segunda-feira, 16 de novembro de 2015

SANCTUARY SAUVIGNON BLANC 2014 – MARLBOROUGH – NOVA ZELÂNDIA

Vinho da Semana 46/2015 ● SANCTUARY SAUVIGNON BLANC 2014 – MARLBOROUGH – NOVA ZELÂNDIA -  A filosofia da Grove Mills é produzir vinhos com o mínimo impacto ambiental. O Pukeko, um belo pássaro que pode ser encontrado na vinícola, reflete o estilo do Sanctuary – vibrante, vivaz e carismático. Com os aromas frutados característicos dos vinhos produzidos em Marlborough, apresenta também no paladar sabores de frutas tropicais e cítricas, que conduzem a um longo e refrescante final.
            As uvas para produção deste vinho são provenientes de vinhedos selecionados nos vales de Wairau, Seventeen e Waihopai. Os solos rochosos e os diferentes microclimas dão uma série de características únicas às uvas, possibilitando a criação de grandes vinhos.
Após a colheita, as uvas são mantidas no frio para reter os aromas frutados. Em seguida, são levemente prensadas e fermentadas a frio, 100% em tanques de aço inoxidável. São usadas leveduras selecionadas para enfatizar o estilo clássico do Sauvignon Blanc de Marlborough.
Os vinhos da Grove Mill têm sempre riqueza de sabores, complexidade, elegância e ótimo equilíbrio. Frutosidade com riqueza e corpo plenos, paladar límpido e fresco, sabores varietais intensos, textura macia, sofisticada e atraente.
 ● Notas de Degustação: Amarelo claro, com notas de frutas cítricas, como abacaxi, limão siciliano e maracujá azedo. No paladar se mostra leve, fresco e equilibrado.
● Guarda: Aguenta fácil até 3 anos, beba-o de pronto aproveitando do seu frescor.
Notas de Harmonização: Bobó de camarão, penne aos quatro queijos, pimentões recheados, casquinha de siri, ostras gratinadas e moqueca com pirão. É o acompanhamento ideal para frutos do mar frescos. Aprecie este vinho com mexilhões e ostras em um dia de verão.
Temperatura de Serviço: 8 a 10ºC

Onde comprar: Em BH: PREMIUM - Rua Estevão Pinto, 351 - Serra - 30220-060 - Belo Horizonte - MG  - 31 3282-1588 I  Em SP: PREMIUM - Rua Apinajés, 1718 - Sumaré - 01258-000 - São Paulo - SP - 11 2574-8303.

domingo, 15 de novembro de 2015

PORCUPINE RIDGE SAUVIGNON BLANC 2014 – AFRICA DO SUL

Vinho da Semana 46/2015 ● PORCUPINE RIDGE SAUVIGNON BLANC 2014 – AFRICA DO SUL - A África do Sul tem se destacado por produzir tintos e brancos de altíssima qualidade, todos muito característicos, de um estilo muito próprio. Os tintos são encorpados e muito típicos, com um destaque para a uva Pinotage, própria deste país. Os melhores brancos também são muito bons, alguns delicados e aromáticos, e outros mais sérios, de bom corpo e grande estrutura.
            Localizado na charmosa região de Franschhoek, onde os vinhos são feito à moda francesa, a Boekenhoutskloof produz alguns dos mais fantásticos e estilosos vinhos da África do Sul. A empresa é o melhor produtor do país para Robert Parker, que concedeu sua maior nota (93 pontos) para o Boekenhoutskloof Syrah, também um dos preferidos de Jancis Robinson. Ele é um “cruzamento entre o foco e precisão dos Côte-Rôtie e o poder e profundidade dos Hermitage. Seu Cabernet Sauvignon também é excelente, “profundo, complexo, extraordinário, lembrando um St. Julien de uma grande safra. Um dos mais finos na África do Sul”, segundo Parker. A marca registrada do talentoso enólogo Marc Kent é a elegância. O fino The Chocolate Block é bastante expressivo, e o nome diz tudo sobre os aromas e sabores a descobrir. Os vinhos da linha Porcupine Ridge são grandes achados e apresentam uma fantástica relação qualidade/preço, com uma finesse raramente encontrada nesta categoria. O Sauvignon Blanc e o Syrah são especialmente recomendados. O tinto The Wolftrap também é bastante saboroso.
 ● Notas de Degustação: um Sauvignon Blanc de excepcional relação qualidade/preço. Amarelo palha, bem jovial, no nariz o vinho é fino e muito aromático. Na boca é saboroso e intenso, vivaz e refrescante, com grande equilíbrio entre a fruta branca (maçã verde e abacaxi) e uma perfeita acidez. Muito recomendado.
● Guarda: Aguenta fácil até 3 anos, mas é melhor nos primeiros anos quando está dominado pelo frescor da fruta.
Notas de Harmonização: Queijos de massa branca, crustáceos, camarões, lagostins, peixes e demais frutos do mar, cozinha japonesa ou para simplesmente bebericar pensando na vida!
Temperatura de Serviço: 8 a 10ºC

