quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

VALPOLICELLA CLASSICO BUSSOLA 2006 - VENETO - ITÁLIA

Tommaso Bussola, renomado por seus maravilhosos Amarones, elaborou 19 mil garrafas deste vinho típico da região do Vêneto. Cor vermelho- rubi translúcida, vibrante e brilhante, aromas de frutas vermelhas maduras, notas minerais e de especiarias,  toque herbáceo. Em boca, é frutado e equilibrado,  média persistência e ótima acidez. Um Valpolicella bem feito, agradável e de boa complexidade. Vinho fácil e gostoso de beber, que pede sempre mais um gole.
Uvas: 40% Corvina, 40% Rondinella, 10% Molinara e 10% Outras variedades
Temperatura de Serviço: 18 a 20ºC
Sugestão de Guarda: Mais de 10 anos
Combinações: Par perfeito para acompanhar massas com molho  de tomate.
Importador: DECANTER
Contato: (31) 3287-3618
Onde Degustei: CONFRARIA DIREITO AO VINHO.
Quanto: R$ 75,00

COLLIN CREMANT DE LIMOUX CUVÉE PRESTIGE

Os Cremant de Limoux são os avós do Champagne. Seu nascimento data de 1531 e são apreciados até hoje como um dos melhores espumantes franceses. Entretanto, há um grande número de produtores e nesta hora, o nome do produtor faz uma grande diferença. Philippe Collin é natural da região de Champagne, e se dedica a produzir os espumantes típicos da região de Limoux com a elegância típica de Champagne, com total sucesso. Seus Crémants podem ser comparados a verdadeiros Champagnes. Collin foi fundada em 1980. As uvas são colhidas manualmente. Elaborado pelo método tradicional, com segunda fermentação na garrafa.
Consumo e Guarda - Pronto para beber, pode ser guardado por 5 anos.
Degustação – Cor amarelo claro, com excelente perlage. Fina e persistente, criando uma auréola consistente. Aromas de flores brancas, frutas com maça e pêra, notas doces de mel e frutas secas como avelãs e noz de macadâmia. Boca gostosa, com acidez viva, que pede um segundo gole na hora.
Harmonização - Ideal como aperitivo (só para bebericar), e o melhor é que apesar do corpo leve, tem consistência para acompanhar pratos como lagosta, peixes finos e sobremesas.
Importador: PREM1UM
Contato: (31) 3282-1588  e (11) 2574-8303.
Onde Comprei: PREMIUM
Quanto: R$ 54,00

domingo, 25 de dezembro de 2011

HARMONIZAÇÕES DE VINHO E COMIDAS DE FINAL DE ANO

HARMONIA NAS FESTAS DE FINAL DE ANO ” – Buscando ajudar quem ainda têm dúvida do que harmonizar com os pratos da ceia ou do almoço de Natal e ainda as Festas de Passagem do Ano, ai vão novas dicas sobre comidas e vinhos:
            Dentre a infinidade de vinhos espumantes, rosés, tintos ou brancos, encorpados, leves aromáticos, frutados, fortificados... Que vinhos combinar com as deliciosas receitas que compõem as mesas de Natal e Réveillon? Mais do que regras rígidas e fórmulas prontas, as combinações dependem mesmo é do paladar de quem vai desfrutar da refeição. Além disso, deve se levar em conta as possibilidades que um corte de carne ou uma ave proporcionam. “Um peru acompanhado de guarnições adocicadas, como um purê de maçã, pede um vinho leve e mais aromático para harmonizar”, enquanto que se for servido com uma farofa de miúdos apimentada ou arroz temperado com ervas, um vinho mais encorpado cairia melhor !!!.
            Os espumantes vão bem com aperitivos, e podem ser bons companheiros para toda a festa. Depois dos espumantes, o ideal é continuar degustando as taças de vinho branco, que acompanham bem pratos a base de peixes com sabores mais leves e com molhos que não sejam tão fortes, ou ainda carnes de aves e de porco. Se o peixe que você está comendo é cozido ou grelhado opte por vinhos brancos um pouco ácidos, leves e vivos. Já se você está degustando um peixe cozinhado ao forno, tome uma taça de vinho branco mais seco e encorpado. Esse último também vale para o bacalhau, pois sua carne tem um sabor forte.
Acompanhando carnes brancas, como o peru e o chester, os tintos podem ser uma boa opção, com vinhos tintos leves a médios, menos carregados de aroma e de sabor. Os tintos espanhóis jovens, feitos com a uva tempranillo podem ser ótimos.
            Passando para carnes mais pesadas, como o leitão assado, que pedem vinhos tintos mais encorpados, com bom aroma e boa acidez para fundir-se com a gordura do prato, o que ajudará na digestão. Neste campo a uva Baga, de origem portuguesa é a campeã.
            Apesar da quantidade de comida servida na ceia de natal, a maioria das pessoas costuma deixar um espaço no estomago para sobremesas onde se destacam um pedaço de panetone ou algumas rabanadas. Na hora do doce, não tenha dúvida: “doce combina com doce. Mas é importante que a sobremesa seja menos doce que o vinho para não encobrir o seu sabor, e que ele tenha boa acidez, para dar frescor à boca”.
           
