domingo, 7 de maio de 2017

MÉNAGE A TROIS TRINCHERO ZINFANDEL

● Vinho da Semana 192017 - ● MÉNAGE A TROIS TRINCHERO ZINFANDEL 2012 – LODI – CALIFÓRNIA – ESTADOS UNIDOS – É surpreendente a criatividade dos produtores de vinhos quando o assunto é que nome dar ao seu produto. E acredite se quiser, este aqui se chama Ménage à Trois. Mas não se assuste, principalmente os mais puritanos, é uma alusão ao corte das uvas usadas neste gostoso vinho: Cabernet Sauvignon, Merlot e Zinfandel,
Em 1948 a família Trinchero comprou a Sutter Home Winery. Com paixão e visão, inovou ao criar o White Zinfandel em 1970, introduzindo um novo perfil de sabor. Este lançamento se tornou o vinho premium mais vendido nos Estados Unidos na época.
A marca cresceu nos anos 80 com a estratégia de oferecer vinhos de qualidade a preços acessíveis, além de sempre tentar inovar e criar novas tendências relacionadas ao meio ambiente e qualidade de vida. O vinho Menage à Trois é produzido pela vinícola Folie à Deux, fundada em 1981 e que faz parte do grupo Trincheor. A uva zinfandel se deu muito bem no terroir de Lodi.
● Notas de Degustação: Cor rubi com estágio de 6 meses em barricas de carvalho americano. Amável e sedutor, mostra profusão de frutas negras e vermelhas maduras seguidas de notas florais e de especiarias doces, que se confirmam na boca. Suculento, tem acidez na medida, taninos sedosos e final médio/longo, com notas de mocha.
● Estimativa de Guarda: Creio que uma guarda recomendada é de 8 anos, mas minha recomendação é bebê-lo de imediato, porque já está pronto e aliás, muito bom.
Notas de Harmonização: ótimo para acompanhar costelas grelhadas, costeleas de porco com molho barbecue, lasanha caseira ou pizza de pepperoni, talharim com polpetone. Servir entre 15 e 16°C.

Onde comprar: Importado pela CANTU - Em BH a CANTU é representada por Ana Paula Diniz – Supervisora da Cantu Importadora I Tel.: (31) 98876-0694.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

FEIRINHA APROXIMA - 06/05/2017

O Projeto Chocolate também estará na Feirinha Aproxima com muitas delícias!! A Feirinha Aproxima, será neste sábado, dia 06 de maio, 10h às 17h, na Rua Tomé de Souza, na Savassi. Entrada gratuita.

BORDEAUX PODE NÃO TER A SAFRA 2017

Sob gelo, Bordeaux pode não ter a safra 2017

Geadas no fim de abril danificaram vinhedos em diferentes châteaux da região. Em alguns, a perda estimada é de 100% da produção.
(Fonte - 03 maio 2017 | 20:36por Isabelle Moreira Lima I Estadão ).
Vinhedos de Fronsac, em Gironde, Bordeaux, que teve a pior geada do século na última semana. Foto: Philippe Roy | Aurimages
Produtores de vinhos franceses estão desolados: depois de Champagne e da Borgonha, foi a vez de Bordeaux sofrer o efeito de temperaturas negativas em plena primavera. Segundo os vignerons, como são chamados os vitivinicultores franceses, os vinhedos da região foram acometidos pela pior geada em 25 anos. Para completar, o timing foi péssimo, pois graças a uma primavera prematura, as plantas já estavam em estado avançado de crescimento. Isso significa que os brotos “queimados” pelo gelo podem até renascer, mas não com a mesma qualidade.
O clima entre os produtores de Bordeaux é tão ruim – com o perdão do trocadilho – que são fortes os rumores de que a safra 2017 pode nem mesmo existir. No geral, há poucos dados sobre os estragos porque os produtores ainda estão tentando conter os efeitos da geada. Presidente do sindicato dos viticultores locais, Xavier Coumau escreveu em sua conta do Twitter que mandava boas vibrações para todos aqueles que lutam contra o congelamento de Bordeaux. Segundo ele, pelo menos metade da safra total foi perdida.
Em entrevista por e-mail, Jean-Jacques Dubourdieu, diretor dos Domaines Denis Dubourdieu, nomeou sua mensagem como “lágrimas de gelo”. Três dos cinco châteaux que compõem seus domínios foram gravemente afetados: Clos Floridene, Château Haura e Château Cantegril. Segundo ele, Cabernet Sauvignon e Sémillon, duas cepas que amadurecem mais tardiamente, são suas esperanças; enquanto Sauvignon Blanc e Merlot, as mais precoces, serão raras em 2017. “Não há o que fazer, não há o que dizer. Estou realmente triste”, afirma.
Mas nem tudo é desespero. O CEO dos châteaux d’Yquem e Cheval Blanc, Pierre Lurton, afirmou que nas duas propriedades as perdas foram mínimas. Já em seu projeto pessoal, em Entre-Deux-Mers, o prejuízo foi de 75% das safras. “Não consigo ficar bravo. É a natureza”, afirma.

