domingo, 24 de junho de 2012

POGGIO AI GINEPRI BOLGHERI 2008

POGGIO AI GINEPRI BOLGHERI 2008

A Tenuta Argentiera está localizada na costa toscana a 100 km a sudoeste de Florença, é simultaneamente a vinícola mais próxima do mar (2 Km) e a mais bonita de toda a pequena e prestigiosa região Bolgheri. Situada entre 150 e 200 m acima do nível do mar, tem clima ameno e baixa pluviosidade. Dirigida pelos irmãos Corrado e Marcello Fratini e pelo marquês Piero Antinori, produz três vinhos tintos de excelente qualidade e tipicidade, de cortes ligeiramente diferentes com sangiovese (predominante), syrah, cabernet sauvignon e merlot, a partir de 60 ha de vinhedos de alta.

Uvas: corte de merlot, cabernet franc, syrah e cabernet sauvignon.
Teor alcoólico: 14% - Amadurecimento 60 dias de ciclo (Charmat longo) em tanques de inox.
Notas de Degustação: Cor rubi intenso e profundo, com reflexos violeta. No nariz se apresenta muito intenso e de bom frescor, com aromas de frutas maduras escuras (ameixas, cerejas), e leves notas herbáceas. Na boca é redondo, com boa complexidade. Os taninos são macios. O fim de boca é herbáceo e mostra toque mineral, com notas de alcaçuz e um retro-gosto prazerosamente frutado. Corpo médio. Já dá prazer em beber.
Sugestão de Guarda: Mais de 10 anos
Harmonização: Caças e carnes vermelhas.
Recebeu 2 votos como melhor vinho da noite. Nota Mediana 85/100.
Onde Degustei: DEGUSTAÇÃO DE VINHOS – SOBREVÔO PANORÃMICO SOBRE A ITÁLIA – LE COIN PERDU - BH
Importador: PREM1UM
Contato: (31) 3282-1588  e (11) 2574-8303.
Onde Comprei: MARTPLUS
Quanto: R$ 79,80.

CHIANTI CLASSICO SAN FABIANO DI CALCINAIA 2007

CHIANTI CLASSICO SAN FABIANO DI CALCINAIA 2007

A propriedade agrícola San Fabiano Calcinaia está localizada entre as colinas da prestigiosa zona de Castellina in Chianti, dentro da Denominação de Origem Controlada e Garantida do Chianti Classico. O pequeno borgo medieval foi adquirido por Guido Serio em 1983, e data de 1.000 d.C. Investimentos foram realizados para a construção de uma nova cantina na estrutura do borgo, e os vinhedos foram plenamente reestruturados com plantios de alta densidade: 5.000/6.000 plantas por hectare. Atualmente a área plantada é de 42 hectares, para uma produção anual que gira em torno de 150.000 garrafas, perfazendo-se um baixíssimo rendimento médio de 28hl de vinho por hectare.

A zona do Chianti Classico se estende entre Florença e Siena, no centro da Toscana, e compreende 71.800 hectares. A fascinante paisagem colinar é rica em bosques, oliveiras e videiras, e está na confluência dos climas temperados continental e mediterrâneo. As excursões térmicas são relativamente altas entre o dia e a noite, e as precipitações, concentradas na primavera e no outono, estão na faixa de 600mm/ano. Os solos são bastante variados, com presença de galestro (rochas que se fragmentam em lâminas com pontas vivas), arenarie (rochas obtidas da consolidação de areia e argila), argila e calcário.
A condução técnica da vinícola está a cargo do famoso enólogo Carlo Ferrini, eleito já o “enólogo do ano” no guia Gambero Rosso. Nos últimos anos a vinícola tem se estabelecido como uma das melhores da Toscana, com notas altíssimas nos guias Gambero Rosso, Duemilavini da Associazione Italiana Sommeliers, nas revistas Decanter e Wine Spectator (entrou inclusive na lista dos TOP 100 em 2004 com o Chianti Classico Riserva Cellole 2001).

