segunda-feira, 30 de novembro de 2015

A HISTÓRIA DO ROMANÉE-CONTI, UMA BOA DICA DE LEITURA E PRESENTE DE NATAL

A HISTÓRIA DO ROMANÉE-CONTI,  UMA BOA DICA DE LEITURA E PRESENTE DE NATAL

Provavelmente o mais conhecido (e um dos menos bebidos) vinho do mundo, o Romanée-Conti é um desejo dos amantes da bebida de Baco mundo afora.

Para conhecer as origens e a história desse que, para muitos, é o melhor vinho do mundo, é necessário viajar pelos séculos até os tempos antigos nos quais os monges que habitavam os mosteiros da região, demarcaram cada um dos principais climats da Borgonha. Entender a passagem dos anos, com a decadência da monarquia francesa de Luís XV onde aparece a figura de Louis-François de Bourbon, o príncipe de Conti, que arremata o vinhedo num leilão promovido pelo Rei, para finalmente chegar ao atual gestor desse patrimônio da França, monsieur Aubert du Villaine.

Entretanto, o livro escrito pelo americano Maximillian Potter, se propõe a contar uma história muito mais atual e que pôs em sério risco um dos vinhedos mais admirados e cultuados do mundo. Ele narra o plano singular para extorquir uma pequena fortuna (um milhão de euros) do domaine através de uma terrível chantagem: envenenar todas as vinhas do precioso vinhedo!


O livro relata todos os bastidores que regem a elaboração desse mito vínico e a história de dedicação de gerações de uma família que recebeu o legado de perpetuar a grandeza do Domaine de la Romanée-Conti.

MALAS PARA VINHOS QUE VIAJAM


MALAS PARA VINHOS QUE VIAJAM

Quem for a França e quiser a aproveitar a viagem para comprar vinho, não precisa mais se preocupar com o transporte das garrafas. A cave Legrand, uma das mais bonitas, tradicionais e completas enotecas de Paris, decidiu expandir sua gama de acessórios com um oferta dirigida principalmente aos turistas brasileiros. A partir de dezembro, estarão sendo vendidas na loja as malas Lazenne, adaptadas para o transporte de vinhos em avião.

As malas, que permitem transportar entre 12 e 15 garrafas de vinho, obedecem à normas internacionais para o transporte aéreo de bebidas alccólicas. Os vinhos são protegidos por um módulo de isopor reforçado, que se integra à estrutura principal, feita de nylon e espuma. Ele não somente mantém a temperatura do vinho, como protege as garrafas de choques externos.

As embalagens podem transportar tanto garrafas do tipo Bordeaux,  quanto de outros formatos, como Bourgogne e Champagne. Um dos pontos fortes do sistema  é o módulo interno de isopor que pode ser retirado. Assim, a estrutura principal pode ser dobrada e acomodada dentro de outra mala quando não estiver transportando os vinhos. Outra vantagem é o peso. São malas bastante leves,  com cerca de  2,5kg  vazias e entre 18kg e 23 kg com os vinhos. Uma maneira segurança, fácil e eficaz de transportar as garrafas.

As malas podem ser adquiridas em Paris, na cave Legrand. Os preços das malas completes (com o módulo de isopor) variam entre 99 e 120 euros e o preço do modulo separado fica entre 10 e 20 euros.  Quem quiser mais informações, pode entrar em contato com Ana Carolina Dani (em português, inglês ou francês) pelo email : ana-carolina@caves-legrand.com

Sobre a Legrand : Inaugurada em 1880, Legrand é uma das mais bonitas, prestigiosas e completas caves de Paris. Tem mais de 5 mil rótulos, de 360 produtores, incluindo desde os maiores crus franceses, até vinhos raros de pequenos produtores. As garrafas compradas na cave também podem ser degustadas, sem nenhum acréscimo, no Comptoir, o bar e restaurante da Legrand, que funciona de segunda à sábado. O acesso ao bar se faz pela belíssima galeria Vivienne. Com seu solo em mosaico e teto de vidro que datam de1823, a galeria, tombada pelo patrimônio histórico, é uma das mais belas de Paris. Somente a arquitetura e a decoração já valem a visita. Desde maio deste ano, a casa oferece também cursos de degustação de vinho em português, ministrados pela sommelière brasileira, Ana Carolina Dani. 

