Continuando as provas do Top Ten Expovinis 2017.
Dicas de Vinho, Enogastronomia, Eventos, Roteiros de Viagens e Promoções por Marcio Oliveira.
terça-feira, 6 de junho de 2017
domingo, 4 de junho de 2017
DICAS DA SEMANA - DOIS EVENTOS IMPERDÍVEIS PARA QUEM GOSTA DE VINHOS
EXPOVINIS
A grande dica da semana é
a Expovinis, maior feira do País
dedicada à bebida, que nesta edição abre para o consumidor final logo no
primeiro dia (06/06). Com foco cada vez mais no grande público – e não no
especializado –, terá um winebar e uma loja onde rótulos apresentados em cada
stand podem ser comprados com 10% de desconto. Cursos e palestras, que desde a
última edição são o carro-chefe da feira, incluem desde noções básicas de
degustação e harmonização até o impacto das taças na apreciação da bebida.
A lista de participantes, além das
vinícolas brasileiras reunidas pelo Ibravin, inclui Portugal, Chile, Itália,
Eslovênia, Reino Unido, Argentina e Espanha, e sete importadoras.
O concurso Top Ten, que elege os
dez melhores vinhos da feira tem novos critérios: os expositores inscreverão um
número de amostras de acordo com a metragem de seu espaço na feira: a cada
10m², dois vinhos.
O ingresso (de R$ 30 a R$ 150) dá
direito a uma taça, que permite degustações e palestras. Mas para participar
destas, é preciso fazer inscrições prévias no site da feira. O evento vai até o
dia 8 no Pavilhão Branco do Expo Center Norte. Informações no
www.expovinis.com.br
Em
BH a dica é a FEIRINHA APROXIMA - VINHOS DO ALENTEJO
Data: de 10.06.2017 -
10:00 até 17:00hs.
Local: Casa Fiat de Cultura
Mais uma edição da
Feirinha Aproxima Vinhos do Alentejo, com alguns dos melhores rótulos de vinhos
da região. É uma ótima oportunidade para conhecer mais profundamente os vinhos
de Portugal e ainda experimentar a harmonização com a gastronomia mineira.Confira
as vinícolas já confirmadas: - Adega de Borba / -
Esporão / - Herdade dos Coteis / - Herdade São Miguel / - Monte Novo e
Figueirinha.A região do Alentejo é
líder do mercado português de vinhos – detém 46,4% em volume e 45% em termos de
valor –, segundo dados referentes da AC Nielsen. E o Brasil é o segundo
principal mercado importador dos vinhos alentejanos no mundo, com 3,6 milhões
de garrafas por ano.
https://www.facebook.com/projetoaproxima
http://projetoaproxima.com.br/feirinha-aproxima
Email:
contato@projetoaproxima.com.br
Entrada
Franca sujeita à Lotação
UMA REFLEXÃO SOBRE A GASTRONOMIA ATRAVÉS DO FILME A FESTA DE BABETTE
“ UMA
REFLEXÃO SOBRE A GASTRONOMIA ATRAVÉS DO FILME A FESTA DE BABETTE “ – A Festa de
Babette é um filme marcante quando se fala sobre gastronomia, abrindo espaço
para alguma reflexões sobre a questão de alimentação para a sobrevivência ou
sobre o pecado da gula. O filme é uma produção filme franco-dinamarquêsa de
1987, dirigido por Gabriel Axel, com um roteiro adaptado da obra de Karen Blixen, cujo pseudônimo era Isak Dinesen, anonimato se justificava, porque mulheres escritoras
não eram bem vistas em uma sociedade machista e hipócrita como a da época.
Sempre cito este filme em meus Cursos sobre
Vinho pelo encanto das harmonizações entre os pratos e vinhos que são servidos
durante o jantar que dá forma ao enredo.
Sob forma resumida, a
história acontece numa península da Dinamarca no ano de 1871, onde duas irmãs,
devotas de seu falecido pai, um rigoroso pastor luterano, pregavam a salvação
através da renúncia. Babette é uma mulher desconhecida que lhes bate à porta em
busca de trabalho e abrigo, e que mais tarde revelaria que seria uma refugiada
da guerra civil francesa.
O pequeno vilarejo
onde vivem era composto por famílias extremamente religiosas, com regras,
deveres e devoções específicas, e alimentando-se de forma básica, com único
objetivo da sobrevivência, uma comida sem cor, sem sabor ou algo que
estimulasse o paladar.
Babette observa estes
hábitos e decide mudar esta situação oferecendo um jantar para as duas mulheres
que lhe acolheram e seus respectivos convidados como um agradecimento por sua
hospitalidade, uma vez que havia ganho um grande prêmio de loteria na França.