Este é um toscano da região de Chianti Classico DOCG. Castellina in Chianti – vinhedo San Fabiano (250 metros sobre o nível do mar, exposição sudoeste)
Uvas: Elaborado com 90% de Sangiovese e 10% de outras castas típicas permitidas, passou 14 meses em barricas de carvalho de segundo e terceiro uso.
Notas de Degustação: cor granada e aromas de frutas vermelhas (cerejas), rosas, toque de especiarias e impressões balsâmicas, com notas animais e de couro. Na boca, os taninos estão vivos, robustos, o vinho tem boa acidez. Madeira bem integrada, em equilíbrio com o conjunto. Quente, sápido, de longo final.
Teor alcoólico: 14%
Sugestão de Guarda: 8 anos.
Harmonização: Assados de aves (codornas, perdizes, marreco); Ragú de pato; lombo de porco assado com alho e alecrim; Bistecca alla fiorentina (bisteca bovina maturada, em corte alto, grelhada mal passada).

Recebeu 1 voto como melhor vinho da noite. Nota Mediana 90/100.
Onde Degustei: DEGUSTAÇÃO DE VINHOS – SOBREVÔO PANORÃMICO SOBRE A ITÁLIA – LE COIN PERDU - BH
Onde Comprei: ENOTECA DECANTER – ROYAL VINHOS
Contato: (31) 3287-3618 / (31) 3281-3539
Quanto: R$ 110,35

CERBAIONE SUPERTOSCANO 2004 – TOSCANA

CERBAIONE SUPERTOSCANO 2004 – TOSCANA

As vinhas da Cerbaie Casanuova estão a uma altitude de 300 metros (de altitude) em terrenos que remontam ao período Eoceno, caracterizado por calcário, marga, argila e conglomerado. Sua exposição é predominante no Sul-Oeste e, como tal, pode receber mais luz solar durante o dia. As vinhas crescem também na prestigiada Colina Montorsoli e se estendem até o sopé da colina em que fica Montalcino, beneficiando-se dessa forma de um clima moderado, protegida por barreiras naturais para o norte e oeste, dos ventos quentes ou muito frio do norte, como o vento sul. O solo e sua posição invejável permitem obter excelentes resultados, enriquecendo os vinhos produzidos nesta área.
Região: Montalcino/Toscana/Itália.
Uvas: 80% Sangiovese Grosso (Brunello) e 20% Merlot. Vinhedos em colina privilegiada, colheita manual, envelhecimento em madeira por 16 meses.
Notas de Degustação: segundo a Wine Spectator: "Sedoso, balanceado com caráter de ameixa, frutas vermelhas e cereja. Corpo médio com taninos finos e, belo final com um toque de acidez de limão. Cor: profundo vermelho rubi. Intenso, frutado e redondo com notas de fruta madura, suave madeira . Estrutura marcante,  encorpado com distinta personalidade.
Teor alcoólico: 14%
Sugestão de Guarda: 10 anos.
Harmonização: carnes vermelhas, assados, caça e queijos mais curados.

Recebeu 5 votos como melhor vinho da noite. Nota Mediana 95/100.
Onde Degustei: DEGUSTAÇÃO DE VINHOS – SOBREVÔO PANORÃMICO SOBRE A ITÁLIA – LE COIN PERDU - BH
Onde Comprar: CASA DO VINHO
Contato: CASA DO VINHO: Av Bias Fortes, 1543 - Centro - (31)3337-7177
CASA DO VINHO: Av. Bandeirantes, 504 - Sion - (31)3286-7891.
Quanto: R$ 139,00

LE CUPOLE ROSSO TOSCANO 2007


LE CUPOLE ROSSO TOSCANO 2007

O Le Cupole é "um vinho estonteante, que pode ser bebido ainda jovem ou envelhecido por 10 ou 15 anos", nas palavras de Robert Parker. Elaborado com castas típicas de Bordeaux e um inegável acento italiano, é um tinto de muito estilo - muito elegante e bem talhado, com boa profundidade de fruta e um longo final de boca. Um dos grandes vinhos da Toscana.

