Dicas de Vinho, Enogastronomia, Eventos, Roteiros de Viagens e Promoções por Marcio Oliveira.
sábado, 8 de outubro de 2016
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
DEGUSTAÇÃO COM VINHOS E PRESENÇA DE ADOLFO LONA
CASA RIO VERDE/VINHOSITE RECEBE O ENÓLOGO ADOLFO
LONA, PREMIADO PRODUTOR DE ESPUMANTES ARTESANAIS
A Casa Rio Verde recebe nos dias 3 e 4 de outubro a visita do enólogo Adolfo Lona, da Vinhos e Espumantes Adolfo Lona, pequena vinícola de produção de espumantes artesanais na região de Garibaldi (RS). A Rio Verde é distribuidora exclusiva dos espumantes Adolfo Lona em Minas Gerais, há dez anos. O carismático enólogo vai apresentar para clientes da importadora e do VinhoSite sua linha de espumantes.
Nascido em Buenos Aires, e formado na cidade de Mendoza na Argentina, Lona chegou ao Rio Grande do Sul em 1973, para assumir a direção técnica da Martini e Rossi, onde permaneceu por 30 anos. Em março de 2004, Lona decide materializar um velho sonho: ter sua própria produtora de vinhos e espumantes, criando a Vinhos e Espumantes Adolfo Lona.
O enólogo trabalha com os métodos Charmat e Tradicional. Através do método Charmat, produz espumantes mais frescos e frutados como o Brut Branco, Brut Rosé e Demi-secaromático, com ciclo de produção de 180 dias. O método Tradicional (Champenoise) é utilizado na produção de espumantes mais maduros e complexos como o Nature, o Brut, em ciclos de dezoito meses. O Orus, o único Nature Rosé do Brasil e grande destaque da vinícola, tem ciclo total de produção de 24 meses e quantidade máxima de 600 garrafas anuais. A produção total da vinícola é de 80 mil garrafas ano.
Lona destaca o grande crescimento do mercado de espumantes no Brasil: “O brasileiro parece ter descoberto as virtudes do espumante - alegre, versátil e sofisticado. O consumo, que cresce expressivamente a cada ano, deixou de estar apenas concentrado nas festas de fim de ano e agora está distribuído ao longo dos meses”, afirma.
Segundo dados divulgados pelo Ibravin – Instituto Brasileiro de Vinhos, nos últimos 10 anos – 2006 a 2015 – a comercialização de espumantes produzidos no Rio Grande do Sul passou de 7.7 milhões de litros para 18.8 milhões de litros. Outra boa notícia: os espumantes brasileiros retém 82,06% do mercado nacional, um atestado da qualidade dos rótulos produzidos no país.
Os convites para a degustação podem ser adquiridos no VinhoSite, loja virtual da importadora, seção de Cursos. Preço: R$50 para não-sócios do VinhoClube e R$35 para sócios.
SERVIÇO – DEGUSTAÇÃO ADOLFO LONA
Data – 3 e 4 de outubro (segunda e terça-feira) – 19h30
Local: loja Casa Rio Verde - Marília de Dirceu – 104 – Lourdes – Belo Horizonte.
Espumantes que serão degustados:
Adolfo Lona Charmat Brut
Adolfo Lona Brut Rosé
Adolfo Lona Brut Champenoise
Adolfo Lona Brut Nature
Adolfo Lona Demi-Sec
Convites: Convites no VinhoSite, loja virtual da importadora, seção de Cursos. Preço: R$50 para não-sócios do VinhoClube, da importadora, e R$35 para sócios.
