segunda-feira, 12 de setembro de 2016

ESPORÃO RESERVA BRANCO 2014 – ALENTEJO - PORTUGAL

 ● Vinho da Semana 372016 - ● ESPORÃO RESERVA BRANCO 2014 – ALENTEJO - PORTUGAL – Foi o primeiro vinho a ser produzido pelo Esporão em 1985. Um vinho clássico, obtido unicamente a partir de uvas da Herdade do Esporão, que mostra a consistência e o carácter típico do terroir singular de onde vem. A viticultura da Herdade do Esporão segue práticas agrícolas de Produção Integrada, que assenta na racionalização dos recursos naturais e utilização dos mecanismos de regulação natural, contribuindo para uma agricultura sustentável e potenciando frutos de maior qualidade.
 As uvas para este vinho são colhidas manualmente. No caso do tinto são vinificadas em depósitos de pequena capacidade, com controlo de temperatura e, após prensagem, os vinhos estagiam em barricas de carvalho americano e francês, ao longo de 12 meses. No caso do branco as uvas, colhidas na frescura da madrugada, são vinificadas em separado, seguindo-se o estágio parcial de 6 meses, sobre borras finas, em barricas de carvalho francês e americano.
            O rótulo da safra 2014 foi desenhado pelo artista plástico João Queiroz. A safra teve inverno úmido e o verão ameno com grandes amplitudes térmicas, que permitiram às videiras bons desempenhos de maturação, ocasionando vinhos muito equilibrados e intensos. As uvas colhidas foram desengaçadas, e tiveram, maceração pelicular, prensagem, decantação do mosto, fermentação com temperaturas controladas em cubas de inox e em barricas novas de carvalho americano e francês, com estágio sobre as borras finas durante 6 meses. Os enólogos são David Baverstock e Sandra Alves.
● Notas de Degustação: Cor palha, bem calro, denotando a jovialidade do vinho. Aromas de frutas tropicais, cítricas como a tangerina, pêssego e damasco, com delicadas notas amadeiradas. Paladar equilibrado, frutado, fresco, com boa presença e toque mineral, com corpo médio. Elaborado com as variedades Antão Vaz, Arinto, Roupeiro e Sémillon, provenientes de videiras com cerca de 18 anos de idade, um vinho de estilo clássico dos brancos do Alentejo.
● Reconhecimentos Internacionais90WE.
● Estimativa de Guarda: pode evoluir por pelo menos 5 anos em garrafa a partir da safra.
Notas de Harmonização: acompanha muito bem bacalhoada, sardinhas grelhadas, salada de mariscos, espetinhos de camarão, anéis de lula fritos, talharim ao molho branco. Servir entre 7 e 8°C.

Onde comprar: Importado pela QUALIMPOR – Em BH: Qualimpor – representada por Antonio Salles –  (31) 9615-2860 - E-mail: sallesmoreira@terra.com.br

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

CHILE VINHOGOURMET EXPERIENCE - 10 A 19.NOV.2016

O Movimento de Vinhateiros Independente nasceu em 2009 com 12 pequenos produtores e hoje possui 32 membros. Desde 2012 organizam um encontro onde seus membros participam oferecendo seus vinhos que podem ser adquiridos, misturando gastronomia e música. Esta festa convoca a simpatizantes, amantes e especialistas do vinho realizando um passeio de sabores,sensações e contato direto com os seus produtores. Este encontro é o chamado MOVI NIGHT que este ano será a sua IV Edição.

Para mais informações: http://goo.gl/U7tUdr

UAINE NIGHT - 23/09 - CASA FIAT DE CULTURA - PRAÇA DA LIBERDADE - BH/MG


segunda-feira, 5 de setembro de 2016

O MAPA DO VINHO NO BRASIL - 2ª PARTE

 “ O MAPA DO VINHO NO BRASIL - 2ª PARTE “ - Desenhando o mapa geral sobre a evolução da arte e cultura do vinho na sua história mais recente, falaremos hoje de duas empresas instaladas no VALE DOS VINHEDOS.

