O Projeto Chocolate também estará na Feirinha Aproxima com muitas delícias!! A Feirinha Aproxima, será neste sábado, dia 06 de maio, 10h às 17h, na Rua Tomé de Souza, na Savassi. Entrada gratuita.
Dicas de Vinho, Enogastronomia, Eventos, Roteiros de Viagens e Promoções por Marcio Oliveira.
sexta-feira, 5 de maio de 2017
BORDEAUX PODE NÃO TER A SAFRA 2017
Sob gelo, Bordeaux pode não ter a safra 2017
Geadas no fim de abril danificaram vinhedos em diferentes châteaux da região. Em alguns, a perda estimada é de 100% da produção.
(Fonte - 03 maio 2017 | 20:36por Isabelle Moreira Lima I Estadão ).
Vinhedos de Fronsac, em Gironde, Bordeaux, que teve a pior geada do século na última semana. Foto: Philippe Roy | Aurimages
Produtores de vinhos franceses estão desolados: depois de Champagne e da Borgonha, foi a vez de Bordeaux sofrer o efeito de temperaturas negativas em plena primavera. Segundo os vignerons, como são chamados os vitivinicultores franceses, os vinhedos da região foram acometidos pela pior geada em 25 anos. Para completar, o timing foi péssimo, pois graças a uma primavera prematura, as plantas já estavam em estado avançado de crescimento. Isso significa que os brotos “queimados” pelo gelo podem até renascer, mas não com a mesma qualidade.
O clima entre os produtores de Bordeaux é tão ruim – com o perdão do trocadilho – que são fortes os rumores de que a safra 2017 pode nem mesmo existir. No geral, há poucos dados sobre os estragos porque os produtores ainda estão tentando conter os efeitos da geada. Presidente do sindicato dos viticultores locais, Xavier Coumau escreveu em sua conta do Twitter que mandava boas vibrações para todos aqueles que lutam contra o congelamento de Bordeaux. Segundo ele, pelo menos metade da safra total foi perdida.
Em entrevista por e-mail, Jean-Jacques Dubourdieu, diretor dos Domaines Denis Dubourdieu, nomeou sua mensagem como “lágrimas de gelo”. Três dos cinco châteaux que compõem seus domínios foram gravemente afetados: Clos Floridene, Château Haura e Château Cantegril. Segundo ele, Cabernet Sauvignon e Sémillon, duas cepas que amadurecem mais tardiamente, são suas esperanças; enquanto Sauvignon Blanc e Merlot, as mais precoces, serão raras em 2017. “Não há o que fazer, não há o que dizer. Estou realmente triste”, afirma.
Mas nem tudo é desespero. O CEO dos châteaux d’Yquem e Cheval Blanc, Pierre Lurton, afirmou que nas duas propriedades as perdas foram mínimas. Já em seu projeto pessoal, em Entre-Deux-Mers, o prejuízo foi de 75% das safras. “Não consigo ficar bravo. É a natureza”, afirma.
As 50 marcas de vinho mais admiradas do mundo. Tem surpresas
As 50 marcas de vinho mais admiradas do mundo. Tem surpresas

A aguardada classificação The World’s Most Admired Wine Brands 2017, publicada pela revista inglesa Drinks International, indica as 50 marcas de vinho mais admiradas do mundo na pesquisa deste ano. A vinícola Torres, da Espanha, está em primeiro e a nossa conhecida Concha y Toro chilena em segundo, superando grandes marcas francesas e italianas. Impressiona a boa presença de Austrália e Nova Zelândia na lista.
A classificação é obtida a partir de pesquisa junto a profissionais do vinho, entre eles Masters of Wine, sommeliers, professores de enologia, jornalistas e compradores profissionais da bebida. Não há restrição quanto a estilo ou tipo, com os critérios abrangendo o crescimento da qualidade, a essência do terroir, a capacidade de atender à expectativa e gosto dos consumidores, as práticas de mercado (marketing e packaging) e, óbvio, o poder de atração dessas marcas no mundo.