Caves Legrand
1, Rue de la Banque

Metrô : Linha 1, Palais Royal /Linha 3, Bourse.

O CARVALHO E O VINHO

“ O CARVALHO E O VINHO  “ –  Depois da videira o carvalho é a planta mais importante no mundo dos vinhos. Os vinificadores atribuem "cachet", dimensão e valor aos seus vinhos, envelhecendo-os em barris de carvalho. O carvalho francês tem maior reputação e preços mais altos. Menos de 10% dos vinhos criados no mundo envelhece em barrica, e são estes os que chamam a atenção dos enófilos, por serem os melhores.


A madeira tem dois efeitos - dar sabor, cor e taninos aos vinhos que estagiam em suas barricas e permitir um contato maior com o ar, criando estabilização mais harmônica e elegante. Outras madeiras foram (e ainda são), em menor escala usadas para confecção de grandes cubas, como castanho, pinho, acácia e sequóia. O carvalho é a ideal por ser dura, forte, estanque e flexível. Suas características têm afinidade, ainda que por vezes mal compreendidas, com as do vinho. Mais importante é que parte do sabor do carvalho passa para o vinho posto na barrica, e ele envelhece de modo mais estável e natural.
Cubas mais velhas, que já não incorporam aromas ou gosto ao vinho ainda são usadas para "assentar" e clarificar o vinho. As vinícolas investem nas novas barricas visando ter grandes recipientes para fermentação do vinho em qualquer idade, onde as propriedades físicas da madeira podem ser mais úteis do que o inox, ou em pequenas barricas, que transmitem sabor próprio e suas características físicas ao vinho em processo de maturação.
Como a família da videira, o carvalho divide-se num ramo europeu e num americano. O carvalho americano tem sabor mais forte, com um toque adocicado de baunilha; é tão compacto, que se mantém à prova d'água, mesmo logo após serrado. De sabor mais pronunciado, são usados nos vinhos tintos de sabor mais forte, produzidos nas Américas, na Espanha, na Austrália e Nova Zelândia. Cuidadosamente seco, pode ser utilizado com resultados sutis na maturação de vinhos Chardonnay de clima quente.
A França é o maior fornecedor mundial de carvalho europeu, e suas florestas cobrem um quarto do país. O carvalho que será utilizado para a fabricação das barricas deve ter pelo menos 80 anos (o ideal é 100 anos). Há distinção entre carvalhos de grãos revessos, mais porosos, mais tanínicos, como o carvalho de Limousin, no Oeste da França, que é indicado para aguardentes. O carvalho para barricas de vinho provêm do centro da França, da região de Allier e Nièvre/ Nevers, no Alto Loire, ou ainda da Alsácia, como a madeira branca dos bosques de Vosges, Tronçais e Bertranges. Os aromas de baunilha são iniciais, aparecendo notas evoluídas de anis, bálsamo, chocolate, cravo, especiarias, cacau e café. Seus poros são menores do que os do carvalho americano.
Barricas americanas custam entre 700 a 1000 U$S a unidade para 225 lts, com madeira de 50 anos de idade. Barricas francesas alcançam 1200 a 1400 U$S a unidade para 225 lts. O carvalho eslavônio é de intenso uso na Itália. Uma árvore de carvalho permite a construção em média de duas barricas com capacidade para até 300 lts de vinho.
Os tonéis são feitos com aduelas cortadas de compridas pranchas secas ao ar livre, num ambiente não poluído, durante dois ou mais anos. Secar a madeira de modo artificial, acelera o processo, mas interfere na qualidade final do vinho. As aduelas são cortadas e dobradas sobre fogo, fixadas por aros de metal próprios, pregadas para ficarem com a forma do barril. O ponto de torrefação da madeira é importante, pois tonéis superficialmente torrados poderão transmitir mais sabor e taninos do que barricas medianamente torradas.
Quanto maior a barrica, menos contato terá o vinho com a madeira (índice de superfície/volume), dando menor impacto no sentido físico ou gustativo. As barricas tem volume mínimo de 190 lts, sob pena de carregar demais sabor de madeira e taninos nos vinhos. As mais comuns conterão 225 lts-barrica estilo Bordeaux; ou 228 lts-barrica estilo Borgonha. No Novo Mundo é comum 300 lts, para  qualquer tipo de vinho. Para os produtores de Jerez, a barrica ideal é de 600 lts, feita de carvalho americano.
Quanto mais nova for a barrica, mais sabor de madeira e taninos transmitirá para o vinho. Há grande procura por barricas novas, exceto no Piemonte Italiano. Lá é usada até duas vezes na produção de grandes vinhos (top da Vinícola), e mais duas vezes para vinhos de qualidade média. Depois, será usada em vinhos menores, ou para processos de estabilização e clarificação do vinho. A vida útil é de 50/60 anos. E quanto mais viajo pelo mundo do vinho, mais vejo produtores utilizando barricas antigas.
Ainda que só nos primeiros meses, um barril transmita muito sabor ao vinho, enquanto ficar na barrica, mais compostos fenólicos se precipitarão e mais rápido envelhecerá o vinho. Uma opção barata, usada atualmente, é colocar um saco com lascas de carvalho na cuba de fermentação, e esperar que o sabor seja absorvido pelo calor e pelo álcool gerados pela fermentação. Não há vantagens físicas neste processo, o sabor tende a ser mais curto do que num vinho envelhecido em barrica. Os rótulos deste tipo de vinho referem: "envelhecido em carvalho", "influência de carvalho" ou "maturação em carvalho ", mas a omissão da palavra "barrica, ou barril" é evidente.

