assim como alguns sofás.
O serviço de manobrista será, como sempre, disponível. Mas ele não estará incluso na taxa de entrada.
Para compra de ingresso, é só efetuar um deposito na nossa conta e retornar via e-mail o comprovante de deposito.
Terroirs Importação e Comércio de Vinhos LTDA
CNPJ 13.848.144/0001-44
Banco ITAU - Agencia 0925 - Cc 05398-5
Em seguida, mandaremos um voucher numerado para imprimir, autorizando a sua entrada.



AU BON VIVANT - rua Pium-í 229 - 30310-080 Belo Horizonte
(31) 3227-7764 - info@aubonvivant.com.br

TANNAT TASTING TOUR BRASIL 2016 EM BH


TANNAT TASTING TOUR BRASIL 2016 EM BH - O Consulado do Uruguai em Belo Horizonte, no dia 18 de outubro de 2016, terça-feira, no restaurante uruguaio La Victoria, esteve a frente de uma degustação de vinhos uruguaios. Foi o Tannat Tasting Tour - Brasil 2016, promovido por INAVI (Instituto Nacional de Vitivinicultura do Uruguai). (http://www.inavi.com.uy ).

Foi a primeira vez que este evento aconteceu em Belo Horizonte, pois outras capitais já haviam tido o prazer de conhecer o sabor dos vinhos uruguaios. Este é um evento que vale a pena seguir e conferir, pela relevância e qualidade dos vinhos a serem degustados.
            O evento foi dirigido aos profissionais do ramo como: enólogos, sommeliers, representantes comerciais, donos de grandes supermercados e de exclusivos restaurantes, atacadistas, representantes da área de turismo, assim como consumidores finais representativos de outros setores empresariais e entidades sociais locais.                        
Estavam presentes representantes da Associação de Promoção de Turismo Enológico, “Los Caminos del Vino”, (http://www.uruguaywinetours.com ) buscando dar maior difusão ao Uruguai como destino do turismo enológico.
            Destaca-se que no Tannat Tasting Tour 2016 en Belo Horizonte, foi possível conhecer outras castas de vinhos como Syrah, Sauvignon Blanc, Cabernet Franc, Pinot Noir, de excelentíssima qualidade como o tradicional  Tannat.
            Depois desta maravilhosa noite de degustação de vinhos uruguaios diversificados, tendo a possibilidade de conhecer a maneira profissional, a dedicação e a infraestrutura  oferecidas pelos  “Los caminos del vino” e combinando todos estes fatores com a tradicional hospitalidade uruguaia, aguçou-se a vontade conhecer ou retornar ao país vizinho.

Foto 1: Cônsul de Uruguai em Minas Gerais: M. Ximena Alvarez de Ohletz / Alexandra Battochio Casolato – CH2A Comunicação – São Paulo / Francisco Pizzorno, Export Manager- Adega Pizzorno / Belén Tusus - Coordenadora de Los Caminos del Vino / Arndt Ohletz / Martín López, INAVI.


Foto 2:Vista geral do Evento.