domingo, 1 de abril de 2012

RUCA MALEN PETIT VERDOT RESERVA 2009

RUCA MALEN PETIT VERDOT - MENDOZA - 2009 - 14% - Na sub-região de Luján de Cuyo, desde 1998, está localizada a Bodega Ruca Malen com ótima estrutura para atender os enoturistas. Além da Visita com Degustação disponível em três idiomas (Espanhol, Português e Inglês), a vinícola oferece um Jogo de Cortes, Degustações Verticais e Almoços Harmonizados. Uma Sala Privativa de Degustação abriga um lúdico Jogo de Cortes em que grupos de quatro a seis aspirantes a enólogos são convidados escolherem individualmente três cepas para a elaboração de um vinho de corte. Na seqüência as criações são degustadas por todos às cegas e uma eleição sacramenta a de maior destaque. No mesmo espaço acontecem as Degustações Verticais, para até 10 participantes, dos varietais Malbec e Cabernet Sauvignon do rótulo Ruca Malen de diversas safras para comparações degustativas.

Um dos maiores destaques do enoturismo praticado pela Ruca Malen, porém, é o Almoço Harmonizado que acontece diariamente na Bodega. O chef Lucas Bustos é o responsável pela elaboração de um menu em cinco tempos, harmonizado com o mesmo número de vinhos da casa, servido no restaurante da propriedade com belíssima vista para os vinhedos. Destaca-se nesta experiência enogastronômica o rótulo Kinien Malbec 2007 escoltando um medalhão de filé assado com trigo branco, tomates, abóbora, milho doce e perfumado com sal de lavanda.

A Ruca Malen produz três linhas de vinhos sob orientação do enólogo Pablo Cuneo: Yauquén (Chardonnay, Sauvignon Blanc, Malbec e o corte de Malbec e Cabernet Sauvignon), Ruca Malen (Chardonnay, Malbec, Merlot e Petit Verdot) e Kinien (Malbec). Também faz parte do portfólio da empresa o Kinien de Don Raúl, que presta homenagem ao emblemático enólogo argentino que participou diretamente na elaboração deste vinho (2.000 garrafas de uma assemblage de 78% de Malbec, 11% de Merlot e 11% de Trempanillo).

O RUCA MALEN PETIT VERDOT - Cor violeta intensa e brilhante. Aromas de frutas maduras, ameixas e cerejas frescas, com toques florais que harmonizam com as notas de caramelo e baunilha da passagem por madeira (12 meses). No paladar o vinho é bastante volumoso, com ótimo corpo. Sua acidez é persistente e bem equilibrada e seus taninos são doces e muito suaves. Um vinho de excelente persistência em boca e com ótima qualidade aromática e com um característica incomum, pois são raros os monovarietais da Petit Verdot pelo mundo. Importado pela HANNOVER e representada em BH pelo ATHELIER DO VINHO. Degustado no PAPO DIVINO no SPECIALI.

SOBRE O VINHO DA SANTA CEIA E COELHOS ...

SOBRE O VINHO DA SANTA CEIA E COELHOS ...

