segunda-feira, 16 de maio de 2016

CONVIVIUM SBAVMG – CELEBRANDO O INVERNO E REVENDO AMIGOS

17.JUN.2016 – 6ª-Feira – 20:00hs – CONVIVIUM SBAVMG – CELEBRANDO O INVERNO E REVENDO AMIGOS – Oportunidade para aproveitar o convívio com amigos, associados, e compartilhar uma taça de vinho e uma boa conversa no SARGAS Restaurante - A escolha do nome foi por conta da estrela SARGAS, uma integrante da Constelação de Escorpião, uma vez que todo o amplo universo astronômico está presente no contexto dos espaços do MERCURE Horel Lourdes. Com recente projeto de reforma assinado pelos arquitetos Gabriel de Castro, Marcos Franchini e Pedro Haruf, o restaurante tem espaços amplos e bem definidos para Cafeteria, Bar, e Salão de Restaurante. A cozinha apresenta ênfase na harmonização de vinhos com uma gastronomia internacional contemporânea, com releitura de pratos clássicos e introdução e valorização de ingredientes regionais com consultoria de Samira Lyrio (Restaurante Flores). O cardápio do Jantar Convivium foi cuidadosamente elaborado, com o seguinte Menu – ENTRADAS NA SUA ESCOLHA: Carpaccio de Mozarela de Búfala, Creme de Leite, Limão Siciliano, Pimenta dedo de moça e Manjericão, ou Brandade de Bacalhau I PRATO PRINCIPAL NA SUA ESCOLHA: Badejo, Vagem Rasteira, Molho de Tamarindo e Castanha de Caju, ou Bife Chorizo Angus, Palmito Pupunha, Salsa Verde e Farofa de Manjericão I SOBREMESA NA SUA ESCOLHA: Banofee Pie: Torta com banana, Doce de Leite, Creme Batido e Avelã, ou Terrine de Chocolate. Incluso: Água, Café, Nespresso ou Chá. Valor Individual: R$ 142,00 (incluso o Menu, Água, Café, Espumante de Recepção). TRAGA SEU VINHO COM O TEMA DE “CELEBRANDO O INVERNO” PARA COMPARTILHAR COM OS AMIGOS. Valor mínimo do Vinho Individual: R$ 50,00/garrafa. End: SARGAS Restaurante - Mercure Hotel BH Lourdes I Endereço: Av. do Contorno, 7315 – Lourdes – BH MG I Tel. (31) 3298-4142 ou 3298-4150.  Inscrições pelo E-mail do Domingos Sávio Mendes: domingossaviomendes@gmail.com I Marcos Calmon: marcoscalmon@uol.com.br ou Márcio Oliveira: molivierbh@gmail.com . Por favor informe suas opções de cardápio no momento da inscrição.    

segunda-feira, 9 de maio de 2016

GRANDE PROVA DE VINHOS PORTUGUESES EM BH

GRANDE PROVA DE VINHOS PORTUGUESES EM BH

A Federação Nacional das Adegas de Portugal realizará no dia 9 de maio (segunda-feira) a Grande Degustação de Vinhos Portugueses, no Hotel San Francisco Flat, na capital mineira. Essa será oportunidade única para a degustação de cerca de 100 vinhos das mais conceituadas regiões vitivinícolas de Portugal. Estarão presentes no evento os produtores: Adega de Cantanhede (Região da Bairrada); Adega de Pegões (Região da Península de Setúbal); Adega da Vermelha (Região de Lisboa); Caves Vale do Rodo (Região do Douro) e Vercoope (Região do Vinho Verde).
Enquanto os convidados apreciam bons vinhos de Portugal, importadores de vinho e distribuidores terão a oportunidade de comunicar diretamente com os enólogos da adega, com destaque para a Masterclass orientada pelos dois enólogos mais premiados de Portugal – Jaime Quendera e Osvaldo Amado -, que irão compartilhar o vinho e discutir as oportunidades de negócio e de se tornar o agente para alguns destes vinhos de qualidade no Brasil.
Expositores:
Adega da Vermelha
Os criadores da famosa MUNDUS, um vinho nascido na região de Lisboa;
Adega de Cantanhede
O maior produtor da Bairrada e uma das principais empresas produtoras de vinho em Portugal;
Caves Vale do Rodo - Porto Reccua e Cabeça de Burro
Um produtor experiente do coração do Douro - a mais antiga região demarcada do mundo
Adega de Pegões
Uma adega moderna e competitiva, com mais de 250 prêmios recolhidos nos mais importantes concursos de vinhos internacionais;
Vercoope
Uma referência na produção de Vinho Verde, um vinho como nenhum outro.
Serviço:
Grande prova de vinhos Portugueses
Local: Hotel San Francisco Flat
Endereço: Av. Álvares Cabral, 967, bairro Lourdes / BH
Data e horário: 9 de maio (segunda-feira), das 15h às 20h