Onde comprar: MISTRAL - Rua Cláudio Manoel, 723 - Savassi - BH. Tel.: (31) 3115-2100.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

25.NOV.2015 – 4ª-FEIRA – 20:00HS - ENTENDENDO OS PRIMEIROS E SEGUNDOS VINHOS DOS CHATEAUX DE BORDEAUX


25.NOV.2015 – 4ª-FEIRA – 20:00HS - ENTENDENDO OS PRIMEIROS E SEGUNDOS VINHOS DOS CHATEAUX DE BORDEAUX Os vinhos produzidos nos suntuosos castelos de Bordeaux, muitos com mais de 300 anos, foram classificados em 1855 em cinco categorias. Os primeiros vinhos da classificação, os Premiers Grands Crus Classés, continuam sendo os principais expoentes de Bordeaux, e estão entre os vinhos mais fascinantes, longevos e disputados do planeta. Estamos falando dos Châteaux: Lafite Rothschild, Mouton Rothschild, Latour, Margaux e Haut Brion. Os três primeiros são da pequena comuna de Pauillac, a "Meca" do vinho do Médoc, enquanto o Margaux fica na região de mesmo nome, e o Haut Brion é o único não Médoc dos cinco, pois fica localizado na grande Bordeaux, mais precisamente em Péssac. A grande maioria dos Châteaux de Bordeaux (sejam Premier, Deuxième, Troisième e assim por diante) produz um segundo vinho, ou "Deuxième Vin", abaixo do seu "Gran Vin". Nesse caso, vale ressaltar que não podemos confundi-lo um Deuxième Cru da Classificação de 1855. Por exemplo, o Deuxième Vin do Premier Grand Cru Classé Château Lafite Rothschild é o Carruades de Lafite, enquanto que os espetaculares Château Léoville-Las Cases e Château Cos d'Estournel são Deuxièmes Crus da Classificação de 1855. Ter um segundo vinho não é algo recente nos châteaux de Bordeaux. Em 1904, Léoville-Las Cases fez o seu segundo rótulo (Clos du Marquis) e quatro anos depois foi a vez do Château Margaux desenvolver o Le Pavillon Rouge. No entanto, até a década de 1980, a maioria dos enófilos só conseguiam encontrar no mercado o Les Forts de Latour, o Pavillon Rouge e talvez o Moulin de Carruades (antigo nome do Carruades de Lafite). Atualmente, contudo, quase todos châteaux, mesmo alguns sem classificação, possuem um segundo vinho. Essa tendência ocorreu nos anos 80 especialmente devido às colheitas abundantes daquela década. Alguns, contudo, afirmam que esse fenômeno aconteceu para que os Châteaux mantivessem os preços de seus primeiros vinhos em um patamar elevado. Porém, outros atestam que isso gerou uma melhor qualidade nos rótulos principais. Assim, durante a década de 1990, o número de segundos vinhos cresceu mais de dez vezes. E alguns Châteaux chegaram a produzir até mesmo um terceiro rótulo. 
Se Bordeaux já era complicado de entender antes, agora embaralhou mais? Venha entender de vez esta história provando grandes Segundos Vinhos, Deuxiémes e assim por diante
VINHOS APRESENTADOS: Pavillon Rouge de Château Margaux, Chateau Grand-Puy Lacoste, Chateau Smith-Haut-Lafitte, Le Petit Haut Lafitte, Chateau d´Armailhac, Chateau Potensac, Chapelle de Potensac, e algumas surpresas a mais... SOMENTE 10 VAGAS. 
Reservas pelo Tels.: 8839-3341 (Márcio Oliveira).  Valor Individual: em construção – 
Os interessados poderão enviar mensagem de e-mail para receberem maiores informações
Local: Rua Dominicanos, nº 165- SL.605 - Serra - Belo Horizonte. Horário: 20:00 horas. Datas e programas passíveis de alteração. Os eventos de Vinhos do Márcio Oliveira são para maiores de 18 anos.

