sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

MAS DE CADENET L´ARBAUDE 2009

MAS DE CADENET L´ARBAUDE  2009
França - Côtes de Provence, região de Aix-en-Provence.
Castas Grenache 70%, Cinsault 15% e Carignan 15%.
Teor alcoólico 12,5%
Vinhedos Localizados no pé da famosa montanha Sainte Victoire, imortalizada por Paulo Cézanne. Arbaude (pequeno arbusto da Provence) é o nome da parcela onde são produzidas as uvas, cercadas destes arbustos.Terrenos vermelhos, com óxidos de ferro, e pedregosos, bem drenados e clima seco com bastante vento, frio no inverno e quente no verão. Não precisam de tratamentos químicos. Rendimentos de 55hl/ha.
Vinificação A safra 2008 beneficiou de chuva na primavera, seca no verão e de um amadurecimento lento e ótimo. Safra logo antes do topo de maturidade. Colheita de noite (Temperatura). Esmagamento das uvas. Maceração pelicular à baixa temperatura.Sangria e seleção dos mostos. Separação das borras em baixa temperatura. Fermentação à baixa temperatura (18º). Filtrado
Notas de Degustação: Rosado típico, claro e brilhante. Aromas de frutas vermelhas com um toque de especiarias no final. Vinho fresco na boca, agradável a beber.
Harmonização enogastronômica É um vinho fácil e agradável a beber só ou acompanhado de comidas de verão, saladas, grelhados, frutas, peixes, frutos do mar.
Tempo de guarda Consumir ainda jovem. (1 ou 2 anos)
Serviço Ideal para consumo de 12 a 15ºC.
Onde bebi: ABS-Minas – CURSO DE VINHOS DE PROVENCE (11/2011)

VINHOS DE PROVENCE

Provence é a única região no mundo a focar essencialmente em roses a sua produção de vinho. É uma tradição de mais de 2600 anos.

La Provence et le rosé

RÁPIDA HISTÓRIA DA REGIÃO DE PROVENCE:
O interior da Provence já era habitado por Lígures desde 1000 a.C. A região foi colonizada pelos foceus em torno de 600 a.C. Foram os foceus que fundaram Massalia (hoje Marselha). Massalia aliou-se a República Romana e virou Massilia (séc. II aC). Os romanos passarm a chamar a região de “nostra província”, daí a origem do nome Provence. Em 122 a.C, os romanos fundam Aquae Sextiae (hoje Aix-en-Provence). Desde esta época, a especialidade da região era o vinho rose.

Apesar dos romanos terem introduzido o vinho tinto assim que chegaram, a Provence continuou a produzir vinho rosé. Na realidade, até o século 17 os vinhos tintos representavam uma porcentagem pequena da produção na França e até o séc. 19 não haviam se tornado o maior estilo de vinhos. O vinho tinto era servido a soldados e trabalhadores, enquanto o rose era reservado para a Igreja, a nobreza e a aristocracia.

Foi a ascensão da burguesia que criou demanda e mercado para o consumo de tintos de forma8 mais significativa.

Idade Média: Papado em Avignon trouxe prestígio para o rose.

Era Moderna: região atacada pela filoxera no século 19. A beleza da região foi intensamente retratada por artistas como Cézanne, van Gogh, renoir, Matisse e picasso nos séculos 19 e 20.

Reconhecimento da Qualidade: Em 1935 surge a legislação de AOc na França. A Provence obteve AOC para Cassis em 1936. Bandol e Bellet em 1941.Palette obteve AOC em 1948.

Ascensão do Rose: Mercados chaves do vinho tem hoje bom consumo de rose.

A PROVENCE VITICOLA E VINICOLA



Geologia: Formação da cadeia de montanhas Herciniana no Triássico. Durante o Jurássico e Cretáceo a Provence era mar quente e pouco profundo, com grande deposição de sedimentos. Com o surgimento dos Alpes e Pirineus a região pssou a ter a configuração atual.