As duas irmãs, começam a se preocupar quando observam ingredientes e
especiarias nunca vistas ou conhecidas por elas, tartarugas, codornas vivas,
todo tipo de ervas e frutas, o que despertou uma grande inquietude e
desconforto por parte dela.
Mas se sentiram
acanhadas para rejeitar a gentileza de Babette. Reúnem então os convidados do
jantar um dia antes, para uma conversa e algumas recomendações e criam um
pacto, em que o principal objetivo a se cumprir será o de não saborear nada da
comida e focar nas palavras sagradas durante o jantar.
Como combinado, os
religiosos do vilarejo tentam manter o foco na fé, nas preces e na doutrina
aprendida, mas, em contrapartida, o general aprecia todos os pratos que ali são
expostos, de forma simples e genuinamente convidativa. Os participantes começam
a perceber uma naturalidade no comer, algo que não interfere diretamente em sua
religião e que desmistifica um conceito de pecado, uma vez aprendido.
O general relata que
havia participado de um jantar em Paris com um cardápio similar, no Café
Anglais, preparado por uma Chef de Cuisine capaz de transformar um jantar numa
espécie de caso de amor, numa relação de paixão onde era difícil diferenciar o
apetite físico do espiritual. Ao fim do banquete todos estavam extasiados,
“alimentados de corpo e alma”. Babette então revela seu maior segredo - era ela
a cozinheira do “Café Anglais”, e gastou todo o dinheiro recebido da loteria
com o jantar, mostrando assim que abdicaria de uma vida luxuosa na França
proporcionada pelo prêmio da lateria, para permanecer ali naquele vilarejo.
O filme em si, gira
em torno do conceito de pecado e em específico, do pecado da Gula. Os hábitos
por trás da alimentação são questionados desde a Grécia Antiga. Para a doutrina
Católica, alimentar-se é um ato normativo humano em que a única função é manter
o corpo saudável, o excesso através da comida, bem como o prazer, são um
estímulo do pecado da Gula. A Igreja entende que a gula torna-se responsável
por pecados bem mais graves, tal como o acaloramento dos sentidos que conduz a
luxúria, uma vez que o excesso de carnes (principalmente) e molhos picantes,
excitaria o corpo e o espírito.
Portanto, a gula,
principalmente na Idade Média, Moderna e ainda início da Contemporânea, foi um
pecado altamente condenável. O filme deixa claro esse repúdio e é sobre essa
limitação que seu roteiro permeia; a linha tênue entre a gula e o bem comer.
O filme trata de como
os personagens tão alienados em suas convicções religiosas conseguem enxergar,
ou melhor, visionar um novo formato de modus vivendi, sem necessariamente estar
atrelado ao que a Igreja considera correto.
O encanto da Festa de
Babette está exatamente nessa quebra de conceitos, nesse abrir de mentalidade.
Durante o jantar, em um determinado momento, os personagens abandonam suas
rixas, seus problemas e sua conduta religiosa para simplesmente saborear o bem
comer, o trocar ideias, o experimentar.
A Festa de Babette é
sem dúvida um clássico, bem produzido, com um roteiro impecável que faz-nos
questionar como devemos medir nossa fé pelo bem viver, fazendo com reflitamos
sobre o nosso apetite físico e o espiritual.
SAUVIGNON BLANC MARIA MARIA 2015

Na região de Minas
Gerais a dupla poda ou inversão do ciclo é a técnica que permite aos viticultores
produzir uvas na época do inverno (dai o termo colheita de inverno) e não no
verão, como ocorre normalmente. As fases de crescimento, maturação e colheita —
que ocorrem no período das chuvas (primavera e verão) - passam a acontecer no
período de seca (outono e inverno), resultando em vinhos de melhor qualidade e
potencial de envelhecimento, explica o enólogo e PhD em Bordeaux, Murillo de
Albuquerque Regina.
Assim nasceram as vinícolas Luiz Porto, em Cordislândia, e Maria Maria
(Fazenda Capetinga), em Três Pontas. A vinícola Maria Maria, conta com dez
hectares com 21 mil pés de syrah, 8 mil de sauvignon blanc, 4 mil de cabernet
sauvignon, além de chardonnay.
No caso da Fazenda Capetinga, as uvas são levados para Caldas, no estado
de Minas Gerais, onde a Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas
Gerais) dirige um centro de produção. O produtor do Maria Maria é Eduardo
Junqueira, um cervejeiro assumido, que iniciou seus passos no mundo do vinho
após ouvir do médico os benefícios desta bebida ao coração. A saúde não estava
muito boa e era preciso mudar!