Entrada: apenas para convidados

DÚVIDAS COMUNS NO MUNDO DO VINHO – PARTE 2



Escrevi o artigo DÚVIDAS COMUNS NO MUNDO DO VINHO – PARTE 2 ” – Muitos dos participantes dos Cursos de Vinho, e mesmo profissionais do vinho, que buscam aprofundar seus conhecimentos técnicos, costumam perguntar a razão de certas atitudes perante quem vai provar o vinho, ou costumam perguntar sobre dúvidas comuns. Então, resolvi falar sobre algumas destas questões:

É verdade que quanto mais velho melhor e mais caro deve ser o vinho? Isso somente é válido para grandes vinhos de guarda. A maior parte dos vinhos produzidos é para consumo imediato. Em pesquisa feita na Inglaterra, verificou-se que 90% dos vinhos vendidos em Supermercados são bebidos em 48 horas. Então, há vinhos que são elaborados para consumo imediato (em no máximo 5 anos) e outros que são elaborados para atingir sua plenitude em vários anos de vida.
Não adianta guardar um vinho de consumo imediato porque ele não vai melhorar com o tempo, pelo contrário, podemos perder o foco em fruta que normalmente é o principal elemento nestes vinhos de consumo imediato.

O que significa o ano no rótulo do vinho? Este é o ano no qual as uvas foram colhidas, e não o ano em que o vinho foi lançado no mercado. Quase todos os vinhos de qualidade são produto de um único ano, apesar da mistura de duas ou mais safras ser comum em alguns estilos de vinhos como Champagne e Jerez.

Quando o vinho tem "frutas vermelhas", ou “baunilha”, significa que foram adicionadas essências com estes aromas ou sabores ? Não. Esses termos descritivos são apenas referências de aromas e sabores de um vinho, e que dependem profundamente da experiência do provador do vinho. Ele descreve o vinho em função das analogias com aromas ou sabores de frutas, minerais, especiarias que consegue descobrir no líquido. Curiosamente, o único cheiro de fruta que raramente se encontra em um vinho é o aroma de uva, exceto quando o vinho feito de uvas de famílias aromáticas como é o caso da uva moscatel, que traz à nossa lembrança as frescas uvas de sobremesa.

Quantas colheitas são feitas por ano? Via de regra, só se faz uma colheita por ano. No hemisfério Sul, ela se dá normalmente entre fevereiro a abril, correspondendo ao final do verão e início do outono. No hemisfério Norte começa por volta de setembro, também no final do verão e início do outono. As frutas são colhidas maduras e este grau de maturidade varia entre as castas. Primeiro amadurecem as uvas brancas e depois as tintas. Uma das últimas uvas a maturar é a Carmenere.
A evolução completa da maturação da uva compreende os seguintes períodos:
Herbáceo - Abrange desde a formação do grão até a mudança de cor da película da baga. Este período varia segundo a cultivar e as condições climáticas da safra.
Mudança de cor (fase do pintor) - Nas uvas tintas, a cor das bagas varia do verde ao roxo-azulado e, nas brancas, do verde ao verde-amarelado. A mudança de cor vem acompanhada de mudanças físicas; a baga adquire elasticidade e amolece, à medida que a maturação avança.
Maturação - período que inicia com a mudança de cor da uva e termina na colheita. Pode durar de 30 a 70 dias, dependendo da cultivar e da região de cultivo (no sul do Brasil, as uvas Vitis vinifera são colhidas de janeiro a março; a época de colheita varia com a cultivar, a região de cultivo, a safra e o manejo agronômico do vinhedo). Durante a maturação, as bagas amolecem progressivamente, devido à perda de rigidez da parede das células da película e da polpa; ocorre um aumento no teor dos pigmentos antociânicos (nas variedades tintas) e de açúcares (glicose e frutose), assim como uma diminuição pronunciada da acidez.
A maturação tecnológica é o ponto da maturação a partir do qual não há acúmulo significativo de açúcares na baga de uva, nem expressiva queda da acidez. A maturação fisiológica diz respeito às transformações fisiológicas e morfológicas que ocorrem na uva à medida que a maturação avança. Por sua vez, a maturação fenólica expressa a evolução quantitativa e qualitativa dos polifenóis da baga. A uva é uma fruta do tipo não-climatérico, por isso não apresenta mudança abrupta de composição e textura após a colheita.
Sobrematuração - Começa a partir da maturação tecnológica. As flutuações dos teores de açúcares e ácidos nesta fase se devem a fenômenos de diluição ou murcha das bagas, ocasionados por ocorrência de chuvas ou de períodos de seca, respectivamente. Por outro lado, os teores de polifenóis das cascas continuam a aumentar nesta fase. Em regiões de verão e outono secos, essa fase caracteriza-se por um certo dessecamento da uva.
A exceção quanto a apenas uma safra por ano são os vinhedos do Vale do São Francisco, ao longo da divisa entre os estados da Bahia e Pernambuco, que são os únicos vinhedos no mundo com duas colheitas por ano!