MAPA DA REGIÃO PRODUTORA

Carte des Vins de Provence

Região encantada do sul da França, cenário definitivo de algumas das melhores telas de Cezanne e van Gogh, também é conhecida por suas vinículas, que produzem os rosés mais famosos do mundo. Na verdade, a própria região é sinônimo do rosé: ele representa 75% da produção vinícula da Provence. Os vinhedos da ensolarada região se estendem por quase 200 quilômetros, responsáveis pela ampla diversidade aromática dos vinhos da Provence

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

HARMONIZAÇÕES COM PORCHETA ALLA ROMANA NAS FESTAS DE FINAL DE ANO

PORCHETTA ALLA ROMANA: O leitão desossado é conhecido como Porqueta Romana. Temperado e semi-cozido, bastando apenas levar ao forno, com temperatura alta, por uma hora, para que termine o cozimento e fique crocante, é assado inteiro e recheado de iguarias italianas (presunto crú, lombo,etc...) e condimentos, só mesmo saboreando para saber como é essa delícia. A Porchetta Romana, um prato típico da Itália. A sugestão é acompanhá-lo com vinhos tintos italianos, a base de sangiovese, como um bom chianti ou um supertoscano.



Sugestões de Vinhos:
- Rubizzo 2008 Rocca delle Macie – Itália: Rubi intenso e límpido. Aromas vibrantes de cereja e amora, temperados por violeta e leve fundo especiado. Boca esbanjando maciez, com taninos orquestrados a uma acidez vivaz. Importado pela DECANTER.

- Chianti Clássico DOCG 2008 Rocca delle Macie – Itália: Sedutor no nariz, com cerejas, violeta, couro e fundo balsâmico. Estruturado, fresco e de ótima consistência frutada em boca. Importado pela DECANTER.

- Ser Gioveto 2007 Rocca delle Macie – Itália: Rubi intenso. Complexo no nariz, com ameixa seca, couro e húmus. Sólido em boca, com taninos elegantes corroborados por acidez vibrante. Fim-de-boca com agradável nota de amêndoa amarga. Importado pela DECANTER.

- Poggio al Casone Chianti Superiore Riserva 2007 – Toscana – Itália: um vinho criado a partir de 95% Sangiovese - 5% Cabernet Sauvignon, colhidas manualmente nos históricos vinhedos situados nas colinas de Pisa. Vinho complexo no aroma e macio na boca, com toques de chocolate amargo, amêndoas torradas, morango e cerejas pretas. Maturação: 24 meses em grandes barricas de carvalho. Importado pela CASA DO VINHO.

- La Rasina Sangiovese IGT 2008 – Toscana – Itália: Um vinho 100% Sangiovese, complexo no aroma e macio na boca, com toques de chocolate amargo, amêndoas torradas, frutas vermelhas maduras e cerejas pretas. Excelente custo-benefício. Importado pela CASA DO VINHO.

- Poggio Argentiera ai Ginepri Bolgheri DOC 2008 – Toscana – Itália: Cor rubi intenso e profundo, com relexos violeta. Ao nariz se apresenta muito intenso e de bom frescor, com aromas de frutas maduras, cítricos e leve notas herbáceas. No palato é redondo, complexo, sem adstringência. O final é herbáceo e mineral, com notas de alcaçuz e um retrogosto prazerosamente frutado. Importado pela PREMIUM.

- Ornellaia Le Volte Bolgheri DOC 2008 – Toscana – Itália: Corte de 52% Sangiovese, 36% Merlot, 12% Cabernet Sauvignon 14%. Envelhecido 8 meses em barricas de carvalho. Um verdadeiro Baby Super Toscana, com intensidade de frutas, mentol e floral, na boca tem ótima consistência e equilíbrio. Importado pela GRAND CRU.

