quarta-feira, 24 de abril de 2013

CAMPEÕES EXPOVINIS 2013 - ESPUMANTE NACIONAL

CATEGORIA MELHOR VINHO  ESPUMANTE NACIONAL:
VILLAGGIO GRANDO ESPUMANTE  BRUT ROSÉ 2010 -
Produzido a partir de uvas vindas do vinhedo de Campos de Herciliópolis - Água Doce – SC, plantado a 1300 metros de altitude, sob a forma de espaldeira. Corte de uvas Pinot Noir e Merlot, fermentado em aço inox, sem nenhum estágio em barris de carvalho. Lote único de:   12.000 garrafas, com o método  Charmat. Um vinho de cor límpida e rosada com perlage fina e intensa. No nariz mostra-se levemente floral e frutado com aromas amplos e muito agradáveis, lembrando pitanga, framboesa e morango. Na boca tem bom frescor e leveza, ótima cremosidade e grande persistência.
Premiações recentes: Medalha de Prata Miami 2011 - 89 pontos.
Localizada no município de Água Doce, nos campos de altitude de Santa Catarina, a vinícola Villaggio Grando reúne características ímpares de solo e clima, próprios para o desenvolvimento de seus vinhedos. São 42 hectares e 15 varietais, cultivadas em harmonia com à natureza, para a produção de vinhos tintos, brancos, rosé e espumantes em tiragens limitadas, que traduzem o terroir autêntico de umas das regiões mais frias do país.

terça-feira, 23 de abril de 2013

OS CAMPEÕES DA EXPOVINIS 2013

OS CAMPEÕES DA EXPOVINIS 2013
O maior salão de vinhos da América, o ExpoVinis, divulgou nesta terça-feira (23) os 10 rótulos vencedores no concurso Top Ten, que elege a cada edição os melhores vinhos em 10 categorias. O evento começa na quarta-feira (24), às 13h, e contará com sessões de degustação de vinhos com acompanhamento profissional. 
Este ano, os prêmios foram divididos em melhor espumante nacional, espumante importado, branco nacional, branco importado, rosado, tinto nacional Serra Gaúcha, tinto nacional outras regiões, tinto novo mundo, tinto velho mundo e doce/fortificado.
Na categoria "Tinto Velho Mundo" houve empate; confira a classificação na lista abaixo:
CATEGORIA
VINHO
PRODUTOR
ONDE ENCONTRAR
IMPORTADOR
Espumante Nacional
Villaggio Grando Brut Rosé 2012
Villaggio Grando Boutique Winery
Espaço da Associação Catarinense dos Produtores de Vinhos Finos de Altitude 
 - 
Espumante Importado
Aida Maria Espumante Rosé Reserva 2007
Aida Maria Wines
Espaço da ViniPortugal
Terra a Terra
Branco Nacional
Dádivas Chardonnay 2012
Vinícola Lídio Carraro
Espaço do Instituto Brasileiro do Vinho
 -
Branco Importado
Casas del Bosque Reserva Chardonnay 2012
Casas del Bosque
Espaço da importadora Obra Prima
Obra Prima
Rosé
Maquis Rosé 2012
Sociedad Agricola los Maquis
Espaço da Wines of Chile
 -
Tinto Nacional da Serra Gaúcha
Perini Quatro 2009
Vinícola Perini
Espaço do Instituto Brasileiro do Vinho

Tinto Nacional de Outras Regiões
Basaltino 2012
Vinícola Pericó Ltda
Espaço da Vinícola Pericó

Tinto Novo Mundo
Vistalba Corte A 2009
Bodega Vistalba
Espaço da Domno do Brasil
Domno do Brasil
Tinto Velho Mundo
Santa Vitória Grande Reserva Tinto 2008
Casa Santa Vitória
Espaço da ViniPortugal
Vila de Arouca Importadora
Tinto Velho Mundo
Scagliola Barbera d'Asti Superiore Sansi Selezione 2009
Scagliola Vini
Espaço da Ativa Representações
Ativa Representações
Fortificado e Doce
Quinta do Noval
Quinta do Noval 40 Anos Tawny Porto
Adega Alentejana
Adega Alentejana