Quando e como se deve colher a uva? A uva convenientemente monitorada ao longo da maturação será colhida no momento mais adequado à máxima expressão do seu potencial de qualidade em determinada safra ou região. Desse modo, os procedimentos a serem adotados na colheita devem levar em consideração a preservação desse potencial. Alguns cuidados básicos a serem observados no momento da colheita são:
Colher as uvas pela manhã, evitando as horas mais quentes do dia e reduzindo assim o calor de campo, indesejável para as fases iniciais de elaboração dos vinhos;
Proceder à colheita manual, que preserva mais a integridade física da uva, em relação à colheita mecânica;
Proceder à seleção da uva colhida, de modo a vinificar lotes semelhantes e sem problemas de podridão ou de desuniformidade de maturação.
Acondicionar a uva colhida em caixas plásticas especiais, limpas, com capacidade máxima de 20Kg;
Manter a uva colhida à sombra, ou em temperatura climatizada e manuseá-la o menos possível;
Encaminhar a uva à unidade beneficiadora imediatamente após colhê-la, pois a mesma não se mantém em boas condições por muito tempo após ser colhida. O ideal é iniciar seu processamento em no máximo 12 horas após a colheita;
Evitar transportes a longas distâncias, bem como a utilização de veículos de transporte que trepidem ou sacolejem demasiadamente, danificando e reduzindo a qualidade da uva;
Se possível, resfriar rapidamente a uva na vinícola, antes do esmagamento da mesma. Este procedimento tem a vantagem de reduzir a atividade enzimática oxidativa na fase de esmagamento e prensagem, limitando o desenvolvimento e a ação de bactérias acéticas. A conseqüência é a limitação da produção de acidez volátil e a preservação da qualidade do vinho;

Quanto vinho uma videira produz? Isso depende de muitos fatores, como a idade da videira, a variedade cultivada, as condições de crescimento, o estilo de vinho desejado, a qualidade do vinho... O volume de frutos colhidos é determinado por fatores naturais e pela mão do enólogo: a poda de cachos durante o crescimento concentra as frutas remanescentes, e é uma prática comum para vinhos de qualidade. Uma videira pode produzir o suficiente para uma única garrafa de vinho de alta qualidade, ou o suficiente para várias garrafas. Vinhas Velhas com mais de 60 ou mais anos costumam produzir a quantidade de uva suficiente para o volume de uma única taça !

Porque o garçom quando traz o vinho escolhido pede ao homem que experimente?
A etiqueta do serviço do vinho sugere que o vinho seja provado sempre por quem pediu, seja homem ou mulher. As confrarias femininas são cada vez mais comuns e os sommeliers vão se acostumando a dar o vinho à prova pela pessoa que fez o pedido.


Como sei se o tipo de prato vai melhor com vinho tinto ou branco? De maneira geral devemos harmonizar vinho tinto com carne vermelha ou massas encorpadas, enquanto os brancos vão muito bem com peixes, frangos e frutos do mar. Queijos moles vão melhor com brancos e queijos de casca dura com tintos. O importante numa harmonização são os ingredientes usados em molhos e temperos. Podemos harmonizar um frango ou um peixe com um tinto leve (desde que esses pratos sejam mais condimentados em seu molho). Ao contrário do que muitos pensam, a melhor harmonização para o fondue de queijo é o vinho branco e não o tinto. Mas como tudo na vida, o melhor é o que te faz feliz e lembramos que todas as regras costumam ter exceções.

