segunda-feira, 18 de julho de 2016

10 a 19 NOV 2016. CHILE VINHOGOURMET EXPERIENCE com participação na MOVINIGHT IV.

10 a 19 NOV 2016. CHILE VINHOGOURMET EXPERIENCE com participação na MOVINIGHT IV.Uma viagem de conhecimento na procura dos Paladares e Aromas dos Vinhos Chilenos percorrendo vários dos vales vitivinícolas mais destacados, como COLCHAGUA ao sul, SAN ANTÔNIO próximo à Costa, CASABLANCA entre a capital e Valparaíso, continuando ao norte para ACONCAGUA instalado numa área semidesértica no meio caminho entre os Andes e o Oceano Pacífico, finalizando com MAIPO abraçando a sua vibrante capital de SANTIAGO. Neles visitando e degustando alguns dos seus ícones, mas também nos adentrando no mundo das pequenas vinícolas mais desconhecidos, membros da MOVI (Movimento de Vinhateiros Independentes) que nasce em 2009 com 12 pequenos produtores e hoje a Família já cresceu com 32 membros. Desde 3 anos atrás organizam um interessante e atrativo encontro e Feira onde todos os seus membros participam oferecendo seus vinhos e até podendo ser adquiridos, misturando gastronomia e música. Esta festa convoca a simpatizantes, amantes e especialistas do vinho realizando um passeio de sabores, sensações e contato direto com os seus produtores. Este encontro é o chamado MOVI NIGHT que este ano será a sua IV Edição no 11 NOV. Uma Jornada de boas experiências gastronômicas, com um produtor de AOVE (Azeite de Oliva Virgem Extra) e de Queijo de Cabra, como culturais, conhecendo também o universo do internacional Pablo Neruda através das suas ecléticas casas cheias de histórias.
1º Dia. 10 NOV. 5ª feira. CIDADE ORIGEM - SANTIAGO. Voos com LATAM das diversas cidades de origem com destino a Santiago via São Paulo. Tarde livre. Jantar de Boas Vindas em Restaurante destacado da cidade na lista dos 50 Melhores de América Latina.
2º Dia. 11 NOV. 6ª feira. SANTIAGO – MAIPO-SANTIAGO. Saída para o sul, ao extenso Vale do Maipo, para visita com degustação do destacado produtor Viña Pérez Cruz junto a Maipo Alto para terminar, próximo a Paine, com visita e degustação a Viña Educativa “Paseo del Vino”  do conhecido enólogo Roberto Muñozonde realizar uma oficina de produção de vinho seguido de Almoço. Retorno a Santiago para participar da MOVI Night IV Edição com degustações, gastronomia e musica.
3º Dia. 12 NOV. SAB. SANTIAGO – COLCHAGUA. Traslado a Sta. Cruz, no coração do Vale de Colchagua. Acomodação de 2 noites no aconchegante Hotel Santa Cruz Plaza 4* de arquitetura colonial, localizado no centro da cidade, próximo aos Museus de Colchagua e Artesanato de Lolol e Casino de Colchagua, do mesmo grupo do Hotel, recebidos com um Vinho de Boas Vindas na sua VinotecaAlmacruz.  Tarde livre. Jantar de Boas Vindas a Colchagua.
4º Dia. 13 NOV. DOM. COLCHAGUA. De manhã, visita com degustação de um grande produtor como Viña Santa Cruz com traslado em teleférico ao Cerro Chamán com o seu Observatório e atividade “Faça o seu próprio Vinho”. À tarde, visita de um pequeno produtor membro da MOVI tipo Laura Harwig, Owm ou Alchemy.
5º Dia. 14 NOV. 2ªfeira. COLCHAGUA – SAN ANTONIO – ISLA NEGRA – ALGARROBO -CASABLANCA. Saída ao coração do Vale de San Antonio para visita cp, degustação da conceituada Viña Amayna. Um pouco mais adiante, já junto a praia, visita da famosa e encantadora casa de Pablo Neruda de Isla Negra onde realizar o Almoço. A tarde prosseguimento a vizinha cidade de Algarrobo ainda na costa onde visita com degustação de um produtor de AOVE (Azeite de Oliva Virgem Extra) e um pequeno produtor de “garage” Tinta Tinto do Roberto Carrancá que até 2015 foi o enólogo chefe da Viña Indómita em Casablanca agora produzindo o seu próprio vinho em pequena escala.No final do dia, acomodação de 1 noite no Hotel Ruta Del Vino Casablanca Spa&Wine. A noite Jantar harmonizado no próprio hotel.