E para não deixar uma dica importante de fora, sirva aves somente no Natal. No ANO NOVO não sirva nada que ande para trás ou cisque !

MAIS UMA LISTA DOS MELHORES ESPUMANTES NACIONAIS EM 2011

OS 10 MELHORES ESPUMANTES DO BRASIL (MAIS UMA LISTINHA): Como era de se esperar, nesse fim de ano pipocam as listas de melhores espumantes, nacionais ou não. Que as borbulhas brasileiras são mesmo muito boas, acho que todos já sabemos. Matutando sobre o assunto, quis fazer a minha lista de melhores espumantes nacionais que já degustei. É uma lista informal, feita de cabeça. Não fiz a lista por ordem de qualidade, mas tentei ir lembrando seguindo essas lógica, começando com os melhores e mais impressionantes. Penso que, ao menos os cinco primeiros são exatamente os cinco melhores espumantes nacionais que já pude provar. Curiosamente os dois melhores e mais marcantes foram produzidos por estrangeiros: o chileno Mario Geisse e o argentino Adolfo Lona. (Fonte: Bruno Agostini / Enoteca)

- Cave Geisse 1998 
- Adolfo Lona Orus Rosé
- Salton 100 Anos
- Don Giovanni Série Ouro 30 meses
- Maria Valduga
- Miolo Millessime Brut 2005
- Dal Pizzol Traditionelle
- Maximo Boschi Speciale
- Chandon Excellence
- Vallontano Brut

OS MELHORES ESPUMANTES NACIONAIS DE 2011 NA OPINIÃO DE ESPECIALISTAS

ESPECIALISTAS PROVAM ESPUMANTES NACIONAIS E INDICAM DEZ PARA O NATAL E ANO-NOVO: No embalo da boa reputação dos espumantes brasileiros, que têm ganhado prestígio e fama internacionais, seis especialistas provaram, às cegas e a convite da Folha, 20 marcas de representatividade em São Paulo e, sem saber o que estavam bebendo, escolheram os dez melhores para a noite de Ano-Novo.
            Participaram da degustação no restaurante Eñe, no último dia 12, o especialista em vinhos Aguinaldo Záckia Albert, os colunistas da Folha Patrícia Jota e Josimar Melo, e os sommeliers Gabriela Monteleone, do D.O.M, Gianni Tartari, do Emiliano, e Manoel Beato, do Fasano.
            As garrafas foram compradas em lojas, empórios e supermercados algumas horas antes da degustação, para que não houvesse problemas com a armazenagem.
A compra dos rótulos -apenas brut, o espumante seco, que é o mais produzido e consumido no Brasil- foi feita com base nas sugestões de profissionais da área.
            Dada a proximidade das festas de Natal e Réveillon, as marcas que não estavam disponíveis para pronta-entrega foram desconsideradas. O passo seguinte foi resfriar as garrafas, para servir os espumantes na temperatura ideal: entre 6ºC e 8ºC. Tarefa para a sommelière do Eñe, Geíza Abreu, 20, que trocou por algumas horas o espumante espanhol -cava-, servido no restaurante, pela produção nacional. À frente do serviço, foi ela quem comandou as quase três horas de vaivém de 120 taças numeradas e 20 garrafas, também numeradas, e embrulhadas em papel alumínio para tapar os rótulos. (Fonte: JULIANA SAAD e PRISCILA PASTRE-ROSSI - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA DE SÃO PAULO - Luiza Sigulem/Folhapress)