Vagas limitadas
DICAS PARA NÃO PASSAR VERGONHA COM VINHO NO RESTAURANTE
“ DICAS PARA NÃO PASSAR VERGONHA COM VINHO NO RESTAURANTE “ – “ Cheirar a rolha não nos ensina nada
(sobre a qualidade de um vinho), assim como tampouco podemos depreender algo
sobre a qualidade de um sapato cheirando uma meia”. Matt Kramer
Para os
“não-iniciados”, o mundo dos vinhos pode parecer mais uma confraria secreta,
cheia de códigos obscuros, rituais sagrados e doutrinas de nomes estranhos como
chardonnay e beaujolais. Em seu livro “Os
Sentidos do Vinho”, Matt Kramer ensina que nem sempre tais códigos
significam alguma coisa de concreto – e eles não são tão necessários para se
apreciar corretamente um bom vinho. Com o tempo, você verá que a maioria das
coisas são mais simples do que se imagina e na maioria das vezes seguir a
lógica, o bom senso e educação é o segredo, principalmente se você tem
interesse por gastronomia, porque a base do sucesso nas escolhas reside
sobretudo nas boas harmonizações:
1- PEÇA
A CARTA DE VINHOS:
não hesite em pedir a Carta de Vinhos do restaurante. Verifique se há rótulos
conhecidos, e se o vinho pretenido está dentro do seu orçamento. Nos
restaurantes brasileiros os vinhos custam em média, 2,5 a 3 vezes o preço de
prateleira.
Alguns restaurantes
aceitam a idéia do TSV (Traga Seu Vinho), permitindo que o cliente leve o vinho
de sua própria casa, desde que não seja comum com os que restaurante tem em sua
Carta de Vinhos. Neste caso cobram uma taxa de rolha pelo serviço do vinho
(tacas, saca-rolha, ajuste da temperatura, etc.). Portanto, planeje sua noite,
telefonando antes para o restaurante e ao fazer a reserva pergunte sobre a
possibilidade de levar seu próprio vinho e política de taxa de rolha da casa.
2- PEÇA
ORIENTACOES SOBRE VINHOS QUE NÃO CONHEÇA: você não é obrigado a conhecer todos os
vinhos que compõem a Carta de Vinhos de um restaurante. Na dúvida, peça
sugestões ou orientações. Informe os pratos que pretende comer, e quanto deseja
gastar com o vinho, ou alguma preferência especifica. O sommelier certamente
terá prazer em auxiliá-lo a encontrar a relação mais prazerosa entre a comida e
o vinho.
3-
ESCOLHENDO VINHOS:
lembre-se que comidas tradicionais ou clássicas se harmonizam melhor com vinhos
regionais. A regra é útil quando nenhum rótulo for conhecido. Outra forma de se
sair bem nesta hora e ter uma relação de vinhos com os quais sempre você se deu
bem.
4-
SERVINDO E BEBENDO VINHO NO RESTAURANTE: as garrafas devem ser mostradas
anteriormente para evitar equívocos. O sommelier apresentará o vinho a quem o
pediu, que certificará o nome, produtor e a safra solicitada. Tudo correto, a
garrafa será aberta. É comum que o próprio sommelier teste antes de servir o
vinho ao cliente, certificando-se que está correto. Prove-o, avalie se a
temperatura de serviço está correta, e se tudo estiver OK diga simplesmente que
“pode servir”.
Para dizer que o
vinho está bom, você precisará que ele esteja há mais tempo na taça abrindo
seus aromas. A boa educação manda que as mulheres sejam servidas antes dos
homens, a não ser que haja um homenageado na mesa (neste caso, indique ao
sommelier).
Nunca sirva mais que
a metade da taça, assim será possível degustar o vinho em todos os seus
sentidos: visual (vire um pouco a taça e veja sua cor), aromático (o vinho
precisa de volume de ar na taça para crescer) e gustativo (o vinho ganhará
intensidade com a aeração). Se o vinho acabar e for pedida uma nova garrafa, o
ritual deverá ser repetido, sem necessidade de troca de taças.
5-
EVOLUINDO A REFEIÇÃO:
é natural que os vinhos ao longo da refeição sejam trocados com os pratos
pedidos. Em geral começa-se com um espumante para abrir o paladar, depois um
branco, um tinto e um vinho de sobremesa para fechar a refeição em grande
estilo.