6º Dia. 15 NOV. 3ªfeira. CASABLANCA-VALPARAÍSO. De manhã, em Casablanca visita de uma criação local de cabras e Fábrica de Queijo de Cabra; Logo a seguir visita com degustação do pequeno produtor membro MOVI Attilio & Mochi-Passionate Winemakers, sendo um casal de chileno com brasileira. Logo após, visita com degustação da mais conhecida Viña Matetic seguido de Almoço Harmonizado. A tarde, prosseguimento da viagem até a histórica Valparaiso para acomodação de 2 noites no Gran Hotel Gervasoni 4*, um elegante e íntimo hotel boutique cuidadosamente restaurado numa das casas de maior valor patrimonial no meio dos cerros de Valparaíso construída pelos imigrantes europeus em 1870 com vistas privilegiadas para a baía.
7º Dia. 16 NOV. 4ªfeira. VALPARAISO e VIÑA DEL MAR. De manhã realização de uma aula de cozinha chilena com um Chef seguida de Almoço. E a tarde visita turística e cultural pelas ruelas com suas características casas que parecem suspensas entre os cerros de Valparaíso, declarado Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO em 2003, onde se encontram uma das 3 famosas casas de Pablo Neruda, “La Sebastiana”. Breve visita ao vizinho balneário de Viñadel Mar com suas edificações de outros tempos gloriosos como o seu imponente Cassino.
8º Dia. 17 NOV. 5ªfeira. VALPARAISO – ACONCAGUA-SANTIAGO. Saída ao norte para o Vale de Aconcagua, para mais uma visita com degustação a um membro da MOVI, tipo Viña von Siebenthal um produtor ícone de origem suíça cuja filosofia é análoga aos Châteaux de Bordeauxou FlahertyWines. Logo após, visita com degustação e Almoço em outro ícone, Viña Errázurizneste caso mais conhecido no Brasil com vinhos de referência internacional como Don Maximiano, La Cumbre ou KAI produzidos pelo famoso Eduardo Chadwick que junto com Robert Mondavi produz o Seña também neste mesmo vale.  No final da tarde, prosseguimento até Santiago para acomodação de 2 noites no Hotel AttonVitacura 4* excelentemente localizado neste elegante bairro nobre homônimo de Santiago. 
9º Dia. 18 NOV. 6ª feira. SANTIAGO.  Dia livre para últimas visitas e compras por conta própria como as Lojas de El Mundo Del Vino ou Vinoteca. À noite, Jantar Harmonizado de Despedida no Restaurante La Pescaderia de Walker do Chef Felipe Paredes especializado em frutos do mar.
10º Dia. 19 NOV. SAB. SANTIAGO – CIDADES ORIGEM BRASIL. Traslado para o aeroporto de Santiago  embarque no voo da LATAM para as cidades de origem de cada participante na Jornada, via São Paulo ou Rio de Janeiro.
INCLUI: 9 noites em hotéis 4* segundo roteiro (ou similares), com café e impostos   9 visitas a vinícolas com degustação   Oficina "Faça o seu próprio Vinho"  Aula de Culinária com Chef local 8 Refeições com vinhos Visitas a elaboradores de produtos gastronômicos AOVE e Queijo de Cabra  As visitas culturais e turísticas indicadas no programa Todos os deslocamentos em ônibus exclusivo para o grupo Acompanhamento de Guia Operacional desde o Brasil especializado em EnoGastronomia  Seguro Viagens para 10 dias  Completa Apostila com Informações e dicas Enológicas dos vales e lugares visitados.