02.DEZ. 2015 – 4ª-FEIRA – 20:00HS - ENTENDENDO OS GRANDES ESPUMANTES DO MUNDO

● 02.DEZ. 2015 – 4ª-FEIRA – 20:00HS - ENTENDENDO OS GRANDES ESPUMANTES DO MUNDO Os vinhos produzidos na região de Champagne são excepcionais e cativam todos os amantes de vinho pelo mundo. Mas que se dirá dos demais grandes espumantes produzidos mundo afora. Como entender a influência dos Grandes Champagnes na produção mundial? Serão eles vinhos longevos ? Venha entender de vez a história dos Champagnes e Espumantes provando grandes Vinhos. VINHOS APRESENTADOS: Champagne Pierre Gimonnet Special Club 1er Cru 2000, Champagne Pierre Gimonnet Special Club 1er Cru 2005, Ferrari Brut, Penina Bjana Rosé 2013, e algumas surpresas a mais... SOMENTE 10 VAGAS. Reservas pelo Tels.: 8839-3341 (Márcio Oliveira).  Valor Individual: em construçãoOs interessados poderão enviar mensagem de e-mail para receberem maiores informações. Local: Rua Dominicanos, nº 165- SL.605 - Serra - Belo Horizonte. Horário: 20:00 horas. Datas e programas passíveis de alteração. Os eventos de Vinhos do Márcio Oliveira são para maiores de 18 anos.