Ano passado, escrevi sobre o VINHO DA ÚLTIMA CEIA. Os judeus produziam vinho desde os tempos pré-Bíblicos. Chegaram, na Antiguidade, a exportar vinho para o Egito e várias cidades do império romano. Quando os muçulmanos conquistaram a Palestina em 636 da era cristã, impuseram uma proibição ao vinho (e ao álcool em geral) por 1.200 anos. A produção só recomeçou em 1870.
Atendendo a pedidos, pesquisei como teria sido a SANTA CEIA, registrada no Novo Testamento por São Marcos e São Mateus, sem citar o que foi comido, ou que vinho foi bebido. Essa refeição celebrava o Pessach, a Páscoa Judaica, a festa do pão sem levedo, palavra que em hebreu significa proteção, "passagem", "passar sobre" e deriva de instruções dadas a Moisés ao faraó Ramsés III, há 3.000 anos.
Moisés falou ao faraó que se não libertasse os judeus, os primogênitos no Egito seriam mortos. Para se proteger, os israelitas foram instruídos a marcar suas casas com sangue de cordeiro. Assim suas casas seriam identificadas e o problema "passaria sobre" elas.
A Páscoa cristã deriva da judaica. Nelas, o vinho e o pão são fortes símbolos, com sentidos diferentes. No cristão, o corpo e o sangue de Cristo, representados pelo pão e pelo vinho, remetem à salvação do espírito e à vida eterna. No judaico, o pão sem levedo, o matzo, é servido para lembrar a pressa com que os hebreus tiveram que preparar o seu êxodo do Egito.
E quatro taças de vinho são obrigatoriamente bebidas, cada uma simbolizando uma ação relativa à redenção do povo de Israel, em períodos distintos da ceia do Pessach. E a cada taça é feita uma benção, o "kiddush", "santificação". Uma quinta taça é deixada sobre a mesa para ser bebida pelo profeta Elias (Elijah). Dizem que ele vai de porta em porta anunciando a vinda do messias judaico. Estima-se que existam cerca de 13 milhões de judeus em todo o mundo. Assim, faz sentido pensar que o profeta, acabada a noite de Páscoa, vai dormir alegre e profundamente até o próximo ano. Para um rabino citado por Hugh Johnson, o vinho "ajuda a abrir o coração ao raciocínio". O objetivo, portanto, não é a inspiração, nem a embriaguez.
A comemoração da Páscoa é uma data móvel, referência para outras festas, como o Carnaval. A regra anual é festejá-la no domingo que segue a primeira lua cheia do outono - ou primavera no hemisfério norte. E assim acontece desde o ano de 325. A decisão foi tomada pela Igreja Católica Romana, e causou discussão, pois coincidia com festas pagãs que celebravam o início da primavera em alguns povoados europeus. Os deuses celebrados eram Ostera e Esther – daí o termo Easter (Páscoa em inglês).
A "democracia religiosa" é tanta, que nenhuma outra data mundial é comemorada por tantas crenças diferentes. Para a comunidade judaica a festa Pessach ou Passover tem a duração de oito dias. Durante séculos a principal comemoração católica foi a Páscoa - e não o Natal como hoje. A maior diferença entre as datas é a seqüência de fatos que as envolve. A Páscoa inclui momentos como o Domingo de Ramos, a Santa Ceia, Lavagem dos Pés, Morte e Ressurreição - em um ritual que permanece por uma semana.
Na Páscoa Cristã, São Tomás de Aquino, o grande filósofo do século 13, explica o sentido do vinho: ela só pode celebrar-se "com vinho da videira, pois essa é à vontade de Cristo Jesus, que escolheu o vinho quando ordenou tal sacramento [...] e também porque o vinho da uva constitui de certo modo uma imagem do efeito do sacramento. Refiro-me à alegria espiritual do homem, pois está escrito que o vinho alegra o coração do homem".
Os cristãos de Corinto, “das cidades gregas a menos grega e das colônias romanas a menos romana”, associaram a Santa Ceia como uma refeição tomada em grupo. Cada família providenciava o seu próprio alimento. Os mais abastados levavam comida sofisticada e em maior quantidade. Os mais pobres levavam comida simples e em menor quantidade. Os pratos dos ricos não eram misturados com os pratos dos pobres. Os mais gulosos começavam a comer antes dos outros e ficavam empanturrados e outros, com fome. Alguns bebiam além da medida e ficavam bêbados. Tudo mostra a grande hipocrisia destes cristãos e a Santa Ceia, virando uma profanação. Diante de tão grande irreverência, São Paulo registrou em sua primeira carta, escrita lá pelo ano 55: “As reuniões de vocês mais fazem mal do que bem”. A cerimônia da qual participavam de forma alguma poderia ser chamada de Ceia do Senhor, tendo se transformado em comes e bebes. Uma ceia “indigna”, uma vez que ela estava comprometida com glutonaria, bebedeiras e discriminação (1 Co 11.17-34).
Coelho e Chocolate: A imagem do coelho tem influência anglo-saxônica e representa a fertilidade. Essa característica era associada ao animal desde o antigo Egito, pela rapidez de sua reprodução. A Igreja aplica-a no sentido da multiplicação de fiéis. Registros indicam a região francesa da Alsácia como uma das primeiras a integrar o coelhinho nas comemorações de Páscoa, em 1215.
A tradição de decorar ovos provém dos povos egípcios e persas, sempre com o significado de nascimento. A Igreja adotou como símbolo da Páscoa no século 18, mas a função era unicamente decorativa. Os Maias, e posteriormente os Astecas acreditavam que o cacau era o alimento dos deuses. Por isso, talvez o cacau e o chocolate sejam míticos até hoje...". e explique porquê chocolate e vinho despertam tantas paixões. Sendo um alimento dos deuses, não foi difícil associar uma imagem á outra.
Desejo que vocês tenham na Santa Ceia um ato de profunda reflexão pela Paz, com vinhos na medida certa. Feliz Páscoa!