Eis o ranking:
1 Torres – Espanha
2 Concha y Toro – Chile
3 Penfolds – Austrália
4 Villa Maria – Nova Zelândia
5 Viña Errazuriz – Chile
6 Guigal – França
7 Ridge – EUA
8 Michel Chapoutier – França
9 Château Margaux – França
10 Porto Graham’s – Portugal
11 Tío Pepe – Espanha
12 Vega Sicilia – Espanha
13 Felton Road – Nova Zelândia
14 Pétrus – França
15 Sassicaia – Itália
16 Yalumba – Austrália
17 Campo Viejo – Espanha
18 Château Musar – Líbano
19 Louis Latour – França
20 Robert Mondavi – EUA
21 Château Haut-Brion – França
22 Château d’Yquem – França
23 Codorníu – Espanha
24 Cloudy Bay – Nova Zelândia
25 Jacob’s Creek – Austrália
26 Royal Tokaji – Hungria
27 Georges Duboeuf – França
28 Faustino – Espanha
29 Tignanello – Itália
30 Marqués de Cáceres – Espanha
31 Porto Taylor’s – Portugal
32 Santa Rita – Chile
33 Château Latour – França
34 Beringer – EUA
35 Château Cheval Blanc – França
36 Nederburg – África do Sul
37 Mcguigan – Austrália
38 Porto Sandeman – Portugal
39 Freixenet – Espanha
40 Château Lafite Rothschild – França
41 Château Mouton Rothschild – França
42 Brancott Estate – Nova Zelândia
43 Wolf Blass – Austrália
44 Trapiche – Argentina
45 Yellowtail – Austrália
46 Oyster Bay – Nova Zelândia
47 Cavit – Itália
48 Porto Dow – Portugal
49 Hardys – Austrália
50 Foncalieu – França
segunda-feira, 1 de maio de 2017
domingo, 30 de abril de 2017
A MINERALIDADE DOS VINHOS
“ A MINERALIDADE DOS VINHOS “ – Embora "mineralidade" seja uma nova palavra
que aparece em notas de prova de vinhos,
causando alguma confusão, não há ponto de vista definitivo sobre o que
significa. Vinhos descritos como minerais também costumam ser descritos como
"elegantes", "magros", "puros" e
"ácidos". Têm um paladar que lembra o ato de lamber pedras molhadas e
muitas vezes uma textura de giz. Alguns argumentam que o termo só se aplica a
vinhos brancos, mas quem quer que tenha experimentado um Priorat do solo de
licorella (ardósia) da região vai saber que ele também surge em tintos. Alguns
argumentam que você pode sentir seu aroma mais do que sua presença no paladar.
Imagina-se que os
vinhos minerais são superiores aos vinhos básicos e de massa, como os do Novo
Mundo, onde a fruta predomina no aroma e no sabor. Eles trazem uma imagem
romântica, como se feitos à mão por artesãos e expressam o mistério do solo,
tendo o viticultor como mediador mágico. Exemplos típicos são encontrados em
Chablis, no Priorat, nos Mencías de Ribeira Sacra e Bierzo, e, claro, nos
Sauvignon Blancs do Loire, nos Rieslings do Mosel e Rheingau, na Alemanha, e de
Wachau e Kremstal na Áustria. Note-se que estes são exemplos europeus. Este não
é um caráter simplesmente europeu, mas parece ser mais presente em lugares onde
os vinhos mostram menos frutas e mais acidez.
O interessante é que
a "mineralidade " só começou a se tornar difundida na década de 1980.
Ele não aparece no livro de Emile Peynaud,
A Taste of Wine (1983), nem na Roda dos Aromas de Ann Noble (1984) ou no The Oxford Companion to Wine 2006, embora
esteja presente na 4ª edição de 2015.
De onde vem essa
obsessão? Entre muitos consumidores, o caráter mineral de quem "lambeu
pedras" é visto como negativo. Mudaram a viticultura ou a vinicultura? Ou
estamos apenas sendo seduzidos por um marketing inteligente? Muitos produtores
veem-na como uma expressão do terroir, enquanto alguns especialistas em
enologia associam-na a compostos produzidos no processo de vinificação. Seja
qual for a origem, não existe uma definição consensual de mineralidade, mas,
para muitos, é uma palavra muito útil para descrever alguns aspectos do vinho e
que parecem seduzir amantes de Chablis por exemplo.
A International
Mineralogical Association define "mineral" como "um elemento ou
composto químico normalmente cristalino e que foi formado como resultado de
processos geológicos". Então a vinha colhe elementos do solo e isso dá aos
vinhos seu sabor distinto? Certo? Errado!
Os elementos minerais no vinho são escassos - só potássio e cálcio, que sequer
chegam perto de 1.000 partes por milhão. Não há como saboreá-los. Como
resultado, a ciência dá ao sabor "mineral" pouca atenção.
Como diz a professora
Dra Monika Christmann da Universidade
Geisenheim: "Há muitos contos de fadas e um monte de ilusões. Podemos
concordar facilmente com salgado e doce, e podemos descrevê-los, mas não existe
uma definição de mineralidade e por isso as pessoas a interpretam de forma
muito diferente".
No entanto, qualquer
pessoa que já esteve numa vertiginosa vinha de ardósia no Mosel vai acreditar
que o vinho deve seu sabor a suas origens. Álvaro Palacios, o mago do Priorato,
que extrai seus vinhos dos solos de Licorella (ardósia e quartzo), é um dos
defensores do conceito de mineralidade em vinhos tintos, mas isto não pode ser
uma obsessão técnica.
Alguns acreditam
firmemente que a mineralidade é o resultado direto da vinificação e apontam
para níveis elevados de acidez e a ausência de compostos aromáticos poderosos,
como terpenos ou ésteres frutados. Vinhos que passaram pela fermentação
malolática parcial (não completa) - onde o ácido málico "da maçã" é
convertido em ácido lático "leitoso, ou com aroma e paladar amanteigados"
- têm muito mais potencial mineral na textura, diz, por causa da complexidade
do perfil ácido. Há outro ácido a observar: "o ácido succínico pode ser o
ácido mais importante na questão mineral, e, como o ácido lático, está
relacionado com a produção de vinho. Níveis mais altos de ácido succínico são
alcançados em fermentos turvos, quentes, espontâneos. Muitos analistas sugerem
que compostos de enxofre desempenham um papel forte, com o caráter defumado ou
de pedra de isqueiro que podem dar.