 PIZZATO VINHAS E VINHOS – uma vinícola criada em 1999 pela família de Plínio Pizzato, com o objetivo de agregar a elaboração de vinhos com marca própria, ao já existente cultivo de videiras, às quais se dedicavam desde a imigração de Antonio Pizzato, vindo do Vêneto, em torno de 1880. Os integrantes da Família ficaram responsáveis por todo o processo de vinificação, criando uma bebida de identidade única, desde a condução dos vinhedos, produção das uvas, elaboração dos vinhos e comercialização, gerando um diferencial de entusiasmo, dedicação, personalidade e exclusividade traduzidas no vinho.
Conhecedores da máxima que diz que a identidade de um vinho superior está intimamente relacionada com a qualidade das uvas que o compõem, a família cultiva com extremo cuidado, 42 hectares de vinhedos próprios, utilizando técnicas modernas de plantio, condução, escolha correta de clones/porta-enxertos e equilíbrio produtividade-qualidade para diminuir as variações entre safras.
Seus vinhedos estão situados em duas áreas: Vale dos Vinhedos, localizado em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, onde se localiza a vinícola. Os vinhos elaborados a partir de uvas comprovadamente provenientes desta região e que passem por critérios de qualificação analítica e degustativa, podem ostentar o selo identificador de origem e qualidade.
A segunda área é conhecida como Doutor Fausto, localizado em Dois Lajeados, na Serra Gaúcha, com vinhedos cultivados desde 1985, e dos quais estão sendo lançados os novos vinhos da Pizzato. A vinificação é feita a partir de uvas selecionadas dos seus próprios vinhedos, utilizando-se de técnicas modernas (leveduras selecionadas, fermentação com temperatura controlada, tanques de aço inoxidável), adequadas ao estilo de cada bebida, em função da matéria-prima e necessidades de envelhecimento e estrutura (parte em barricas de carvalho e parte em garrafa).
Seu portfólio apresenta vários rótulos, entre eles os seguintes vinhos: Pizzato Reserva Merlot (que se tornou o primeiro vinho cult brasileiro em 1999), Pizzato Reserva Cabernet Sauvignon, Pizzato CONCENTUS (que em latim quer dizem harmonia, acordo, concerto, mesclando diferentes castas elaborando vinhos superiores), Pizzato Reserva Tannat, Pizzato Reserva Egiodola e Pizzato Reserva Chardonnay. Há ainda bons espumantes e vinhos diferenciados como o Legno.
A Vinícola tem hoje um programa de visitação, degustação e varejo que atende de segunda à sexta, das 10:00hs às 18:00hs. Nos sábados, domingos e feriados, funciona até 17:00hs. Para maiores informações, visite o site www.pizzato.net

