segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

THE STUMP JUMP VINTAGE 2010 D´AREMBERG – MC LAREN VALLEY - AUSTRÁLIA

● Vinho da Semana 07/2016 ● THE STUMP JUMP VINTAGE 2010 D´AREMBERG – MC LAREN VALLEY - AUSTRÁLIA – The Stump Jump é o nome de uma invenção australiana, um arado especial desenvolvido para saltar as raízes e poupar tempo e esforço ao agricultor fazendo a destoca de áreas que serão utilizadas na agricultura, inclusive para o plantio de vinhedos.

 É em South Australia, região livre da filoxera, que se encontra uma das mais importantes vinícolas da Austrália, a d’Arenberg. A vinícola foi fundada em 1912 - curiosamente, por um abstêmio! - e ganhou sua famosa marca da fita vermelha no finalzinho dos anos 50, quando o filho do fundador decidiu dar o sobrenome de solteira da mãe à empresa familiar. Todas as uvas utilizadas na vinícola são primeiramente suavemente esmagadas em uma prensa francesa de dentes emborrachados e espaçados, de forma a manter os bagos ainda intactos. A prensagem de fato (das uvas brancas antes da fermentação e das tintas logo após a mesma) ocorre nas tradicionais “prensas de tábuas”, que remontam à idade média, o que é justificado pelo enólogo pela delicadeza do procedimento. Finalmente, a fermentação dos tintos ocorre em tanques de concreto revestidos com cera e a dos brancos em tanques de aço inoxidável desenhados pelo próprio Chester, o enólogo chefe e bisneto do fundador. Ainda durante a fermentação, a capa ou chapéu do mosto de alguns dos tintos é revolvida através de pisa, o que pode ser identificado pelo selo impresso no rótulo com os dizeres “Foot Trod”.
            A última geração de enólogos da família, representada por Chester d’Arenberg premiado repetidamente como Winemaker do Ano, soube unir os conhecimentos de longa tradição da família e dos produtores australianos a tecnologia e equipamentos modernos. O cuidado com cada um dos vinhos é minucioso e eles consideram todos os seus vinhos como “feitos à mão”. O vinho branco é uma mistura de uvas brancas que variam de acordo com a colheita, embora tradicionalmente se utilizem Riesling, Sauvignon Blanc e Marsanne (nesta safra o corte foi: 49% Riesling, 29% Marsanne, 22% Sauvignon Blanc – o rótulo cita ainda a Roussane). Sem passagem por carvalho, é um vinho fresco com aromas agradavelmente herbáceos.
● Notas de Degustação: Cor palha com algum reflexo maraelo. O nariz é complexo e elegante por conta do tempo em garrafa. A Riesling dá requinte e classe a este vinho, enquanto a Sauvignon Blanc adiciona uma bela carga aromática de cítricos e herbáceos. A Marsanne e Roussanne acrescentam complexidade, peso e toque de fruta seca (nozes) ao paladar. O vinho é uma mistura exótica de frutas cítricas, frutas amarelas (pêssego e damasco), maracujá, goiaba branca e abacaxi em conserva, num longo e prazeroso fim de boca de fruta seca, isto tudo integrado com uma fina acidez mineral. Um ótimo vinho, do qual tinha uma única garrafa. Um amigo postou e eu fiquei com água na boca
● Guarda: Ainda é fácil de perceber o frutado e frescor ácido do vinho, mas penso que o ideal seria 5 anos.
Notas de Harmonização: Sushi. Lagostins tempurados em crosta de gergelim, servidos ao molho picante de gengibre. Mariscos e frutos do mar. Linguini envolvido em bisque de crustáceos. Vieiras. Simplesmente perfeito com queijo de cabra fresco.
Temperatura de Serviço: 8 a 10ºC

Onde comprei: Estava em minha Adega. Foi comprado em BH na ZAHIL, representada pela REX-BIBENDI: Tel.: (31)3227-3009 ou rex@rexbibendi.com.br / OUTONO 81 - Restaurante e Bar de Vinhos - Rua Outono, nº 81 - Carmo/Sion.