Aconselha-se mudar de
taça a cada mudança de vinho e por isso as taças são colocadas nesta seqüência
na mesa, junto com uma para água. Em varias situações onde brancos se sucedem
ou tintos vão sendo servidos em evolução, o melhor é que as taças sejam
mantidas e que o finalzinho do vinho “avinhe” a taça para o próximo vinho que
será servido. Não pense em lavar a taça, pois nesta hora, o pior inimigo do
vinho é a água. Se por acaso sobrar vinhos, não é pecado levar o restante para
a casa.
6-
DEVOLVENDO VINHO NO RESTAURANTE: não ter gostado do vinho é diferente do vinho
apresentar defeitos. No segundo caso, o restaurante certamente terá prazer em
trocar o vinho.
Em geral, peça outro
de igual valor. Entretanto, se o vinho não tem defeito, mas não é o que você
esperava, tenha paciência. Se for sugerido pelo sommelier, a troca pode ficar
mais fácil. A política de troca de vinho é algo que varia de casa para casa.
7-
ROLHAS:
é gesto comum que o sommelier abra a garrafa e coloque a rolha num pires ao
alcance do cliente, ou entrega-a diretamente para ele. Avalie o estado visual
da rolha. Mofo ou bolor dão sinais que o vinho poderá estar estragado (mas nem
sempre é verdade). Num tinto, a rolha sem cor na sua base de contato com o
vinho, geralmente indica que a garrafa foi guardada em pé. Rolha curta
evidencia vinho pronto, para consumo imediato, sem necessidade de guarda (rolha
longa). Não se acanhe e leve a sua para casa.
A
rolha de vinhos brancos podem mostrar pequenos cristais que deixam muita gente
com a pulga atrás da orelha, querendo devolver o produto; mas estes cristais de
tartarato não chegam a comprometer a qualidade do vinho e, portanto, não são
motivo para tanto.
8-
GORJETAS:
ser bem atendido faz parte da excelência do serviço da casa. Entretanto, não há
mal em se dar uma gorjeta pelo serviço e prazer proporcionado, especialmente
quando você levou o vinho de casa. As regras da boa educação valem para os dois
lados da mesa. Saúde e bons goles pela frente !!!
QUINTA DO VALE MEÃO 2011 – DOURO – PORTUGAL

Foi considerado pela Revista de Vinhos como o melhor vinho tinto de
Portugal, em uma prova na qual participaram 27 dos maiores tintos lusitanos.
Quinta do Vale Meão também merece as mais altas notas da Wine Spectator para
vinhos portugueses como os 97 pontos para a safra 2004 e os 95 pontos para
2003, entre as mais altas notas para vinhos tintos do mundo. Raro e
disputadíssimo, é um ícone de minúscula produção. A diversidade do solo nos
vinhedos da Quinta do Vale Meão proporciona elevada variabilidade de terroirs,
garantindo complexidade aos vinhos elaborados com uvas que são cultivadas em
xisto, granito e aluvião.
A Quinta do Vale Meão
elabora 3 tipos de vinhos tintos, os vinhos de corte Meandro Tinto e Quinta do
Vale Meão e o vinho varietal “Monte Meão - Touriga Nacional”. Além disso o
produtor elabora também o vinho de corte Meandro Branco, que é produzido com as
uvas Arinto e Rabigato, em iguais proporções. Grandioso tinto que desde a sua
primeira safra (1999) tem conquistado altas notas da imprensa especializada.
Foi considerado pela Revista de Vinhos o melhor tinto de Portugal em uma prova
da qual participaram 27 dos maiores tintos do país.
Concentrado, robusto e muito longevo,
mereceu 97 pontos da Wine Spectator na safra 2011, além de figurar na lista dos
100 melhores vinhos do mundo de 2014 da revista. Robert Parker classificou esta
safra de 2012 com 94 pontos. Raro e disputadíssimo, é um ícone de minúscula
produção.