PREÇO: Em elaboração Pgto.: Inscrição R$ 1.000,00. Restante a vista facilitado com pgto. total até 30 dias antes da saída. Consulte PRAZO INSCRIÇÃO15SET 2016 Lugares limitados a 20 pessoas. INFORMAÇÕES e RESERVAS:  Na ZÊNITHE TRAVELCLUB, Experiências EnoGastronômicas e Culturais pelo Mundo e o Brasil. Belo Horizonte. Contato: GermánAlarcón-Martín german@zenithe.tur.brTEL. (31) 3225-7773.  http://zenithetravelclub.blogspot.com.br

segunda-feira, 11 de julho de 2016

O VINHO CHIANTI – PARTE 1


“ O VINHO CHIANTI – PARTE 1 “ - O vinho CHIANTI é provavelmente o exemplar de vinho mais conhecido no mundo inteiro, sendo praticamente sinônimo de vinho italiano. É também um dos vinhos mais difíceis de definir, pois são muitas as suas tendências.
Sua história também é muito longa, o que em parte ajuda a explicar esta diversidade. O nome CHIANTI vem dos cantos que os empregados na vindima (colheita) cantarolavam enquanto faziam o vinho, sinal da alegria contagiante da atividade.
Desde a Antiguidade a produção de vinho é difundida em todo território italiano. Por séculos a maioria das pessoas não bebia água, pois se acreditava (com razão) que o consumo estava relacionado ao alastramento de epidemias. Realmente, as condições de higiene naquela época não eram as mais recomendáveis.
A sabedoria popular considerava o vinho como bebida sã, apesar do desconhecimento dos microorganismos e, conseqüentemente, dos efeitos bactericidas do álcool.
Depois do sucesso dos famosos vinhos da época romana (Coercubum, Falernum e Sorrentinum), aconteceu o desolador declínio da enologia italiana. A produção em massa de vinho na Itália desenvolveu-se no curso dos séculos praticamente favorecendo a quantidade em detrimento da qualidade.
Esse aspecto provocou a queda do interesse pelo vinho italiano no mercado internacional, o que favoreceu o produto de outros países europeus que, diferentemente dos italianos, compreenderam rapidamente a importância comercial de uma produção de alta qualidade.
A compreensão e a vontade de melhorar a qualidade do vinho italiano começou a tomar forma na segunda metade do século 19. Os primeiros sistemas quês estabeleciam as regras legais para garantir a qualidade dos vinhos e das regiões de procedência foram introduzidas somente em 1963.
A região  do  DOURO  é  muitas  vezes  citada  como sendo a primeira região demarcada  na história  dos vinhos  modernos, mas   esta  distinção  cabe  a  Chianti,  que  teve  as   suas fronteiras delimitadas pela primeira vez em 1716 e a Tokay, na Hungria, traçada em 1734. O nome do vinho já era citado em 1716, quando o Grão Duque Cosimo de Medicis estabeleceu o território que poderia elaborar o CHIANTI. A zona delimitada pelo Grão Duque da Toscana corresponde aproximadamente à atual área do Chianti Classico, entre Florença e Siena.
Mas o vinho de Chianti tem sua história indelevelmente ligada ao Barão de Ricasoli, que teve grande expressão na vida econômica da Itália, pois chegou a ser Ministro da Fazenda, e acabou retirando-se para seu Castelo, em Broglio, onde acabou estudando e fixando as normas que, em linhas gerais, regulam até hoje a produção do CHIANTI.
A história conta que o Barão Bettino di Ricasoli, conhecido como Barão de Ferro, era muito rico e feio, e que casou-se com uma jovem muito bonita. Na primeira festa que o casal participou, algumas pessoas fizeram troça de como um homem tão feio como ele, poderia casar-se com uma beldade daquelas. Enraivecido, o Barão passou a mão na mulher e refugiou-se em seu castelo, de onde nunca mais saiu para participar de qualquer tipo de festividade.
Em seus estudos, ele misturou as uvas tintas Sangiovese e Canaiolo, com as brancas Trebbiano e Malvasia, criando a fórmula do Chianti que durou até praticamente 1990. A Uva Sangiovese deveria dar à bebida a classe e caráter; a Canaiolo emprestaria um pouco de suavidade, quebrando a austeridade da Sangiovese. As brancas tornariam o vinho mais leve e precoce. Nesta época, as frutas eram misturadas e vinificadas juntas, em cubas fechadas. Além de dar as linhas gerais do corte, o Barão di Ricasoli passou a desenvolver o vinho, com adição de uvas semi-secas ao vinho pronto. Essas uvas são colhidas e colocadas em estantes, onde secam, e quando são adicionadas ao vinho jovem, provocam uma segunda fermentação, e com isso o vinho fica mais macio, perdendo um pouco da acidez agressiva, ganhando corpo e conteúdo alcóolico. Este sistema, conhecido como "governo", é usado até hoje, mas vem sendo deixado de lado por ser caro e trabalhoso. O corte dos CHIANTIS estabelecia as seguintes proporções de uvas: Sangiovese ( 75 a 90% ), Canaiolo ( 5 a 15% ), Trebbiano de Toscana e Malvasia ( 5 a 10% ), sendo permitido também 10% de uvas estranhas ao corte básico.