As 50 marcas de vinho mais admiradas do mundo. Tem surpresas

As 50 marcas de vinho mais admiradas do mundo. Tem surpresas

50
A aguardada classificação The World’s Most Admired Wine Brands 2017, publicada pela revista inglesa Drinks International, indica as 50 marcas de vinho mais admiradas do mundo na pesquisa deste ano. A vinícola Torres, da Espanha, está em primeiro e a nossa conhecida Concha y Toro chilena em segundo, superando grandes marcas francesas e italianas. Impressiona a boa presença de Austrália e Nova Zelândia na lista.
A classificação é obtida a partir de pesquisa junto a profissionais do vinho, entre eles Masters of Wine, sommeliers, professores de enologia, jornalistas e compradores profissionais da bebida. Não há restrição quanto a estilo ou tipo, com os critérios abrangendo o crescimento da qualidade, a essência do terroir, a capacidade de atender à expectativa e gosto dos consumidores, as práticas de mercado (marketing e packaging) e, óbvio, o poder de atração dessas marcas no mundo.
Eis o ranking:
1 Torres – Espanha
2 Concha y Toro – Chile
3 Penfolds – Austrália
4 Villa Maria – Nova Zelândia
5 Viña Errazuriz – Chile
6 Guigal – França
7 Ridge – EUA
8 Michel Chapoutier – França
9 Château Margaux – França
10 Porto Graham’s – Portugal
11 Tío Pepe – Espanha
12 Vega Sicilia – Espanha
13 Felton Road – Nova Zelândia
14 Pétrus – França
15 Sassicaia – Itália
16 Yalumba – Austrália
17 Campo Viejo – Espanha
18 Château Musar – Líbano
19 Louis Latour – França
20 Robert Mondavi – EUA
21 Château Haut-Brion – França
22 Château d’Yquem – França
23 Codorníu – Espanha
24 Cloudy Bay – Nova Zelândia
25 Jacob’s Creek – Austrália
26 Royal Tokaji – Hungria
27 Georges Duboeuf – França
28 Faustino – Espanha
29 Tignanello – Itália
30 Marqués de Cáceres – Espanha
31 Porto Taylor’s – Portugal
32 Santa Rita – Chile
33 Château Latour – França
34 Beringer – EUA
35 Château Cheval Blanc – França
36 Nederburg – África do Sul
37 Mcguigan – Austrália
38 Porto Sandeman – Portugal
39 Freixenet – Espanha
40 Château Lafite Rothschild  – França
41 Château Mouton Rothschild – França
42 Brancott Estate – Nova Zelândia
43 Wolf Blass – Austrália
44 Trapiche – Argentina
45 Yellowtail – Austrália
46 Oyster Bay – Nova Zelândia
47 Cavit – Itália
48 Porto Dow – Portugal
49 Hardys – Austrália
50 Foncalieu – França