A ESLOVÊNIA, SUAS UVAS E VINHOS – PARTE II

“A ESLOVÊNIA, SUAS UVAS E VINHOS – PARTE II “ Os vinicultores e enólogos podem criar qualquer vinho, e entre esses estilos,   predominam os vinhos brancos. O mais comum é o Laski Riesling, que é produzido em três regiões produtoras, sendo que nos últimos anos este vinho começou a ter sucesso, mesmo no exterior. A Malvasia ocorre apenas na região vinícola de Primorska. Entre as castas tintas, a mais importante é a Refosco, e a Teran, que atribui muitos benefícios para a saúde.
CASTAS INTERNACIONAIS - Os vinhos eslovenos são produzidos com cepas de uvas reconhecidas em muitos países produtores, e seus vinhos podem competir com os demais rótulos provenientes do exterior. Há muitos rótulos de vinho tinto com a Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir, Modra frankinja, e que são populares entre os amantes do vinho esloveno. Devido à pequena capacidade de produção, todos os vinhos eslovenos, apesar de atenderem os mais exigentes mercados internacionais, não têm volume para exportação, ficando restritos a apenas alguns dos mais prestigiados restaurantes do mundo.
CASTAS NATIVAS - Na Eslovênia são cultivadas várias videiras nativas para a produção de vinhos de alta qualidade. Nos últimos anos, um dos objetivos dos enólogos locais, principalmente os enólogos de Vipava Valley, é aumentar a produção das castas nativas predominantes nos vinhedos. Além das cepas de Zelen, Pinela, Klarnica e Pikolit, há na região o vinho de cepas como a Grganja Primorska Vitovska e Glera - com a qual se produz vinho branco.
Algumas variedades não-tradicionais ou nativas de vinho branco como Rumeni Plavec, Kraljevina Ranfol, podem ser encontradas em Podravska Posavska. Nesta última região também encontramos um tipo de vinho tinto não-tradicional: Žametovka ou Žametna črnina. A vinha mais antiga do mundo é desta casta que cresce em Maribor e produção de vinho há mais de 400 anos atrás.
COLHEITAS - O período do final de agosto até a primeira quinzena de outubro é quando a maioria das colheitas é feita. As primeiras vindimas são feitas em torno da região vitícola de Primorska onde as uvas amadurecem mais rápido por conta do clima favorável. A colheita mais tardia é feita na região vinícola de Posavje e, em seguida, na região vinícola Podravje. Devido ao pequeno tamanho e fragmentação das explorações, em geral, tem preservado a forma com a colheita das uvas à mão, mas durante anos muitos enólogos também usam máquinas para vindimar as videiras. Claro que a colheita à mão é mais longa e mais difícil do que a feita com máquinas colheitadeiras. Em muitas vinhas, especialmente nas mais jovens, a prensa das uvas ainda é feita à mão.
ESTILOS DE VINHOS - Os vinhos eslovenos são muito diferentes entre si, e estão disponíveis em todos os graus de doçura, desde o mais seco ao mais doce. Especialmente este último inclui um número de vinhos de alta qualidade com a seleção de bagos, colheita tardia e clima frio. Além disso, nos últimos anos, vem se desenvolvendo a produção de vinhos espumantes.
A CALIFÓRNIA DA ESLÔVENIA - Devido ao clima ameno o vale de Vipava, é muitas vezes chamado de a Califórnia eslovena e as castas Zelen produzem vinho com o mesmo nome a partir da Pinela, Klarnica e Picolit - vinho de sobremesa. Além destes, há outros vinhos brancos como Pinot Blanc, Rebula (Ribolla Gialla) e Sauvignon e entre os tintos incluem-se Merlot, Cabernet Sauvignon e Barbera.
Nas colinas pitorescas da área de Goriška Brda, perto da fronteira com a Itália, eles têm condições perfeitas para o cultivo de uvas. Além de ter terra adequada e um terreno inclinado, eles têm um micro-clima benéfico. Portanto, não é de estranhar que entre os habitantes chamados Brici, alguns sejam os melhores produtores e enólogos da Eslovênia. Prosperam muitas uvas brancas como Rebula, Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Blanc e Gris. Os vinhos tintos estão cheios de sabor e aromas florais, os mais comuns são o Merlot e Cabernet Sauvignon.