HARMONIZAÇÕES COM LEITÃO NAS FESTAS DE FINAL DO ANO

LEITÃO: Em várias culturas ocidentais não pode faltar um leitãozinho assado à mesa em festas como Natal. Sua carne rosada é magra e macia. Dependendo da raça, e tempo de vida e abate (no mínimo recomenda-se 21 dias, nos quais o leitão é alimentado apenas com leite), o peso varia de 3 a 6 quilos. Ele está presente à mesa de vários países com nomes sugestivos quanto à sua dieta, como cochon de lait ou porcelait, na França; sucking ou sucking pig nos países de língua inglesa; porcellino ou maialino di latte na Itália; e cochinillo ou tostón nos países de língua espanhola. Os temperos típicos são o alho, louro, alecrim, pimentas, vinagre, limão, vinho e deve apresentar a pele crocante. No Brasil, uma das formas de preparo é à pururuca, que pode ser feito com qualquer leitão, mas fica melhor ainda se for pequeno, pois o calor assa a carne de maneira uniforme, deixando-a macia e suculenta, em contraste com a pele tostada e crocante. Se, na maioria dos casos, o leitão passa uma noite em marinada aromática, em Segóvia, na Espanha, o cochinillo leva apenas sal, o que pressupõe um produto de ótima qualidade, pois não haverá tempero forte a mascarar o sabor natural. Ele é assado lentamente na brasa (de preferência). Recheado ou não, desossado ou cortado em pedaços, o leitãozinho pode ser assado de vários modos, com temperos e acompanhamentos diferentes. Em alguns fornos, os leitões são enfiados num espeto e o seu interior é banhado com o molho feito com muito alho, pimenta branca, banha e sal. Em alguns fornos os leitões são assados em formas. Retirado o leitão para fora do forno, o excesso do molho é escorrido por um dos orifícios feitos pelo espeto (boca e rabo). Na hora de ser servida, a iguaria é banhada com esse suco, o que confere um sabor extraordinário. Que vinho harmonizar com este prato untoso? A dica fica por conta da acidez e tanicidade. Boa opção para vinhos da casta Baga ou da Tannat.



Sugestões de Vinhos:
- Luis Pato Baga 2007 -Bairrada – Portugal: O tinto Luis Pato é o tradicional Bairrada da casa, proveniente da cepa Baga, de vinhas próprias. É envelhecido em pipas de 650 litros de carvalho francês, o que lhe confere maior equilíbrio e maciez. Trata-se de um vinho de excelente relação qualidade/preço, muito aromático, saboroso e com taninos marcantes, mas redondos. Recomendação imperdível para Leitão, mas acompanha muito bem carnes vermelhas, caça e bacalhau. Importado pela MISTRAL.

- Bairrada 2008 Casa de Saima – Portugal: Rubi intenso e concentrado. Aromas de fruta escura, sob tons florais e resinosos (eucalipto). Boca macia, sápido, com taninos presentes e muito bem integrados ao conjunto. Importado pela DECANTER.

- Bouza Tannat 2008 – Uruguai: Coloração púrpura intensa. Excelente expressão de frutas vermelhas maduras, em particular ameixas e groselhas, além de tons de café e alcaçuz. Enche a boca com taninos firmes e ótimo frescor. Importado pela DECANTER.

- Pizzorno Reserva 2007 – Canelones – Uruguai: Um tannat 100% envelhecido 12 meses. Vermelho intenso com reflexos violetas. Aromas de ameixas maduras, morangos, lavanda e baunilha, com notas de especiarias. Um vinho que ingressa na boca com a doçura típica deste varietal. Corpo equilibrado e grande estrutura, com presença de taninos maduros. Importado pela GRAND CRU.