A fórmula moderna pressupõe um mínimo de 75% de Sangiovese, cortada ou não minimamente com Canaiolo (máximo de 10%), ou com Cabernet sauvignon e Merlot (máximo de 15%) ou até com uma pequena proporção de uvas brancas, como Trebbiano e a Malvasia del Chianti (máximo de 6%). Atualmente, a maioria dos Chianti mais jovens são 100% Sangiovese.

TANNAT AMAT 2009 – BODEGAS CARRAU – CERRO CHAPEU – URUGUAI

● Vinho da Semana 28/2016 - ●TANNAT AMAT 2009 – BODEGAS CARRAU – CERRO CHAPEU – URUGUAI – Amat é um ícone para a vitivinicultura do Uruguai: um Tannat a 100%, elegante, macio e ricamente aromático, foi eleito Melhor Tannat do Mundo pela Wine Spectator.
            Este vinho, produzido pela Bodegas Carrau na região de Cerro Chapeu no Uruguai, mostra o resultado de anos de experiência e pioneirismo. O vinho é elaborado com as melhores uvas Tannat, colhidas manualmente, com uma produção não superior a 50hls/ha.
            O excelente amadurecimento das uvas dá ao vinho grande concentração de frutas, sendo a fermentação realizada em tanques com a parte superior aberta, sendo a mesma concluída em barris de carvalho novos, 50% deles de origem francesa e 50% americana. Permanece de 16 a 20 meses em barril e então é engarrafado sem filtragem, permanecendo mais um ano na garrafa até ser liberado ao mercado.
            Desde 1976, os Carrau passaram a investir numa região até então pouco explorada do Uruguai: Rivera, quase na fronteira com o Brasil, possui solos mais pobres e uma maior amplitude térmica que as áreas de maior extensão de cultivos mais ao sul, possibilitando-lhes desenvolver um trabalho de alta qualidade com seus vinhos.
Vinho top da vinícola de Javier Carrau, como os outros grandes vinhos da Bodega, é uma homenagem a um antepassado: Don Francisco Carrau Amat (1790-1860), um dos primeiros cultivadores de variedades tintas na Cataluña do século XIX, inspirador da produção deste vinho de alta qualidade. O vinho tem quase dois anos de estágio em barricas novas de carvalho francês e americano e permanece nas adegas da Bodega por um ano antes de chegar ao mercado.
● Notas de Degustação: Bem estruturado, de início ainda fechadão. Com o tempo começou a mostrar especiarias, frutas vermelhas. Até um café.No paladar o que chamou atenção foi uma acidez inimaginável e uns taninos ainda resistentes, coisa de Tannat de primeira. É um belo vinho, ainda com vigor mas que não apresentou a potência de um Bouza por exemplo, provavelmente por conta da idade. Não que seja um defeito ou um problema, muito pelo contrário. Final longo.
Sugiro abrir a garrafa um tempo antes e depois decantá-lo durante um tempo. Um belo vinho, um grande e diferenciado Tannat.
● Estimativa de Guarda:Pode ser guardado por mais de 10 anos fácil.
Notas de Harmonização: para acompanhar carnes de caça, carnes vermelha, massa com codorna desfiada. A codorna com alguns toques adocicados em seu molho vai muito bem com o vinho.Servir entre 17 a 19°C.