A TERRA ROSSA - A menor área de produção de vinho na Eslovênia é o planalto entre a Baía de Trieste e Vipava Valley, e é onde a uva nativa Teran é cultivada, uma das especialidades de vinhos eslovenos. O vinho produzido a partir da uva Refosco ganha características especiais devido ao solo vermelho do Karst – “a terra rossa”, criando um vinho potente, encorpado, seco e saboroso. A presença de ferro no solo garante a terra de cor vermelha. O vinho é excelente para acompanhar pratos de carne e, em comparação com os outros vinhos, têm um elevado teor de ácido láctico. A pesquisa médica mostrou que o Karst Teran tem inúmeras propriedades benéficas para a saúde. É um anti-oxidante e reduz significativamente a anemia. Também produzem um vinho doce e licoroso a partir da  uva Teran.
NA TERRA DO REFOSCO - Os vinhedos de Refosco são comuns também na parte eslovena do Istra que se estende através do interior da costa da Eslovênia. Na região mais quente do vinho da Eslovênia nos últimos anos, é possível ver um aumento adicional no vinho da casta Malvasia, além de cepas internacionalmente conhecidas: Cabernet Sauvignon, Merlot e Chardonnay.
VINÍCOLAS VISITADAS E SEUS VINHOS:
VINA BJANA.- Região Primorska. Sub-região Goriška Brda - Biljana 38. 5212 Dobrovo. Brda. Eslovênia. Tel: (00xx386) (0)5 395 92 30 / (0)41 711 760. www.bjana.si
Instalada no coração de Goriška Brda,região pré-alpina montanhosa mas com uma forte influência do Mediterrâneo, a vinícola “Bjana” é famosa pela produção de vinhos espumantes pelo método champenoise, utilizando as castas “Chardonnay”, “Modri Pinot” (Pinot Noir) e a uva local “Rebula”, que maduram nas caves do Château Dorišče do Séc. XIII. Os seus vinhos são envelhecidos em uma adega totalmente restaurada a partir de um dos mais antigos castelos da Croácia, construído pelos Condes de Gorizia e, que em seguida, levou o nome Wyglan. O atual proprietário do castelo é a família de Miran Sirk. O Castelo com a propriedade circundante foi comprado por seu avô Franc Obljubek durante a Primeira Guerra Mundial.
            O papel principal é deixado à natureza, tentando melhor compreender o que acontece na vinha e adega, e assim produzir o melhor vinho que reflita as características ou caráter do terreno e das condições climáticas (terroir) e as variedades a partir do qual é produzido. Variedades – usam três variedades de uva, duas oriundas da Champagne (Chardonnay e Pinot Noir) e variedade Brda Rebula. A Chardonnay dá corpo ao vinho e plenitude aromática, a estrutura vem do Pinot Noir com seu frutado, e a Ribolla acrescenta elegância e frescor.
            Todos os vinhos espumantes Bjana são produzidos pelo método tradicional, com vinificação (produção) do vinho base tranquilo separadamente por variedade em tanques de aço inoxidável ou em 225 litros barris de carvalho (barricas) para o espumante ao estilo Champagne Cuvée Prestige. As uvas são cuidadosamente selecionadas e prensadas, com início imediato da fermentação a uma temperatura constante de 16°C.  Quando os vinhos varietais básicos amadurecem, são preparados os cortes ou misturas para diferentes vinhos espumantes. A proporção exata de cada variedade na mistura depende das propriedades desejadas para os vinhos espumantes e as características do ano em curso.
            O tempo de maturação das leveduras em contato com o vinho é uma das etapas mais importantes na produção dos espumantes, porque neste momento de autólise as leveduras de vinho liberando aminoácidos que darão um sabor único e aroma mais complexo. Quanto mais tempo ficar neste processo, tanto mais aromas, paladares e complexidade, até que chega o momento do dégorgement quando por um procedimento específico, os sedimentos resultantes da segunda fermentação são removidos da garrafa, faz-se a adição do licor de expedição (no caso de Bjana é  um vinho doce de colheita tardia), determinando o nível final de doçura da bebida. No caso do  Espumante Brut Nature (Zero) não há adição de licor de expedição.
            Produz um vinho tranquilo tinto seco de nome STATUS, a base do corte das castas Merlot (70%) e Cabernet Sauvignon (30%). As uvas são colhidas em plena maturação, quando os taninos estão maduros. A maceração tem duração mínima de 45 dias, e em melhores colheitas de até 60 dias. O vinho amadurece em seguida, durante pelo menos 30 meses em barris grande no estilo »botti italiano« (1500 l) e em pequenas barricas de carvalho francês (225 litros). Álcool: 13,5 vol. %.