HARMONIZAÇÕES PARA PERU NAS FESTAS DE FINAL DE ANO

PERU: a carne branca e de sabor suave vai bem com um tinto com pouco tanino ou até um branco encorpado de aroma mais intenso. Se a receita tiver um molho adocicado, por exemplo, um bom caminho é um branco da uva chardonnay. O Peru de Natal também vai bem com espumantes e brancos estruturados. Um Chardonnay talvez seja a escolha mais prática, com toques frutados que combinam com as frutas que costumam acompanhar o peru, como pêssegos, damascos e outras do mesmo tipo. Entretanto, um vinho com taninos suaves e fundo de boca frutado, pode valorizar a carne e os acompanhamentos, no caso dos tintos opte por um Pinot Noir, Malbec ou Syrah não fará feio. A minha sugestão fica por conta de um bom Tempranillo.

9 dicas para um peru de Natal perfeito

Sugestões de Vinhos (as safras disponíveis poderão variar):
- Catena Alta Chardonnay 2009 -  Mendoza – Argentina: O fato de o vinho ficar alguns meses na barrica o torna extremamente aromático e com bom peso na boca. Isto possibilita uma combinação harmoniosa junto ao sabor do peru e o adocicado de alguns molhos e purês à base de frutas, como maçã. O vinho é importado pela MISTRAL.

- Piodilei Chardonnay 2008 – Piemonte – Itália: De um pequeno vinhedo em Barbaresco vem as uvas, colhidas sempre bem maduras, para este vinho, um dos grandes brancos italianos. Intenso e rico no nariz, com notas de pêssego, abacaxi, especiarias e amêndoas. Na boca, tem boa estrutura, é macio, fresco e persistente. De certa forma, pela grande elegância, lembra um Mersault. O vinho é importado pela DECANTER.

- Amayna Chardonnay 2009 – Vale de San Antonio - Chile : Um grande Chardonnay produzido na fria região de San Antonio, talvez a mais entusiasmante descoberta no Chile para brancos de grande finesse. Muito sofisticado e elegante, mostra muita classe e ótima presença de boca. Para Parker, que o classificou com 91 pontos, "é uma revelação para os Chardonnay chilenos". A safra 2006 foi surpreendente: Robert Parker concedeu 93 pontos ao vinho e a Decanter: declarou-o como "Melhor Branco do Novo Mundo". O vinho é importado pela MISTRAL.

- Gazur Ribera del Duero 2008 (Telmo Rodriguez) - Ribera del Duero – Espanha: Descrito como um vinho complexo e aromático por Robert Parker - que aponta o tinto como um dos melhores achados da Espanha - o Gazur mostra toda expressão da Ribera del Duero em uma versão que traduz a riqueza e exuberância atingidas pela casta Tempranillo na região, sem influência de barricas de carvalho. Franco, saboroso e cativante, é um tinto que combina muito bem com uma infinidade de pratos. O vinho é importado pela MISTRAL.

- Artero Tempranillo La Mancha 2009 – Espanha: Rubi com halo violáceo. Aromas de romã madura, groselhas e amoras, sobre notas de ervas e folhagem úmida. Impacto macio e frutado, com ótimo equilíbrio e agradável final. Excelente relação custo-benefício. Importado pela DECANTER.

HARMONIZAÇÕES COM PEIXES NAS FESTAS DE FINAL DO ANO

PEIXES: para os peixes de água doce que muitas vezes podem ter sabor mais acentuado e mais gordura, champagne ou espumante. Mas se a opção de pescado for um salmão defumado ou acompanhado de algum molho especial, um espumante rose irá muito bem, com uma boa acidez, ou até mesmo um tinto mais leve e frutado. Brancos da uva sauvignon blanc também são boas escolhas para os pescados.



Sugestões de Vinhos:
- Casa Valduga Premium Brut 2006 - Brasil. Elaborado com chardonnay e pinot noir pelo método tradicional. Cor dourada brilhante, Ótima perlage, abundante e persistente. Aroma maduro, intenso, com muita levedura, baunilha, fruta doce, chocolate branco. Paladar encorpado e cremoso, com boa presença do gás carbônico na língua, acidez marcada, muito bem equilibrado, excelente.