● Notas de
Degustação: cor rubi intenso. No nariz é outro vinho com uma explosão de aromas,
intensos, com uma mescla muito elegante da madeira, frutos vermelhos e negros
(como ameixa e cerejas) e especiarias. Um nariz muito elegante e que se repete no
paladar que tem bom corpo, num vinho aveludado, denso, com taninos macios e boa
acidez, deixando o vinho refrescante e gastronômico, condimentado e especiado. Belo
equilíbrio de fruta e madeira criando um conjunto complexo e prazeroso. Final
longo, convidando ao segundo gole e a segunda garrafa. Corte das uvas Touriga
Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca e outras
● Estimativa de
Guarda: Tem estrutura para evoluir por pelo menos 10 anos em garrafa a partir da
safra, mas já está muito gostoso.
● Reconhecimentos
Internacionais: 97 Wine Spectator.
● Notas de Harmonização: acompanha
muito bem carnes vermelhas grelhadas, carnes suculentas em geral, cordeiro
assado, javali, ensopado de carnes com ervas, pratos de sabor acentuado e bem
temperados. Pernil de cordeiro, costela suína assada e hamburguer de picanha
com molho barbecue. Servir entre 16 e 18°C.
● Onde comprar: Em BH: MISTRAL - Rua Cláudio
Manoel, 723 - Savassi - BH. Tel.: (31)
3115-2100.
PINTIA 2008 – TORO - ESPANHA
● Vinho da Semana 402016 - ● PINTIA 2008 – TORO - ESPANHA – Um dos melhores e
mais disputados vinhos da Espanha, o Pintia é o tinto elaborado por Vega
Sicília na região de Toro. Em sua primeira safra, recebeu nada menos que 95
pontos de Robert Parker, que o descreveu como “espetacular, com maravilhosos
aromas, intensamente concentrado, mas não exagerado, voluptuosamente denso e
rico, com ótima acidez e taninos finos e bem integrados. Suntuoso!”.
Em 1995, com o projeto
de Alión em curso e a bem-sucedida joia do grupo, Vega Sicília, a família
Alvarez deu início a Bodegas Pintia, com o intuito de ampliar seus horizontes
perante o mundo do vinho. Da mesma forma como ocorreu com Vega Sicília, as
zonas vinícolas foram cuidadosamente estudadas chegando à conclusão de que a
região do Toro era a melhor área de instalação para o novo projeto.
Os quatro anos
seguintes renderam inúmeras experiências para descobrir a potência dos vinhos
elaborados em Toro. Quase uma centena de opções foram consideradas antes da
escolha final e, chegou-se à conclusão de que existe um estilo de vinhos singular
na região, onde o aspecto mais importante reside na conservação do sabor
frutado das uvas. Todo o processo de vinificação deveria estar focado em
preservar essa característica singular, adicionando maior elegância aos vinhos
elaborados em uma região tão austera como Toro.
Em 2006, após o término das obras, a Bodegas Pintia tornou-se um local
extremamente moderno e prático, a fim de que nenhum detalhe intervenha na
obtenção da alta qualidade dos vinhos. Com a elaboração de diversos vintage, já
é possível afirmar que Pintia atingiu seu principal objetivo: alcançar a máxima
elegância possível em uma área rústica como o Toro.
● Notas de
Degustação: cor rubi intenso. No nariz tem uma explosão de aromas, intensos, com uma
mescla muito elegante da madeira, frutos vermelhos e negros (como ameixa) e
especiarias. Um nariz muito elegante e que se repete no paladar que tem bom
corpo, num vinho aveludado, denso, com taninos macios e boa acidez, deixando o
vinho refrescante e gastronômico, condimentado e especiado. Belo equilíbrio de fruta
e madeira criando um conjunto complexo e prazeroso. Final longo, convidando ao
segundo gole.
● Reconhecimentos
Internacionais: 95 RP para a safra 2008.