DVERI PAX VINA. - Região Podravska. Sub-região Štajerska Slovenija. Polički Vrh 1, 2221 Jarenina, Eslovênia. Tel: (00xx386) (0)2 644 00 82 / 31 789 100 www.dveri-pax.com
            Os vinhedos são conduzidos de maneira sustentável à natureza. As uvas são colhidas à mão, delicadamente separadas dos talos, em seguida, com o conhecimento, experiência e tradição entrelaçada com o sucesso das mais modernas tecnologias de produção de vinhos. Com o amadurecimento os seus vinhos desenvolvem uma bela harmonia de frescor, sabor frutado suave e qualidade de cada variedade. A característica mais importante de todos os vinhos é principalmente sua agradável sensação ao serem bebidos.
O vinho é produzido nas edificações da antiga fazenda em Jarenina onde a empresa está sediada. Em maio de 2007, foi concluída a renovação do edifício antigo e em junho de 2007, abriram-se as portas de uma das vinícolas mais modernas da Eslovênia. A adega tem capacidade de armazenamento de 300 mil litros de vinho, dos quais 50 mil litros de vinho são armazenados em barricas de carvalho. A propriedade agrega uma antiga adega, onde muitos convidados podem degustar vinhos num ambiente agradável, e foi um mosteiro beneditino que cultivava a vinha desde 1139. A adega de vinhos é a parte mais antiga do castelo/mosteiro, e há outras construções da segunda metade do século 15.
Via de regra, degusta-se seus brancos, predominantes na região, feitos com uvas “Traminer”, “Riesling” e “Furmint”. Tem um dos maiores portfólios de produção de rótulos e estilos:
Linha Bento - Janez 2013, Riesling 2013, Furmint 2012, Riesling 2012, Pinot Gris 2014, Muscat 2014, Traminer 2012, Sauvignon 2014, Bento RED 2011. A Linha Bento agrega vinhos jovens. São vinhos dominados por aromas primários, características varietais, frescura, leveza e excelente “drinkhability”. Eles são os parceiros ideais para o dia-a-dia e pratos mais comuns. O preço razoável lhes permite desfrutar todos os dias, de seu gosto e personalidade, e até mesmo são indicados para momentos mais exigentes e festivos. São fechados com tampas de rosca, o que lhes permite reter para o seu gosto, criado pela natureza.
Linha Admund - Chardonnay Vajgen 2011, Ilovci Furmint 2011, Sauvignon Vajgen 2012, Chardonnay "V" Vajgen 2011, Sauvignon "V" Vajgen 2008, Riesling "M" Inferno 2009, Pinot Noir 2008 Vajgen, Azul Francônia topo Murska 2008. A Linha Admund representa a oferta de qualidade dos vinhos secos da vinícola. Eles refletem o potencial das vinhas. Feitos a partir de castas nobres com localização em parcelas selecionadas, com amadurecimento prolongado, vívido, de caráter, intensidade e plenitude de sabor são atributos comuns dos vinhos da linha Admund. Adequado para momentos especiais, convidados exigentes, e para a própria indulgência e prazer. Permitem guarda prolongada.
Vinhos espumantes da linha - DP Brut 2009.
Linha e vinhos predicado semi-doce - Traminer 2013, Furmint - Laski Riesling seleção uva passificada 2006, Furmint - uma seleção Chardonnay baga passificada 2005, Furmint, vinho de palha em 2012
CONCLUSÃO: A área de vinhedos do país, que antes da praga da Phylloxera, no século XIX, era de cerca de 50mil hectares, sofreu declínio agravado com a Primeira e Segunda Grande Guerras Mundiais. Hoje a Eslovênia tem cerca de 17mil hectares de vinhedos e sua viticultura tem se desenvolvido bastante desde que se tornou independente da antiga Iugoslávia em 1991. Duas características são fundamentais para entender a cultura da vinha na Eslovênia: o enorme número de produtores que cultivam em sua maioria áreas de 0,6ha e parte significativa (1/5) dos vinhedos estar plantados em solos com inclinações superiores a 30%, lembrando áreas que já visitamos na Alemanha e Douro.
Os vinhos de qualidade dominam as prateleiras, pois somente 30% dos rótulos são da categoria “vinhos de mesa”. A qualidade dos vinhos é meta e garantia de vida para o grande número de pequenos produtores, que em sua maioria produzem entre 700 a 3000 garrafas de vinho por ano, a partir de seus pequenos vinhedos. Além disto, a Associação de Agricultores e Produtores de Vinhos impõem regras restritivas de produção, definindo as castas que podem ser plantadas nas regiões específicas, como o vinhedo deve ser conduzido, bem como os métodos de produção e rotulagem.