Onde comprar: Em BH– ZAHIL em BH é representada pela REX-BIBENDI: Tel.: (31)3227-3009 ou rex@rexbibendi.com.br OUTONO 81 - Restaurante e Bar de Vinhos - Rua Outono, nº 81 - Carmo/Sion.

BOUZA TANNAT VIÑEDO PAN DE AZUCAR 2013 – MONTEVIDEO – URUGUAI

● Vinho da Semana 282016 - ● BOUZA TANNAT VIÑEDO PAN DE AZUCAR 2013 – MONTEVIDEO – URUGUAI –um vinho da mesma Bouza. A Bodega Bouza é um passeio clássico para quem deseja fazer enoturismo no Uruguai, talvez seja a bodega mais visitada e conhecida do país. A Bodega Bouza não é uma simples vinícola, pra começar ela é uma Vinícola Boutique, e concentra boa parte de sua produção em vinhos orgânicos. Com isso a produção não é das maiores, mas o foco está na qualidade e não na quantidade. Ainda assim, eles produzem cerca de 100 mil garrafas ao ano, com vinhos premiados e aclamados, colocando a Vinícola Bouza entre uma das maiores vinícolas do Uruguai.
            São 5 tipos de uvas em suas plantações: Tannat, Merlot, Chardonnay, Trempanillo e Albariño, distribuídos em aproximadamente 23 hectares, variando o solo e o relevo do terreno. Tudo isso para produzir vinhos com diferentes sabores e aromas. E tem um detalhe: toda a colheita é feita a noite, quando o clima está mais úmido garantindo mais frescor ao cacho de uva.Uvas colhidas manualmente no ponto ótimo de maturidade, com baixa produtividade (36 hectolitros/ha). Seleção manual de uva grão por grão. Fermentação controlada a 26°C em tanques de inox para com maceração por 10 dias com duas remontagens diárias. Trasfega para barricas de carvalho onde ocorre a malolática e o amadurecimento.
Guiados pela premissa fundamental da adega, em que o trabalho à escala sempre oferece os melhores resultados, a família Bouza ainda está comprometida com produtos diferenciados e inovadores. Sob essa idéia, este fio condutor, nasce das vinhas de Pão de Açúcar; com o mar a poucos quilómetros e o homónimo Cerro completar o ambiente natural perfeito.
Após um trabalho preparatório árduo e meticuloso, as vinhas situadas a leste do Uruguai deu seus primeiros resultados. Em termos absolutos, é um kit de 7.717 garrafas, distribuídos entre as quatro uvas produzidas: Riesling (2598 garrafas), Pinot Noir (861), Merlot (2006) e Tannat (2252), todos pertencentes a vindima de inicial de 2013, que teve pouca chuva, permitindo um ótimo estado de maturação de todos os frutos.
Este é um terroir muito particular, com uma forte influência marítima, que é aumentada pelo fenômeno da Virazon. Tal como expresso no rótulo das garrafas, todos os dias do verão, particularmente durante a maturação das uvas, nas primeiras horas da tarde o vento vira para entrar a partir do mar para o território, e é recebido integralmente pelo vinha.
Estas influências são adicionados a um solo pedregoso composto principalmente de sienítico rocha degradada, tornando o terroir um extremamente importante quando degustação elemento de vinhos.
Depois de colhidas, as uvas de cada parcela são transferidos para a adega em Melilla, que são embalados separadamente, a fim de apreciar melhor as características de cada uma das uvas.
● Notas de Degustação: Púrpura intenso. Nariz potente com ameixa e marmelo, também baunilha, especiarias, couro e torrefação. Na boca é encorpado, equilibrado e persistente. Robusto em estrutura que o credencia a melhorar por vários anos. 100% Tannat do Vinhedo Maldonado.
● Estimativa de Guarda:Creio que já está num ótimo momento. A janela de consumo estima até 10 anos e deveria já estar na descendente desde 2014, o que não verdade.
Notas de Harmonização: Rabada; Ossobuco; Cassoulet; Costela assada ou ensopada; Javali e lebre em úmido; Queijos de massa dura, bem afinados.Servir entre 16 e 18°C.

