segunda-feira, 3 de outubro de 2016

DEGUSTAÇÃO COM VINHOS E PRESENÇA DE ADOLFO LONA

CASA RIO VERDE/VINHOSITE RECEBE  O ENÓLOGO ADOLFO
LONA, PREMIADO PRODUTOR DE ESPUMANTES ARTESANAIS

A Casa Rio Verde recebe nos dias 3 e 4 de outubro a visita do enólogo Adolfo Lona, da Vinhos e Espumantes Adolfo Lona, pequena vinícola de produção de espumantes artesanais na região de Garibaldi (RS). A Rio Verde é distribuidora exclusiva dos espumantes Adolfo Lona em Minas Gerais, há dez anos. O carismático enólogo vai apresentar para clientes da importadora e do VinhoSite sua linha de espumantes.

Nascido em Buenos Aires, e formado na cidade de Mendoza na Argentina, Lona chegou ao Rio Grande do Sul em 1973, para assumir a direção técnica da Martini e Rossi, onde permaneceu por 30 anos. Em março de 2004, Lona decide materializar um velho sonho: ter sua própria produtora de vinhos e espumantes, criando a Vinhos e Espumantes Adolfo Lona. 

O enólogo trabalha com os métodos Charmat e Tradicional. Através do método Charmat, produz espumantes mais frescos e frutados como o Brut Branco, Brut Rosé e Demi-secaromático, com ciclo de produção de 180 dias.  O método Tradicional (Champenoise) é utilizado na produção de espumantes mais maduros e complexos como o Nature, o Brut, em ciclos de dezoito meses. O Orus, o único Nature Rosé do Brasil e grande destaque da vinícola, tem ciclo total de produção de 24 meses e quantidade máxima de 600 garrafas anuais. A produção total da vinícola é de 80 mil garrafas ano.

Lona destaca o grande crescimento do mercado de espumantes no Brasil: “O brasileiro parece ter descoberto as virtudes do espumante - alegre, versátil e sofisticado. O consumo, que cresce expressivamente a cada ano, deixou de estar apenas concentrado nas festas de fim de ano e agora está distribuído ao longo dos meses”, afirma. 

Segundo dados divulgados pelo Ibravin – Instituto Brasileiro de Vinhos, nos últimos 10 anos – 2006 a 2015 – a comercialização de espumantes produzidos no Rio Grande do Sul passou de 7.7 milhões de litros para 18.8 milhões de litros. Outra boa notícia: os espumantes brasileiros retém 82,06% do mercado nacional, um atestado da qualidade dos rótulos produzidos no país.

          Os convites para a degustação podem ser adquiridos no VinhoSite, loja virtual da importadora, seção de Cursos. Preço: R$50 para não-sócios do VinhoClube e R$35 para sócios.

SERVIÇO – DEGUSTAÇÃO ADOLFO LONA
Data – 3 e 4 de outubro (segunda e terça-feira) – 19h30
Local: loja Casa Rio Verde -  Marília de Dirceu – 104 – Lourdes – Belo Horizonte.
Espumantes que serão degustados:
Adolfo Lona Charmat Brut
Adolfo Lona Brut Rosé
Adolfo Lona Brut Champenoise
Adolfo Lona Brut Nature
Adolfo Lona Demi-Sec

Convites: Convites no VinhoSite, loja virtual da importadora, seção de Cursos. Preço: R$50 para não-sócios do VinhoClube, da importadora, e R$35 para sócios.
Vagas limitadas

DICAS PARA NÃO PASSAR VERGONHA COM VINHO NO RESTAURANTE


“ DICAS PARA NÃO PASSAR VERGONHA COM VINHO NO RESTAURANTE “ – “ Cheirar a rolha não nos ensina nada (sobre a qualidade de um vinho), assim como tampouco podemos depreender algo sobre a qualidade de um sapato cheirando uma meia”. Matt Kramer
Para os “não-iniciados”, o mundo dos vinhos pode parecer mais uma confraria secreta, cheia de códigos obscuros, rituais sagrados e doutrinas de nomes estranhos como chardonnay e beaujolais. Em seu livro “Os Sentidos do Vinho”, Matt Kramer ensina que nem sempre tais códigos significam alguma coisa de concreto – e eles não são tão necessários para se apreciar corretamente um bom vinho. Com o tempo, você verá que a maioria das coisas são mais simples do que se imagina e na maioria das vezes seguir a lógica, o bom senso e educação é o segredo, principalmente se você tem interesse por gastronomia, porque a base do sucesso nas escolhas reside sobretudo nas boas harmonizações:

