segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Os 50 Melhores Torrontés na Historia de Argentina no Ranking de Robert Parker

Os 50 Melhores Torrontés na Historia de Argentina no Ranking de Robert  Parker


A Torrontés é uma variedade de uva branca de origem espanhola, da região da Galiza, muito semelhante à Moscatel da qual possui algum parentesco. A uva é cultivada também na Argentina, Portugal e Bulgária entre outros vários países e a cada dia vai ganhando maior popularidade a nível mundial.

Quando se trata de vinhos brancos argentinos, é a Torrontés a casta que tem o papel de uva emblemática, uma vez que seus vinhos são intensamente exuberantes, de uma grande riqueza aromática, sobretudo floral, o que faz que eles sejam inconfundíveis frente a outras variedades de vinhos feitos a partir de uvas brancas.

Na Argentina existem diversos tipos de Torrontés.  De certa forma o que nos chegaram primeiro eram os vinhos feitos em Salta, em pleno deserto. Estes vinhos formaram o perfil dos vinhos da casta, sendo intensamente florais, que para muitos amantes de vinho chegaram a ficar enjoativos. Os vinhos feitos com a Torrontés Riojana têm ótima qualidade, enquanto a Torrontés Sanjuanina e Torrontés Mendocina não são tão bem considerados.

Veja o ranking com as 50 mais altas pontuações de Robert Parker para os Torrontes na história vinícola argentina:

SAFRA                      NOME DO VINHO                          PONTOS
2013   Susana Balbo Signature Torrontes Barrel Fermented                       93
2010   Bodegas El Porvenir de Los Andes Torrontes Laborum        92
2009   Bodegas Etchart Torrontes Gran Linaje 92
2012   Domingo Molina Hermanos Torrontes   92
2012   Finca Las Nubes Torrontes          92
2009   Alta Vista Premium Torrontes       91
2013   Alta Vista Premium Torrontes       91
2011   Bodegas y Vinedos O Fournier Urban Uco Torrontes            91
2011   Coquena Torrontes            91
2010   Crios de Susana Balbo Torrontes           91
2009   Manos Negras Torrontes   91
2011   Susana Balbo Late Harvest Torrontes   91
2010   Susana Balbo Torrontes Late Harvest   91
2009   Accuro Torrontes     90
2011   Alta Vista Premium Torrontes       90
2006   Alta Vista Premium Torrontes       90
2006   Bodega Cicchitti Torrontes           90
2006   Bodega Colome Torrontes            90
2010   Bodega Monteviejo Festivo Torrontes    90
2011   Bodegas Callia Torrontes Reservado     90
2006   Bodegas El Porvenir de Los Andes Torrontes Laborum        90
2008   Bodegas Etchart Torrontes Gran Linaje 90
2010   Camino del Inca Torrontes           90
2010   Carinae Torrontes   90
2011   Crios de Susana Balbo Torrontes           90
2008   Crios de Susana Balbo Torrontes           90
2007   Crios de Susana Balbo Torrontes           90
2009   Crios de Susana Balbo Torrontes           90
2009   Familia Zuccardi Torrontes Serie A        90
2011   Familia Zuccardi Torrontes Serie A        90
2013   Familia Zuccardi Torrontes Serie A        90
2009   Felix Lavaque Don Rodolfo Torrontes   90
2010   Felix Lavaque Felix Torrontes      90
2010   Filus Torrontes        90
2011   Finca Domingo Torrontes 90
2007   Michel Torino Torrontes Don David        90
2012   Passionate Wines La Via Revolucionaria Torrontes Brutal  90
2009   Piattelli Vineyards Premium Torrontes   90
2009   Susana Balbo Torrontes Late Harvest   90
2010   Terrazas de Las Andes Reserva Torrontes       90
2011   Tilia Torrontes          90
2006   Tittarelli Reserva     90
2008   Tukma Torrontes Reserva 90
2011   Vines Of Mendoza Recuerdo Torrontes            90
2013   Bodega Colome Torrontes            89
2009   Bodega Colome Torrontes            89
2008   Bodega Colome Torrontes            89
2009   Bodega Monteviejo Festivo Torrontes    89
2008   Bodega Tapiz Zolo Torrontes       89