Onde comprar: Em BH -Enoteca Decanter- Rua Fernandes Tourinho, 503 – Funcionários – Belo Horizonte / MG. Telefone: (31) 3287-3618. ROYAL VINHOS - Loja Cruzeiro - Uma tradicional adega, localizada no Mercado do Cruzeiro. End.: Rua Ouro Fino, 452 - Lojas 22 e 23 / Bairro Cruzeiro - Mercado Distrital – Tel.: (31) 3281-3539 - Belo Horizonte | MG

BOUZA MERLOT TANNAT VIÑAS VIEJAS 2013 – MONTEVIDEO - URUGUAI

● Vinho da Semana 282016 - ● BOUZA MERLOT TANNAT VIÑAS VIEJAS 2013 – MONTEVIDEO - URUGUAI – A Bodega Bouza é uma das maiores vinícolas do Uruguai. Ela produz quase 100 mil garrafas por ano e seus vinhos já receberam diversos prêmios importantes pelo mundo. A empresa oferece aos visitantes uma visita guiada pela propriedade, que pode ser acompanhada por uma saborosa degustação de vinhos. É um dos melhores passeios para se fazer em Montevidéu e mesmo quem não gosta de vinhos vai ficar encantado com o lugar.
As visitas guiadas ocorrem todos os dias em três horários: 11h, 13h e 16h. O passeio tem um custo de 200 pesos uruguaios ou 10 dólares. Esse valor é apenas para a visita. Quem quiser complementa-la com uma degustação de vinhos da linha média da vinícola paga 500 pesos uruguaios ou 25 dólares, sendo que esse valor já inclui a visita e a degustação, que juntas tem uma duração aproximada de 1h30. A degustação ocorre no restaurante da bodega, na parte final do passeio. Recomendo fazer a visita completa, com degustação, para provar os bons vinhos da empresa, acompanhados de uma tábua de pães e frios, com explicação detalhada de enólogos.
A Bodega Bouza foi inaugurada em 2003, no mesmo ano em que os primeiros vinhos foram produzidos. Ela possui duas propriedades. Uma é esta onde acontece a visita e que é a sede da empresa, localizada no distrito de Melila e que possui aproximadamente 10 hectares. Essas instalações pertenciam a uma pequena vinícola familiar, construída em 1942, mas foram totalmente reformadas pela família Bouza quando adquiridas, em 2002. A outra unidade, onde há apenas plantações de uvas num terreno de cerca de12 hectares, está na localidade de Las Violetas, que pertence ao departamento (estado) de Canelones.
Cada bloco dá origem a um vinho específico, mesmo que seja do mesmo tipo de uva. O fato de eles estarem localizados em diferentes tipos de solo e relevo pode causar um sabor diferente no produto final, por isso cada vinho recebe um tipo de denominação, como por exemplo Tannat A6, Tannat A7, etc. Cada letra e número se refere ao bloco de onde a uva foi colhida. Os vinhos com letra A são de uvas plantadas na sede da empresa, enquanto os que possuem a letra B, tem origem no outro terreno da vinícola.
A colheita das uvas ocorre entre fevereiro e março, por isso não encontramos nenhuma nas plantações. Ela é feita geralmente na parte da noite, para dar mais frescor ao cacho por causa da umidade. Em agosto ocorre a poda dos galhos e ramos e em novembro os cachos começam a se formar novamente. Em dezembro e janeiro é feito uma seleção das uvas. Cada galho produz em média cinco cachos, porém quatro são removidos para que o único que restar possa absorver sozinho todos os nutrientes da planta, adquirindo mais qualidades. As uvas descartadas são deixadas no chão para que as plantas possam absorver naturalmente todos os seus nutrientes.
da tradição e inovação que é a recompensa de uma mente aberta.
A adega está localizada no sub-solo. Lá estão armazenados cerca de 300 barris, sendo 60% de carvalho francês e 40% de carvalho americano. É nesses barris que os vinhos descansam por meses para adquirirem características como aroma e sabor.
● Notas de Degustação: Coloração rubi intensa, borda purpúrea luminosa. Explode no nariz com frutas vermelhas maduras e ameixa passa, após a oxigenação surge café e defumado. Equilibrado em boca, cremoso na textura, mas com acidez para manter tensão no conjunto.
● Estimativa de Guarda:Creio que já está num ótimo momento. A janela de consumo estima até 6anos.
Notas de Harmonização: Carne de porco confitada na própria gordura; Risotto com speck e cogumelos; Caçarola de galinhola à camponesa; Queijos em média cura.Servir entre 16 e 18°C.