1- PEÇA A CARTA DE VINHOS: não hesite em pedir a Carta de Vinhos do restaurante. Verifique se há rótulos conhecidos, e se o vinho pretenido está dentro do seu orçamento. Nos restaurantes brasileiros os vinhos custam em média, 2,5 a 3 vezes o preço de prateleira.
Alguns restaurantes aceitam a idéia do TSV (Traga Seu Vinho), permitindo que o cliente leve o vinho de sua própria casa, desde que não seja comum com os que restaurante tem em sua Carta de Vinhos. Neste caso cobram uma taxa de rolha pelo serviço do vinho (tacas, saca-rolha, ajuste da temperatura, etc.). Portanto, planeje sua noite, telefonando antes para o restaurante e ao fazer a reserva pergunte sobre a possibilidade de levar seu próprio vinho e política de taxa de rolha da casa.

2- PEÇA ORIENTACOES SOBRE VINHOS QUE NÃO CONHEÇA: você não é obrigado a conhecer todos os vinhos que compõem a Carta de Vinhos de um restaurante. Na dúvida, peça sugestões ou orientações. Informe os pratos que pretende comer, e quanto deseja gastar com o vinho, ou alguma preferência especifica. O sommelier certamente terá prazer em auxiliá-lo a encontrar a relação mais prazerosa entre a comida e o vinho.

3- ESCOLHENDO VINHOS: lembre-se que comidas tradicionais ou clássicas se harmonizam melhor com vinhos regionais. A regra é útil quando nenhum rótulo for conhecido. Outra forma de se sair bem nesta hora e ter uma relação de vinhos com os quais sempre você se deu bem.

4- SERVINDO E BEBENDO VINHO NO RESTAURANTE: as garrafas devem ser mostradas anteriormente para evitar equívocos. O sommelier apresentará o vinho a quem o pediu, que certificará o nome, produtor e a safra solicitada. Tudo correto, a garrafa será aberta. É comum que o próprio sommelier teste antes de servir o vinho ao cliente, certificando-se que está correto. Prove-o, avalie se a temperatura de serviço está correta, e se tudo estiver OK diga simplesmente que “pode servir”.
Para dizer que o vinho está bom, você precisará que ele esteja há mais tempo na taça abrindo seus aromas. A boa educação manda que as mulheres sejam servidas antes dos homens, a não ser que haja um homenageado na mesa (neste caso, indique ao sommelier).
Nunca sirva mais que a metade da taça, assim será possível degustar o vinho em todos os seus sentidos: visual (vire um pouco a taça e veja sua cor), aromático (o vinho precisa de volume de ar na taça para crescer) e gustativo (o vinho ganhará intensidade com a aeração). Se o vinho acabar e for pedida uma nova garrafa, o ritual deverá ser repetido, sem necessidade de troca de taças.

5- EVOLUINDO A REFEIÇÃO: é natural que os vinhos ao longo da refeição sejam trocados com os pratos pedidos. Em geral começa-se com um espumante para abrir o paladar, depois um branco, um tinto e um vinho de sobremesa para fechar a refeição em grande estilo.
Aconselha-se mudar de taça a cada mudança de vinho e por isso as taças são colocadas nesta seqüência na mesa, junto com uma para água. Em varias situações onde brancos se sucedem ou tintos vão sendo servidos em evolução, o melhor é que as taças sejam mantidas e que o finalzinho do vinho “avinhe” a taça para o próximo vinho que será servido. Não pense em lavar a taça, pois nesta hora, o pior inimigo do vinho é a água. Se por acaso sobrar vinhos, não é pecado levar o restante para a casa.