CEDRO DO NOVAL 2010 – DOURO - PORTUGAL

● Vinho da Semana 19/2016 - ● CEDRO DO NOVAL 2010 – DOURO - PORTUGAL – A história da Quinta do Noval é contada desde os idos de 1700, quando registros com seu nome aparecem pela primeira vez. Por mais de um século foi propriedade da família Rebello Valente, que a recebeu do Marquês de Pombal. Em 1894 foi comprada pelo reputado negociante José Antonio da Silva. Seu genro Luiz Vasconcelos Porto foi o grande idealizador do renascimento desta quinta, uma das mais renomadas, senão a melhor do Porto. Com o nome da emblemática árvore que domina o terraço da Quinta do Noval, o Cedro do Noval é uma expressão autêntica do Douro. É um vinho de assemblage (corte) que usa as castas nobres do Douro e a casta Syrah. O Cedro do Noval é o segundo vinho da Quinta do Noval, podendo ter pequenas variações no blend conforme a safra. A Quinta do Noval plantou a sua primeira vinha de Syrah em 2000. A casta Syrah adaptou-se perfeitamente ao Douro e expressa as características do solo, em vez de seu sabor varietal específico. O Syrah o tornou mais perfumado e com a fruta mais intensa. O final de boca é mais suculento e brilhante. O vinho estagiou por 18 meses em barricas de carvalho francês. Vinificação com método de remontagem para vinho em cubas de aço inoxidável, a uma temperatura controlada de 26ºC.
● Notas de Degustação: Cor rubi, com aromas torrados da barrica muito bem integrados com os aromas de fruta vermelha (cereja, ameixa), delicado e bem atraente. Na boca mostra-se muito elegante em todos os sentidos. Harmonioso, afinado e com classe, com notas de chocolate e café. É muito bem estruturado e pode ser tranquilamente adegado para a guarda por alguns anos.
● Estimativa de Guarda: mais 5 anos fácil, mas já está excelente neste momento. Pode ser indicado como vinho de gastronomia para acompanhar pratos de boa untuosidade.
● Reconhecimentos: 90 pontos Robert Parker (Safra 2012) I 92 pontos Robert Parker (Safra 2011) I 92 pontos Jame Suckling (Safra 2010) I 92 Pontos Robert Parker (Safra 2010) I 92 Pontos Robert Parker (Safra 2009) I 90 Pontos Robert Parker (Safra 2008) I 90 Pontos Robert Parker (Safra 2007) I 90 Pontos Robert Parker (Safra 2005) I 90 Pontos Robert Parker (Safra 2004).
Notas de Harmonização: um vinho versátil, fácil de harmonizar com carnes grelhadas, salsicharia e queijos de pasta mole. Vai bem com cozidos portugueses com vegetais, Caças, Língua, Massas ao molho de tomate ao sugo e Ricota, Bife de fígado, Bacalhoada com tomate, pimentão, batatas e cebola, Massa ao sugo, Picanha, Lombo de porco assado. Sirva entre 15 a 16°C.

Onde comprar: Importado pela Adega Alentejana. Em BH – Adega Alentejana – é representada pelo Edison Vieira –  (31) 9903- 1474 I E-mail: edinhovsantos@ig.com.br i Antonio Salles –  (31) 9615-2860 I E-mail: sallesmoreira@terra.com.br