● Estimativa de
Guarda: Tem estrutura para evoluir por pelo menos 10 anos em garrafa a partir da
safra, mas já está muito gostoso.
● Notas de Harmonização: como
todo Tempranillo (Tinta de Toro), acompanha
muito bem carnes vermelhas grelhadas, carnes suculentas em geral, cordeiro
assado, ensopados de carnes com ervas, pratos bem temperados. Servir entre 16 e 18°C.
● Onde comprar: Em BH: MISTRAL - Rua Cláudio
Manoel, 723 - Savassi - BH. Tel.: (31)
3115-2100.
CALDAS RESERVA TOURIGA NACIONAL 2011 - DOURO – PORTUGAL –

Uma simples caminhada pelas vinhas Gaivosa é suficiente para explicar a
complexidade e delicadeza dos seus vinhos - variações de altitudes, diferentes
solos e paisagens, diversidade de castas e micro climas, vinhas tradicionais
misturadas com as já reestruturadas, níveis e vinhas verticais, cepas novas e
abundância de velhas, mantidas com extremo cuidado. Visitar a Quinta da
Gaivosa, com seus atuais 125 hectares, impressiona pela personalidade e carisma
histórica, sendo a expressão de um legítimo terroir da região.
Domingos Alves de Sousa
produz vinhos de mesa de alta qualidade no Douro. Ele tem cinco propriedades
(Quinta da Gaivosa, Quinta do Vale da Raposa, Quinta das Caldas, Quinta da
Estação e Quinta da Aveleira) no Baixo Corgo. Domingos que de início só
cultivava videiras, passou a fazer vinhos em 1991, com qualidade reconhecida. O
Gaivosa é um tinto tradicional, denso, bom para guarda. O tinto Abandonado, de
videiras muito antigas da Quinta do Vale da Raposa, é melhor ainda e um ícone
português. O denso, doce e maduro Vinha de Lordelo, de lotes selecionados da
Quinta da Gaivosa, talvez seja o seu melhor vinho, e como se vê, há várias
opções de tintos de sua autoria para serem provados.
● Notas de
Degustação: Cor rubi profunda. Aromas intensos de frutas escuras
como ameixas pretas, nota mineral de grafite e floral de violetas bem
integrados o toque de madeira que confere muita qualidade para o vinho. Taninos
intensos e macios, maduros e bem integrados, com muita fruta e boa acidez. Um
vinho de bom corpo, com elegância e de grande mineralidade e complexidade.
Final longo e prazeroso. Um vinho 100% Touriga Nacional, com amadurecimento de
7 meses em barricas francesas de 2ª e 3ª passagens.
● Reconhecimentos
Internacionais: JOÃO PAULO MARTINS 2013: 15,5 /20 (safra 2009) Na
lista das melhores compras de ROBERT PARKER, "Portugal's top table wine
values" list Parker's Wine Bargains - The World's Best Wine Values Under
$25)
● Estimativa de
Guarda: pode evoluir por pelo menos 8 a 10 anos em garrafa a partir da safra,
mas recomendo aproveitar o frutado do vinho e beber de vez. Recomenda-se
decantar por 30 minutos.
● Notas de Harmonização: Bacalhau
à Zé do Pipo; Caça em preparações de longo cozimento; Entrecôte grelhado na
brasa com Gratin de batatas ao tomilho. Servir
entre 16 e 18°C.
● Onde
comprar: Em BH - Enoteca Decanter
- Rua Fernandes Tourinho, 503 –
Funcionários – Belo Horizonte / MG. Telefone:
(31) 3287-3618. ROYAL VINHOS - Loja Cruzeiro - Uma
tradicional adega, localizada no Mercado do Cruzeiro. End.: Rua Ouro Fino, 452
- Lojas 22 e 23 / Bairro Cruzeiro - Mercado Distrital – Tel.: (31) 3281-3539 -
Belo Horizonte | MG
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