domingo, 30 de abril de 2017

A MINERALIDADE DOS VINHOS

 “ A MINERALIDADE DOS VINHOS “ – Embora "mineralidade" seja uma nova palavra que aparece em notas de prova de vinhos,  causando alguma confusão, não há ponto de vista definitivo sobre o que significa. Vinhos descritos como minerais também costumam ser descritos como "elegantes", "magros", "puros" e "ácidos". Têm um paladar que lembra o ato de lamber pedras molhadas e muitas vezes uma textura de giz. Alguns argumentam que o termo só se aplica a vinhos brancos, mas quem quer que tenha experimentado um Priorat do solo de licorella (ardósia) da região vai saber que ele também surge em tintos. Alguns argumentam que você pode sentir seu aroma mais do que sua presença no paladar.


Imagina-se que os vinhos minerais são superiores aos vinhos básicos e de massa, como os do Novo Mundo, onde a fruta predomina no aroma e no sabor. Eles trazem uma imagem romântica, como se feitos à mão por artesãos e expressam o mistério do solo, tendo o viticultor como mediador mágico. Exemplos típicos são encontrados em Chablis, no Priorat, nos Mencías de Ribeira Sacra e Bierzo, e, claro, nos Sauvignon Blancs do Loire, nos Rieslings do Mosel e Rheingau, na Alemanha, e de Wachau e Kremstal na Áustria. Note-se que estes são exemplos europeus. Este não é um caráter simplesmente europeu, mas parece ser mais presente em lugares onde os vinhos mostram menos frutas e mais acidez.
O interessante é que a "mineralidade " só começou a se tornar difundida na década de 1980. Ele não aparece no livro de Emile Peynaud, A Taste of Wine (1983), nem na Roda dos Aromas de Ann Noble (1984) ou no The Oxford Companion to Wine 2006, embora esteja presente na 4ª edição de 2015.
De onde vem essa obsessão? Entre muitos consumidores, o caráter mineral de quem "lambeu pedras" é visto como negativo. Mudaram a viticultura ou a vinicultura? Ou estamos apenas sendo seduzidos por um marketing inteligente? Muitos produtores veem-na como uma expressão do terroir, enquanto alguns especialistas em enologia associam-na a compostos produzidos no processo de vinificação. Seja qual for a origem, não existe uma definição consensual de mineralidade, mas, para muitos, é uma palavra muito útil para descrever alguns aspectos do vinho e que parecem seduzir amantes de Chablis por exemplo.
A International Mineralogical Association define "mineral" como "um elemento ou composto químico normalmente cristalino e que foi formado como resultado de processos geológicos". Então a vinha colhe elementos do solo e isso dá aos vinhos seu sabor distinto? Certo? Errado! Os elementos minerais no vinho são escassos - só potássio e cálcio, que sequer chegam perto de 1.000 partes por milhão. Não há como saboreá-los. Como resultado, a ciência dá ao sabor "mineral" pouca atenção.
Como diz a professora Dra Monika Christmann da Universidade Geisenheim: "Há muitos contos de fadas e um monte de ilusões. Podemos concordar facilmente com salgado e doce, e podemos descrevê-los, mas não existe uma definição de mineralidade e por isso as pessoas a interpretam de forma muito diferente".
No entanto, qualquer pessoa que já esteve numa vertiginosa vinha de ardósia no Mosel vai acreditar que o vinho deve seu sabor a suas origens. Álvaro Palacios, o mago do Priorato, que extrai seus vinhos dos solos de Licorella (ardósia e quartzo), é um dos defensores do conceito de mineralidade em vinhos tintos, mas isto não pode ser uma obsessão técnica.
Alguns acreditam firmemente que a mineralidade é o resultado direto da vinificação e apontam para níveis elevados de acidez e a ausência de compostos aromáticos poderosos, como terpenos ou ésteres frutados. Vinhos que passaram pela fermentação malolática parcial (não completa) - onde o ácido málico "da maçã" é convertido em ácido lático "leitoso, ou com aroma e paladar amanteigados" - têm muito mais potencial mineral na textura, diz, por causa da complexidade do perfil ácido. Há outro ácido a observar: "o ácido succínico pode ser o ácido mais importante na questão mineral, e, como o ácido lático, está relacionado com a produção de vinho. Níveis mais altos de ácido succínico são alcançados em fermentos turvos, quentes, espontâneos. Muitos analistas sugerem que compostos de enxofre desempenham um papel forte, com o caráter defumado ou de pedra de isqueiro que podem dar.
O debate sobre a origem e a definição de mineralidade continua. É decepcionante para aqueles que acham que é uma expressão muito útil. Felizmente, Palacios e Molina nos deixam uma brecha na conclusão, pois estão dispostos a admitir que pode haver moléculas que, de uma forma ou outra, são um lembrete "por associação olfativa e/ou gustativa do mundo dos minerais, embora o solo ou os minerais que a compõem não precisem ser a única fonte para ela. Aguardamos mais provas.
Por enquanto, poderíamos expressar os mistérios da mineralidade em uma fórmula divertida: [SR + A + CF] - [E + T] - [O²] = mineralidade, onde SR é Solo Rochoso, A é ácido, CF é clima frio, E+T são os aspectos de vinhos frutados em Ésteres e Tióis, e O² é oxigênio. Em síntese, procure vinhos que vêm de solos pedregosos e climas frios, têm acidez marcante, não são abertamente frutados e não foram muito expostos a oxigênio. Se você gosta deste estilo, este pode ser uma dica útil para encontrá-lo mais facilmente.