Onde comprar: Em BH -Enoteca Decanter- Rua Fernandes Tourinho, 503 – Funcionários – Belo Horizonte / MG. Telefone: (31) 3287-3618. ROYAL VINHOS - Loja Cruzeiro - Uma tradicional adega, localizada no Mercado do Cruzeiro. End.: Rua Ouro Fino, 452 - Lojas 22 e 23 / Bairro Cruzeiro - Mercado Distrital – Tel.: (31) 3281-3539 - Belo Horizonte | MG

CHATEAU MONTUS 2008 – MADIRAN - FRANÇA

● Vinho da Semana 282016 - ● CHATEAU MONTUS 2008 – MADIRAN - FRANÇA–Do mesmo ALAIN BRUMONT.Elaboração: Viticultura orgânica com adubo animal e ''marc'' de uvas. Tratamentos fitossanitários orgânicos certificados: ''lutte raisonnée''. Colheita manual com estrita seleção de no máximo 5 cachos por vinha. Desengace total, fermentação alcoólica à 28ºC, com ''pigeage'' (abaixamento do chapéu de sólidos no mosto) e macerações durando de 3-6 semanas em função da safra. Malolática em grande cubas de madeira com posterior trasfega as barricas para o amadurecimento. Engarrafado sem filtração.
● Notas de Degustação: Coloração rubi concentrada, belo halo violáceo luminoso. Aroma sedutor de cassis, coulis de amoras, grafite e deliciosos tons balsâmicos que se abrem com a oxigenação. Os taninos já estão bem fundidos na estrutura plena de equilíbrio, profundidade e longa persistência.Corte das Castas: 75% Tannat, 25% Cabernet Sauvignon
● Estimativa de Guarda:Creio que já está num ótimo momento. A janela de consumo estima até 15 anos.
Notas de Harmonização: Confit de pato; Cassoulet; Pombo em salmis; Civet de lebre; Rabada; Ossobuco.Servir entre 16 e 18°C.