Márcio Oliveira

04.ABR.2012 – 4ª-Feira – PAPO DI VINO/CONFRARIA QUINZENAL – “ VINHOS DA UVA PINOT NOIR ”

04.ABR.2012 – 4ª-Feira – PAPO DI VINO/CONFRARIA QUINZENAL – “ VINHOS DA UVA PINOT NOIR ” – Para muitos, a casta mais sublime e elegante que existe, a Pinot Noir é uma das uvas mais complexas do mundo. De nome charmoso, ela é a grande dama das uvas viníferas européias, particularmente na França de onde é autóctone. Em Sideways, o enófilo americano Miles, reage diferente no diálogo com Maya, a agrônoma pela qual se apaixona. Maya: “ Por que você gosta tanto da Pinot?” - Miles: “ Talvez porque seja a uva mais difícil. Só cresce em lugares remotos e específicos, exige cuidados e atenções especiais, mas, se tratada com carinho, por quem sabe de seu potencial, retribui com os aromas e sabores mais excitantes, sutis e antigos do planeta “. A Pinot Noir é uma casta tinta, originária da França, que hoje é considerada a casta “cinematográfica”. Venha conhecer o porque? Quanto mais você fica sabendo sobre os vinhos, mais prazeres poderá tirar deles. Os vinhos do Evento: ● Fine en Bulles Rose servido com Pães caseiros e azeites especias. ● Arnaud de Villeneuve Vin de Pays d´Oc 2008/ França. ● Adobe Reserva Emiliana 2011 Bio Bio/Chile acompanhando Pizza de peperoncio. ● De Loach Pinot Noir Heritage Reserve 2009 – Califórnia /EUA servido com Brusqueta de funghi trufado. ●  Secreto Viu Manent 2009 – Leyda/Chile harmonizado com Magret de pato com purê de alho. Vagas Limitadas – Valor Individual: R$ 100,00 + Taxa de Serviço. Informações e Reservas: SPECIALI - Rua Fernandes Tourinho, 805 – Lourdes – Tel.: (0xx)31 3284-7060. Vinhos do Evento fornecidos pelo Athelier do Vinho.

sábado, 21 de janeiro de 2012

PETRIGNONE SANGIOVESE RISERVA 2007 TRE MONTI – EMILIA ROMAGNA – ITÁLIA.

PETRIGNONE SANGIOVESE RISERVA 2007 TRE MONTI – EMILIA ROMAGNA – ITÁLIA.
A Tre Monti foi adquirida por Sergio Navacchia nos anos de 1960 e desde 1986 envolve em tempo integral os filhos David e Vittorio. Distribuídos em dois espaços e terroirs, um na Serra (sobre as colinas de Imola), onde também está a adega e o vinhedo de Petrignone, e o outro nas colinas de Forlì, onde está o vinhedo histórico de Thea. Os solos da Serra são predominantemente argilosos, constituídos de argila clara com algumas áreas ricas em calcário, expressando a excelência das uvas da Serra. O solo argiloso de Petrignone é mais evoluído, com a presença de areia que chega a 20% e um terraço pedregoso de rio que emerge de forma desigual nas vinhas de Sangiovese.
Reconhecimentos: O Gambero Rosso, Guia de vinhos italianos mais famoso do mundo (relacionando 2.350 produtores/ 20.000 vinhos, dos quais 402 vinhos receberam  "Tre Bicchieri"), pelo segundo ano consecutivo deu “Ter Bicchieri” para o
Petrignone Sangiovese Riserva
Uvas: 100% Sangiovese.
Características Organolépticas: Cor vermelho rubi brilhante. Aromas intensos de frutas vermelhas, cerejas negras e notas de especiarias e pimenta preta. Na boca, mostra o mesmo perfil aromático, com belo final longo e persistente, taninos de caráter e finesse. Um vinho elegante e vibrante, limpo, vivo.
Guarda e Consumo: Pronto para consumo ou para mais 5 anos.
Harmonização: com pratos substanciosos com presunto di parma, pancetta e bisteca grelhada.
Importador: CASA DO VINHO
Contato: (31) 3337-7177 ou (31) 3286-7891.
Onde Bebi: COMEMORAÇÃO COM FAMILIARES
Onde Comprei: CASA DO VINHO
Quanto: R$ 89,00