6- DEVOLVENDO VINHO NO RESTAURANTE: não ter gostado do vinho é diferente do vinho apresentar defeitos. No segundo caso, o restaurante certamente terá prazer em trocar o vinho.
Em geral, peça outro de igual valor. Entretanto, se o vinho não tem defeito, mas não é o que você esperava, tenha paciência. Se for sugerido pelo sommelier, a troca pode ficar mais fácil. A política de troca de vinho é algo que varia de casa para casa.

7- ROLHAS: é gesto comum que o sommelier abra a garrafa e coloque a rolha num pires ao alcance do cliente, ou entrega-a diretamente para ele. Avalie o estado visual da rolha. Mofo ou bolor dão sinais que o vinho poderá estar estragado (mas nem sempre é verdade). Num tinto, a rolha sem cor na sua base de contato com o vinho, geralmente indica que a garrafa foi guardada em pé. Rolha curta evidencia vinho pronto, para consumo imediato, sem necessidade de guarda (rolha longa). Não se acanhe e leve a sua para casa.
            A rolha de vinhos brancos podem mostrar pequenos cristais que deixam muita gente com a pulga atrás da orelha, querendo devolver o produto; mas estes cristais de tartarato não chegam a comprometer a qualidade do vinho e, portanto, não são motivo para tanto.


8- GORJETAS: ser bem atendido faz parte da excelência do serviço da casa. Entretanto, não há mal em se dar uma gorjeta pelo serviço e prazer proporcionado, especialmente quando você levou o vinho de casa. As regras da boa educação valem para os dois lados da mesa. Saúde e bons goles pela frente !!!

QUINTA DO VALE MEÃO 2011 – DOURO – PORTUGAL

● Vinho da Semana 402016 - ● QUINTA DO VALE MEÃO 2011 – DOURO – PORTUGAL – Fantástico produtor que, em pouco tempo, se tornou um dos maiores nomes de Portugal. Chamado de “Barca Nova”, pois é produzido com uvas dos mesmos ótimos vinhedos que produziam o Barca Velha.
Foi considerado pela Revista de Vinhos como o melhor vinho tinto de Portugal, em uma prova na qual participaram 27 dos maiores tintos lusitanos. Quinta do Vale Meão também merece as mais altas notas da Wine Spectator para vinhos portugueses como os 97 pontos para a safra 2004 e os 95 pontos para 2003, entre as mais altas notas para vinhos tintos do mundo. Raro e disputadíssimo, é um ícone de minúscula produção. A diversidade do solo nos vinhedos da Quinta do Vale Meão proporciona elevada variabilidade de terroirs, garantindo complexidade aos vinhos elaborados com uvas que são cultivadas em xisto, granito e aluvião.
            A Quinta do Vale Meão elabora 3 tipos de vinhos tintos, os vinhos de corte Meandro Tinto e Quinta do Vale Meão e o vinho varietal “Monte Meão - Touriga Nacional”. Além disso o produtor elabora também o vinho de corte Meandro Branco, que é produzido com as uvas Arinto e Rabigato, em iguais proporções. Grandioso tinto que desde a sua primeira safra (1999) tem conquistado altas notas da imprensa especializada. Foi considerado pela Revista de Vinhos o melhor tinto de Portugal em uma prova da qual participaram 27 dos maiores tintos do país.
Concentrado, robusto e muito longevo, mereceu 97 pontos da Wine Spectator na safra 2011, além de figurar na lista dos 100 melhores vinhos do mundo de 2014 da revista. Robert Parker classificou esta safra de 2012 com 94 pontos. Raro e disputadíssimo, é um ícone de minúscula produção.
● Notas de Degustação: cor rubi intenso. No nariz é outro vinho com uma explosão de aromas, intensos, com uma mescla muito elegante da madeira, frutos vermelhos e negros (como ameixa e cerejas) e especiarias. Um nariz muito elegante e que se repete no paladar que tem bom corpo, num vinho aveludado, denso, com taninos macios e boa acidez, deixando o vinho refrescante e gastronômico, condimentado e especiado. Belo equilíbrio de fruta e madeira criando um conjunto complexo e prazeroso. Final longo, convidando ao segundo gole e a segunda garrafa. Corte das uvas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca e outras
● Estimativa de Guarda: Tem estrutura para evoluir por pelo menos 10 anos em garrafa a partir da safra, mas já está muito gostoso.
● Reconhecimentos Internacionais: 97 Wine Spectator.
Notas de Harmonização: acompanha muito bem carnes vermelhas grelhadas, carnes suculentas em geral, cordeiro assado, javali, ensopado de carnes com ervas, pratos de sabor acentuado e bem temperados. Pernil de cordeiro, costela suína assada e hamburguer de picanha com molho barbecue. Servir entre 16 e 18°C.