A Lista:
- Casa Valduga Premium Brut 2006 – Nota média 8,5 – R$ 43,90
- Vallontano Brut – NM – 8,3 – R$ 43,50
- Angheben Espumante Brut – NM – 8 – R$ 43
- Privillege Peterlongo Brut – NM – 7,7 – R$ 35,41
- Perini Champenoise Brut – NM – 7,6 – R$ 32,80
- Salton reserva Ouro Brut – NM – 7,5 – R$ 35,90
- Almadén Brut – NM – 7,1 – R$ 15,90
- Salton 100 Anos – NM – 7,1 – R$ 99
- Casa Valduga Arte Brut 2010 – NM – 7 – R$ 43
- Ponto Nero Reserva Extra Brut – NM – 6,9 – R$ 24,90.

PLAYBOY ESCOLHE OS MELHORES ESPUMANTES NACIONAIS EM 2011

OS 10 MELHORES ESPUMANTES BRASILEIROS, SEGUNDO A PLAYBOY
(preços médios em reais):
1- Casa Valduga 130 Brut ( R$ 58)
2- Miolo Millesime Brut (65)
3- Terranova Moscatel (22)
4- Don Laurindo Brut (42)
5- Ponto Nero Brut (30)
6- Vallontano Brut (44)
7- Dom Cândido Brut (34)
8- Casa Perini Brut (33)
9- Garibaldi Moscatel (17)
10- Marcus James Brut (23) (Fonte: PLAYBOY - 5 de dezembro de 2011 )

● DEZ COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ESPUMANTES, ANTES DE ABRIR A GARRAFA