 VINÍCOLA BOUTIQUE LIDIO CARRARO – representa um novo conceito de produção, quando inspirados na busca de uma identidade brasileira para seus vinhos, comprometida em elaborar somente produtos de primeira grandeza, a Lídio Carraro começou em 1998 sua carreira de sucessos, caracterizando os melhores microclimas para cada variedade de uva e implantando vinhedos próprios em duas regiões de localização privilegiada.
Em Bento Gonçalves, no Vale dos Vinhedos, há predominância de solos argilo-arenosos, de formação basáltica e nas terras de Encruzilhada do Sul, na Serra do Sudeste, em solos de origem granítica, com baixos teores de matéria orgânica e boa drenagem. A produção de vinhos com personalidade e que traduzam o conceito de “terroir” requer muito conhecimento e um manuseio criterioso dos vários detalhes dos processos produtivos.
A primeira safra foi elaborada em 2002, com o Merlot e o Assemblage Grande Vindima. A repercussão dos vinhos no mercado foi positiva, com grande sucesso na crítica especializada, e a Lídio Carraro passou a ganhar espaço no seleto segmento de vinhos top, tornando-se o primeiro produto nacional escolhido para representar o país nas lojas Duty Free dos aeroportos internacionais. Além disto, foi o primeiro vinho brasileiro a receber destaque na renomada revista inglesa DECANTER, uma das mais conceituadas publicações internacionais especializadas.
Seu portfólio representa grande autenticidade e sensibilidade, com os vinhos: Lídio Carraro Quorum Grande Vindima (corte de Merlot, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Tannat), Lídio Carraro Merlot Grande Vindima, Lídio Carraro Cabernet Sauvignon Grande Vindima, além dos produtos, vindos de Encruzilhada do Sul, inspirados nos elementos do universo que buscam o equilíbrio. A linha Singular, a partir da casta Tempranillo e Elos, unindo o melhor das castas Cabernet Sauvignon e Malbec. A Lidio Carraro projetou a uva Tannat no segmento Top Premium com o Lidio Carraro Grande Vindima desde 2005 e também apresenta este varietal na coleção Agnus.
Este vinho encanta pela intensidade de cor e riqueza aromática, com notas de frutas escuras, alcaçuz e cacau. Em boca apresenta concentração e taninos maduros, completando um perfil de alta qualidade que expressa o terroir de origem, em Encruzilhada do Sul. O Lidio Carraro Agnus Tannat ganhou na Expovinis 2016 o prêmio como melhor Tinto Brasileiro.

Semana que vem continuaremos descrevendo vinícolas novas e as tradicionais do Rio Grande do Sul.

CHATEAU DE HAUTE SERRE 2009 – CAHORS – FRANÇA -

● Vinho da Semana 362016 - ● CHATEAU DE HAUTE SERRE 2009 – CAHORS – FRANÇA -
O Château de Haute-Serre é um dos mais reputados Cahors. É um dos raros vinhos de domaine desta AOC do sudoeste francês. Graças a seu envelhecimento em barricas de carvalho novo, é um vinho de guarda que agrada desde jovem. O seu corte é de 75% Malbec, 20% Merlot e 5% Tannat.
Os vinhos do Château de Haute Serre mostram a casta Malbec em um estilo mais mineral e elegante, sem a rusticidade de alguns vinhos de Cahors. Sua vinha se estendeu por mais de 1000 hectares durante a idade de ouro dos vinhos de Cahors na Idade Média.
Esta histórica propriedade, antes de ter os vinhedos devastados pela filoxera no final do séc. XIX era responsável por um dos mais reverenciados vinhos da França comparados na época (1889) ao Château Margaux e aos melhores Grands Crus da Borgonha.
Após a filoxera, os vinhedos foram abandonados e somente na década de 1970, Georges Vigouroux, um comerciante local, comprou o castelo para restaurar seu brilho.
O sedoso e elegante Château de Haute Serre foi apontado como um Smart Buy pela Wine Spectator na safra de 2004, sendo descrito como rico, elegante e concentrado. Em 2008 foi aberto o restaurante "La Table de Haute-Serre" nas caves do castelo.
A expressão “Grand Vin Seigneur”, tem a ver com a Associação dos Grands Vins de Senhores que se reúne em torno do vinho negro (em contraposição aos vinhos de Bordeaux, chamados de Clarets, os ingleses chamavam os Malbecs de Negrets) as melhores vinícolas na denominação de Cahors. São locais de arte e vida, e os vinhedos de Grands Vins participam dos programas de vinificação, cuidando dos vinhedos e Chateaux no coração de uma bela zona do Sudoeste da França.
Quatro vinícolas participam desta associação: Chateau de Mercués, Chateau de Haut Serre, Chateau de Leret Monpezat e Chateau Pech de Jammes.
● Notas de Degustação: cor rubi escura, púrpura e brilhante apesar da idade (2009). No nariz mostrou notas de fruta maduras, com toques e alcaçuz, noz-moscada, canela, baunilha e tostados das barricas de amadurecimento, tudo com boa complexidade. No paladar mostrou ser um vinho bem equilibrado, com os taninos presentes, macios, que não incomodam, com boa acidez. Notas de ameixa seca, defumado, alcaçuz e especiarias. Corpo médio, com muita personalidade e ótima persistência no paladar. Recomenda-se decantar por 60 minutos.
● Reconhecimentos Internacionais - WS 90 / WE 90.
● Estimativa de Guarda: Tem estrutura para evoluir por pelo menos 15 anos em garrafa a partir da safra. É considerado um vinho de longa guarda, mas já pode ser bebido.
Notas de Harmonização: acompanha muito bem carnes vermelhas grelhadas, carnes suculentas em geral, cordeiro assado, javali, ensopado de carnes com ervas. Servir entre 16 e 18°C.