A escolha dos vinhos vencedores foi feita por um corpo de jurados coordenado por Jorge Lucki e José Ivan Santos e composto por Mário Telles (Presidente da ABS-SP), Hector Riquelme (Sommelier Chileno, degustador do Decanter Wine Award) Jorge Carrara (Prazeres da Mesa/Site Basilico), Manoel Beato (Chef Sommelier do Fasano/Guia de Vinhos Larousse), Gustavo Andrade de Paulo (ABS-SP), Ricardo Farias (ABS-Rio), Marcio Oliveira (SBAV-MG/Blog Vinoticias), José Luiz Pagliari (SBAV-SP/Senac-SP), Roberto Gerosa (Blog do Vinho), Celito Guerra (Embrapa e doutor pela Universidade de Bordeaux), José Luiz Alvim Borges (ABS-SP) e Diego Arrebola (representante do Brasil no Concurso Mundial de Sommelier de Tóquio 2013).
Serviço:
Data: 24 a 26 de abril
Horários:
24 de abril, das 13h às 21h – aberto somente a profissionais
25 de abril, das 13h às 21h para profissionais e das 17h às 21h para consumidores
26 de abril, das 13h às 20h para profissionais e das 17h às 20h para consumidores
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Azul
Entrada: R$ 70 (consumidor final), R$ 35 (estudantes de hotelaria, nutrição, gastronomia, enologia e turismo) e entrada franca para profissionais do setor. 

MELHORES CARTAS DE VINHO DE 2013 DA REVISTA PRAZERES DA MESA

MELHORES CARTAS DE VINHO DE 2013 DA REVISTA PRAZERES DA MESA
A revista Prazeres da Mesa premiou ontem em São Paulo as melhores Cartas de Vinho do Brasil. Foi a nona edição do Prêmio, que é um estímulo a melhoria do serviço do vinho prestado pelas casas. Belo Horizonte teve 3 restaurantes ganhadores de menção especial, com suas cartas de vinho eleitas as melhores em vinhos de países específicos.
Ao todo, foram premiados 69 restaurantes, dos quais 12 tiveram a menção regional avaliada como a melhor do país. Entre as cartas com vinhos regionais, os eleitos foram: Argentina - Chez Fumoir/BH;  Chile – Amadeus/BH;  Espanha - Adega Santiago;  França - Taste Vin/BH; Italia - Buttina; Portugal - A Figueira Rubaiyat.  No quesito Maior Variedade: Madero Prime Steak.  Melhor Preço: Varanda Grill. E a Melhor Carta de Vinhos Brasileiros foi para o Aprazível/RJ.
As cartas de vinhos são analisadas por critérios técnicos que envolvem a sua estrutura, com a correta identificação do vinho, produtor, região e país, a safra, informações adicionais, bem como a quantidade mínima de garrafas à disposição do cliente. Também são avaliados os preços dos vinhos, e dos próprios preços dos pratos do Menu, bem como a estrutura de serviço (os acessórios, as taças, o pessoal de serviço do vinho, as condições de atendimento dos clientes) e ainda as condições de armazenamento e estoque de garrafas de cada estabelecimento, privilegiando as casas que tem adegas com climatização adequada ao vinho.
De nossa parte, os parabéns aos ganhadores dos Prêmios de Melhores Cartas de Vinho do Brasil, na edição 2013, em especial os restaurantes mineiros Amadeus, Chez Fumoir e Taste Vin. A lista completa dos ganhadores será divulgada em próximo post.

domingo, 21 de abril de 2013

Mariana Franchini – DICAS DE GASTRONOMIA EM PARIS: Un café?! Le Café!