2007   Bodegas Etchart Torrontes Late Harvest           89

DICAS PARA SE TORNAR UM BOM CONHECEDOR DE VINHOS


“ DICAS PARA SE TORNAR UM BOM CONHECEDOR DE VINHOS “ –  Para muitas pessoas, uma taça na mão, uma conversa agradável, um vinho de qualidade e sobretudo o clima mais frio e ameno do inverno e já se tem começo a oportunidade de conhecer alguma coisa a mais sobre vinho. O que antes era uma curiosidade passa a ser interesse e vira paixão na maioria dos casos.
E assim, vários leitores do VINOTICIAS me perguntam o que podem fazer para conhecer melhor os vinhos, indo muito além de olhar para as taças e esperar que alguém ajude a traduzir o que o vinho tem para mostrar, ou como seria possível ter uma noção básica e entender um pouco dos mistérios que envolvem o vinho.
Assim, por outro lado, começam também as dificuldades e a busca por dicas de como conhecer a bebida de Baco de maneira mais fácil, ainda mais quando você estiver diante de uma prateleira com milhares de rótulos, nacionais e/ou importados, com o objetivo de escolher o melhor vinho para celebrar uma data especial. Nesta hora, valores como nome do produtor, região, vinhedo, safra, tipo de uva, tudo deve ser levado em conta. A missão, portanto, não é tão simples quanto parece.
Sem dúvida, não basta estudar vinhos para entender do assunto. É preciso provar, e muito, a bebida, ir anotando tudo sobre o vinho de você provou e gostou, e continuar provando mais rótulos.
De qualquer forma, para ajudar os iniciantes, ai vão algumas dicas preciosas:

1 – Antes de mais nada, beba! - O primeiro passo para começar a entender o mundo do vinho é experimentando o maior volume de rótulos possíveis. Procure por vinhos de países diferentes, de regiões e produtores diversos, de safras diferentes, e trabalhe a identificação dos mais suaves, os mais ácidos, os com taninos mais rústicos.
2 – Estude o assunto - Livros, enciclopédias, guias de vnhos, não faltam nas livrarias para quem quer estudar e pesquisar sobre vinhos. O material escrito é um importante apoio para quem deseja começar a entender este universo do vinho.
Para quem é conectado com a internet, tudo fica ainda mais fácil, uma vez que basta digitar a palavra vinho em qualquer buscador para se obter milhares de respostas.
3 – Não tenha timidez por não conhecer tudo sobre o tema - só se aprende errando, e tentando novamente acertar. Se você pretende conhecer mais sobre o assunto, é importante conhecer as diferenças entre cada tipo de uva, provando vinhos de produtores diferentes e observando quão prazeroso testar cada taça. Se você gostar de um rótulo, anote. Se não gostar, valeu pelo aprendizado !
4 – Busque os profissionais do ramo – Outra dica para aprofundar seu conhecimento sobre vinhos é buscar ajuda profissional, seja através de uma associação idônea, de um Curso de Vinhos, ou de uma confraria. A Associação Brasileira de Sommeliers (ABS) existe em vários locais no Brasil, ministrando aulas que ensinam tudo sobre vinho.
5 - Comece pelos Vinhos da sua Adega – Não é necessário investir de início em vinhos caros na busca pelo aprofundamento do conhecimento. Comece por sua adega. Degustar um vinho é bebê-lo procurando entender melhor seus detalhes.
Portanto, comece com os vinhos que tiver em casa e se não tiver ainda nenhum rótulo guardado, a recomendação para quem ainda está iniciando na degustação de vinhos é provar produtos de países do Novo Mundo, especialmente argentinos e chilenos, que têm abordagens mais fáceis do que os europeus, que costumam ser mais complexos.
Não tenha dúvidas, prove vinhos brancos, tintos, espumantes. Tudo faz parte do aprendizado.
6 - Branco ou Tinto – A maioria das pessoas que estão se inicando no mundo do vinho costuma pensar que este é um mundo rubro, onde apenas os vinhos tintos tem real qualidade. Nãotenha dúvida, há bons vinhos brancos e tintos, em todas as faixas de preços e geralmente os brancos são mais refrescantes, mais agradáveis para uma época mais quente do ano. Os tintos serão ótimos com pratos mais marcantes e próprios para dias mais frios.
7 – Guarda – Entenda que “quanto mais velho, melhor !” pode ser um conceito errado para muitos vinhos. A grande maioria dos vinhos atuais são produzidos para consumo imediato e não ganham nada se guardados para serem bebidos daqui 4 ou 5 anos.
Vinhos brancos já estão prontos, ou de outra forma, procure rótulos dentro do universo de 3 anos da safra estampada no rótulo. Em geral os tintos com três ou quatro anos de idade, já estará perfeito para beber. Um vinho tinto europeu do mesmo estilo, levaria pelo menos cinco ou seis anos para ser bebível.
8 – Uma Confraria é uma boa dica para se aprender mais – Uma boa idéia pode ser a de reunir amigos para degustar vinhos, colocar a conversa em dia e neste meio tempo aprofundar o estudo dos vinhos. A troca de experiências é muito interessante e as confrarias são uma boa saída.
Para que o orçamento não fique apertado inicialmente, chame os amigos, divida uma, ou duas garrafas, divida a despesa e descubra o quanto você e seus amigos estão dispostos a investir nesta prazerosa atividade.
9 - A evolução da qualidade do vinho – Pode-se começar por um vinho mais simples, por exempo, um vinho Cabernet Sauvignon, que custa R$ 40, pode ser mais fácil de beber. Mas quando você for bebendo outros vinhos da mesma casta, verá que nem todos serão iguais, mesmo que o preço seja o mesmo. E mais ainda, poderá notar que se gastar R$ 10 a mais poderá beber um vinho melhor ainda.
É que a agregação de valores ao vinho custa dinheiro e o reflexo no seu preço é imediato, influenciando a intensidade aromática, e nos paladares na boca, com fatores como taninos mais finos, equilíbrio e persistência. Quanto mais caro o vinho, ele vai agregando aromas tostados, especiarias. Pode-se dizer que se preço sobe, mudam os aromas e o paladar, mas a recíproca não é verdadeira. Ou seja, cuidado, porque nem sempre o preço é sinal absoluto de qualidade.
10 – Não gaste dinheiro à toa – Se você ainda não é um especialista em vinhos, não é necessário fazer degustações com rótulos acima de R$ 150, por exemplo, acreditando que só acima deste patamar os vinhos são realmente bons. Tudo é questão de evolução do paladar, garantem os que bebem há mais tempo e os especialistas. O valor, no final das contas, não é garantia da qualidade de um vinho.
É apenas um parâmetro, e certamente quando um vinho custa R$ 20 e há outro que custa R$ 100, em princípio a diferença está na melhor produção, no uso de material mais complexo, e o vinho mais caro deve ser melhor.
Mas quando o assunto são os vinhos do dia a dia, já se encontra rótulos muito bons na faixa de R$ 30 a R$ 40, o que é perfeitamente acessível a qualquer público.
11 – Vinhos brasieliros são bons – A velha baixa estima quanto ao produto nacional pode ser deixada de lado. O Brasil tem ótimos vinhos, a começar pelos espumantes e não faz feio quando o tema são brancos ou tintos.
Pode não ter uma longa história, ou tradição, mas nossos vinhos são tão bons quanto a os europeus.
12 – Como começar a provar vinhos - Uma boa maneira de ir experimentando as diferenças entre os diversos tipos de vinho é provar rótulos levando em conta algum tipo de variação. As variedades de uva, por exemplo, são um bom começo.
Prove vinhos das uvas brancas como a Chardonnay, Sauvignon Blanc, Viognier, Moscatel e veja quanta diferença. Nos tintos, começe pelas uvas Merlot, Cabernet Sauvignon, Shiraz, Malbec. Vá percebendo as diferenças e veja quão rico é este mundo dos vinhos.
13 - Comece pelos vinhos jovens - Assim como vinhos mais caros não são garantia de que você vai gostar dos aromas mais sofisticados, os vinhos mais antigos e maduros também podem não te agradar inicialmente.
No começo do seu estudo, é mais interessante degustar safras mais novas, de três a cinco anos de idade, até se sentir mais seguro para avançar no tempo de guarda dos vinhos.
14 - Atenção aos detalhes – Três fatores acessórios são importantes quando você compra um vinho para beber em casa.
O primeiro deles é a escolha da taça onde será servido o vinho, que deve ser de qualidade. A taça tem muita influência na expressividade da bebida tanto no nariz quanto na boca. Não precisa ser sofisticada, mas certamente uma taça de cristal. Do tipo menor para os brancos, um pouco maior para os tintos e uma taça para espumantes. É o suficiente. Se o orçamento estiver apertado, opte pela taça de degustação no modelo ISO.
O segundo ponto a chamar a atenção, é a temperatura adequada para servir seus vinhos. A temperatura inadequada pode tornar a degustação numa atividade desagradável. De forma geral, para brancos e espumantes sirva-os entre 8 a 10ºC. Para tintos, tenha em mente 16 a 18ºC. Fala-se muito em temperatura ambiente, mas esquece-se que a maioria dos livros sobre vinho são escritos na Europa e lá a temperatura ambiente média é da ordem dos 16 a 18º C.
Outra questão é o armazenamento adequado, que pode influenciar o sabor final percebido. Afaste seu vinho de locais com cheiros químicos fortes, com fortes vibrações, grandes variações de temperaturas e luminosidade. Um bom local para guardar seus primeiros vinhos será no fundo do armário embutido. Se estiver com orçamento livre, invista numa adega climatizada, já que ela garante uma conservação ideal e longa guarda.
15 – O melhor está por vir – as dicas são simples e diretas. Podem parecer um pouco complicadas a princípio, mas o ideal é exatamente descomplicar o vinho. Não tenha receio e evite se tornar um enochato. Leia, procure perguntar sobre o tema, prove vinhos, compartilhe descobertas e veja que em pouco tempo irá ganhar um grupo de novos amigos.

            O importante é descobrir que não há uma vinho tinto melhor que um vinho branco, mas que eles são diferentes e que nossos gostos pessoais irão apenas dizer que gostei mais de um e menos do outro. No final, o que vale é o brinde: Saúde !!!

QUINTA DE SAES RESERVA 2008 ESTÁGIO PROLONGADO – DÃO - PORTUGAL

Vinho da Semana 35/2015 ● QUINTA DE SAES RESERVA 2008 ESTÁGIO PROLONGADO – DÃO - PORTUGAL –  A Quinta da Pellada é um dos grandes nomes do Dão, propriedade regida com maestria pela batuta de Alvaro Castro, produzindo alguns dos melhores vinhos do país. O Quinta de Saes Estágio prolongado, como indica o nome, estagia em barricas de carvalho por um longo período mas, devido à ótima qualidade do fruto e da madeira, o carvalho fica muito bem integrado, não superando a deliciosa e abundante fruta. Oferece uma excepcional relação qualidadepreço.
As primeiras referências históricas que se conhecem sobre a Quinta da Pellada aparecem por volta de 1570, e lá existe ainda uma casa do séc. XVI construída de face para um pátio interior, como um solar fortificado.
A Quinta de Saes tem origens muito remotas, as mais antigas referências datam de 1258. A presença da viticultura como atividade agrícola é, igualmente muito antiga: registros de 1527 atestam que Saes pagava de imposto ao Rei, anualmente, a considerável soma de 80 pipas de vinho.
Álvaro de Castro herdou esta propriedade em 1980, dedicando-se exclusivamente a ela, restabeleceu a tradição familiar na produção de vinho, quebrada há duas gerações. Levando a peito as suas referências de juventude e recordando os vinhos produzidos pelo Eng.º Vilhena do centro de estudos de Nelas. O seu primeiro vinho apareceu então com a vindima de 1989. Desde então até hoje tem sido apoiado na enologia pelo Engº. Magalhães Coelho e mais recentemente pela sua filha Eng.ª Maria Castro e também pelo Eng.º Ataíde Semedo.