O debate sobre a
origem e a definição de mineralidade continua. É decepcionante para aqueles que
acham que é uma expressão muito útil. Felizmente, Palacios e Molina nos deixam
uma brecha na conclusão, pois estão dispostos a admitir que pode haver
moléculas que, de uma forma ou outra, são um lembrete "por associação
olfativa e/ou gustativa do mundo dos minerais, embora o solo ou os minerais que
a compõem não precisem ser a única fonte para ela. Aguardamos mais provas.
Por enquanto,
poderíamos expressar os mistérios da mineralidade em uma fórmula divertida: [SR + A + CF] - [E + T] - [O²] =
mineralidade, onde SR é Solo Rochoso, A é ácido, CF é clima frio, E+T são
os aspectos de vinhos frutados em Ésteres e Tióis, e O² é oxigênio. Em síntese, procure vinhos que vêm de solos
pedregosos e climas frios, têm acidez marcante, não são abertamente frutados e
não foram muito expostos a oxigênio. Se você gosta deste estilo, este pode ser
uma dica útil para encontrá-lo mais facilmente.
A mineralidade pode
ter chegado de repente em nossas notas de degustação, mas vai demorar um pouco
mais para a ciência explicá-la. Nesse meio tempo, como um desses românticos,
vou continuar a usar o termo. Notas de degustação dizem respeito a metáforas e
ideias transferidas, e a mineralidade é uma palavra que funciona a meu ver. * (Baseado
em texto publicado originalmente na página da revista Decanter, traduzido por Marcello Borges, com finalidades
didáticas para os alunos do Curso de Formação de Sommeliers e Profissionais da
ABS-SP).
APOLLONIO VALLE CUPA SALENTO ROSSO IGP 2007
● Vinho da Semana 182017 - ● APOLLONIO VALLE CUPA SALENTO ROSSO IGP 2007 – PUGLIA
- ITÁLIA – Salento fica a leste
da região da Apúlia, no sul profundo da Itália. Calorosa e amigável e
preservada por um isolamento de séculos de idade, manteve folclore genuíno e
antigo sua tradição vitícola vivo. Como o calcanhar da península italiana em
forma de bota, bem como sua parte mais oriental - das belas falésias do mar
Adriático para as praias suaves, areia do mar Jónico - Salento possui o maior
número de vinhos DOC produzidos em Apulia. Entre
acres de vinhas alternar olivais fechado por paredes baixas de pedra seca e
arbustos do Mediterrâneo. Seus densa vegetação, frutas e flores foram uma fonte
de inspiração para os artesãos habilidosos que trabalham na cidade de Lecce
Durante o período barroco, a OMS ricamente igrejas ornamentadas, conventos e
palácios Com os símbolos da idade, representando de forma - ou invocar - a
generosidade e fertilidade de uma terra amigável e rico.
É graças a esta
beleza natural e arquitetônica que Salento é hoje um dos destinos mais populares
na Itália. Sua capital é Lecce, qual a sua manteve histórico e cultura mais do
que qualquer outra cidade identidade de Apulia. Nomeado "a Florença do Sul
da Itália" por seus belos monumentos, Lecce é conhecida por sua
arquitetura e esculturas barrocas, que se espalhou toda a província desde o
século graças 16 a um calcário maleável, compacto, liso, cor de mel conhecido
como "pedra Lecce "que é usado para enriquecer ruas, varandas,
palácios e igrejas.
Em 1870 Noé Apollonio plantou sua própria
vinha e produziu vinho pela primeira vez. A experiência foi herdada de seu pai
Tommaso (um comerciante produtor de vinho nascido em 1828), e de seu avô
Giuseppe (um camponês nascido em 1805). No final do século XIX a filoxera afligiu
viticultores em toda a Europa, e froam obrigados a plantar novos tipos de
vinhas. Na época, o vinho era tudo: era alimento, remédio para os cuidados,
alívio para as dores.
À frente da empresa
desde 1995, Marcello e Massimiliano Apollonio são a quarta geração da família.
Impulsionada pelo entusiasmo e paixão e pela experiência adquirida no campo
Eles, eles decidiram perseguir o objetivo ambicioso de expansão além das
fronteiras nacionais seus produtos. Sob nova gestão, Apollonio tem se
especializado em envelhecimento do vinho e expandiu sua rede de varejo. Tem a
sua oferta alargada de produtos vitivinícolas, com excelência como objetivo. Os
vinhos da Apollonio agora são vendidos em 35 países, onde são muito apreciados por
sua identidade e autenticidade intocadas.
● Notas
de Degustação: O
Valle Cupa é um corte 50% Negroamaro e Primitivo que passa 12 meses em barricas
de carvalho. Seu estilo é internacional com abundante quantidade de amora e
cereja maduras, toques de defumado e nota floral de erva doce. Encorpado, maduro,
“mastigável”, franco, cria uma sensação envolvente com um ligeiro final de carne
de caça e um tostado de carvalho que traz o gosto doce da baunilha. Rico e
opulento com forte personalidade, não filtrado. Excelente persistência final
num vinho que apesar de encorpado, está muito harmonioso e agradável de beber.