“PUTAIN” por Mariana Franchini – DICAS DE GASTRONOMIA EM PARIS: Un café?! Le Café! Quando cheguei em Paris em novembro de 2009 não conhecia muitos lugares. Já tinha vindo passear como turista, mas a verdade é que, no dia-a-dia da cidade, nem sempre queremos os restaurantes indicados nos guias de turismo. Um dia, depois do meu curso de francês, decidi me perder pela cidade e foi assim que eu descobri esse restaurante que até hoje é um dos meus lugares preferidos e que frequento bastante. Gosto tanto do ambiente que fiz questão absoluta de apresentá-lo aos meus pais na última visita a cidade. 
O Le Café é um pequeno bar e restaurante localizado no quarteirão pedestre de Montorgueil. Esse quarteirão tem inúmeros bares e restaurantes e, quase sempre, o custo-benefício não é bom. Prometo que esse não é o caso do Le Café, uma vez que come-se muito e muito bem por um preço difícil de se encontrar na cidade.
Você pode escolher entre bons pedaços de tarte e os famosos croques monsieur e madame, acompanhados de uma boa salada. Além disso, o cardápio propõe boas entradas como o Camembert Rôti au Miel ou uma simples salada de Mozzarella et Tomates. Os pratos são realmente bem servidos e o meu preferido é o Curry de Poulet. O Tartare também é delicioso.
E mesmo se você não estiver com fome, vale a pena passar nesse lugar simpático para beber uma boa taça de vinho ou uma cerveja em terrasse. o quartier é bem movimentado, cheio de gente bonita e, logo ao lado do restaurante, você poderá conhecer um dos maiores e melhores brechós de Paris: o Killiwatch.
Serviço: Le Café
62 rue Tiquetonne 75002 Paris - 0140380800
Aberto de 7h às 2h - Metro: Etienne Marcel – Sentier

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Mariana Franchini – DICAS DE GASTRONOMIA EM PARIS


“PUTAIN” por Mariana Franchini – DICAS DE GASTRONOMIA EM PARIS: Une rotisserie, si vous plaît ! Engraçado como Paris nos encanta a cada esquina. Quando meus pais vieram me visitar pela primeira vez, tive a oportunidade de abrir a portinha desse restaurante e descobrir um lugar incrível. O Robert et Louise é uma rôtisserie tipicamente francesa, ou seja, para quem gosta de carne, o restaurante ideal.
            O ambiente é bem agitado, o restaurante está sempre cheio e o fogão de lenha está sempre acesso. Para esse lugar simpático localizado no Marais é obrigatório fazer reserva. Primeiro porque o restaurante não é muito grande e, segundo, porque se você não conseguir uma mesa quando sentir o cheirinho da carne assando, você vai voltar para casa muito decepcionado. Eu e meus pais demos sorte de conseguirmos uma mesa. Mas foi sorte mesmo. Tentei ir uma outra vez sem reserva e não teve jeito. Voltei para casa triste comendo um falafel da esquina. Então se você é um fã de carnes, faça uma reserva. Você não vai se arrepender.
 
O restaurante funciona a la carte e tem também o conhecido sistema de menu do almoço (ou formule) tradicional dos restaurantes franceses. O menu custa 12 euros por uma entrada + prato ou prato + sobremesa.

A la carte (entre 23 - 40 euros), sugiro como entrada: rilette d'Oie, pâté de campagne, escargot, terrine de fois gras de canard e boudin noir. Como prato principal, você pode saborear um bom côte de boeuf (40 euros para duas pessoas), un gigot d'agneau, um confit de canard e mesmo uma tradicional entrecote (18 euros). Para os corajosos, quem sabe uma andouillette? Tudo é acompanhado por batatas assadas, salada ou legumes.



SERVIÇO : Robert et Louise
64, rue Vieille du Temple - 75003 Paris / Metro: Rambuteau ou Saint-Paul / 0142785589
Aberto de terça a domingo de 12h às 14h30 e de 19h às 23h

“ GOURMET A SOLTA” POR FELIPE VICTORIA – “BELO COMIDARIA - um atrativo aos olhos, nem tanto ao paladar “