Notas de Degustação: Rubi com reflexos violáceos. No aroma aparecem as frutas negras maduras (cereja e ameixa), notas de especiarias, floral de violeta, baunilha e nota de café. Paladar frutado, redondo, fresco, com taninos macios, com a fruta e madeira super bem integrada num vinho redondo e elegante. Passa 14 meses em cascos de carvalho francês. Versátil sendo uma ótima companhia para a mais variada gama de pratos. Corte de Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Pinheira, Jaen e Alfrocheiro.
Reconhecimentos: Revista de Vinhos 16,520 pts (2008 ) e João Paulo Martins 16 pontos.
● Guarda: até 10 anos, mas já está pronto para beber !
● Notas de Harmonização: Aves, cordeiro, massas, queijos e carnes grelhadas em geral.
Temperatura de Serviço: 16 a 18ºC

Onde comprar: Em BH: MISTRAL - Rua Cláudio Manoel, 723 - Savassi - BH. Tel.: (31) 3115-2100

CHATEAU DES CHABERTS 2012 CUVÉE DE BACCHUS – PROVENCE – FRANÇA

Vinho da Semana 35/2015 ● CHATEAU DES CHABERTS 2012 CUVÉE DE BACCHUS – PROVENCE – FRANÇA - O inglêses costumam fugir do frio clima de sua terra comprando imóveis na Provence. Na denominação de Coteaux Varois, Betty Ann Cundall, estabeleceu seu Chateau há 25 anos e foi trabalhando discretamente até ganhar medalhas e prêmios por conta de seus vinhos brancos, tintos e rosés. Já são mais de 12 medalhas, incluindo duas estrelas (**) na guia de vinhos Hachette para o vinho rosé do Chateau des Chaberts.
Chateau des Chaberts está localizado em Var interior, uma mistura de montanhas que vão de 600 m para 1000 m de altitude (principalmente coberta por floresta e "garrigue", que é uma vegetação típica local com muitos arbustos e alecrim), e planaltos (altitude de cerca de 400 m).
Isto é tão provençal, com belas aldeias com muitas fontes, alecrim, tomilho, funcho, zimbro que crescem em estado selvagem nas colinas, com vinhedos estão por toda parte. O Domaine está plantado num vale nas primeiras encostas da cordilheira do Loube, uma espécie de parque natural, lar de javalis e vida selvagem de animais naturais da Provence. A altitude traz noites mais frias, o que beneficia os vinhedos com a grande amplitude térmica diária.

● Notas de Degustação: Vinho de cor rose brilhante, límpido. Aromas sutis e elegantes de floral e frutadas frescas vernelhas, com uma nota vegetal ao fundo. Na boca é seco, suave e poderoso ao mesmo tempo, bem fresco.
● Guarda: para ser bebido com prazer de imediato.
Notas de Harmonização: Vai bem com frutos do mar grelhados; Saladas com queijo de cabra fresco; Massas com frutos do mar, .
Temperatura de Serviço: 10 a 12ºC

Onde comprar: AU BON VIVANT - R. Pium-Í, 229 - Cruzeiro, Belo Horizonte - MG, 30310-080. Tel.: (31) 3227-7764