As lascas (ou "chips" ) não são necessariamente de má qualidade. Cria-se produtos por uma fração mínima do preço de vinhos realmente envelhecidos em barricas, mas há que se ter cuidado para não comprar gato por lebre ! Aliás, pelas informações da OIV e dos produtores de barricas de carvalho apenas 4% do vinho produzido anualmente caberia nas barricas produzidas a cada ano.

GODOLPHIN 2005 – BAROSSA VALLEY – AUSTRÁLIA

● Vinho da Semana 48/2015 ● GODOLPHIN 2005 – BAROSSA VALLEY – AUSTRÁLIA –
O Godolphin na safra 2005 é um soberbo prosseguimento do excelente 2004. Em 2005 foram excepcionais as condições da colheita, com Barossa experimentando uma das temporadas mais suaves no crescimento do vinhedo. O Godolphin 2005 é uma mistura de 80% Shiraz (videiras entre 60-85 anos de idade) e 20% Cabernet Sauvignon (vinhas com 60 anos de idade) proveniente de vinhas velhas plantadas na região Norte Ebenezer do Vale Barossa. Foi 100% envelhecido em barricas novas de carvalho francês, principalmente de 300 litros. Este vinho representa um belo casamento de poder e elegância. Esta é a última safra com o nome Godolphin, pois a partir de 2006 foi rebatizado Anaperenna.
            Em 1888, a família Glaetzer, emigrada da Alemanha para a Austrália se estabeleceu no Vale Barossa, criando uma das primeiras experiências com o cultivo da vinha naquele continente, não poderia fazer idéia da repercussão da iniciativa. A mais nova geração, através de Ben Glaetzer, jovem enólogo da casa, conheceria os píncaros da glória, conseguindo, entre outros tantos louvores, 100 pontos de Robert Parker, com seu Amon-Ra 2006. Ben é filho de outro grande ícone na enologia da Austrália, Colin Glaetzer, fundador da Vinícola em 1995 e autor do legendário vinho E&E Black Pepper Shiraz.
BEN GLAETZER, seu enólogo, formou-se na Universidade de Adelaide, depois de trabalhar em Barossa Valley Estate. Trabalhou também no Hunter Valley e viajou extensivamente por muitas das regiões vinícolas mundos, quando então voltou para Barossa e ingressou na empresa da família.
Robert M. Parker Jr. escolheu Ben como seu Personalidade do Vinho do Ano 2005. Seu rótulo Amon-Ra Shiraz é um dos grandes novos vinhos da Austrália, feito com energia, e elegância. O Godolphin 2004 foi o vencedor da competição australiana para encontrar os melhores shiraz / cabernet sauvignon do país. Novo ouro para Godolphin 2005; nove prêmios Ouro, distribuídos por Glaetzer, Heartland & Mitolo; e dois prêmios de prata. Este é o melhor resultado que um único enólogo teve na história da competição.