PROMOÇÃO CEPAGE NOBLE

● PROMOÇÃO CEPAGE NOBLE – Uma promoção para abastecer sua adega: ♦ PAGUE 8 e LEVE 12 - Vinho Branco de Sobremesa Chileno Carpe Diem Ambrosia Late Harvest 2012 R$ 55,90 - Caixa com 12 garrafas de R$ 670,80 por R$ 447,20 – preço por garrafa R$ 37,27 / -Vinho Tinto Português Cova da Beira 2011 R$ 35,00 - Caixa com 12 garrafas de R$ 420,00 por R$ 280,00 – preço por garrafa R$ 23,34 / - Vinho Tinto Português Alpedrinha 2009 R$ 49,90 - Caixa com 12 garrafas de R$ 598,80 por R$ 399,20 – preço por garrafa R$ 33,27 / -Vinho Rose Italiano Tenuta Fanti 2012 R$ 49,90 - Caixa com 12 garrafas de R$ 598,80 por R$ 399,20 – preço por garrafa R$ 33,27 / - Vinho Tinto Italiano Montepulciano de Abruzzo “R” 2011 R$ 77,90 - Caixa com 12 garrafas de R$ 934,80 por R$ 623,20 – preço por garrafa R$ 51,94.

♦ PAGUE 9 LEVE 12 - Vinho Tinto Italiano Montepulciano de Abruzzo Eclipse 2012 R$ 42,90 - Caixa com 12 garrafas de R$ 514,80 por R$ 386,10 – preço por garrafa R$ 32,18 / -Vinho Tinto Português Conde de Serpa 2010 R$ 58,90 - Caixa com 12 garrafas de R$ 706,80 por R$ 530,10 – preço por garrafa R$ 44,18 / - Vinho Tinto Francês Chateau Saint-Antoine 2010 R$ 92,90 - Caixa com 12 garrafas de R$ 1.114,80 por R$ 836,10 – preço por garrafa R$ 69,68 / - Vinho Tinto Francês Chateau Le Roudier 2009 R$ 94,90 - Caixa com 12 garrafas de R$ 1.138,80 por R$ 854,10 – preço por garrafa R$ 71,18 / - Vinho Tinto Francês Chateau Tour de Pressac Saint-Emilion Grand Cru 2011 R$ 246,90 - Caixa com 12 garrafas de R$ 2.962,80 por R$ 2.222,10 – preço por garrafa R$ 185,18 / - Vinho Tinto Francês Chateau Tour de Pressac Saint-Emilion Grand Cru 2009 R$ 277,90 - Caixa com 12 garrafas de R$ 3.334,80 por R$ 2.501,10 – preço por garrafa R$ 208,43 / - Vinho Tinto Francês Chateau de Pressac Saint-Emilion Grand Cru 2011 R$ 361,90 - Caixa com 12 garrafas de R$ 4.342,80 por R$ 3.257,10 – preço por garrafa R$ 271,43 / - Vinho Tinto Francês Chateau de Pressac Saint-Emilion Grand Cru 2009 R$ 388,90 - Caixa com 12 garrafas de R$ 4.666,80 por R$ 3,500,10 – preço por garrafa R$ 291,68. Oferta válida para compra de caixa com 12 garrafas. Oferta válida até 20/02/2016. CEPAGE NOBLE – Rua Desembargador Jorge Fontana, 80– Sl.1007–Belvedere ou  Av. Luiz Paulo Franco, 563 – Loja 0004 – Belvedere – Contato: Haroldo Quintão: haroldo.quintao@cepagenoble.com.br / Tel.:(31)2515-5734.