GAIÃO TINTO 2014 – VINHO REGIONAL ALENTEJANO - PORTUGAL

● Vinho da Semana 19/2016 - ● GAIÃO TINTO 2014 – VINHO REGIONAL ALENTEJANO - PORTUGAL – Vinho produzido pela Sociedade Agrícola da Quinta da Romeira de Cima, S.A. A Companhia das Quintas é uma empresa de capital privado, que possui quatro quintas em algumas das mais notáveis regiões vitivinícolas portuguesas: Douro, Beira Interior, Estremadura e Alentejo. Focados na criação de vinhos de Quinta com elevado padrão de qualidade, com uma equipe de gestão altamente motivada e profissional, a Companhia das Quintas desenvolveu uma vasta gama de vinhos, organizada em cinco grupos de marca. Com base nas castas autoctones e com a marca das Quintas de onde são originários os primeiros quatro grupos de marca são a Quinta da Romeira, Quinta do Cardo, Quinta da Farizoa e Quinta da Cova da Barca. O quinto grupo é designado pela marca Tradição, sendo uma linha multiregião de Denominação de Origem Controlada onde se inserem vinhos das regiões de Bucelas, Palmela, Alentejo, Douro, Beira Interior e Ribatejo. Do mais fresco e frutado Arinto para a mais elegante, perfumada e duradoura Touriga Nacional, a Companhia das Quintas disponibiliza soluções modernas para qualquer tipo de solicitação de mercado. A Companhia das Quintas exporta para todo o mundo, no entanto, numa estratégia de aperfeiçoamento da sua estrutura de distribuição, procura novos parceiros na Alemanha, Dinamarca, Reino Unido e EUA. Marcas líderes: Morgado Santa Catherina, Prova Régia, Quinta da Romeira, Calhandriz, Aristocrata, Charneco, Tradição, Quinta do Cardo, Quinta da Cova da Barca e Quinta da Farizoa.
● Notas de Degustação: Um típico corte alentejano (Aragonez, Trincadeira, Syrah e Alicante Bouschet), muito intenso nos aromas frutados, com o paladar macio e redondo, caracterizando-se por sua jovialidade e nítido caráter gastronômico. Aroma frutado, macio, com notas aromáticas muito presentes. Para muitos apreciadores, é uma das melhores relações qualidade-preço do mercado português e provavelmente brasileiro no que toca a tintos alentejanos. Por ser um vinho elaborado a partir de várias castas, valorizando o corte frutado e macio, não há grande diferença de uma safra para outra. Experimentem e vão ver que agrada em cheio !
● Estimativa de Guarda: mais 3 anos fácil, mas já está excelente neste momento. Pode ser indicado como vinho de gastronomia para acompanhar pratos diversos.
Notas de Harmonização: Especialmente recomendado para acompanhar carnes grelhadas, salsicharia e queijos de pasta mole. Vai bem com cozidos portugueses com vegetais, Caças, Língua, Massas ao molho de tomate ao sugo e Ricota, Bife de fígado, Bacalhoada com tomate, pimentão, batatas e cebola, Massa ao sugo, Picanha, Lombo de porco assado. Sirva entre 14 a 16°C.

Onde comprar: Importado pela CASA RIO VERDE. TELEVENDAS: 31 3116-2300

sábado, 7 de maio de 2016

DIA DAS MÃES NO SARGAS TEM TAÇA DE ESPUMANTE PARA BRINDE E MENU ESPECIAL

O Sargas Restaurante preparou um menu especial para o Dia das Mães, no próximo domingo, dia 08/05, e vai presentear os clientes com uma taça de espumante para o brinde às mamães. O preço por pessoa é R$ 85,00, sem bebidas. Confira o menu especial:

* Entrada: Salada de Rúcula, muçarela de búfala, figo seco e presunto Parma

* Pratos quentes (escolha uma opção): Bacalhau glaçado em maple syrup com nhoque de baroa e salsa de palmito pupunha com tomate

* Bife Ancho Angus, batata ao murro com açafrão da terra e molho poivre vert

* Massa: Casoncelli recheado com batata doce e creme de shitake

* Sobremesa (escolha uma opção): Trouxinha de chocolate com creme Inglês

Compota de maçã com creme de limão

Telefones para reserva: (31) 3298-4150 ou (31) 3296-1372. 
SARGAS RESTAURANTE – Mercure Hotel BH Lourdes
Endereço: Av. do Contorno 7315 – Lourdes

sexta-feira, 6 de maio de 2016

DIAS DAS MÃES NO SARGAS RESTAURANTE

Dia das Mães no Sargas Restaurante

O Sargas Restaurante, no Mercure Hotel Belo Horizonte Lourdes, preparou um menu especial para o Dia das Mães, no próximo domingo, dia 08/05, e vai presentear os clientes com uma taça de espumante para o brinde às mamães. O preço por pessoa é R$ 85,00, sem bebidas. 

O restaurante funcionará de 12 às 16h30, com o menu abaixo:

Entrada:
Salada de Rúcula, muçarela de búfala, figo seco e presunto Parma

Pratos quentes (escolha uma opção):
Bacalhau glaçado em maple syrup com nhoque de baroa e salsa de palmito pupunha com tomate
Bife Ancho Angus, batata ao murro com açafrão da terra e molho poivre vert
Massa: Casoncelli recheado com batata doce e creme de shitake

Sobremesa (escolha uma opção):
Trouxinha de chocolate com creme Inglês
Compota de maçã com creme de limão

Mais informações e telefones para reserva: (31) 3298-4150 ou (31) 3296-1372. Estacionamento com manobrista: R$ 14,00 por carro e por período

SARGAS RESTAURANTE – Mercure Hotel BH Lourdes Endereço:

Endereço: Av. do Contorno 7315 – Lourdes - Belo Horizonte – MG