Onde comprar: Em BH: MISTRAL - Rua Cláudio Manoel, 723 - Savassi - BH. Tel.: (31) 3115-2100

VINHO ALTO LAS HORMIGAS TERROIR 2013 – VALE DO UCO - MENDOZA - ARGENTINA

 ● Vinho da Semana 362016 - ● VINHO ALTO LAS HORMIGAS TERROIR 2013 – VALE DO UCO - MENDOZA - ARGENTINA – Fundada em 1995, a história da Altos las Hormigas começa quando Antonio Morescalchi, que já produzia vinhos com seu pai na Toscana, abraçou a ideia do enólogo Alberto Antonini, ex-diretor da Antinori, para elaborar tintos exclusivamente a partir de uvas Malbec e Bonarda advindas de Vista Flores e Tupungato, no Vale do Uco, com estágio de 12 meses 50% em tanques de concreto sem epóxi, 25% em aço inox e 25% em foudres (tonéis grandes de 3,5 mil litros). Apesar do estilo de fruta madura e suculenta, seus vinhos têm ótimo equilíbrio, aportado por acidez refrescante e taninos de ótima textura, tudo envolto por agradáveis notas florais e de especiarias doces.
Morescalchi achava que a variedade Malbec tinha grande potencial e precisava explorá-la melhor. Logo depois, mais dois velhos amigos e sócios também passaram a integrar a equipe: Attilio Pagli, reconhecido enólogo toscano, e Carlos Vazquez, que esteve desde o começo do projeto empregando sua experiência no manejo de vinhedos em Mendoza.
Foram comprados 216 hectares de terra no distrito de Carrizal de Abajo, em Luján de Cuyo, que fica a 800 metros de altura em relação ao nível do mar. Construíram uma bodega de 2.500 metros quadrados e, em 2011, com ajuda do especialista Pedro Parra, adquiriram 55 hectares de terras na região de Altamira, no Vale de Uco.
Além da uva Malbec, que para a equipe Altos las Hormigas, é o grande potencial de Mendoza, a vinícola também produz vinhos com a variedade Bonarda (segunda casta tinta mais plantada na Argentina), no projeto paralelo Colonia las Liebres.
O nome Altos las Hormigas faz referência aos formigueiros existentes na região da vinícola. Em 1996, quando os trabalhadores começaram a plantar os vinhedos, as formigas passaram a se alimentar dos brotos das vinhas. Convencidos de que elas eram as verdadeiras “donas” do local, a equipe decidiu encontrar maneiras naturais de desviar sua atenção para outros tipos de alimento para as formigas.
O projeto Altos las Hormigas Terroir teve como idéia o foco que a principal força que determina a qualidade do vinho é o “terroir” e não a forma de produção. A partir desta idéia foi feito um mapeamento do terreno e sua divisão em áreas com características distintas e foi selecionada a uva Malbec, a mais adaptada da região de Mendoza.
O vinho Malbec Terroir é elaborado 100% com uvas Malbec colhidas de regiões altas de Mendoza; os vinhedos foram plantados em grandes altitudes no Monte Aconcágua (acima de 800m) em região semidesértica com grande amplitude térmica. Nesta área as uvas crescem lentamente e apresentam boa acidez. A partir daí foram elaborados vinhos com intervenção mínima (biodinâmicos). Todo este trabalho cuidadoso da vinícola levou ao desenvolvimento de um vinho de grande qualidade.
O vinho é elaborado com uvas provenientes de vinhedos no Vale de Uco (das áreas de Tupungato e Vista Flores). Os cachos são colhidos manualmente de vinhedos plantados em alta densidade e são adicionalmente selecionados na vinícola. A fermentação é realizada em tanques de aço inoxidável. As uvas de diferentes vinhedos são fermentadas separadamente e o corte (mistura de diferentes vinhos) é feito no final do processo.