●
Estimativa de Guarda: 10 anos pelo menos. Nesta amostra com 8 anos os taninos
estavam macios e tínhamos um vinho de extrema elegância na taça.
Reconhecimentos Internacionais: Vins du Monde
Paris 2008: medalha de Ouro / Valle Cupa IGP Rosso 2011/2012 - 88 punti -
Robert Parker Wine Advocate (2016) / Medaglia di bronzo - International Wine
Challenge (2015) / Medaglia di bronzo - Decanter World Wine Awards (2015) / Valle
Cupa IGP Rosso 2007 - Medaglia d'argento - International Wine Challenge / Medaglia
d'argento - Decanter World Wine Awards / Medaglia d'argento - Concours Mondial
de Bruxelles
● Notas
de Harmonização: ótimo com qualquer tipo de caças, carnes vermelhas
grelhadas ou guisados, queijos duros ou picantes. Servir entre 18 e 20°C.
● Onde
comprar: EM BH: CASA DO VINHO - End.: Loja Barro Preto - Av. Bias
Fortes, 1543 – Barro Preto – Belo Horizonte (MG) - Tel: (31) 3337-7177. Loja Mangabeiras – Av. Bandeirantes,
504 – Mangabeiras – Tel: (31) 3286-7891.
SAINT CLAIR FAMILY ESTATE VICAR´S CHOICE 2013
● Vinho da Semana 182017 - ● SAINT CLAIR FAMILY ESTATE VICAR´S CHOICE 2013 -
MARLBOROUGH – NOVA ZELANDIA - Saint Clair Family Estate é o resultado da união
da propriedade de Neal e Judy Ibbotson, dois dos pioneiros da viticultura em
Marlborough, com o talento de uma das principais equipes de vinificação da Nova
Zelândia, liderada por Matt Thomson e Hamish Clark. A vinícola, que teve
sua primeira safra produzida em 1994, é destaque por ter sido a primeira a
ganhar grandes troféus internacionais de Sauvignon Blanc e Pinot Noir no mesmo
ano, o que ajudou a colocar a Nova Zelândia no cenário mundial de vinhos de
qualidade!
A missão da empresa é
criar vinhos de classe mundial que excedam as expectativas de seus clientes.
Neal Ibbotson combina sua extensa experiência em viticultura, mais a mistura de
clima e solos de Marlborough com o talento de uma das principais equipes de
vinificação da Nova Zelândia, liderada por Matt Thomson e Hamish Clark.
A linha Vicar´s
Choice é uma gama de estilo de vida com uma personalidade de marca leve que
oferece excelente valor para seu dinheiro, portanto, excelente relação
qualidade x preço.
● Notas
de Degustação: Os
característicos aromas de frutas vermelhas frescas da Pinot Noir se mesclam com
a tipicidade neozelandesa em aromas de azeitona preta e ervas secas,
finalizadas com delicadas notas florais, de especiarias e café. No paladar a groselha
e cerejas maduras se combinam ao tempero salgado, criando uma textura agradável
e intrigante. Não é de hoje que a Nova Zelândia se destaca pela produção de
Pinots elegantes, frescos e surpreendentes. Este rótulo, fruto do sonho da
Saint Clair de fazer um “grande Pinot Noir”, é um perfeito exemplo e que mostra
o sucesso da casta na Nova Zelândia.
● Reconhecimentos: ROBERT PARKER: 93
Pontos e STEPHEN TANZER: 91 Pontos +
●
Estimativa de Guarda: Não espere muito para beber. Este vinho mostra todo
frescor da casta e assim deve ser bebido jovem.
● Notas de Harmonização: Carnes
vermelhas, carnes de caça, trufas. Vai bem com cozinha asiática como a
tailandesa, caesar salad. Servir entre 16
e 18°C.
● Onde
comprar: Em BH – GRAND
CRU – Av.
Ns. do Carmo, 1650 - Sion Belo Horizonte
– MG. Tel.: (31) 3286-2796.
ZINFANDEL SEGHESIO FAMILY VINEYARD 2012 SONOMA COUNTY
● Vinho da Semana 182017 - ● ZINFANDEL SEGHESIO FAMILY VINEYARD 2012 SONOMA COUNTY –
CALIFÓRNIA – ESTADOS UNIDOS – Em dois continentes diferentes, o nome Seghesio
indica grandes vinhos. Além dos fantásticos Barolo do "Seghesio
piemontês", chegam agora os prestigiosos Zinfandel desta prestigiosa
vinícola californiana de mesmo nome. Localizada no reputado condado de Sonoma,
Seghesio é um dos maiores especialistas na uva Zinfandel nos Estados Unidos.
A Zinfandel é a mesma uva Primitivo
encontrada no sul da Itália, e já vem sendo cultivada na Califórnia há mais de
150 anos. Seghesio produz vinhos de incrível concentração, macios e frescos,
verdadeiras delícias. A grande estrela é o Old Vine Zinfandel 2001, que obteve
92 pontos da Wine Spectator. Ele foi indicado por dois anos consecutivos para a
lista dos "100 Melhores Vinhos do Mundo", feito único entre todos os
Zinfandel californianos.