Os vinhos da Tenuta di Trinoro são diretos e apetitosos, e apesar das castas bordalesas, não chega a ser austero como um tinto Bordeaux. Por outro lado, são muito mais complexos do que os cortes italianos no estilo francês. Como não se qualifica para qualquer DOC, é rotulado como um IGT - um Geografica Tipica Indicazione de Toscana - não que haja algo remotamente típico sobre este vinho. Ele foi muito bem vinificado, a partir de uvas colhidas a partir de rendimentos pequenos, um rigoroso processo de seleção, alta qualidade de carvalho usado no seu amadurecimento para domar os taninos e dar-lhe longevidade. Sofreu fermentação maloláctica em barrica com um toque de micro-oxigenação para mantê-lo fresco. Belo vinho.

Uvas: Corte de 40% Cabernet Franc, 22% Cabernet Sauvignon, 30% Merlot, 8% Petit Verdot vindos de 20 hect. selecionados na região de Siena, Toscana. Videiras de 16 anos de idade média. 10.000 vides/hec.52 colheitas sucessivas. Vinificação tradicional, com controle de temperatura. Maturado 12 meses em  barricas de carvalho de segundo uso e 10 meses em tanques de cimento.
Temperatura de Serviço: 16 a 18ºC
Teor Alcoólico: 15,5 %
Sugestão de Guarda: Mais de 10 anos
Combinações: Caças e carnes vermelhas.

Recebeu 4 votos como melhor vinho da noite. Nota Mediana 90/100.
Onde Degustei: DEGUSTAÇÃO DE VINHOS – SOBREVÔO PANORÃMICO SOBRE A ITÁLIA – LE COIN PERDU - BH
Onde Comprar: MISTRAL
Contato: (31) 3115-2100  e (11) 2574-8303.
Quanto: R$ 190,80

AMARONE DELLA VALPOLICELLA PASQUA 2008

AMARONE DELLA VALPOLICELLA PASQUA 2008

Fundada em Verona em 1925, a empresa é agora gerida pela segunda geração da família, os irmãos Charles, George e Umberto Pasqua, e está entre as principais vinícolas privadas em Itália. Em junho de 2007, a empresa mudou-se para sua sede moderna em San Felice, no coração das vinhas de propriedade Valpantena na área (nordeste de Verona).
A Filosofia: Tradição e inovação. Os vinhos são o resultado da paixão e dinamismo de uma família que produz excelentes vinhos, a expressão de algumas das melhores regiões vinícolas italianas. Uma família que reconhece e preserva o valor da experiência e tradição, dando espaço para as novas gerações, investindo em sua capacidade de inovar. Este processo de inovação se aplica a todas as áreas de negócio, da produção à distribuição, com cada cliente para estabelecer uma relação de confiança mútua e garantir o investimento contínuo da empresa em instalações de produção, investigação e formação, que é obtida pela operação de uma forma ambientalmente responsável e assumindo responsabilidades sociais.
A produção reflete a política da empresa de promover a tradição na área de Verona. Produz Amarone, Valpolicella, Valpolicella Ripasso, Bardolino e Soave. O portfólio também inclui Pinot Grigio, Chardonnay, Cabernet Sauvignon na área de Veneza (Projeto Sul), os vinhos de Puglia, como Primitivo e Fiano e ainda na Sicília,  com as castas Insolia e Nero D'Avola.