A mineralidade pode ter chegado de repente em nossas notas de degustação, mas vai demorar um pouco mais para a ciência explicá-la. Nesse meio tempo, como um desses românticos, vou continuar a usar o termo. Notas de degustação dizem respeito a metáforas e ideias transferidas, e a mineralidade é uma palavra que funciona a meu ver. * (Baseado em texto publicado originalmente na página da revista Decanter, traduzido por Marcello Borges, com finalidades didáticas para os alunos do Curso de Formação de Sommeliers e Profissionais da ABS-SP).

APOLLONIO VALLE CUPA SALENTO ROSSO IGP 2007

● Vinho da Semana 182017 - ● APOLLONIO VALLE CUPA SALENTO ROSSO IGP 2007 – PUGLIA -  ITÁLIA – Salento fica a leste da região da Apúlia, no sul profundo da Itália. Calorosa e amigável e preservada por um isolamento de séculos de idade, manteve folclore genuíno e antigo sua tradição vitícola vivo. Como o calcanhar da península italiana em forma de bota, bem como sua parte mais oriental - das belas falésias do mar Adriático para as praias suaves, areia do mar Jónico - Salento possui o maior número de vinhos DOC produzidos em Apulia.           Entre acres de vinhas alternar olivais fechado por paredes baixas de pedra seca e arbustos do Mediterrâneo. Seus densa vegetação, frutas e flores foram uma fonte de inspiração para os artesãos habilidosos que trabalham na cidade de Lecce Durante o período barroco, a OMS ricamente igrejas ornamentadas, conventos e palácios Com os símbolos da idade, representando de forma - ou invocar - a generosidade e fertilidade de uma terra amigável e rico.
É graças a esta beleza natural e arquitetônica que Salento é hoje um dos destinos mais populares na Itália. Sua capital é Lecce, qual a sua manteve histórico e cultura mais do que qualquer outra cidade identidade de Apulia. Nomeado "a Florença do Sul da Itália" por seus belos monumentos, Lecce é conhecida por sua arquitetura e esculturas barrocas, que se espalhou toda a província desde o século graças 16 a um calcário maleável, compacto, liso, cor de mel conhecido como "pedra Lecce "que é usado para enriquecer ruas, varandas, palácios e igrejas.
Em 1870 Noé Apollonio plantou sua própria vinha e produziu vinho pela primeira vez. A experiência foi herdada de seu pai Tommaso (um comerciante produtor de vinho nascido em 1828), e de seu avô Giuseppe (um camponês nascido em 1805). No final do século XIX a filoxera afligiu viticultores em toda a Europa, e froam obrigados a plantar novos tipos de vinhas. Na época, o vinho era tudo: era alimento, remédio para os cuidados, alívio para as dores.