DE MARTINO RESERVA SAUVIGNON BLANC 347 VINEYARDS 2014 – CASABLANCA/ LAS DICHAS - CHILE

Vinho da Semana 35/2015 ●  DE MARTINO RESERVA SAUVIGNON BLANC 347 VINEYARDS 2014 – CASABLANCA/ LAS DICHAS - CHILE – A Viña De Martino foi fundada na década de 1930 no Maipo. Eles foram os primeiros produtores no Chile a rotular um vinho como Carmenère após a descoberta na década de 1990 que a uva Carmenère tinha sido identificada erroneamente como Merlot.
A busca por novas zonas de vinhedos é uma política-chave da empresa, continuando a expandir o repertório de estilos de vinho. A De Martino têm vinhas por todo o caminho de vinhedos de Elqui até Bío ​​Bío. Milhões de anos atrás Chile ficou abaixo do nível do mar e assim, as faixas costeiras apareceram 160 milhões de anos atrás, e, em seguida, a Cordilheira dos Andes, e apareceram os vales. Só recentemente o Chile entendeu que o fundo do vale nem sempre é o melhor terroir para o vinho. O sul do Chile é frio, o norte é quente, mas a proximidade com a costa e as montanhas é tão importante em termos de onde você cultiva as uvas. Além disto, 80% dos solos do Chile vêm da atividade vulcânica e há ainda muitos vulcões ativos. É importante evitar os solos de cinza vulcânica, e encontrar tanto as pedras arredondadas e materiais aluviais das últimas glaciações, há 15.000 anos, ou solos coluviais, cheios de pedras ásperas, produzidas pela atividade vulcânica.
Todas as vinhas da De Martino são cultivados organicamente, embora não sejam certificados, buscando uma comparação ambiciosa com os vinhedos da Romanée Conti com os da aldeia Vosne Romanée. Todas as vinhas da De Martino são enxertadas a partir de suas próprias raízes, com a idéia que se você mudar o porta-enxerto, você muda o lugar. Na visão e experiência da De Martino, se você plantar Cabernet no mesmo local, em três porta-enxertos diferentes, todas eles terão um gosto diferente entre si, e obviamente, os porta-enxertos não permitem a mais pura expressão do terroir.
Os vinhedos que produzem este Sauvignon Blanc estão situados na região mais fria do vale de Casablanca, distando 20 km do Oceano Pacífico e recebendo assim todas as influências da fria corrente de Humboldt que sopra do leste. Os solos são de origem granítica com diferentes níveis de argila, provenientes da Cordilheira da Costa e com uma geologia associada a granitos muito alterados. São vinhedos plantados em 2008, em pé franco, conduzidos em espaldeira tradicional, poda em Guyot duplo, com vindima manual em Março-Abril. A fermentação é feita em tanques de inox a 11-16°C com rápida permanência nos tanques para capturar o frescor da fruta. È engarrafado em garrafas de vidro mais leves.

● Notas de Degustação: Cor verdeal brilhante, límpido e cristalino. Aromas cítricos, toques herbáceos, e nota de grande frescor. Na boca mostra-se de corpo leve, com ótima acidez, a nota mineral vem sob forma sápida, num vinho prazeroso e de longo final. Nenhum traço de madeira e vem com fechamento de tampa de rosca.
● Guarda: já pode ser bebido com prazer.
Notas de Harmonização: Frutos do mar grelhados; Saladas com queijo de cabra fresco; Carpaccio de linguado ao relish de alcaparras; Cozinha Japonesa, em especial com Sushi e sashimi.
Temperatura de Serviço: 10ºC

Onde comprar: Em BH - Enoteca Decanter - Rua Fernandes Tourinho, 503 – Funcionários – Belo Horizonte / MG. Telefone: (31) 3287-3618 / ROYAL VINHOS - Loja Cruzeiro - Uma tradicional adega, localizada no Mercado do Cruzeiro. End.: Rua Ouro Fino, 452 - Lojas 22 e 23 / Bairro Cruzeiro - Mercado Distrital – Tel.: (31) 3281-3539 - Belo Horizonte | MG

domingo, 30 de agosto de 2015

A LISTA 2015 DOS MELHORES VINHOS DO CHILE SEGUNDO O GUIA DESCORCHADOS - Patrício Tápia


A LISTA 2015 DOS MELHORES VINHOS DO CHILE SEGUNDO O GUIA DESCORCHADOS -  Patrício Tápia

Embora no guia de vinhos Descorchados 2015, Patrício Tápia classifique e pontue vinhos de 4 países, a lista foi construída com base em vinhos chilenos.