 ● Notas de Degustação: cor rubi intenso ainda, quase opaco. No nariz mostra aromas de groselha preta, violeta, cedro, alcaçuz e especiarias. O paladar tem várias camadas de sabores, integrando a groselha preta, cassis e cedro casados com ameixa madura e pimenta branca picante. Creme de cassis, mirtilo, geleia de cereja, pimenta-do-reino, defumado e ervas frescas foram nuances que encontrei neste vinho. Em boca é encorpado, intenso e carnudo, com taninos finos, boa acidez criando um perfeito equilíbrio.
● Guarda: 10 a 15 anos após a safra. Por mim está pronto para beber.
Reconhecimentos: 93RP / 95 Pontos James Halliday.
 Notas de Harmonização: Carnes vermelhas de todos os tipos, carnes de caças. Carne nobre grelhada com delicado molho de pimenta e ervas finas. Paleta de cordeiro com alecrim. Assado de tira, joelho de porco, stinco de cordeiro, risoto de parma, vegetais gratinados
 Temperatura de Serviço: 16 a 18ºC

Onde comprar: Em BH – GRAND CRU – Av. Ns. do Carmo, 1650 - Sion  Belo Horizonte – MG. Tel.: (31) 3286-2796.

SILENI THE PLATEAU PINOT NOIR 2012 – HAWKE´S BAY – NOVA ZELANDIA

● Vinho da Semana 48/2015 ● SILENI THE PLATEAU PINOT NOIR 2012 – HAWKE´S BAY – NOVA ZELANDIA -  O nome Sileni vem da mitologia romana, referindo-se aqueles que figuravam ao lado de Baco, Deus do Vinho, em suas celebrações.

 ● Notas de Degustação: Cor típica de Pinot Noir, rubi translúcido. No nariz mostra aromas de morango, cereja e leve nota terrosa. No paladar  traz sabores de frutas vermelhas, especiarias, e a nota doce, de geléia que acaba balanceada por uma acidez elevada, com final de boca médio. Mostra um bouquet de frutas maduras e um delicioso toque sedoso no palato.O premiadíssimo The Plateau é um excelente Pinot Noir, com a opulência do Novo Mundo e cheio de finesse e elegância. É um Pinot Noir de excelente relação qualidade/preço, incrivelmente versátil, capaz de combinar com uma infinidade de pratos. 100% Pinot Noir.
● Guarda: 5 anos após a safra. Por mim está pronto para beber.
 Notas de Harmonização: carnes vermelhas de todos os tipos, carnes brancas, carnes de caça, pato, ganso.
 ● Temperatura de Serviço: 16 a 18ºC

Onde comprar: MISTRAL - Rua Cláudio Manoel, 723 - Savassi - BH. Tel.: (31) 3115-2100.