- Cave Geisse Nature 2008, Vinícola Geisse - Brasil. Elaborado com 70% chardonnay e 30% pinot noir pelo método tradicional. Cor amarelo palha claro, perlage excepcional, pequena, abundante e persistente. Aroma intenso e muito fresco, cítrico, limão, mel. Paladar estruturado por ótima acidez, seco, sério, boa cremosidade, bem equilibrado.

- Pierre Gimonnet & Fils 2004 1er Cru Gastronome - Champagne – França : Vinhedos situados em Cuis, na Côte des Blancs, Olivier e Didier Gimonnet só trabalham com uvas colhidas em seus próprios vinhedos Premier e Grand Cru. A maior parte das vinhas tem entre 40 e 86 anos.  Wine Spectator: 89pt. Champanhe poderoso, complexo e consistente, com aromas de frutas e posteriormente de brioche, na boca é fresco e cheio de aromas prolongados e ótima persistência. Uma excelente combinação gastronômica. Importado pela CASA DO VINHO e PREMIUM.

- Mapema Sauvignon Blanc 2010 – Mendoza - Argentina: Mapema é o empolgante projeto pessoal de Pepe Galante com Mariano di Paola, responsável pelos tradicionais vinhos da Familia Rutini. Elaborado com uvas de vinhas de quase 30 anos de idade, plantadas em pé franco a quase 1.200m de altitude, é um branco intenso e fresco, com cativantes notas florais. Uma pequena parcela do vinho (8%), é maturada em barricas de carvalho de segundo uso, deixando o branco mais exuberante e complexo. Um grande achado. Provavelmente a melhor relação custo-benefício entre as sugestões. Vai bem com Aperitivo, atum grelhado, robalo, vieiras grelhadas ou frango assado. Importado pela MISTRAL.

- Ventolera Sauvignon Blanc 2009 – Chile: O vinho é elaborado pela Viña Litoral no Vale de Leyda sob o comando de Ignácio Recabarren reconhecido enólogo chileno. Um vinho com uma excelente complexidade, aromas a frutas brancas maduras, mineral, ervas, com belo corpo e uma acidez invejável acidez. Ficou entre os três melhores do ano 2008 no Guia de Vinos Chilenos de Patricio Tapia. Uma bela harmonização para peixes, carnes brancas, crustáceos. Importado pela CASA DO PORTO.

- Espumante Veuve Paul Bur – França: vinho cristalino, com suaves toques amarelados e pérlage fino e persistente. Para festas, é uma excelente opção de espumante importado sem abusar no preço. Importado pela ZAHIL, representada em BH pela REX-BIBENDI.

- Espumante Veuve de Vernay – França: vinho cristalino, com ótimo perlage, fino e persistente. Para festas, é uma excelente opção de espumante importado sem abusar no preço. Importado pela PORTO A PORTO e CASA FLORA – pode ser encontrado no MARTPLUS.

- Pierre Gimonnet & Fils NV - Champagne – França : Champanhe básico da linha, muito bem feito, com aromas de frutas brancas. Na boca é fresco e cheio de aromas prolongados e ótima persistência. Importado pela CASA DO VINHO e PREMIUM.

- Champagne Drappier Carte d'Or – França: Espumante fresco e aromático, é quase um Blanc de Noirs, produzido quase totalmente com Pinot Noir, o que lhe dá reflexos rosados. Importado pela ZAHIL, representada em BH pela REX-BIBENDI.

- Espumante 130, Casa Valduga – Brasil: Elaborado com chardonnay e pinot noir pelo método tradicional, com 10 gramas por litro de açúcar residual. Amarelo dourado claro e brilhante, ótima perlage, pequena e abundante. Aroma de bom ataque, com boa complexidade, frutas maduras, frutas cristalizadas, mel, leveduras, baunilha, mel. Paladar de bom corpo, cremoso, com boa acidez, longo, já é excelente, mas acho que ficaria mais fino e equilibrado com 1 ou 2 gr de açúcar a menos. Nota: 88 pontos de Marcelo Copello.