Noé resolveu transformar suas uvas em vinho e vender seus produtos, a partir de vinhedos de uvas Negroamaro e Primitivo, colhidas nas aldeias de Aradeo, Neviano, e Cutrofiano. Motivados pela mesma paixão herdada de seu pai Noé, Marcello provou ser tão trabalhador e entusiasmado, dando continuidade a produção, e comprando alguns vinhedos em todo o território de Salento, a partir de "Valle della Cupa" (Vale do Cupa) até "Arneo", e até aqueles localizados na região de Basilicata. Com o fim da Segunda Guerra Mundial, Marcello conseguiu atender seus numerosos clientes, especialmente do norte da Itália. Salvatore, que sucedeu Marcello com o mesmo empenho e capacidade de compreender as mudanças do mercado, enquanto a pobreza foi lentamente dando lugar a um boom econômico e o mercado foi mudando, criando novas oportunidades de negócios. Com a introdução de gestão de negócios, caracterizada por uma produção mais moderna e eficiente, em 1975 começou a engarrafas os vinhos de alta qualidade com a marca Apollonio.
À frente da empresa desde 1995, Marcello e Massimiliano Apollonio são a quarta geração da família. Impulsionada pelo entusiasmo e paixão e pela experiência adquirida no campo Eles, eles decidiram perseguir o objetivo ambicioso de expansão além das fronteiras nacionais seus produtos. Sob nova gestão, Apollonio tem se especializado em envelhecimento do vinho e expandiu sua rede de varejo. Tem a sua oferta alargada de produtos vitivinícolas, com excelência como objetivo. Os vinhos da Apollonio agora são vendidos em 35 países, onde são muito apreciados por sua identidade e autenticidade intocadas.
● Notas de Degustação: O Valle Cupa é um corte 50% Negroamaro e Primitivo que passa 12 meses em barricas de carvalho. Seu estilo é internacional com abundante quantidade de amora e cereja maduras, toques de defumado e nota floral de erva doce. Encorpado, maduro, “mastigável”, franco, cria uma sensação envolvente com um ligeiro final de carne de caça e um tostado de carvalho que traz o gosto doce da baunilha. Rico e opulento com forte personalidade, não filtrado. Excelente persistência final num vinho que apesar de encorpado, está muito harmonioso e agradável de beber.
● Estimativa de Guarda: 10 anos pelo menos. Nesta amostra com 8 anos os taninos estavam macios e tínhamos um vinho de extrema elegância na taça.
Reconhecimentos Internacionais: Vins du Monde Paris 2008: medalha de Ouro / Valle Cupa IGP Rosso 2011/2012 - 88 punti - Robert Parker Wine Advocate (2016) / Medaglia di bronzo - International Wine Challenge (2015) / Medaglia di bronzo - Decanter World Wine Awards (2015) / Valle Cupa IGP Rosso 2007 - Medaglia d'argento - International Wine Challenge / Medaglia d'argento - Decanter World Wine Awards / Medaglia d'argento - Concours Mondial de Bruxelles
Notas de Harmonização: ótimo com qualquer tipo de caças, carnes vermelhas grelhadas ou guisados, queijos duros ou picantes. Servir entre 18 e 20°C.

Onde comprar: EM BH: CASA DO VINHO - End.: Loja Barro Preto - Av. Bias Fortes, 1543 – Barro Preto – Belo Horizonte (MG) - Tel: (31) 3337-7177. Loja Mangabeiras – Av. Bandeirantes, 504 – Mangabeiras – Tel: (31) 3286-7891.