TRINITY HILL GIMBLETT GRAVELS SYRAH 2010 – HAWKES BAY – NOVA ZELANDIA

● Vinho da Semana 48/2015 ● TRINITY HILL GIMBLETT GRAVELS SYRAH 2010 – HAWKES BAY – NOVA ZELANDIA - Vinhedos próprios, Gimblett Estate e Gimblett Stones, situados em Gimblett Road, Hawkes Bay`s. Os solos consistem em cascalhos profundos, depositados pelo rio Ngaruroro, quando mudou drasticamente seu curso, no fim dos anos 1860. As uvas foram gentilmente desengaçadas, mas não esmagadas. A fermentação ocorreu em tanques fechados de aço e o chapéu foi mergulhado pelo menos duas vezes ao dia para extração de cor e taninos. A maceração pós-fermentação foi estendida, gerando taninos mais complexos, suavizando e estabilizando o vinho. Em seguida, o vinho passou pela fermentação malolática. A maturação foi feita em uma combinação de barricas novas e usadas de carvalho francês e americano. O corte foi feito depois de 12 meses de envelhecimento em barricas.

 ● Notas de Degustação: Aromas de framboesas, pimenta preta e outras especiarias. Os taninos, que tem complexidade, estrutura e elegância foram amaciados pela guarda. A madeira desempenha um papel secundário no vinho, que mantém o caráter frutado. Corpo médio. Isso tudo, combinado com uma boa acidez, dá a este vinho um excelente potencial de guarda. Seu estilo, lembra um vinho do norte do Rhône, com final de boca longo e agradável.
● Guarda: até 7 anos após a safra. Por mim está pronto para beber, mas pode ser guardado por mais dois anos fácil.
 Notas de Harmonização: carnes vermelhas de todos os tipos, carnes de caças.
 Temperatura de Serviço: 16 a 18ºC

Onde comprar: Em BH: PREMIUM - Rua Estevão Pinto, 351 - Serra - 30220-060 - Belo Horizonte - MG  - 31 3282-1588 I  Em SP: PREMIUM - Rua Apinajés, 1718 - Sumaré - 01258-000 - São Paulo - SP - 11 2574-8303.

TOURNON SHIRAZ MATHILDA CHAPOUTIER 2012 – VICTORIA – AUSTRALIA

● Vinho da Semana 48/2015 ● TOURNON SHIRAZ MATHILDA CHAPOUTIER 2012 – VICTORIA – AUSTRALIA – A Austrália produz alguns tintos e brancos excepcionais, em diversos estilos. O grande destaque entre os tintos é a Shiraz (a mesma Syrah do Rhône), que produz vinhos exuberantes e cheios de fruta, bastante concentrados e encorpados. A Cabernet Sauvignon também dá ótimos tintos, enquanto o país também produz brancos de Chardonnay, Sémillon e Sauvignon Blanc. Alguns vinhos são realmente fantásticos, ao nível dos melhores do mundo. Outros são extremamente saborosos e acessíveis, imbatíveis em sua faixa de preço. Todos são sedutores e marcantes. A diversidade de regiões e produtores é muito grande, dando origem a uma grande variedade de estilos, dos mais exuberantes aos mais clássicos.
              Chapoutier é um dos maiores nomes do Rhône. O genial Michel Chapoutier – um dos maiores enólogos da França, eleito diversas vezes "enólogo do ano" pela Revue du Vin de France – deu uma nova dimensão aos vinhos da região, atingindo a perfeição nas diversas denominações do Norte e do Sul. Os vinhedos são cultivados organicamente e apresentam baixos rendimentos. Chapoutier recebe sempre notas altíssimas de todos os autores e agora produz vinhos exuberantes na Austrália.
● Notas de Degustação: Ao contrário da maioria dos tintos australianos elaborados com a uva Shiraz, o Mathilda - criação do francês Michel Chapoutier - não passa por madeira, sendo maturado em tanques de concreto e de aço inoxidável, o que lhe confere muito frescor e elegância. A safra 2012 mereceu 92 pontos da Wine Spectator, que o descreveu como "fresco e cheio de vida".
● Guarda: Aguenta fácil até 5 anos, mas é melhor nos primeiros anos quando está dominado pelo frescor da fruta.
 Reconhecimentos: WS 92 / RP 91
 Notas de Harmonização: carnes vermelhas de todos os tipos, carnes de caças.
 Temperatura de Serviço: 16 a 18ºC

Onde comprar: MISTRAL - Rua Cláudio Manoel, 723 - Savassi - BH. Tel.: (31) 3115-2100.