Região: Vêneto / Itália.
Uvas: 65% Corvina, 25% Rondinella, 5% Corvione e 5% Negrara. As uvas, cuidadosamente selecionadas, são colhidas manualmente e colocadas para secar em esteiras de madeira por cerca de 3 meses. Durante este período, as uvas perdem aproximadamente 30% de seu volume original com uma consequente concentração de açucares. Envelhece por 18 - 20 meses em barricas de carvalho.
Notas de Degustação: Um elegante e encorpado tinto de cor rubi intensa. Aromas vibrantes de groselhas, amoras e amêndoas doces com toques de baunilha. Quente, rico, com taninos finos e muito persistente.
Teor alcoólico: 14%
Sugestão de Guarda: 10 anos.
Harmonização: Harmoniza com carnes vermelhas, caças e queijos curados e ricos.

Recebeu 4 votos como melhor vinho da noite. Nota Mediana 90/100.
Onde Degustei: DEGUSTAÇÃO DE VINHOS – SOBREVÔO PANORÃMICO SOBRE A ITÁLIA – LE COIN PERDU - BH
Onde Comprar: CASA DO VINHO
Contato: CASA DO VINHO: Av Bias Fortes, 1543 - Centro - (31)3337-7177
CASA DO VINHO: Av. Bandeirantes, 504 - Sion - (31)3286-7891.
Quanto: R$ 205,00.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

A CASTA CABERNET SAUVIGNON

A CASTA CABERNET SAUVIGNON

Apesar de todo prestígio mundial, o nome Cabernet Sauvignon só chegou ao cenário mundial recentemente. Começou a ser citada em fins do século XVIII com o nome de Vidure, enquanto que a Pinot Noir e Syrah já eram conhecidas desde o Império Romano.

Nesta época, as grandes propriedades começaram a consolidar seus vinhedos, aparecendo produtos mais sérios, com capacidade de envelhecimento. A Vidure foi incluída entre as cepas que reformularam os vinhedos do Barão Hector de Brane, no final do século XVIII, proprietário então do Chateau Mouton e de seu vizinho Armand d'Armailhac.

Até pouco tempo, especulava-se que a Vidure fosse descendente da romana Biturica, citada por Plínio. Em 1997, os cientistas Bowers e Meredith, da Universidade de Davis, na Califórnia, usando o rastreamento de DNA, demonstraram que a Cabernet Sauvignon é fruto do cruzamento da mais delicada Cabernet Franc com a branca Sauvignon Blanc. Este cruzamento se deu naturalmente, como nos casos de amor, nos vinhedos plantados com as duas variedades em Bordeaux, e isto explica o por que da casta vez por outra apresentar as características aromáticas de seus genitores.
Facilmente reconhecível, tem características marcantes, lembrando o cassis, muitas vezes o pimentão verde ( principalmente quando o vinho é jovem ), além de outras frutas vermelhas como amora, ameixa, cereja, podendo apresentar também toques de especiarias, as vezes café, chocolate e ainda tabaco. Em geral os vinhos são ricos em cor, corpo e tanino. Os aromas costumam ser mais perceptíveis, duradouros e intensos que os da Cabernet Franc. Os vinhos feitos com essa uva devem envelhecer durante certo tempo para demonstrar suas qualidades e terem os taninos amaciados.

A casta tem grande capacidade de manter suas características, aromas e sabores independentemente da região onde é cultivada. Isso mostrou ser um forte apelo aos novos consumidores que logo elegeram a Cabernet Sauvignon como padrão de vinho tinto.

A Cabernet Sauvignon, que é uma das castas mais resistentes e produtivas, com alta capacidade de adaptação, tendo sido transplantada para muitas outras regiões, nas quais mantém suas características principais, como na Califórnia, Chile, Austrália, Argentina, é importante na Itália e começa a aparecer na Espanha e Portugal. Tem presença também no Leste Europeu, como na Bulgária, onde a área que ocupa só é suplantada pela da França. A casta Cabernet Sauvignon é sem dúvida a mais importante nos Estados Unidos, transformou-se em símbolo dos tintos chilenos e vem ganhando terreno na Argentina. Na Austrália, onde a Shiraz é a uva principal, a Cabernet Sauvignon vem fazendo progressos nítidos, sendo a tinta dominante na Nova Zelândia, começando a impressionar nos vinhos Sul-africanos. No Brasil, gera bons vinhos, mas tudo faz crer que a casta emblemática nacional será a Merlot, com a qual geralmente é cortada.

