segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

BACO EM RÍTMO DE CARNAVAL



BACO EM RÍTMO DE CARNAVAL ” – As origens do carnaval têm sido buscadas nas mais antigas celebrações da humanidade, tais como as Festas Egípcias que homenageavam a deusa Isis e o Touro Apis. Há quem diga que as primeiras manifestações ocorreram na Roma dos Césares, as saturnálias, de caráter orgíaco. Contudo, Momo é uma das formas de Dionísio — o deus Baco, patrono do vinho e do seu cultivo, e isto recua a origem do carnaval para a Grécia arcaica. Os gregos festejavam com grandiosidade nas Festas Lupercais e Saturnais a celebração da volta da primavera, que simbolizava o Renascer da Natureza.
Sempre uma forma de comemorar, com muita alegria e desenvoltura, os atos de alimentar-se e beber, elementos indispensáveis à vida.
Com o nome de Carnaval, a festa surgiu, no século XI, com a implantação da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse período de privações acabaria por incentivar a realização de festas nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas. A palavra "carnaval" estaria relacionada com a idéia de "afastamento" dos prazeres da carne marcado pela expressão "carne vale", que, acabou por formar a palavra "carnaval".
Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, os dias de Carnaval são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-feira gorda, em francês: Mardi Gras).
No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os bailes de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos e progressivamente a festa foi tomando o formato atual.
O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no Carnaval parisiense para criar suas festas carnavalescas.
No Brasil, o entrudo, importado dos Açores, Ilha da Madeira e Cabo Verde, foi o precursor do carnaval. Grosseiro, violento, imundo, constituiu a forma mais generalizada de brincar no período colonial e monárquico, e também a mais popular. Consistia em lançar, sobre os outros foliões, baldes de água, esguichos de bisnagas e limões-de-cheiro (feitos de cera), pó de cal (que podia cegar as pessoas atingidas), vinagre, groselha ou vinho e até outros líquidos que estragavam roupas e sujavam ou tornavam mal-cheirosas as vítimas. Foi livre até o aparecimento do lança-perfume, já no século XX, assim como do confete e da serpentina, trazidos da Europa.
Atualmente, o prestígio alcançado pelos desfiles de carnaval, no Rio de Janeiro e em São Paulo, e a disseminação das chamadas micaretas trouxeram novas formas ao evento. Alguns críticos dizem que o sentido popular da festa perdeu lugar.
Não sou Mangueira, mas minha dica é brindar o Carnaval em Verde e Rosa. Ambos bem gelados e refrescantes, farão o papel de abre-alas, ainda mais que parece que o Cranaval de BH voltou a aparecer, qual “fênix” revivido !!!
Saboreie por exemplo: o Quinta da Aveleda Colheita Selecionada, Portal do Fidalgo, Quinta de Linhares Azal, entre os verdes. E para os rosados: Viñas del Vero Rosado, Quinta da Lagoalva, Paço do Teixeiró Rosado, Cote-du-Rhône Parallele 45 Rosé, Kankura, Rose Malbec Finca La Linda, Rose Crescendo Altas Quintas, Rose Terra Amata Domaine Sorin, Rose Tempranillo Artero, e Valdelosfrailles, entre tantos rótulos à disposição. 
E quem disse que vinho não rima com alegria, confete e serpentina ?

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