IL PIAGGIONI ROSSO TOSCANO VITIGNO SANGIOVESE 2009 – IGT – MONTALCINO – ITÁLIA.

IL PIAGGIONI ROSSO TOSCANO VITIGNO SANGIOVESE 2009 – IGT – MONTALCINO – ITÁLIA.
A Mocali foi fundada em 1960, seu proprietário foi também um dos 25 fundadores do Consorzio da denominação Brunello di Montalcino (O primeiro produtor de Brunello foi Biondi-Santi, em 1888). Os atuais proprietários são Tiziano Ciacci e sua esposa, Alessandra. Expandindo a vinícola familiar, iniciaram em 1987 a aquisição de novos vinhedos, sendo 1990 sua primeira safra operacional na nova gestão. Os Ciacci possuem 32 hectares próximos à histórica cidade de Montalcino. Ali convivem no típico ambiente toscano florestas naturais de pinho e carvalho, olivais e 9 hectares de vinhedos, sendo 6 hectares classificados na DOCG Brunello Di Montalcino. Os vinhos são elaborados exclusivamente com a variedade Sangiovese Grosso, uma variação da Sangiovese que - curiosamente - produz cachos pequenos de uvas também pequenas. Os vinhedos são replantados a cada 25 anos! Não faz parte desse terroir a evolução de “vinhas velhas” tão prestigiada na Espanha (por exemplo). Os vinhedos têm uma densidade de 3.000/3500 plantas por hectare e a produção anual de Brunellos é de 30.000 garrafas. Os terrenos da vinícola são voltados para o mar e por isso sofrem influência de brisas marinhas o que leva as plantas a serem mais robustas e, portanto originarem vinhos também mais robustos. O seu delicioso Il Piaggioni Rosso Toscano, é um vinho de um excelente custo-benefício, assim como os Brunellos da Mocali têm preços bastante atraentes, se comparados a vinícolas mais famosas, sem dever nada à qualidade dos vinhos.  Aliás, seus vinhos são indicados pela Carta de Vinhos da Itália que apresenta uma seleção dos melhores 100 vinhos italianos
Composição de Castas: 100% Sangiovese.
Características Organolépticas: Rubi de boa intensidade, límpido. Aromas de frutas escuras, com notas de café, abrindo-se depois para toques de frutas do bosque, e chocolate. Na boca, lembra ameixa bem madura e cereja. Um vinho com boas notas de frutas escuras, madeira no ponto certo com notas de chocolate. Equilibrado, redondo, de corpo médio a encorpado, taninos robustos, longo e de rico final.
Importador: CASA DO VINHO
Contato: (31) 3337-7177 ou (31) 3286-7891.
Onde Bebi: COMEMORAÇÃO COM FAMILIARES
Onde Comprei: CASA DO VINHO
Quanto: R$ 55,00.