Com
a chegada da era moderna, o quarto membro da família, Ted, deu origem a um dos
primeiros vinhos rótulados como Seghesio. Atualmente, Seghesio recebe amplo
prestígio pelos vinhos excepcionais elaborados com a uva Zinfandel, bem como a
partir de castas italianas.
O
meticuloso trabalho com as vinhas, aliados a experiência transmitida de geração
para geração e as práticas vinícolas modernas, garantem o exitoso cultivo de
diferentes variedades, bem como elevada qualidade em cada vintage. O resultado
de tal trabalho garante que os rendimentos das videiras estejam abaixo da média
da indústria, proporcionando que as uvas concentrem melhor seus aromas e
sabores, dando origem a vinhos excepcionais.
A
uva Zinfandel, especialidade da família Seghesio, é uma das castas com o
cultivo mais difícil, uma vez que tende a amadurecer de forma desigual. Dessa maneira,
Ted, ao lado dos demais especialistas e agrônomos da vinícola, visam eliminar o
máximo dessa “variabilidade” durante todo o período de crescimento da
variedade, cultivando vinhas equilibradas e que deem origem a uvas de alta
qualidade.
● Notas
de Degustação: Seghesio
é um dos maiores especialistas em Zinfandel dos Estados Unidos, e este
excelente tinto já foi indicado por várias safras seguidas para a lista dos
"100 Melhores Vinhos do Mundo" da Wine Spectator - feito único entre
todos os Zinfandel californianos. Encorpado e rico, com um toque italiano e
muita personalidade. Um tinto rubi escuro profundo. Aromas de cerejas e ameixas
maduras, evoluindo para defumados, tabaco e café, mostrando boa complexidade.
No paladar tem excelente ataque, com taninos macios, boa acidez, ataque potente
e que surpreende pela facilidade de gostar do vinho. Longo e com prazeroso fim
de boca.
● Reconhecimentos: Nesta safra, mereceu
nada menos que 90 pontos da Wine Spectator!
●
Estimativa de Guarda:
Aguenta fácil 10 anos, mas já agrada muita gente.
● Notas de Harmonização: Carnes
vermelhas, carnes de caça, trufas. Servir
entre 16 e 18°C.
● Onde comprar: Em BH: MISTRAL - Rua Cláudio
Manoel, 723 - Savassi - BH. Tel.: (31)
3115-2100
THE FOOTBOLT D´ARENBERG 2009
● Vinho da Semana 182017 - ● THE FOOTBOLT D´ARENBERG 2009 SHIRAZ McLAREN VALE -
AUSTRÁLIA – É em South Australia, região livre da filoxera, que se encontra uma
das mais importantes vinícolas da Austrália, a d’Arenberg. A vinícola foi
fundada em 1912 - curiosamente, por um abstêmio! - e ganhou sua famosa marca da
fita vermelha no finalzinho dos anos 50, quando o filho do fundador decidiu dar
o sobrenome de solteira da mãe à empresa familiar.
Situado entre as
colinas e um litoral pitoresco, o clima mediterrâneo de McLaren Vale criou as
condições ideais para o cultivo de uvas. Shiraz é a variedade mais importante
produzida na região, respondendo por cerca de metade da produção da região. O
clima e o solo proporcionam frutos e vinhos de sabor intenso, com uma cor
púrpura profunda que pode durar décadas na garrafa.
Todas as uvas
utilizadas na vinícola são primeiramente suavemente esmagadas em uma prensa
francesa de dentes emborrachados e espaçados, de forma a manter os bagos ainda
intactos. A prensagem de fato (das uvas brancas antes da fermentação e das
tintas logo após a mesma) ocorre nas tradicionais “prensas de tábuas”, que
remontam à idade média, o que é justificado pelo enólogo pela delicadeza do
procedimento.
Finalmente, a fermentação dos tintos ocorre
em tanques de concreto revestidos com cera e a dos brancos em tanques de aço
inoxidável desenhados pelo próprio Chester, o enólogo chefe e bisneto do
fundador. Ainda durante a fermentação, a capa ou chapéu do mosto de alguns dos
tintos é revolvida através de pisa, o que pode ser identificado pelo selo
impresso no rótulo com os dizeres “Foot Trod”.
Na década de 1970, os
vinhos de d'Arenberg ganharam um significativo prestígio nacional e
internacional. Em d'Arenberg, os antigos processos de fabricação de vinhos
foram mantidos. Os vinhos são feitos em pequenos lotes e capturam o verdadeiro
sabor da região de McLaren Vale. Todas as uvas são prensadas em tonéis. As tintas
ainda são fermentadas da maneira tradicional e pela antiga técnica, pisando-as
com os pés.