Inspirado nos versos
da canção homônima de Milton Nascimento, no meio dos seus cafezais, plantou as
primeiras videiras e hoje colhe seus frutos. Eduardo Junqueira faz parte da
quinta geração de uma das famílias mais tradicionais no plantio de café em
Minas Gerais.
Apesar de serem
novos, os vinhedos demonstram grande potencial. O solo argiloso local favorece
aos vinhos brancos e também na produção de tintos de boa qualidade aliado à um
inverno com amplitude térmica e seco, com pouca ocorrência de chuvas, ocorrendo
cultura da vinha com poda invertida.
● Notas
de Degustação: Vinho
bem claro, cristalino. No nariz mostra algo de fruta tropical como um abacaxi
de massa branca, cítricos como lima da pérsia, notas herbáceas e florais, toques
minerais elegantes. Mostra no paladar um bom volume de boca, muita vivacidade,
resultando num vinho refrescante. O perfil de boca repete o perfil olfativo,
com notas herbáceas e de fruta branca. Fim de boca muito gostoso e que pede um
segundo gole imediato. Um vinho muito fácil de beber e gostar.
●
Estimativa de Guarda: Não guarde. Aproveite a fruta fresca deste vinho que está
em seu melhor momento.
● Notas
de Harmonização: ótimo com qualquer tipo de cozinha japoneza, peixes,
carnes brancas, crustáceos e mariscos. Servir
entre 7 e 8°C.
● Onde
comprar: EM BH: ZAHIL – REX-BIBENDI - End.: Rua Antônio de Albuquerque,
917 - Funcionários, Belo Horizonte – MG. Esquina de Rua Levindo Lopes. Tel.: (31) 3227-3009.
REVELADO PAÍS LATINO AMERICANO QUE MAIS CONSOME ÁLCOOL NO MUNDO
REVELADO
PAÍS LATINO AMERICANO QUE MAIS CONSOME ÁLCOOL NO MUNDO – (02/06/2017) - De acordo com
pesquisa da Organização Mundial de Saúde, divulgada pela revista Tribe, em
dados gerais pelas américas o primeiro lugar é do Canadá com 10 litros anuais
em média consumidos por pessoas com mais de 15 anos, em seguida vem os EUA com
9,3 litros.
Da América Latina a
Argentina é a campeã com 9,1 litros anuais por pessoa, seguido do Chile com 9
litros. Peru e Brasil empatados com 8,9 litros e Uruguai atrás com 6,8 litros.
Surpreendentemente os uruguaios tem diminuido ao
longo dos anos o consumo. Em 2010 se registrava de 12,9 litros anuais por
pessoa, em 2014 revelou-se 7,6 litros. Outro dado interessante é que o consumo
de álcool argentino é de cerveja. Ela representa 60% de todas as bebidas
alcoólicas consumidas no país.
O nível global do
consumo de álcool, em 2016 foi de 6,4 litros. Para diminuir o consumo de álcool
a OMS recomenda regular a comercialização de bebidas alcoólicas, limitar a
disponibilidade de álcool e reduzir a demanda por meio de mecanismos fiscais e
de preços. ♦ Mais em www.marcelocopello.com / contato@marcelocopello.com Facebook – vinhocommarcelocopello Instagram
– marcelocopello I http://www.marcelocopello.com/blog
quinta-feira, 1 de junho de 2017
CASA RIO VERDE ESTARÁ PRESENTE NO "TIRADENTES VINHO & JAZZ FESTIVAL"
Casa Rio Verde presente no “Tiradentes Vinho& Jazz
Festival”, harmonizando as delícias de Baco e boa música
A Casa Rio Verde/VinhoSite estará presente no Tiradentes Vinho & Jazz Festival, de 2 a 4 de junho, com um estande no romântico Largo das Forras, principal praça da cidade. Serão oferecidos para degustação seis vinhos do portifolio da importadora mineira: Adega de Borba Galitos (Portugal), Alcanta Roble e Madame Bobalu (Espanha), Casanova Antaño Reserva Merlot e Torreón de Paredes Reserva Cabernet Sauvignon (Chile), Finca El Origen Malbec (Argentina).
A degustação dos vinhos funciona no sistema de cartelas, à venda no local por R$35 ( Premium), R$50 (Super Premium) e R$65 ( Gold) , com direito a cinco taças.
Ambiente ideal para a perfeita harmonização entre vinho e jazz, Tiradentes é uma das cidades mais charmosas do Brasil e palco de vários festivais ligados à cultura e à gastronomia.
segunda-feira, 29 de maio de 2017
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