● DEZ COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ESPUMANTES, ANTES DE ABRIR A GARRAFA - Para começo de conversa, um brinde aos vinhos espumantes. Que o digam as vinícolas nacionais – a maior parte concentrada no Rio Grande do Sul. Outro dado importante: a bebida deixou de ser exclusividade das festas de fim de ano. Antigamente, 70% das garrafas eram vendidas no último trimestre. Hoje essa proporção caiu para 40%. Ou seja, estamos bebendo espumantes de forma mais contínua, com goles bem distribuídos ao longo do ano e das refeições - as borbulhas não aparecem só na hora do brinde.
            Mesmo com o consumo em alta, sobretudo no verão, ainda existem algumas dúvidas. Por exemplo: é certo ou errado colocar a garrafa no congelador para refrescar antes de servir? Ou ainda: é correto chamar todo tipo de vinho espumante de champanhe? Mais: para beber, por que não se usam aquelas taças largas tão comuns nos filmes da era do rádio, e sim os copos mais longos e finos? Confira abaixo dez respostas para algumas questões a respeito desse tipo de bebida.
1- O que é um espumante: É um vinho que passa por duas fermentações. Na primeira, comum a todas as bebidas do gênero, o açúcar contido no próprio suco das uvas é transformado em álcool. Para que a segunda fermentação ocorra são adicionados açúcares e leveduras. Juntos, eles produzem mais álcool e também o gás carbônico, responsável pelas características borbulhas (perlage).
2- As principais uvas: Espumantes são feitos em várias regiões do mundo, mas as uvas podem mudar de um país para outro. De modo geral, a chardonnay (branca) e a pinot noir (tinta) são empregadas na produção. Na França, essas duas uvas, mais a pinot meunier, compõem a fórmula de muitos champanhes, produzidos exclusivamente na região de Champanhe. Na Itália, se fabricam bons espumantes a partir de uvas prosecco, enquanto na Espanha, são famosas as uvas macabeo e parrellada. No Brasil, além da chardonnay e da pinot noir, destacam-se também a riesling itálica e a moscato, que serve de base para espumantes doces.
3- Tipos de espumante: Diante da prateleira do supermercado é comum encontrarmos quatro tipos de rótulos: brut (seco), demi-sec (meio seco ou ligeiramente adocicado), doce (bem açucarado, bom para acompanhar sobremesas). A diferença entre eles está na quantidade de açúcar adicionada na segunda fermentação. Existem ainda os rosé (feitos a partir de uvas tintas).
4- Métodos de produção: Existem duas maneiras de fabricar espumantes. O método mais tradicional é chamado champenoise e foi criado na França, na região de Champanhe. Nele, a segunda fermentação ocorre dentro da própria garrafa. O trabalho é minucioso. Os açúcares e leveduras responsáveis pela segunda fermentação vão se depositando nos gargalos das garrafas, que são colocadas de cabeça para baixo e giradas periodicamente. Ao final da maturação, o gargalo é congelado e, na abertura, os resíduos são expulsos pela pressão interna provocada pelo gás carbônico. Já no método charmat, a segunda fermentação é feita em grandes recipientes, geralmente de aço inoxidável, projetados para suportar grandes pressões. Nesse caso, é mais fácil extrair os resíduos de leveduras.
5- Champenoise é melhor que Charmat? Marcelo Copello, jornalista especializado em vinhos, explica que o método champenoise é, a rigor, superior ao método charmat. Mas, segundo ele, este é apenas um dos fatores para medir a qualidade do produto. "Um bom espumante charmat pode ser melhor que um espumante champenoise ruim", afirma Copello.
6- Todo champanhe é um espumante, mas nem todo espumante é champanhe: Parece confuso, mas a explicação é simples. A região francesa de Champanhe é a única que pode utilizar oficialmente a designação de champanhe para espumantes feitos pelo método champenoise. Em outras regiões, esse tipo de vinho recebe outros nomes.
7- Na Espanha, espumante é cava. Na Itália, prosecco: A região da Catalunha, no nordeste da Espanha, é a principal produtora de vinhos cava, espumante típico do país produzido pelo método champenoise. Na Itália, o espumante mais conhecido vem do Vêneto. É chamado de prosecco, que é o nome da uva que o origina.
8- Como deve ser servido: Espumantes pedem taças flute, em forma de tulipa alongada. Ela conserva melhor o gás e mantém as borbulhas por mais tempo. Segure a taça pela haste, o que evita sujá-la e também que o calor da mão esquente a bebida. A temperatura média recomendada para servir um espumante é entre seis e oito graus Celsius. Uma anotação importante: temperaturas muito baixas podem acentuar a acidez e diminuir os aromas da bebida.
9- Posso colocar o espumante no congelador ? Atire a primeira rolha quem nunca colocou um espumante no congelador para ganhar tempo. Para tintos e brancos normais a medida é até aceitável. Mas no caso dos espumantes isso é perigoso. A pressão contida na garrafa pode fazer com que ela exploda. A forma correta e segura de servir é colocar a garrafa de espumante em um balde de gelo com água, para melhor distribuir a temperatura, de trinta a quarenta minutos antes do brinde.
10- Espumantes combinam com... Peixes e frutos do mar são quase sempre bons parceiros dos espumantes. Pratos com alto teor de gordura, como as frituras, também casam bem com esse tipo de bebida. No caso das carnes vermelhas, a harmonização com espumante é perigosa (melhor não arriscar). Para a sobremesa, aposte em exemplares doces como os espumantes feitos a partir da uva moscatel.