VINÍCOLA AURORA COMEMORA SEUS 85 ANOS DE HISTÓRIA NESTE DOMINGO

● VINÍCOLA AURORA COMEMORA SEUS 85 ANOS DE HISTÓRIA NESTE DOMINGO - A Vinícola Aurora, maior e mais premiada vinícola do Brasil, celebra neste domingo (14 de fevereiro) seus 85 anos de fundação. Fundada por 16 famílias de produtores em 1931, a maior cooperativa vinícola do país conta com 1.100 famílias associadas, que produzem uma safra média anual de 65 mil toneladas de uvas, entre viníferas e de mesa, para a elaboração de 13 marcas, e mais de 200 itens do portfólio da vinícola.
            Presente em todos os estados do Brasil, a Vinícola Aurora possui produtos para todos os perfis de consumidores. Do Aurora Millésime Cabernet Sauvignon aos rótulos de entrada, como Clos des Nobles e Saint Germain, os produtos da Vinícola Aurora são apreciados por experts em vinhos e iniciantes nesse consumo.  É líder no mercado brasileiro em suco de uva integral, vinhos finos e coolers, e exporta para mais de 20 países. Mais premiada do Brasil nos concursos internacionais oficiais, a Vinícola Aurora já soma mais de 500 premiações, mantendo-se como a líder absoluta no ranking das vinícolas mais premiadas do Brasil.

            Além dos prêmios internacionais, a Vinícola Aurora recebe anualmente o reconhecimento das entidades representativas do varejo nacional, com prêmios como melhor fornecedora de vinhos e bebidas alcoólicas em vários estados, entre eles Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás. Premiada pela Associação Brasileira dos Supermercados (ABRAS) como “Lançamento do Ano” em bebidas alcoólicas, em pesquisa ABRAS/Nielsen – 2015 pelo espumante Aurora Brut Chardonnay e, em 2012, pelo Saint Germain Frisante.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

● MORRE GIACOMO TACHIS, PAI DO ESTILO SUPERTOSCANO - Enólogo de rótulos célebres como Sassicaia, Tignanello e Solaia, trabalhou por três décadas na adega da família Antinori, considerado responsável pelo renascimento do vinho italiano, o enólogo Giacomo Tachis morreu neste domingo (7) aos 82 anos.
Nascido em 1933 no Piemonte, norte da Itália, foi um dos primeiros italianos - se não o primeiro - a usar a Cabernet Sauvignon na costa da Toscana, dando origem ao estilo Supertoscano e a rótulos mundialmente célebres como Sassicaia da Tenuta San Guido, Tignanello e Solaia, produzidos para a família Antinori.
Apesar de usar a cepa francesa, era um crítico da globalização do vinho e do abuso da tecnologia da vitivinicultura. Era um entusiasta do terroir e acreditava que um vinho deveria ser sua expressão máxima.
            Formou-se na Escola de Enologia de Alba e começou a trabalhar para os Antinori ainda nos anos 1960. Foi diretor de sua adega histórica por três décadas, quando se aposentou, mas continuou seu trabalho como consultor.

            Tachis morreu em San Casciano Val di Pesa, em Florença, de acordo com o Corrierre della Sera. (Fonte – ESTADÃO – Isabelle Moreira Lima – 08/02/2016).