Onde comprar: Em BH -Enoteca Decanter- Rua Fernandes Tourinho, 503 – Funcionários – Belo Horizonte / MG. Telefone: (31) 3287-3618. ROYAL VINHOS - Loja Cruzeiro - Uma tradicional adega, localizada no Mercado do Cruzeiro. End.: Rua Ouro Fino, 452 - Lojas 22 e 23 / Bairro Cruzeiro - Mercado Distrital – Tel.: (31) 3281-3539 - Belo Horizonte | MG

CHATEAU BOUSCASSE 2004 – MADIRAN – FRANÇA

● Vinho da Semana 282016 -● CHATEAU BOUSCASSE 2004 – MADIRAN – FRANÇA –Alain Brumont é um homem que pertence à terra, um enólogo generosa que trouxe Madiran a atenção do mundo. Estes vinhos nascem do espírito apaixonado de um nativo Gasconha orgulhoso que, muito raramente, conhece todas as plantas de videira em suas propriedades Montus e Bouscassé. O homem é genuíno, apaixonado, falador, evocando a sua infância truanting, sua carreira e seu trabalho (um modelo de seu tipo), seu Madiran e sua luta para melhorar a qualidade dos vinhos do Sudoeste da França. Acima de tudo, ele fala de Tannat - a variedade de uva que tem sido frequentemente criticada no passado, mas com o qual ele produziu seus melhores vinhos.
Alain Brumont herdado vinhedos Château Bouscassé de seu pai em 1979, que hoje abrange 120 hectares. Ele comprou o mal degradadas Château Montus em 1980. Foi nessa época que ele entendeu que Tannat tinha o potencial para produzir vinhos excepcionais e ele começou a desenvolver o método Brumont.
Hoje, os frutos de seu trabalho são reconhecidos por toda a profissão vinho, por jornalistas, enólogos e sommeliers. Ele é reconhecido como o ícone do sudoeste e entre os dez melhores do mundo. Alain Brumont é um visionário e vinte anos à frente do seu tempo.
Elaboração: Viticultura orgânica com adubo animal e ''marc'' de uvas. Tratamentos fitossanitários orgânicos certificados: ''lutte raisonnée''. Colheita manual com seleção acurada das uvas mais maduras e saudáveis em baixos rendimentos com densidade de 7.500 pés/ ha. Desengace total, fermentação alcoólica com ''pigeage'' (abaixamento do chapéu de sólidos no mosto), a 28°C, com macerações durando de 3-6 semanas dependendo da safra. Engarrafamento sem filtração.
● Notas de Degustação:Cor rubi concentrada, belos arquetes no copo. Complexo e potente, com frutos negros bem maduros, alcaçuz, cravo e grafite no nariz. A boca está marcada por prazerosa força tânica, grande generosidade e harmonia. Um Madiran marcante, com final agradável com boa persistência. Corte de  65% Tannat, 25% Cabernet Sauvignon e 10% Cabernet Franc.
● Estimativa de Guarda:Beba-o de vez, mas pode ser guardado fácil por 12 anos após a safra, e portanto está em boa hora.
● Reconhecimentos:REVUE DU VIN DE FRANCE 2010: 16 em 20 WINE ENTHUSIAT: 92 em 100 WINE SPECTATOR: 89 em 100.
Notas de Harmonização: Risotto de pato selvagem e lentilhas; Cassoulet; Bochecha de porco glaçada; Civet de lebre; Rabada; Ossobuco.Servir entre 16 e 18 °C.

Onde comprar: Em BH -Enoteca Decanter- Rua Fernandes Tourinho, 503 – Funcionários – Belo Horizonte / MG. Telefone: (31) 3287-3618.ROYAL VINHOS - Loja Cruzeiro - Uma tradicional adega, localizada no Mercado do Cruzeiro. End.: Rua Ouro Fino, 452 - Lojas 22 e 23 / Bairro Cruzeiro - Mercado Distrital – Tel.: (31) 3281-3539 - Belo Horizonte | MG