De certa forma a Eslovênia está numa encruzilhada entre o Norte e o Sul, entre o Leste e o Oeste. De acordo com as influências francesas, italianas e alemãs as terminologias são semelhantes bem como as conduções de vinhedos e métodos de produção. Os vinhos varietais têm a indicação da uva produtora após o nome do produtor, ao passo que os vinhos de assemblage carregam nos rótulos o nome da região produtora. Para os vinhos de mais alta qualidade, os predicados são similares a nomenclatura alemã.

DOMAINE SORIN TERRA AMATA CÔTES DE PROVENCE 2014 – PROVENCE - FRANÇA

Vinho da Semana 45/2015 ● DOMAINE SORIN TERRA AMATA CÔTES DE PROVENCE 2014 – PROVENCE - FRANÇA – A região da Provença goza de um clima tipicamente mediterrâneo, banhada pelo sol que brilha por mais de 3.000 horas ao ano. A sub-região de Bassin du Beausset é fortemente influenciada pela proximidade do mar Mediterrâneo, e recebe suas brisas moderadoras na fase de amadurecimento da uva. O pequeno anfiteatro de Bandol está protegido dos choques climáticos dos ventos frios do Norte, como o Mistral. As precipitações são escassas e se concentram convenientemente no início da primavera (incentivo vegetativo) e no final do outono (regeneração da terra seca).

● CARACTERÍSTICAS DO SOLO: Solos com forte presença de gredas calcárias do Cretáceo, e também solos avermelhados ricos em ferro.

● OS VINHEDOS E A ADEGA: Vinhedos cultivados em linhas orgânicas, rendimento de 52hl/ha. Elaborado 50% com a técnica da ''pressurage direct'', através da qual as uvas tintas são prensadas pneumaticamente sem maceração pelicular (apenas o tempo para encher a prensa e durante o processo de prensagem); 40% por maceração pelicular à frio e 10% por ''saignée'', sangria de mosto do contato com as cascas tintas. Fermentação em tanques de inox a baixas temperaturas. Bloqueio da fermentação malolática para conservar o frescor do vinho. Corte das uvas: 40% Grenache, 15% Cinsault, 15% Mourvèdre, 10% Syrah, 10% Carignan, 5%Rolle, 5% Ugni Blanc. Amadurece 6 meses em cubas de inox.

 ● Notas de Degustação: Coloração rosa tênue, cristalina, que lembra os rosés de Provence. Mescla aromas de pêssego e damasco maduro, tangerina, sobre impressões minerais. Em boca demonstra maturidade da fruta sem contudo perder o seu vivo frescor. Um vnho leve com delicioso final de boca. Recomendo ter duas garrafas na adega.

● Guarda: Aguenta fácil até 2 anos, beba-o de pronto aproveitando do seu frescor.
Notas de Harmonização: Delicioso vinho de prazer, para ser apreciado por si só; Gratin d'escargots aux épinards (Escargots gratinados com espinafres); Tendrons de veau à la Provençale (Tendões de vitela marinados com vinho branco, ervas, legumes e estufados por 2-3 horas); Gratin de tomates et mozzarella (tomates e mussarela de búfala intercalados e assados ao forno com ervas provençais e um fio de azeite)..
Temperatura de Serviço: 9 a 11ºC

Onde comprar: Em BH - Enoteca Decanter - Rua Fernandes Tourinho, 503 – Funcionários – Belo Horizonte / MG. Telefone: (31) 3287-3618. ROYAL VINHOS - Loja Cruzeiro - Uma tradicional adega, localizada no Mercado do Cruzeiro. End.: Rua Ouro Fino, 452 - Lojas 22 e 23 / Bairro Cruzeiro - Mercado Distrital – Tel.: (31) 3281-3539 - Belo Horizonte | MG.