domingo, 7 de fevereiro de 2016

BACO EM RÍTMO DE CARNAVAL 2016


“ BACO EM RÍTMO DE CARNAVAL “ - As origens do carnaval têm sido buscadas nas mais antigas celebrações da humanidade, tais como as Festas Egípcias que homenageavam a deusa Isis e o Touro Apis.
Há quem diga que as primeiras manifestações ocorreram na Roma dos Césares, as saturnálias, de caráter orgíaco. Contudo, Momo é uma das formas de Dionísio — o deus Baco, patrono do vinho e do seu cultivo, e isto recua a origem do carnaval para a Grécia arcaica. Os gregos festejavam com grandiosidade nas Festas Lupercais e Saturnais a celebração da volta da primavera, que simbolizava o Renascer da Natureza.
Sempre uma forma de comemorar, com muita alegria e desenvoltura, os atos de alimentar-se e beber, elementos indispensáveis à vida.
Com o nome de Carnaval, a festa surgiu, no século XI, com a implantação da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse período de privações acabaria por incentivar a realização de festas nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas. A palavra "carnaval" estaria relacionada com a idéia de "afastamento" dos prazeres da carne marcado pela expressão "carne vale", que, acabou por formar a palavra "carnaval".
Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, os dias de Carnaval são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-feira gorda, em francês: Mardi Gras).
No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os bailes de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos e progressivamente a festa foi tomando o formato atual.
O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no Carnaval parisiense para criar suas festas carnavalescas.
No Brasil, o entrudo, importado dos Açores, Ilha da Madeira e Cabo Verde, foi o precursor do carnaval. Grosseiro, violento, imundo, constituiu a forma mais generalizada de brincar no período colonial e monárquico, e também a mais popular. Consistia em lançar, sobre os outros foliões, baldes de água, esguichos de bisnagas e limões-de-cheiro (feitos de cera), pó de cal (que podia cegar as pessoas atingidas), vinagre, groselha ou vinho e até outros líquidos que estragavam roupas e sujavam ou tornavam mal-cheirosas as vítimas. Foi livre até o aparecimento do lança-perfume, já no século XX, assim como do confete e da serpentina, trazidos da Europa.
Atualmente, o prestígio alcançado pelos desfiles de carnaval, no Rio de Janeiro e em São Paulo, o reaparecimento do Carnaval de rua em Belo Horizonte, e a disseminação das chamadas micaretas trouxeram novas formas ao evento. Alguns críticos dizem que o sentido popular da festa perdeu lugar, mas não creio se seja tão radical.
Não sou Mangueira, mas minha dica é brindar o Carnaval em Verde e Rosa. Ambos bem gelados e refrescantes, farão o papel de abre-alas.

Saboreie por exemplo: o Quinta da Aveleda Colheita Selecionada, Portal do Fidalgo, Quinta de Linhares Azal, entre os verdes. E para os rosados: Viñas del Vero Rosado, Quinta da Lagoalva, Paço do Teixeiró Rosado, Cote-du-Rhône Parallele 45 Rosé, Kankura, Rose Malbec Finca La Linda, Rose Crescendo Altas Quintas, Rose Terra Amata Domaine Sorin, Rose Tempranillo Artero, e Valdelosfrailles. E quem disse que vinho não rima com alegria, confete e serpentina ?

ARATAXIA CHARDONNAY 2009 – PAARL - AFRICA DO SUL

● Vinho da Semana 06/2016 ● ARATAXIA CHARDONNAY 2009 – PAARL - AFRICA DO SUL –  Arataxia quer dizer tranquilidade da alma, ausência de perturbação e realmente o vinho traz uma tranqüilidade incríevl na taça, por conta de seu equilíbrio e vivacidade. O famoso enólogo Kevin Grant foi o primeiro a apostar em um terroir de clima frio na África do Sul para a casta Chardonnay. John Platter, o mais renomado crítico sul-africano, concede as máximas 5 estrelas a Ataraxia, descrevendo seu Chardonnay como brilhante, elegante e intenso. Confere também 5 estrelas ao branco na última safra avaliada. A Wine Spectator, por sua vez, classificou a safra 2005 do Chardonnay com nada menos que 93 pontos - simplesmente a nota mais alta já concedida a um branco sul-africano. Não raro, este vinho engana vários especialistas em degustações às cegas.
 Apesar de ser fruto do Novo Mundo, tem características do Velho Mundo. Dá para dizer que é um pedaço da Borgonha em plena África. Vinhedos próprios em pé franco, localizados no vale de Agter Witzenberg no Norte da Região Paarl. Rendimentos limitados. Colheita manual.Um vinho branco que merece atenção, tanto é que conquistou 93 pontos pela Robert Parker’s Wine Advocate e 5 estrelas pelo guia John Platter, o mais respeitado para vinhos sul-africanos, além de receber vários outros prêmios e ser considerado o “vinho branco do ano” por diversas publicações desde seu lançamento.
● Notas de Degustação: Este vinho se diferencia da maioria dos brancos. É complexo, cheio de aromas e sabores que surgem e ganham peso no nariz e na boca. É encorpado e aceita harmonizações com carnes brancas mais tenras ou até mesmo mais confimrntadas e gordurosas. Bom para guarda, pode evoluir tranquilamente por 10 anos na adega. Mesmo tendo passado 10 meses em carvalho, não se sente aquela madeira excessiva dos Chardonnays do Novo Mundo, e especialmente os norte-americanos. O vinho ganha espaço com notas de castanhas, nozes e avelãs levemente tostadas. Elas dão base aos sabores maduros de frutas brancas, como melão e pêssego. Sua cor amarela quase fluorescente já indica a mineralidade que envolve o paladar. Aromas elegantes de frutas brancas e tropicais como abacaxi de massa branca, pêssego, damasco e ainda notas florais, com toques amanteigados (oriundos da fermentação maloláctica) e tostados, mostrando bela complexidade. Na boca é fresco, sápido, de ótima intensidade e persistência, sensação de vivacidade que convida ao segundo gole. Boa complexidade repete no paladar o perfil aromático.
● Guarda: Minha sugestão é beber este vinho com 5 anos de safra para aproveitar a evolução de complexidade. Entretanto, a guarda recomendada é entre 5 a 10 anos.
Notas de Harmonização: Vai bem com aperitivos, antepastos, peixes, crustáceos, culinária oriental, carnes brancas, risotos, queijos leves. Suflê de queijo gruyère; Vieiras simplesmente salteadas na manteiga de ervas; Seleção de frutos do mar grelhados na chapa, com azeite, tomilho e flor de sal; Lagostins em preparação levemente cremosa. Peixes brancos com creme. Aves com molho creme. Queijos.
Temperatura de Serviço: serva a uma temperatura entre 9 e 11ºC. (um pouquinho mais alta para mostrar toda a elegância e complexidade)