Os vinhos criados com a Cabernet Sauvignon promoveram o que podemos chamar de primeira globalização dos tintos, quase que da mesma forma que a Chardonnay criou um conceito mundial para brancos. Deixando de lado a Grenache (Garnacha), que, em alguns lugares não chega a ser uma uva propriamente fina, a Cabernet Sauvignon é hoje a uva mais plantada, apesar de não ter a maior área de plantio no mundo.

MIOLO LOTE 43 -1999 – VALE DOS VINHEDOS – BRASIL

● MIOLO LOTE 43 -1999 – VALE DOS VINHEDOS – BRASIL.
O Miolo Lote 43 é uma homenagem ao italiano Giuseppe Miolo, patriarca da família. O vinho leva o nome da terra recebida pelo imigrante na época. Sua elaboração adapta o conceito do "cru", que se refere ao pedaço especial de terra cultivada com um vinhedo dentro de uma área de denominação de origem controlada. Elaborado somente em safras excepcionais, é um corte de Cabernet Sauvignon e Merlot, reunidos em um corte harmônico selecionado pelo enólogo da família, Adriano Miolo. Utilizando-se das melhores tecnologias de produção, a Miolo, através do Lote 43, lançou seu "ícone", e ao mesmo tempo ajuda a consolidar a imagem do Brasil como produtor de vinhos de alta qualidade. É um vinho que apresenta características próprias para o envelhecimento e possui estrutura suficiente para suportar muitos anos de garrafa.
Envelhecimento nas Barricas: Os vinhos Merlot e Cabernet Sauvignon foram envelhecidos separadamente, 70% em barricas de carvalho francês e 30% em barricas novas de carvalho americano, durante um período de aproximadamente 12 meses. Após o envelhecimento foi realizado o corte de 50% de Merlot e 50% de Cabernet Sauvignon. O vinho foi engarrafado sem nenhuma filtração, para garantir maior intensidade aromática. Envelhecimento nas caves: Após o engarrafamento o vinho foi "estivado" nas caves da Vinícola Miolo para repousar (envelhecimento na garrafa) até o momento de ser comercializado.
Serviço: A temperatura ideal para servir fica entre 15 e 18°C. Para melhor apreciar suas características, aconselha-se decantá-lo de uma a três horas antes de servir. Esse tempo irá maximizar seu bouquet.
Notas de Degustação: Cor vermelho púrpura, com tonalidades que vão do rubi ao ocre no final das bordas. Boa intensidade de aromas, ressaltando os típicos do envelhecimento (Bouquet), como o couro, tabaco, cogumelos (trufas), frutas secas (nozes, avelã), especiarias como baunilha. Na boca mostra-se seco, taninos presentes mas sem incomodar, finos e maduros. Perfil aromático se repete na boca, num vinho de persistência marcante no final-de-boca.
Harmonização: Este vinho, por seu caráter complexo de aromas e textura macia, pede pratos igualmente ricos - isso não quer dizer extravagantes. Os aromas de groselha e notas acarvalhadas pedem carnes de caça grelhadas ou assadas com alho e especiarias; o corte com Merlot confere redondeza e isso permite um carré de cordeiro com molho de hortelã; por seu aspecto evoluído pode ser companhia perfeita para ganso, peru ou porco - carnes com certo teor de doçura. Ensopados, cozidos embutidos, molhos de cogumelos secos, especiarias e massas também ficam a seu lado sem subtrair seu brilho.
(3 Votos como melhor vinho do Evento - 89/100 pontos como NOTA MEDIANA)
Onde Degustei: DEGUSTAÇÃO DE VINHOS DA CONFRARIA BOUCHERIE DU VIN
Fonte: ADEGA DO MÁRCIO OLIVEIRA