Onde comprar: Em BH: MISTRAL - Rua Cláudio Manoel, 723 - Savassi - BH. Tel.: (31) 3115-2100.

PINTIA 2008 – TORO - ESPANHA

● Vinho da Semana 402016 - ● PINTIA 2008 – TORO - ESPANHA – Um dos melhores e mais disputados vinhos da Espanha, o Pintia é o tinto elaborado por Vega Sicília na região de Toro. Em sua primeira safra, recebeu nada menos que 95 pontos de Robert Parker, que o descreveu como “espetacular, com maravilhosos aromas, intensamente concentrado, mas não exagerado, voluptuosamente denso e rico, com ótima acidez e taninos finos e bem integrados. Suntuoso!”.
            Steven Spurrier, da Decanter, também elogiou muito sua “grande concentração, seu toque luxuriantemente rico no palato, com taninos muito firmes - um verdadeiro ‘punho de aço em luvas de seda’, um vinho inacreditavelmente bom”. O Pintia foi eleito o “Melhor Tinto com Madeira” pelo Guía Gourmets 2006. Da mesma forma como Alión, Pintia é um vinho "único", considerado como o melhor vinho possível que pode ser preparado de acordo com as condições naturais da colheita.
            Em 1995, com o projeto de Alión em curso e a bem-sucedida joia do grupo, Vega Sicília, a família Alvarez deu início a Bodegas Pintia, com o intuito de ampliar seus horizontes perante o mundo do vinho. Da mesma forma como ocorreu com Vega Sicília, as zonas vinícolas foram cuidadosamente estudadas chegando à conclusão de que a região do Toro era a melhor área de instalação para o novo projeto.
            Os quatro anos seguintes renderam inúmeras experiências para descobrir a potência dos vinhos elaborados em Toro. Quase uma centena de opções foram consideradas antes da escolha final e, chegou-se à conclusão de que existe um estilo de vinhos singular na região, onde o aspecto mais importante reside na conservação do sabor frutado das uvas. Todo o processo de vinificação deveria estar focado em preservar essa característica singular, adicionando maior elegância aos vinhos elaborados em uma região tão austera como Toro.

Em 2006, após o término das obras, a Bodegas Pintia tornou-se um local extremamente moderno e prático, a fim de que nenhum detalhe intervenha na obtenção da alta qualidade dos vinhos. Com a elaboração de diversos vintage, já é possível afirmar que Pintia atingiu seu principal objetivo: alcançar a máxima elegância possível em uma área rústica como o Toro.
● Notas de Degustação: cor rubi intenso. No nariz tem uma explosão de aromas, intensos, com uma mescla muito elegante da madeira, frutos vermelhos e negros (como ameixa) e especiarias. Um nariz muito elegante e que se repete no paladar que tem bom corpo, num vinho aveludado, denso, com taninos macios e boa acidez, deixando o vinho refrescante e gastronômico, condimentado e especiado. Belo equilíbrio de fruta e madeira criando um conjunto complexo e prazeroso. Final longo, convidando ao segundo gole.
● Reconhecimentos Internacionais: 95 RP para a safra 2008.
● Estimativa de Guarda: Tem estrutura para evoluir por pelo menos 10 anos em garrafa a partir da safra, mas já está muito gostoso.
Notas de Harmonização: como todo Tempranillo (Tinta de Toro), acompanha muito bem carnes vermelhas grelhadas, carnes suculentas em geral, cordeiro assado, ensopados de carnes com ervas, pratos bem temperados. Servir entre 16 e 18°C.