Onde comprei: Em BH: MISTRAL - Rua Cláudio Manoel, 723 - Savassi - BH. Tel.: (31) 3115-2100

LABERINTO SAUVIGNON BLANC 2007 – COLBUN/ TALCA - CHILE

● Vinho da Semana 06/2016 ● LABERINTO SAUVIGNON BLANC 2007 – COLBUN/ TALCA - CHILE – A Viña Ribera Del Lago é um projeto pessoal do conhecido enólogo Rafael Tirado, e fica ao lado do lago artificial Colbún, uma zona fria em que a Sauvignon Blanc se deu bem. o nome vem do formato dos seus vinhedos, plantados em forma de um labirinto, para aproveitar melhor a exposição solar. Vale provar.
 ● Notas de Degustação: Cor palha ainda cristalina, sem nenhum sinal de sua idade, que bem esconde um vinho bem nervoso. O nariz é intenso com notas cítricas (limão siciliano), de aspargo e intenso mineral. Maracujá, flores doces e toques cítricos se mesclam na taça, fazendo com que o vinho (obviamente para quem gosta desse tipo) seja daqueles que você bebe e quer beber o próximo gole, para sentir de novo essas sensações. No paladar o vinho repete o nariz e mostra uma acidez vibrante, que limpa a língua e dá um frescor e crocância impressionantes ao vinho. A mineralidade está bem presente com um final longo. Fácil de perceber a grama cortada, entre traços vegetais. Um ótimo vinho, uma bela surpresa refrescante, e longa persistência. É sem dúvida um vinho que não passa despercebido em degustação nenhuma. Quisera ter mais uma garrafa !!!
● Guarda: superou todas as minhas expectativas, pois pensava que já estive além do ponto. Ainda é fácil de perceber o frutado e frescor do vinho. Creio que abrimos num momento mágico
Notas de Harmonização: Comida Japonesa, Sushi. Lagostins tempurados em crosta de gergelim, servidos ao molho picante de gengibre. Linguini envolvido em bisque de crustáceos. Simplesmente perfeito com queijo de cabra fresco.
Temperatura de Serviço: 8 a 10ºC

Onde comprei: Estava em minha Adega. Foi comprado na CASA DO PORTOEndereço na Rua Felipe dos Santos, n.º 451- Loja 01. Bairro Lourdes. Tel.: (31) 2551-7078. Parece-me que atualamente são importados pela Magum Importadora.