Melhor tinto
  • Cousiño Macul Lota Cabernet 2009 – 97 Pontos
Melhor branco
  • De Martino Viejas Tnajas Muscat 2013 – 96 pontos
Branco revelação
  • Sierras de Bellavista Riesling 2013 – 92 pontos
Tintos revelação
  • Tabalí Roca Madre Malbec 2014 – 93 pontos
  • Santa Carolina Specialties tinto de Montaña Malbec 2013 – 94 pontos
  • Concha y Toro Marques de Casa Concha País Cinsault 2014 – 93 pontos
  • J.A Jofré Vinos Fríos del Año Carignan Tempranillo Carmenére 2014 – 93 pontos
Marca revelação
  • Sol de Sol, Aquitania
Bodega revelação
  • House Casa del Vino e El Viejo Almacén de Souzal
Melhor Cabernet Franc
  • Maquis Franco 2011 – 96 pontos
Melhor Cabernet Sauvignon
  • Cono Sur Silencio 2010 – 96 pontos
  • Santa Rita Casa Real Reserva Especial 2011
Melhor Carignan
  • Bodegas RE Re Nace Cariñena 2013 – 95 pontos
Melhor Carmenére
  • Concha y Toro Terrunyo Lote 1 2013 – 95
Melhor Chardonnay
  • Aquitania Sol de Sol 2011 – 96 pontos
Melhor Cinsault
  • De Martino Viejas Tinajas 2014 – 94 pontos
Melhor espumante
  • Bodegas RE Re Noir Nature Virgen Pinot Noir – 94 pontos
  • Morandé Nature Chardonnay/Pinot Noir – 94 pontos
Melhor Malbec
  • House Casa del Vino 2013 – 93 pontos
  • Viu Manet Viu 1 2011 – 93 pontos
Melhor Merlot
  • Tres Palacios cholqui 2011 – 93 pontos
Melhor mescla branca
  • Apaltagua Coleccíon Blanc 2014 – 93 pontos
  • Ramirana Gran Reserva 2014 – 93 pontos
  • William Févre 2012 – 93 pontos
Melhor Mescla Tinta
  • Cousino Macul Lota Cabernet 2009 – 97 pontos
Melhor moscatel
  • De Martino Viejas Tinajas Muscat 2013 – 96 pontos
Melhor outras cepas brancas
  • Casa Marin Casona Vineyard Gewurztraminer 2014 – 94 pontos
Melhor outras cepas tintas
  • Lapostolle Collection Monastrel 2013 – 93 pontos
  • Pérez Cruz Chaski Petit Verdot 2012 – 93 pontos
Melhor país
  • Concha y Toro Marques de Casa Concha Limited Edicion 2014 – 93 pontos
Melhor Pinor Noir
  • Maycas de Limarí San Julián 2013 – 93 pontos
  • Montsecano 2013 – 93 pontos
  • Tabalí Talinay 2013 – 93 pontos
Melhor Riesling
  • Sierras Bellavistya 2014 – 94 pontos
Melhor Rosado
  • Bodegas RE Pinotel Pinot Noir Moscatel 2014 – 92 pontos
Melhor Sauvignon Blanc
  • Laberinto 2014 – 96 pontos
  • Leyda Lot 4 2014 – 96 pontos
Melhor Syrah
  • Errázuriz Costa 2013 – 95 pontos
  • Leyda Lot 8 2012 – 95 pontos
  • Undurraga TH 2012 – 95 pontos
Super preço extremo branco
  • Cono Sur Bicicleta Gewurztraminer 2014 – 89 pontos
Super preço extremo tinto
  • Santa Rita 120 Reserva Especial Cabernet Sauvignon 2013 – 89 pontos
Super Preço branco
  • Leyda Garuma Vineyard Sauvignon Blanc 2014 – 94 pontos
Super preço tinto

  • Cacique Maravilla 2014 – 92 pontos
  • Maycas de Limarí Sumaq Pinor Noir 2013 – 92 pontos