● Notas de Degustação: cor rubi com tons violáceos. Aromas frutados elegantes e intensos de fruta escura, como a ameixa, e cereja, muitas especiarias como cravo, canela, pimenta branca e toques de alcaçuz são marcantes. Há ainda notas de chocolate e louro, denotando a excelente complexidade do vinho. No paladar há intenso sabor frutado, num vinho com taninos maduros, macios, com boa acidez e ótimo equilíbrio, que nem nos permite perceber o teor alcoólico (14,7%). É mais delicado e perfumado que o Altos las Hormigas clássico, com as cativantes notas florais típicas dos melhores vinhedos desta reputada região.
● Reconhecimentos InternacionaisGUIA DESCORCHADOS – 91 Pontos, 90WS e 88RP.
● Estimativa de Guarda: Tem estrutura para evoluir por pelo menos 10 anos em garrafa a partir da safra.
Notas de Harmonização: acompanha muito bem carnes vermelhas grelhadas como num bom churrasco, carnes suculentas em geral, cordeiro assado com crosta de ervas, cabrito, javali, pratos trufados, ensopados de carnes com ervas. Pode também acompanhar carne de porco com guarnições doces, vai bem com pato confitado e ganso. Servir entre 16 e 18°C.

Onde comprar: Importado pela World Wine – Em BH:  NOBILE ALIMENTOS E BEBIDAS – Endereço: Rua Maria José Assunção, 442 - Belo Horizonte - Minas Gerais -: contato@nobilebh.com.br . Televendas: (31) 3293-3423 com Duílio.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

MALBECS DE CAHORS

MALBECS DE CAHORS

Entendendo os Malbecs de Cahors com a apresentação do Enológo Vincenzo Protti.

Perguntarão vocês o que um italiano tem a ver com vinhos franceses? Não podemos esquecer que foram os romanos que ensinaram os gauleses a fazer vinho!!! É isto há mais de 2600 anos atrás! Vinhos corretos a preços honestos!

O enólogo italiano Vincenzo Protti, apresentou para BH os vinhos da importadora Mistral, produzidos pela vinícola Georges Vigouroux, elaborados com a uva Malbec, em Cahors, cidade francesa relativamente próxima a Bordeaux e considerada o berço dessa casta, que tanto sucesso faz na Argentina.

Georges Vigouroux é um grande pioneiro da modernização dos vinhos de Cahors. Um vinho perfeito para acompanhar comida, com um estilo bastante distinto dos tintos argentinos, mais próprios para degustação ou churrasco.

Provamos na Linha Le Temps de Vendage, o vinho branco (fresco e ideal para bebericar), o rosé (de ataque doce e final agradável) e o tinto (com muita fruta madura), que devem ser vendidos por cerca de R$ 60 pela Mistral. A vinícola francesa é parceira do americano Paul Hobbs na linha Crocus. Paul Hobbs que faz vinhos de grande sucesso na Argentina (Kobos), é um mago quando se fala de vinhos frutados por excelência.

Também provamos os vinhos da Linha Gouleyant, que como o próprio nome diz, são fáceis de beber e gostar. Estarão com preços na faixa de R$ 80,00.


O Top de Linha da Maison é o Château de Haute Serre 2009, elaborado com Malbec e também com 15% de merlot, mostra nos aromas uma nota de bela evolução, um couro bem presente, notas de madeira e fruta contida. Seus taninos são macios. No paladar, é meio encorpado, e muito longevo É um belo vinho, que pede comida pela sua boa acidez. Custa US$ 55,90.