- Espumante Salton 100 anos – Brasil: Elaborado com chardonnay e pinot noir (dominante) pelo método tradicional, sem dosagem, com 3 anos de autólise. Cor mais dourada, com ótima perlage. Aroma intenso e fresco, com brioches, baunilha discreta, cítricos, mel, nozes. Paladar intenso, de acidez elevada, ainda deve evoluir em garrafa, está novo. Nota: 89 pontos de Marcelo Copello.

- Miolo Millesime Brut 2009 – Brasil: Elaborado com chardonnay e pinot noir pelo método tradicional, com 9 gramas por litro de açúcar residual. Cor entre palha e dourado, com boa perlage, pequena e abundante. Aroma intenso, frutado, com baunilha, abacaxi. Paladar cremoso, boa acidez, sente-se a dosagem de açúcar, bem equilibrado, fim de boca adocicado,no geral muito bom, eu só diminuiria a dosagem em 1 ou 2 gramas. Nota: 88 pontos de Marcelo Copello.

- Pizzato Brut – Brasil: Elaborado com chardonnay e pinot noir pelo método tradicional, com 8 gramas por litro de açúcar residual. Palha intenso, boa perlage, pequena e abundante. Aroma de bom frescor, floral e cítrico, com toques de mel e tostados. Paladar leve e cremoso, bem equilibrado com boa acidez, média persistência. Nota: 87 pontos de Marcelo Copello.

- Salton Evidence – Brasil: Elaborado com 70% chardonnay e 30% pinot noir pelo método tradicional, com 7,3 gramas por litro de açúcar residual. Cor amarelo palha com reflexos esverdeados. Perlage pequena e abundante. Aroma de bom ataque, mostrando fruta doce, baunilha, brioche, mel, limão. Paladar de bom corpo, acidez crocante, bom com ataque do gás na língua, boa cremosidade e muito bem equilibrado. Nota: 86 pontos de Marcelo Copello.

HARMONIZAÇÕES COM BACALHAU NAS FESTAS DE FINAL DE ANO

BACALHAU: é um peixe nobre de aroma e sabor acentuados que não costuma combinar com vinhos brancos muito leves. Os vinhos brancos mais encorpados e com toque de madeira costumam casar melhor com o prato. Mas se a opção for um tinto, a escolha é um mais leve, para que os taninos não sobreponham ao sabor do peixe, e neste caso um Pinot Noir ou um Touriga Nacional irão muito bem.




















Sugestões de Vinhos:
- Conde Valdemar Fermentado em Barrica 2008 - Rioja – Espanha: Branco barricado e com personalidade, típico e tradicional vinho da região de Rioja, na Espanha. Ele é elaborado apenas com a casta viura. Seco e complexo, traz um amadeirado marcante. Importado pela MISTRAL.

- Loureiro Muros Antigos Vinho Verde 2009 – Minho – Portugal: Amarelo-palha cristalino. Puros e expressivos aromas frutados de nectarina madura e banana, amalgamados a notas de mel. Delicioso equilíbrio entre o frescor e a suavidade, final limpo e fragrante. W&S 90 pontos. Importado pela DECANTER.

- Alvarinho Soalheiro 2009 - Minho – Portugal: No caso de receitas mais substanciais, como a bacalhoada, esse alvarinho encorpado e amanteigado, traz equilíbrio justo ao sabor predominante do peixe. Importado pela PORTO A PORTO.

- Morgadio da Torre Alvarinho 2009 - Sogrape Vinhos – Portugal: Vinho Verde de grande qualidade, ricamente perfumado e com potencial de envelhecimento. Morgadio da Torre recebeu o Prêmio de Excelência no Concurso dos Vinhos Verdes de Portugal em 2005. Importado pela ZAHIL, representada em BH pela REX-BIBENDI.