Onde comprar: Em BH: MISTRAL - Rua Cláudio Manoel, 723 - Savassi - BH. Tel.: (31) 3115-2100.

CALDAS RESERVA TOURIGA NACIONAL 2011 - DOURO – PORTUGAL –

● Vinho da Semana 402016 - ● CALDAS RESERVA TOURIGA NACIONAL 2011 -  DOURO – PORTUGAL – Domingos Alves de Sousa foi um dos pioneiros da produção de vinhos no Douro, e um dos primeiros a se estabelecer na região, após deixar o conforto urbano da cidade do Porto onde vivia. Domingos Alves de Sousa é um dos responsáveis na ascensão e no reconhecimento da qualidade dos vinhos ali produzidos, principalmente pelo aclamado Quinta da Gaivosa. Em uma propriedade historicamente dedicada ao vinho do Porto - brancos e tintos - iniciou a produção de vinhos com perfis suaves, elegantes, equilibrados, tornando-se um representante do caráter dos Vinhos do Vale do Douro.

Uma simples caminhada pelas vinhas Gaivosa é suficiente para explicar a complexidade e delicadeza dos seus vinhos - variações de altitudes, diferentes solos e paisagens, diversidade de castas e micro climas, vinhas tradicionais misturadas com as já reestruturadas, níveis e vinhas verticais, cepas novas e abundância de velhas, mantidas com extremo cuidado. Visitar a Quinta da Gaivosa, com seus atuais 125 hectares, impressiona pela personalidade e carisma histórica, sendo a expressão de um legítimo terroir da região.
            Domingos Alves de Sousa produz vinhos de mesa de alta qualidade no Douro. Ele tem cinco propriedades (Quinta da Gaivosa, Quinta do Vale da Raposa, Quinta das Caldas, Quinta da Estação e Quinta da Aveleira) no Baixo Corgo. Domingos que de início só cultivava videiras, passou a fazer vinhos em 1991, com qualidade reconhecida. O Gaivosa é um tinto tradicional, denso, bom para guarda. O tinto Abandonado, de videiras muito antigas da Quinta do Vale da Raposa, é melhor ainda e um ícone português. O denso, doce e maduro Vinha de Lordelo, de lotes selecionados da Quinta da Gaivosa, talvez seja o seu melhor vinho, e como se vê, há várias opções de tintos de sua autoria para serem provados.

● Notas de Degustação: Cor rubi profunda. Aromas intensos de frutas escuras como ameixas pretas, nota mineral de grafite e floral de violetas bem integrados o toque de madeira que confere muita qualidade para o vinho. Taninos intensos e macios, maduros e bem integrados, com muita fruta e boa acidez. Um vinho de bom corpo, com elegância e de grande mineralidade e complexidade. Final longo e prazeroso. Um vinho 100% Touriga Nacional, com amadurecimento de 7 meses em barricas francesas de 2ª e 3ª passagens.
● Reconhecimentos Internacionais: JOÃO PAULO MARTINS 2013: 15,5 /20 (safra 2009) Na lista das melhores compras de ROBERT PARKER, "Portugal's top table wine values" list Parker's Wine Bargains - The World's Best Wine Values Under $25)
● Estimativa de Guarda: pode evoluir por pelo menos 8 a 10 anos em garrafa a partir da safra, mas recomendo aproveitar o frutado do vinho e beber de vez. Recomenda-se decantar por 30 minutos.
Notas de Harmonização: Bacalhau à Zé do Pipo; Caça em preparações de longo cozimento; Entrecôte grelhado na brasa com Gratin de batatas ao tomilho. Servir entre 16 e 18°C.

Onde comprar: Em BH - Enoteca Decanter - Rua Fernandes Tourinho, 503 – Funcionários – Belo Horizonte / MG. Telefone: (31) 3287-3618. ROYAL VINHOS - Loja Cruzeiro - Uma tradicional adega, localizada no Mercado do Cruzeiro. End.: Rua Ouro Fino, 452 - Lojas 22 e 23 / Bairro Cruzeiro - Mercado Distrital – Tel.: (31) 3281-3539 - Belo Horizonte | MG