“ GOURMET A SOLTA” POR FELIPE VICTORIA – “BELO COMIDARIA - um atrativo aos olhos, nem tanto ao paladar “   A expectativa é um sentimento extremamente complicado e, em minha opinião, com grande potencial a ser frustrante à medida que aumenta. Claro; quanto mais você espera boas coisas de algo, maior é a chance de se decepcionar com a experiência ou resultado proporcionado por aquilo. Infelizmente, a experiência vivenciada na badaladíssima e queridinha dos blogs, Belo Comidaria, foi a síntese do que posso chamar de desapontamento. Não que a casa só tenha problemas, demonstra si
m muita qualidade e bom serviço, principalmente na padaria e doçaria. O trabalho com as carnes também é muito bem feito, porém, tendo-se uma visão geral da refeição tida ali, fica a impressão de que, em alguns aspectos, Henrique Gilberto, Rafael Mantesso e equipe têm muito a melhorar. 
A ambientação e layout da casa são, realmente, muito interessantes. Nota-se claramente que a decoração tem, nos detalhes, referências vintage (anos 50) e da cultura mineira de fazenda. O espaço para 205 pessoas foi muito bem pensado e é, sem sombra de dúvidas, um dos destaques do lugar. Detalhe peculiar e atraente aos gourmets e foodies é o quadro disposto logo na entrada do restaurante, onde estão listados todos os seus fornecedores.
Mesmo nunca sendo o foco quando se pensa na estrutura de um restaurante, o atendimento, quando ruim, chama enormemente a atenção e estraga uma refeição. Na Belo, posso dizer que a equipe de atendimento transitou entre a cortesia, gentileza e a lentidão e confusão. A despeito da simpatia, verifica-se que garçons e atendentes - apesar de estarem em bom número nos salões - trabalham de maneira confusa, desatenda e, por vezes, desastrada. Pude notar, em mais uma casa da capital, que o responsável pela interface entre os clientes e a cozinha não conhecia os produtos que oferecia, como também, não sabia explicar do que realmente se tratavam os itens da carta e as delícias expostas nas vitrines da padaria. É claro que o restaurante é novo e a tendência é que o atendimento melhore consideravelmente. De qualquer forma, posso dizer que a brigada deixa a desejar, falta-lhes uma liderança e melhor treinamento.
            Assim como na decoração, a cozinha e a filosofia da casa se pautam na valorização e revisitação da culinária mineira, suas tradições e produtos disponíveis. Nesse aspecto, fica clara uma tendência à mescla entre o uso de ingredientes locais e a utilização de técnicas da escola européia e, especificamente, da Nouvelle Cousine. Infelizmente, o excelente mote, por hora, não é tão bem executado e o que se percebe ao degustarem-se diversos pratos e petiscos do cardápio é que a maioria dos produtos que saem da cozinha são pesados, têm bastante gordura e carecem de maior apuro no tempero. Em suma, os pratos escolhidos me pareceram melhores no cardápio do que à mesa, contribuindo para isso o fato de que todos eles foram servidos mornos, o que denota espera maior que o razoável para serem levados ao salão.
            Ponto fortíssimo da Belo Comidaria, a padaria e a doçaria são irretocáveis. Tudo que dali sai é extremamente saboroso, criativo e muito bem feito. Tendo em vista tamanha qualidade e sensibilidade no preparo dos doces, tenho de dar os parabéns à Chef Patisserie Luana, que me conquistou com suas iguarias e seu inesquecível quindão.  Posso dizer que, de suas mãos, saem os melhores itens das refeições e da própria casa. Os irreparáveis pães do couvert e o delicioso bolo de chocolate (R$ 16,00) da sobremesa foram as estrelas do almoço. Apesar de um tom abaixo, o Mineiro de Botas (R$ 16,00) é interessante e vale pela adaptação mineira do onipresente e batido petit gateau, em que o correto bolo de doce de leite é servido com uma fatia de queijo na chapa e um sorvete de banana com gosto acentuadamente artificial.
Ao se falar da parte salgada da refeição, destaque deve ser dado à inusitada e deliciosa pimenta Cambuci recheada com carne de porco e molho de feijoada (R$ 25,00). O sensacional recheio foi complementado com maestria pela textura e sabores marcantes do feijão. Tal acerto, entretanto, não se repetiu no rosbife com purê de cenoura e erva-doce (R$ 32,00), que passou pela mesa sem que ninguém notasse sua presença. Abaixo das entradas – o que é comum em Belo Horizonte – estavam os pratos principais. A insossa macarronada (R$ 48,00) poderia ter sido evitada, uma vez que a massa, cozida além do ponto, foi acompanhada de um molho de tomate pálido e com extrema carência de tempero e personalidade. Erro primário de uma receita que é o básico de qualquer vertente culinária ocidental. Por sua vez, a rabada recheada com purê de maçã, palmito e agrião (R$ 48,00), e a costela de vitela com arroz de forno e alho poró tostado (R$ 76,00 p/2) evidenciaram que a cozinha trabalha muito bem com as carnes, mas por algum motivo, deixa a desejar nos acompanhamentos, que demandavam uma gama mais variada e realçada de sabores. Em linhas gerais, nota-se muita criatividade e vontade de inovar por parte da cozinha, porém, o resultado é pesado e pouco atento às guarnições. Quem sabe com mais entrosamento e vivencia em comum, Henrique Gilberto e sua equipe possam dar um salto técnico e qualitativo no trabalho desempenhado. Em uma brigada recém-montada e ainda em fase de aprimoramentos, este é o caminho natural.
            Falando dos vinhos, o que se vê na carta é uma oferta diminuta, porém, de acordo com a proposta da casa. Talvez uma maior atenção a este quesito agradaria à enófilos e comensais de maneira geral. Copos corretos e temperatura de serviço adequada foram notados.
            Ao final de mais uma refeição razoável e, em certo ponto, frustrante, pode-se dizer que o restaurante tem seu ponto forte nos pães e doces, que estão entre os melhores da cidade. Por outro lado, ficou notório que a casa alterna altos e baixos, problemas e deslizes que o tempo se encarregará de aperfeiçoar e corrigir, espero. De qualquer forma, ficou a sensação de que o que é cobrado pelos pratos não nos entrega uma boa relação qualidade-preço, como também, nota-se que a cena de restauração de BH, mais uma vez, ganhou uma casa de boa proposta, mas de execução mediana. Talvez este seja o caminho natural de um cenário em franca evolução e efervescência. Fica aqui, portanto, o desejo de que brevemente tenhamos mais restaurantes de elevado padrão técnico, entregando um serviço e produtos bem acima do corriqueiro e básico. Evidentemente, errando menos do que se tem errado no seu métier.
Avaliação:
·        Atendimento: 10,50 / 15,00
·        Apresentação e Estrutura da casa: 11,60 / 15,00
·        Comida: 30,15 / 40,00
·        Cartas (cardápio e vinhos/bebidas): 9,90 / 13,00 e 2,40 / 7,00
·        Proposta/execução/criatividade: 7,00 / 10,00
Total: 71,55