"Footbolt" era o cavalo de
corrida que, vencendo páreos no início do século 20, permitiu a Joseph Osborn
adquirir as terras já cultivadas e produtivas dos vinhedos Milton. As uvas
Shiraz de "The Footbolt" são provenientes de algumas das videiras que
foram adquiridas quase 100 anos atrás e o resultado é um vinho de grande
concentração, com uma sedosidade surpreendente.
● Notas de
Degustação: Cor
rubi com leve halo mostrando a guarda do vinho. Aromas frutados e agradáveis
conferidos pelo amadurecimento durante 12 meses em barris de carvalho bem
integrados com frutas escuras como cerejas e ameixas maduras, sem contudo
chegar ao estilo compota. No paladar apresenta bom volume de boca, com taninos
macios o que lhe confere bom equilíbrio e facilidade de ser bebido. Vinho
encorpado, ótimo rótulo no quesito qualidade e preço.
● Estimativa de
Guarda: A guarda recomendada é de 10 anos, mas minha recomendação é bebê-lo de imediato, porque já está pronto (a
safra é 2009).
● Reconhecimentos
Internacionais: James Halliday: 94 pontos (2009) / RP: 90+ pontos (2007) / WS: 89
pontos (2009)
● Notas de Harmonização: ótimo
para acompanhar Risoto de filé-mignon, penne ao sugo, picanha em churrasco,
maminha ao forno com batatas, talharim com polpetone, berinjela recheada. Servir entre 16 e 18°C.
● Onde comprar: Em BH – ZAHIL
em BH é representada pela REX-BIBENDI: Tel.: (31)3227-3009 ou rex@rexbibendi.com.br OUTONO 81 - Restaurante e Bar de Vinhos - Rua
Outono, nº 81 - Carmo/Sion.
terça-feira, 25 de abril de 2017
SARGAS JAZZ RECEBE CLEBER ALVES
Sargas Jazz recebe Cléber Alves
Restaurante do Hotel Mercure BH Lourdes apresenta músico em trio, na próxima quinta-feira, 27/04
Belo Horizonte (MG), abril, 2017 – O Sargas Restaurante (Av. do Contorno, 7325 – Lourdes) (www.sargasrestaurante.com.br) , no Mercure Hotel Belo Horizonte Lourdes, recebe na próxima quinta-feira, dia 27/04, Cléber Alves, que se apresentará em trio. O show faz parte do projeto Sargas Jazz, que oferece quinzenalmente noites dedicadas ao Jazz, com músicos convidados. Cléber Alves (saxofone), Christiano Caldas (piano) e Milton Ramos (baixo acústico) seguirão um repertório variado entre standarts de jazz e clássicos da música popular brasileira.
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Sargas Jazz
“A ideia é criar um ambiente agradável unindo boa música, vinhos e gastronomia de qualidade”, conta o gerente do Sargas, Luis Veríssimo. O menu é aberto. Como petiscos, por exemplo, tem o tapas de presunto cru, pimentão vermelho grelhado, mel e hortelã (R$ 24,00) ou almôndegas de cordeiro e molho tzatziki (R$ 28,00). Como pratos principais, algumas das sugestões são o carré de cordeiro, mousseline de moranga com sálvia, molho de jabuticaba e couve salteada (R$ 78,00), o prato vegano com espaguete de pupunha, shitake, tomate, rabanete, brócolis, molho de leite de coco e folhas mineiras (R$ 45,00), ou o bife chorizzo com batata assada recheada com creme de queijo canastra, shimeji e acelga (R$ 58,00). O couvert artístico por pessoa é R$ 15,00.
O Sargas Jazz é aberto. “É mais uma ação para aproximar o hotel do público belo-horizontino, para acolher os moradores daqui e mostrar que toda a nossa excelente estrutura não é apenas para os hóspedes do hotel”, ressalta Luis. “Estas noites de jazz são para tornar a experiência ainda mais agradável, única, inesquecível”, completa.
Sargas Jazz com Cléber Alves em trio (Cléber Alves (saxofone), Christiano Caldas (piano) e Milton Ramos (baixo acústico)
- Data: 27/04, quinta-feira
- Horário: 19h30 às 23h
- Local: Sargas Restaurante, no Mercure Hotel Belo Horizonte Lourdes
- Endereço: Av. do Contorno, 7325 – Lourdes
- Couvert: R$ 15,00
Sobre o Sargas Restaurante
Inaugurado em 2001, o Sargas Restaurante passou por ampla reforma no ano passado, que envolveu troca de cardápios e carta de vinhos, e nova decoração do ambiente. Localizado num dos hotéis mais renomados da cidade, o Mercure Hotel Belo Horizonte Lourdes, o Sargas tem ambiente climatizado, estacionamento e manobrista.

A ideia do Sargas Jazz é criar um ambiente agradável unindo boa música, vinhos e gastronomia de qualidade – Foto: Paulo Cunha / Outra Visão
No menu, há cores, produtos orgânicos, ervas e especiarias, além de uma apresentação surpreendente. Os pratos favorecem a qualidade dos produtos, os alimentos saudáveis, respeitam os ingredientes que trazem o frescor vegetal, além de valorizar os produtos mineiros. Para almoço, opções do menu executivo, de domingo à sexta, que variam de R$ 28,00 a R$ 45,00. Para o jantar, há entradas, tapas e pratos mais elaborados, como bacalhau, cordeiro, camarões, por exemplo. Aos sábados, a tradicional feijoada é a opção do almoço, há dez anos fazendo sucesso e obtendo reconhecimento do público.
Sobre Cléber Alves
Cléber Alves é saxofonista, compositor e arranjador. É dono de uma carreira sólida, com uma mistura criativa de técnica impecável, bom gosto nas interpretações e composições ricas e originais. Boa parte de sua formação foi durante os dez anos em que morou na Alemanha, entre 1989 e 1998, quando fez graduação e mestrado em jazz e música popular na Universidade de Música de Stuttgart (Prof. Bernd Konrad). Nesta época, lançou dois discos: "Temperado" e "Saxophonisches Ensemble B".
Na Alemanha, tocou em festivais de jazz onde participaram músicos como Bobby McFerrin, Lionel Hampton, Chucho Valdés, Ralph Towner, John Taylor, Jerry Bergonzi, entre outros. Ainda na Europa participou de shows na Suíça, Holanda, França e Espanha. De volta ao Brasil em 2003 foi um dos vencedores do Prêmio BDMG Instrumental em BH.

Sargas Jazz recebe Cléber Alves - Foto: Divulgação
Cléber já se apresentou ao lado de músicos como Toninho Horta, Nivaldo Ornelas, Juarez Moreira, Wagner Tiso, Túlio Mourão, Chico Amaral, Ed Motta, Flávio Henrique, Weber Lopes, Sérgio Santos, Zeca Assumpção, André Mehmari, Toninho Ferragutti, Alda Rezende, Gilvan de Oliveira, Hamilton de Yolanda, Paulinho Pedra Azul, Selma Carvalho e outros. Em 2005 gravou o cd "Revinda", que mereceu o Prêmio Marco Antonio Araújo de Melhor Disco Instrumental de 2006 em BH.
Recentemente Cléber esteve na Europa onde realizou quatro concertos na Alemanha e Suíça e lançou seu novo álbum, Cléber Alves Quarteto live in bird´s eye na Suíça.
Fotos – Alta Resolução – Sargas Restaurante – https://drive.google.com/ drive/folders/ 0B83sO8vRAMBfMndaa3BFdkJVUU0? usp=sharing
Serviços – Sargas Restaurante – Av. do Contorno, 7325 – Lourdes – Belo Horizonte – MG – No Mercure Hotel Belo Horizonte Lourdes – Telefone e Reservas (31) 3298-4150 – Aberto todos os dias para o Almoço de 12h às 15h e Jantar de 19h às 24h – Almoço aos sábados 12 às 16h30 – Capacidade: 164 pessoas – Estacionamento coberto, com manobrista: R$ 8,00 no almoço / R$ 14,00 no jantar e aos sábados e domingos no almoço – Pagamento: Visa, Mastercard, American Express, Dinners, Elo, dinheiro, cheque, ticket refeição, Alelo – Acesso e banheiro para deficientes – Facebook: facebook.com/sargasrestaurante – Instagram: @sargasrestaurante – Site – www.sargasrestaurante.com.br
segunda-feira, 24 de abril de 2017
CASA RIO VERDE APRESENTA VINHOS DA BODEGA CATALÃ DE MULLER
CASA RIO VERDE APRESENTA VINHOS DA BODEGA CATALÃ DE MULLER
Sempre trazendo novidades exclusivas para os amantes do vinho, a Casa Rio Verde e sua loja virtual VinhoSite recebem nos dias 26, 27 e 28 de abril a especialista em vinhos e gerente da bodega catalã De Muller, Nuria Vernis. Presente no portfolio da importadora há cerca de seis meses, os vinhos já são sucess o entre os clientes.
A programação contempla apresentação dos vinhos aos consumidores (dia 26/19h30), somelliers e proprietários de restaurantes (dia 27/15h) e formadores de opinião (dia 27/19h30), sempre na loja da Praça Marília de Dirceu, na capital mineira. Os ingressos custam R$50, com 30% de desconto para os sócios do VinhoClube e podem ser adquiridos na loja virtual da importadora pelo Vinho Site.
A Casa Rio Verde trabalha hoje com três rótulos da vinícola: De Muller Solimar Branco 2015, De Muller Solimar Crianza 2014 e Vino de Misa Dulce Superior 2015. Dois novos rótulos estão a caminho e serão apresentados nas degustações: Priorat Les Pusses Crianza e De Muller Syrah.
Atualmente a De Muller produz uma extensa gama de vinhos de alta qualidade sob as denominações de origem "Tarragona" e "Priorat", além do Vino de Misa, que tornou a marca mundialmente famosa. Hoje, 60% da produção é destinada aos mercados internacionais.
SOBRE A DE MULLER
A De Muller foi fundada em 1851 por Don Augusto de Muller y Ruinart de Brimont, procedentes de uma conhecida família de vinicultores de origem alsaciana, que viram grande potencial na província de Tarragona. Em 1995, depois de conduzir a vinícola por quatro gerações, a família De Muller passou a propriedade à família Martorell, de empresários catalães.
No início de 1996, a De Muller S.A. mudou suas instalações para uma nova vinícola rodeada de vinhedos em "Mas de Valls" em Reus (Tarragona), região considerada especialmente favorável ao cultivo de uvas nobres. Com capacidade para 4 milhões de litros, ali são elaborados os vinhos de DO Tarragona, procedentes de quase 200 hectares de vinhedos próprios onde se cultivam variedades brancas como Macabeo, Muscat de Alejandria, Sauvignon Blanc, Garnacha Blanca e Chardonnay; e variedades tintas como Merlot, Cabernet Sauvignon, Tempranillo, Garnacha e Pinot Noir.
D.O. TARRAGONA: A região apresenta verões muito quentes e invernos suaves devido às influências marítimas do clima mediterrâneo. Com uma pluviometria de 500 mm/m2/ano que, conjuntamente com as horas de luz 2.600 horas por ano e um solo calcário, favorece a boa maturação da uva. A Gama Solimar, da DO Tarragona, é a mais clássica e tradicional da vinícola. Seu nome é uma referência ao clima e ao caráter mediterrâneo que está impregnada.
D.O.C. PRIORAT: Os vinhos da DOC Priorat são produzidos na vinícola “Mas de les Pusses”, no município de El Molar, na parte sudoeste do Priorat. São 34 hectares de vinhedos e uma nova bodega, com capacidade para produção de 500 mil litros. Ali são encontradas as variedades Garnacha, Garnacha Peluda, Syrah, Merlot e Cariñena utilizadas na elaboração dos vinhos pertencentes a DOC Priorat, que com estilo próprio refletem a região de onde provêm.
VINOS DE “MISA”: Desde a fundação, a família De Muller se especializou na elaboração dos “Vinos de Misa”, seguindo as normas eclesiásticas e contando com a colaboração de um grande entendido na matéria, o padre jesuíta Eduardo Vitoria, doutor em química. Desde então, a De Muller elabora com carinho e profissionalismo seus vinhos de mesa, seguindo escrupulosamente as prescrições da Sagrada Congregação Romana do Santo Oficio e a disciplina dos sacramentos. Os vinhos vêm acompanhados de um Certificado Eclesiástico concedido pelos arcebispos de Tarragona em 1883, uma garantia moral de honestidade e confiança.
OS VINHOS DA DEGUSTAÇÃO
Ø DE MULLER SOLIMAR BRANCO TARRAGONA 2015 – O Solimar Branco é um vinho de cor clara e brilhante, oferece aromas profundos, minerais e florais. No paladar é fresco, elegante, equilibrado e macio. Produzido com as uvas Macabeo, Muscat e Sauvignon Blanc.
Ø DE MULLER SOLIMAR CRIANZA TARRAGONA 2014 - O Solimar Crianza é um vinho elaborado com Cabernet Sauvignon e Merlot. É complexo tanto nos aromas quanto no paladar, resultado do envelhecimento em um mix de barricas francesas, americanas e eslovenas. Um vinho surpreendente, pela elegância, equilíbrio e variedade de aromas e sabores.
Ø DE MULLER SYRAH TARRAGONA – Fruto de pesquisa e esforço enológico, com um estágio de 3 meses em barrica nova de carvalho navarro e esloveno. Possui esplêndida cor de amora com reflexos violetas e tons granada, elevada intensidade aromática e persistência no nariz. Apresenta um aroma completo de amoras roxas e negras, notas de marmelada de framboesa e aromas especiais de baunilha, café e chocolate, procedente das barricas de carvalho. Em boca, apresenta um grande ataque, mescla de juventude e estrutura, que proporciona uma evolução na garrafa digna dos melhores Crianzas.
Ø PRIORAT LES PUSSES CRIANZA -Os vinhos crianza são elaborados a partir de uvas procedentes de vinhedos próprios, no “ Mas de les Pusses”, na região de El Molar. Os vinhos repousam em barricas de carvalho durante 12 meses, e estagiam 6 meses nas garrafas. O Priorat Les Pusses Crianza é um vinho excepcionalmente original que deve sua personalidade ao envelhecimento em barricas novas de carvalho húngaro, sendo elaborado com as uvas Merlot e Syrah. Tem elegante cor de cereja escura com reflexos granadas e tons violáceos, com lágrimas muito pronunciadas. Intensamente aromático, nariz perfeitamente equilibrado e completo onde se distinguem notas ligeiras florais, e potente aroma frutado de amoras negras e cassis acompanhado de toques especiais de baunilha e cacau, originários do carvalho húngaro. Retrogosto generoso, com corpo e estrutura para prolongar sua vida na garrafa durante anos.
Ø VINO DE MISA DULCE SUPERIOR 2015- A fascinante cor de ouro velho em tons de âmbar nos mostra a qualidade desse magnífico vinho, produzido com a uva branca Macabeo. Seu aroma elegante e espiritual nos remete a frutas maduras e cristalizadas, especialmente passas. Com toques originais de tâmaras, amêndoas e avelãs com mel, apresenta um paladar inicial doce, cheio e denso. Pode ser apreciado com todos os tipos de doces e nozes.
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