ALTANO 2009 – DOURO - PORTUGAL

ALTANO 2009 – DOURO - PORTUGAL
Um belo vinho, o delicioso Altano foi indicado simplesmente como uma das "Melhores Relações Qualidade/Preço em todo o mundo" pela Wine Spectator! A revista também o classifica como um dos maiores "Top Value" de Portugal. É um corte rico e saboroso de Tinta Roriz e Touriga Francesa, elaborado na Quinta do Sol, propriedade da famosa família Symington no Douro.  Um corte das uvas Tinta Roriz. Touriga Franca, Tinta Barroca, provenientes de vinhedos localizados na região do Douro. Colheita manual e rendimentos limitados. Na vinificação há rigorosa seleção das uvas. Usa leveduras selecionadas na fermentação realizada em cuba de aço inoxidável, onde se faz uma maceração suave a baixa temperatura, com o objetivo de extrair cor e limitando a extração de tanino, criando um vinho aromático e macio. Passa 4 meses em barricas de carvalho francê e americano e mais 4 meses de garrafa antes de sair ao mercado.
Teve os seguintes reconhecimentos:
Revista de Vinhos: "Boa Compra" (08)
Wine Spectator: 88 pontos (05) - "Best Value"
Decanter: 4 Estrelas (04).
Características Organolépticas: Rubi intenso. No nariz, mostra muita fruta vermelha e negra madura como ameixas, cerejas e amoras. Nota- se a madeira sutil e apetitosa.
Boca com boa acidez, um vinho equilibrado e de corpo médio. Finaliza bem na boca, mostrando boa persistência e nenhum amargor. Excelente para beber agora ou para guardar por mais alguns poucos anos.
Guarda e Consumo: Pronto para consumo ou para mais uns 4 anos.
Harmonização - Carne vermelha, aves e queijos com mais estrutura.
Importador: MISTRAL
Contato: (31) 3115-2100  e (11) 2574-8303.
Onde Comprei: MISTRAL
Quanto: R$ 48,40

LUCCARELLI PRIMITIVO DI MANDURIA OLD VINES 2008 – PUGLIA - ITÁLIA

LUCCARELLI PRIMITIVO DI MANDURIA OLD VINES 2008 – PUGLIA - ITÁLIA
Pouca gente sabe que alguns dos mais velhos vinhedos da península itálica estão na Puglia( região correspondente ao “salto da bota”) A Puglia é o berço de vinhas que podem ter até 80 anos de vida. Velhas vinhas de Primitivo, verdadeiras protuberâncias da terra; uma vez por ano lançam ramos verdes ao céu, numa tentativa de se libertarem daquela forma retorcida imposta pela natureza e presenteiam o homem com o fruto de seu esforço.
A uva Primitivo reina quase absoluta na Puglia, mas é na região (DOC) Primitivo di Manduria que mostra suas melhores qualidades. O Luccarelli é produzido pela San Marzano, uma cooperativa que agrega 1.200 viticultores, totalizando 500 hectares de vinhedos no coração da DOC Primitivo di Manduria. Adeptos da modernidade, procuram conciliar a tecnologia com as tradições locais, sem perder a identidade da sua região de origem. O Old Vines Luccarelli é um vinho surpreendente, uma vez que apresenta um estilo mais próximo ao do Novo Mundo, porém mantendo uma personalidade própria. Produzido a partir de vinhas velhas e de uvas super maduras, o resultado é uma mistura explosiva de muita fruta, maciez e álcool. Sim, produtores de todas as partes fazem isso (ou tentam fazer), mas no Luccarelli o resultado é muito feliz.
Características Organolépticas: Cor rubi intenso e escuro, com muita pigmentação na taça. Nariz intenso com fruta madura, lembrando compota de cereja e amora, e ao mesmo tempo, notas de baunilha de carvalho novo, toques de especiarias doces e ervas secas, café, tabaco e chocolate. Em resumo, bela complexidade de aromas. Um vinho encorpado e redondo, com taninos sedosos que ajudam a criar uma grande sensação de maciez; excelente acidez, levando em conta a maturação das uvas. Final muito agradável e com boa persistência. O Luccarelli é um vinho macio e concentrado, como muitos vinhos atuais, porém não deixa a desejar em frescor e vivacidade, graças ao bom equilíbrio fruta/álcool/acidez. Os 14,5% de álcool nem aparecem !!!
Importador: CASA FLORA / PORTO A PORTO
Contato: (11)2842-5199 / (41) 3018-7393
Onde Degustei: COMEMORAÇÃO COM FAMILIARES
Quanto: R$ 145,00