*** (extraordinário)- entre 96 e 100 pontos;
**+ (extraordinário) - igual a 95 pontos;
** (excelente) - entre 90 e 94 pontos;
*+ (excelente) - igual a 89 pontos;
* (muito bom) - entre 84 e 88 pontos;

Belo Comidaria
Rua Orange, 67 – Bairro São Pedro            
Telefone: (31) 3643-1569
Horário de funcionamento:
Segunda a sábado – das 7hs. às 12hs. e domingos – das 07hs. às 17hs. (Padaria aberta até as 20hs.). Aceita todos os cartões de crédito.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Mariana Franchini – DICAS DE GASTRONOMIA EM PARIS: Et si on aime le soufflé?


● “PUTAIN” por Mariana Franchini – DICAS DE GASTRONOMIA EM PARIS: Et si on aime le soufflé? Tenho que admitir que o mérito dessa descoberta não seja meu. Ano passado, em visita à Paris, minha tia Mônica me convidou para jantar perto do hotel em que ela estava hospedada. A surpresa foi tão boa que voltamos no dia seguinte para jantar no mesmo restaurante de novo. O restaurante é o La Cigale Récamier. A dois passos do Hotel Lutetia e pertinho do Le Bon Marché, esse simpático restaurante fica situado numa rua de pedestres há mais de 30 anos e está sempre cheio de políticos e moradores da Rive Gauche. Esse é inclusive um dos restaurantes freqüentados pelo atual presidente da França, François Hollande. A especialidade do Récamier são os soufflés, salgados ou doces, e em dois tamanhos. Se você é um fã de soufflés, prometo que você não vai se decepcionar. Para os salgados, tem opção para todos os gostos (o cardápio varia de acordo com as estações do ano). Já para o soufflé doce recomendo os tradicionais Caramel à la fleur de Seul ou o Grand Marnier. Se você não é muito fã de soufflés não se desespere: o restaurante tem um cardápio de brasserie como todo bom restaurante francês. Os preços à la carte vão de 30 a 50 euros (em geral, os soufflés salgados em tamanho grande são a 18 euros e um pequeno doce 10 euros). E vale a pena reservar, pois o restaurante (e mesmo a área do terraço) está sempre cheio.

SERVIÇO: La Cigale Récamier
4, rue Récamier - Tel: 0145488658 - Metro: Sévres Babylone

Para mais informações: